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Grampos

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Vila (I) – Comerciantes, lojistas, clientes e funcionários das lojas localizadas na Vila foram surpreendidos na manhã de ontem, sexta, 24, por uma ação da Guarda Municipal que isolou todas as vagas de estacionamento ao longo da Rua 14. Pior: Nos dois sentidos. Pior ainda: ao lado da Praça Brasil e ao lado do camelódromo. Motivo: à noite haveria uma apresentação do Bloco da Vida. Fica a pergunta: não poderia ter feito como em anos anteriores, quando as vagas iam sendo bloqueadas na parte da tarde?

 

Vila (II) – A medida, segundo alguns empresários, prejudicou o comércio da Vila, um dos mais tradicionais de Volta Redonda. “Pena que os GMs não tenham afastado os camelôs”, ironizou um deles. Outro sugeriu, pelas redes sociais, que os lojistas ligassem para Joselito Magalhães, secretário de Desenvolvimento do governo Samuca e presidente da Aciap-VR. “Quero ver ele explicar alguma coisa”, disparou. É, faz sentido.     

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Ginásio – O prefeito Samuca Silva esteve na terça, 21, visitando o ginásio Poliesportivo do bairro 249 e vistoriou as obras da Creche Irlei Lobo, que ele espera inaugurar ainda este ano. Samuca estava acompanhado pelo vereador Maurício Pessoa e pelo presidente da Associação dos Moradores do bairro, José Portela. No ginásio, as principais reclamações são contra a infiltração na estrutura, pombos no telhado, lâmpadas queimadas e manutenção da praça. “Já determinei à secretaria de Serviços Públicos e Obras que fizesse o levantamento de todas as demandas das quadras e ginásios da cidade, o que já foi realizado pela equipe da prefeitura. Agora, estamos estudando a necessidade, ou não, da realização de uma licitação. Ou se a própria secretaria fará a manutenção”, explicou Samuca. Pela foto dá para verificar que a coisa tá preta, não é mesmo?

 

Creche – Na visita, Samuca disse que, de acordo com a secretaria de Educação, a creche municipal Irlei Lobo deve ser inaugurada em agosto. Vai ocupar uma área de 900 metros quadrados e atenderá cerca de 200 crianças, de zero a três anos em dois turnos – manhã e tarde. “Serão cinco salas com a capacidade máxima de 20 crianças cada uma. Como é uma creche, não há obrigatoriedade do ano letivo e o local já pode começar a funcionar ainda esse ano”, explicou Rita de Cássia Andrade, secretária de Educação.

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Suser – Continuando a sequência ‘de diálogos’ com a comunidade, a direção da Suser recebeu o presidente da Associação de Moradores da Candelária, Paulo Sergio Bockorni, que foi pedir apoio para resolver problemas na linha de ônibus que atende o bairro. Segundo ele, as queixas são antigas e nunca foram atendidas. Disso ninguém duvida, né Barenco (ex-presidente)?

O engraçado é que a diretora-presidente ‘interina da Suser’, Isabella de Brito, prometeu notificar a empresa de ônibus e acompanhar e monitorar tudo para ver se a mudança será para melhor. Isabella de Brito, como mostra a foto de Geraldo Gonçalves, continua sendo ‘assessorada’ pelo futuro presidente da Suser.

 

Nissan – A fábrica da Nissan, em Resende, vai criar o segundo turno até o terceiro trimestre deste ano. A boa notícia é que, com a expansão, serão abertos 600 novos postos de trabalho. A captação de currículos ainda não começou, mas deverá acontecer depois do carnaval. 

 

CSN – A CSN também vai contratar trabalhadores para atuar na reforma do Alto Forno 3. A informação é de Márcio Lins, um dos diretores da empresa. Serão 400 contratações a partir de abril.

 

Barra Mansa (I) – O prefeito Rodrigo Drable confirmou que até o dia 17 de março ele estará quitando tudo o que a prefeitura de Barra Mansa deve de salários atrasados, referente ao governo Jonas Marins. “A partir daí poderemos começar a enxergar um novo momento para Barra Mansa, sem dívidas de salário e avançando”, avalia.

 

Barra Mansa (II) – Ontem, sexta, 24, como o aQui antecipou nas redes sociais, Rodrigo Drable pagou os salários de fevereiro do funcionalismo público, e ainda dos servidores da Susesp, Promoção Social e da Educação, que recebem recursos próprios. O total da folha é da ordem de R$ 10 milhões. Aposentados e pensionistas que recebem até R$ 1,5 mil e aqueles com vencimentos acima de R$ 3 mil também receberam. Os inativos cujos vencimentos estão entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil irão receber na semana pós-carnaval.

 

Gestão (I) – Tem posto de Saúde em Volta Redonda onde só não falta calor. Água potável, papel higiênico, sabonete e remédio, nem pensar!

 

Gestão (II) – A ótica municipal, que funciona em um dos andares do Estádio Raulino de Oliveira, está funcionando normalmente. Pena que o responsável por fazer as lentes tenha sido demitido. Virou ótica pra ‘inglês ver’.

 

Negociação – Os vereadores de Volta Redonda aprovaram, em regime de urgência e preferência, a mensagem do prefeito Samuca Silva pedindo autorização para renegociar a dívida da Cohab com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A ideia é quitar a dívida milionária, de R$ 100 milhões, em até 20 anos. Se conseguir parcelar, o nome da prefeitura poderá sair do CAUC, uma espécie de SPC dos municípios. Esse foi o primeiro teste parlamentar de Samuca. Deu certo.

 

Uber – Os taxistas da cidade do aço estão em polvorosa. É que um grupo de 400 motoristas estaria prestes a operar em Volta Redonda usando o aplicativo Uber. Na manhã de quinta, 23, vários taxistas se encontraram com Samuca Silva para pedir apoio do governo. O presidente da Câmara, Sidney Dinho, também participou da reunião. “A prefeitura se posiciona a favor do transporte público, da legalidade, das licenças. Existe uma lei que rege o transporte urbano e é a que vamos seguir. Temos que dar estrutura para os taxistas trabalharem”, comentou Samuca.

 

Lei – No ano passado, o ex-prefeito Neto sancionou uma lei, de autoria do ex-vereador Maurício Batista (PCdoB), proibindo que aplicativos como o Uber operassem em Volta Redonda. Só que ela pode caducar, pois o caso do uso de aplicativos está sendo analisado no Supremo Tribunal Federal.

 

Propaganda – No encontro com Samuca, um dos taxistas teria dado um exemplo para mostrar que o Uber prejudica a classe. “De Volta Redonda ao Aeroporto do Galeão de táxi, o passageiro paga uns R$ 300; se for de Uber, paga R$ 150”, exemplificou. Boa propaganda para o Uber, não é mesmo?

 

Táxis – Aliás, quem anda de táxi em Volta Redonda sempre fica com a impressão de que a tarifa é a mais cara da região. É, pode ser.

 

Livre – O ex-vice-prefeito e ex-vereador Paiva (PT) sempre sonhou em instituir uma ‘Tribuna Livre’ na Câmara de Volta Redonda.  Sempre foi barrado. Jari, seu sucessor, também tentou na legislatura passada e não conseguiu. Agora, em tempos de ‘mudança’, Jari reapresentou o projeto e o mesmo foi aprovado, em primeira discussão, na quinta, 23. Se passar em segunda votação, o povo poderá subir à tribuna da Casa de Leis.

 

Regras – Pelo projeto de Jari, o uso da tribuna terá algumas regras para evitar ataques pessoais a quem quer seja. Zezinho do MEP vai adorar. Maurinho, do MEP da Burguesia, também. 

 

Contas – O ex-prefeito Neto foi notificado no sábado, 18, pela Câmara de Volta Redonda, para apresentar sua defesa a respeito das contas do exercício financeiro de 2011 – que tiveram parecer prévio contrário do TCE. Agora, Neto terá 30 dias para apresentar suas explicações.

 

Contas – Além das contas de 2011, ainda serão votadas as de 2013 e 2014. O detalhe é que o ex-vereador Pedro Magalhães, então presidente da Comissão de Finanças da Câmara no ano passado, emitiu parecer pela rejeição dessas duas últimas contas. Detalhe: ambas foram aprovadas pelo TCE, o que mostra que o parecer da velha raposa foi político.

 

Call – Quem ficou todo prosa com o anúncio de Samuca, de que um call center deve se instalar na cidade do aço, gerando 500 empregos, foi o vereador Paulo Conrado. Motivo: em 2010, ele conseguiu aprovar um projeto autorizando a prefeitura a conceder descontos de IPTU e ISS a empresas do ramo de call centers. Por ele, a redução dos impostos deve ser proporcional à quantidade de empregos gerados.

 

Foto – O vereador Edson Quinto (PR), ex-presidente da Câmara, posou para a fotografia que será colocada na galeria de ex-presidentes da Casa. Vai ficar bem na parede.

 

Homenagem – Uma das primeiras ações do vereador Laydson foi homenagear um dos seus principais apoiadores, o pastor Joel, com uma Moção de Aplausos e Congratulações. Tem futuro o parlamentar…

 

Repúdio – Por falar em moção, Carlinhos Santana também apresentou uma na sessão de segunda, 22. Só que a dele foi Moção de Repúdio ao Congresso Nacional pela PEC da Reforma da Previdência. Diz que a proposta é nociva aos mais pobres.

 

Gafe – A vereadora Rosana Bergone cometeu, digamos, a primeira gafe do Legislativo na sessão de segunda, 22. É que na ordem do dia constava um requerimento de autoria da parlamentar pedindo informações ao prefeito Samuca sobre um imóvel alugado pela prefeitura no Vale Verde. “Eu não fiz esse requerimento”, bradou. “Eu quero saber quem fez, porque não fui eu”, completou. Diante da ira de Rosana, o requerimento foi tirado da pauta. Detalhe: o documento original tinha a assinatura da vereadora. “Eu errei, realmente eu assinei esse requerimento sem ler. Peço desculpa, pois errar é humano”, disparou. É mesmo!

 

Ponto facultativo – A prefeitura de Barra Mansa decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 27 de fevereiro e 1º de março. Com a iniciativa, os servidores só retornam às atividades na quinta, 2, após o carnaval. 

 

“Retiro Popular” – Em preparação para a maior festa da Igreja, a Páscoa, a editora Canção Nova lança, anualmente, o livro “Retiro Popular”, escrito pelo Arcebispo Metropolitano de Belém (PA), Dom Alberto Taveira Corrêa. Com o tema “Um coração para amar” e celebrando o Ano Mariano Nacional, nesta 25ª edição o autor propõe ao leitor um roteiro de oração para a vivência da Quaresma com passagens bíblicas e vivência do amor a partir de Nossa Senhora. O “Retiro Popular 2017” traz conteúdo para cinco semanas de oração diária, penitência, partilha fraterna e aprofundamento da vida cristã. O livro pode ser adquirido no site loja.cancao nova.com, nas lojas Canção Nova, pelo televendas (12) 3186-2600 ou pelo catálogo com os Evangelizadores Porta a Porta.

 

O que fazer? (I) – Com o objetivo de conscientizar a população sobre as responsabilidades de um prefeito e contar com apoio popular para sanar problemas históricos em Volta Redonda, o governo Samuca lançou na segunda, 20, a campanha online ‘Se você fosse Prefeito, o que faria?’. Para participar, o cidadão deve preencher um formulário na internet e algumas ações serão desenvolvidas através das respostas da população. Por meio de sorteio, alguns munícipes poderão passar um dia na prefeitura e conhecer o trabalho do prefeito. “A campanha tem dois objetivos: primeiro, é ouvir o cidadão; e outra linha é colocar o cidadão no lugar do prefeito. Não tenho a menor dúvida que dará certo. Será um canal de comunicação e de sugestão”, crê Samuca. O cidadão que quiser participar da campanha pode acessar o link https://goo.gl/J4g75n

 

O que fazer? (II) – Ao saber da novidade verde, um dos gaiatos de plantão do Palácio 17 de Julho lembrou que no governo Neto existia o ‘prefeito por um dia”, voltado para os estudantes da rede municipal. O escolhido ficava um dia inteiro ao lado de Neto e ainda ganhava um salário proporcional ao do prefeito. Qualquer semelhança…

 

STF – A ex-vereadora América Tereza (PMDB), que sonha em assumir uma cadeira na Câmara Federal com a cassação do mandato do deputado federal Celso Jacob (PMDB), vai ficar triste com a notícia: um pedido de vista da ministra Rosa Weber suspendeu o julgamento do Inquérito (INQ) 3674, da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, no qual Celso Jacob é acusado de dispensa ilegal de licitação (artigo 89 da Lei 8.666/1990) em razão de fatos ocorridos quando ocupava o cargo de prefeito de Três Rios (RJ), entre 2002 e 2005. Até o momento, votaram o relator, ministro Luiz Fux, e o ministro Luís Roberto Barroso, pela rejeição da denúncia por falta de justa causa para instauração da ação penal, conforme prescreve o artigo 395, inciso III, do Código de Processo Penal (CPP). Ou seja, até prova em contrário, Celso Jacob continuará como deputado eleito.

 

Trânsito – O trânsito em Volta Redonda, apesar de um novo governo ter tomado posse já há dois meses, continua sendo um dos vários transtornos enfrentado pelas pessoas, principalmente em horários de grande movimento. Entendendo que é necessário um projeto de mobilidade urbana efetivo, o vereador Fernando Martins solicitou explicações sobre quais providências serão tomadas para melhorar o trânsito na cidade e como serão utilizadas as faixas exclusivas para ônibus que foram implantadas em alguns pontos. E que nunca funcionaram. “Transitar em Volta Redonda está cada dia mais difícil devido aos constantes engarrafamentos. O que quero saber é como o poder público vai lidar com esse problema. Precisamos de uma ação efetiva urgente que, pelo menos, minimize a situação nos horários mais críticos”, explicou.

‘Mudança cognitiva’

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A cada 10 promessas de fim de ano, pelo menos seis são associadas à perda de peso: vou fazer dieta, entrar na academia, parar com a cerveja, caminhar três vezes por semana, e por aí. Mas, terminado janeiro e (quase) fevereiro, muita gente nem começou. A falta de força de vontade tem uma explicação científica: o emagrecimento não é uma questão de mudança de data e sim da maneira de pensar. E é esta transformação que a ciência chama de mudança cognitiva. Para especialistas, é preciso colocar a cabeça a favor do processo de emagrecimento.

 

A novidade é que, em Volta Redonda, os gordinhos podem contar com a ajuda de especialistas em Terapia Comportamental Cognitiva (TCC). A técnica tem dado evidências de seu papel coadjuvante no tratamento da obesidade. O aQui foi atrás destes especialistas e encontrou o grupo denominado NutriAção, formado por psicólogos e psicoterapeutas, que ajudam as pessoas a emagrecer, mudando não apenas a alimentação e os hábitos físicos dos pacientes, mas principalmente a forma como lidam com a comida na mente.

 

“Na abordagem cognitivo-compor-tamental, orientamos a mudança dos pensamentos em relação à comida. Trabalhamos para modificar a forma que as pessoas percebem e lidam com o ato de comer, promovendo, em conjunto, uma mudança comportamental em relação à alimentação”, resumiu a psicóloga e terapeuta cognitivo-comportamental Sacha Alvarenga Blanco, coordenadora do NutriAção. Segundo ela, o Grupo tem “como missão ajudar as pessoas que precisam modificar a relação com a comida e aprender a controlar a ansiedade na hora de comer”.

 

 Para Sacha, a pessoa pode até conseguir emagrecer apenas diminuindo as calorias e se exercitando, mas a manutenção do peso perdido só ocorre se houver uma mudança na forma de pensar. Mesmo quem se rende às dietas da moda – jejum, das luas, dos chás, dos médicos de sobrenome importante, das celebridades, tem consciência que, no fundo, as regras para ver o peso na balança cair passam pela mudança na cabeça. “Buscamos uma nova relação com a comida, ensinando a conhecer os sinais do corpo, em busca de equilíbrio”, comentou.

 

Na página da internet do NutriAção, questões como “Se você já sofreu com dietas restritivas e engordou tudo de novo; se você sente frustação por não conseguir emagrecer; ou mesmo se você faz farras alimentares e depois fica mal humorado, se sentindo cansado”, funcionam como um atrativo para que a pessoa se renda ao método. E ele parece ser realmente eficaz. Afinal, o grupo busca ajudar os participantes a ter uma nova relação com a comida, ensinando-os a conhecer os sinais do corpo, em busca de equilíbrio.

 

Em entrevista ao aQui, Sacha explicou ainda sobre o coaching nutricional – uma espécie de ‘carruagem’, que tem a função de levar o cliente do estado atual para o desejado. Atualmente, o NutriAção trabalha com este coaching. “É um processo para acompanhar suas metas e ajudar a conquistar objetivos. Sejam eles de emagrecer, de se reeducar ou driblar as dificuldades específicas, como a compulsão alimentar ou a superação de alguma dificuldade emocional”, explicou, acrescentando que a ideia é levar o participante a sair de sua zona de conforto e visualizar os resultados.

 

Sacha explicou ainda que o diferencial do método utilizado pelo Grupo, em relação a tantos outros existentes por aí, é que os profissionais trabalham com a formação de pensamento dos participantes. Além, claro, da formação de novos hábitos, educação do paladar, reeducação alimentar, mudança de comportamento, diferença entre fome física e fome emocional. “Nós trabalhamos com a implementação de ações e Implementação de ações e estratégias para alcançar resultados desejados, através de metas, fazendo a pessoa redescobrir seus valores, habilidades e autoestima.

 

Consciência do Problema

Muitas pessoas que estão acima do peso acabam se rendendo a dietas mirabolantes, tomando remédios perigosos ou se exercitando excessivamente nas academias, sem qualquer indicação médica. Dificilmente estas pessoas procuram um acompanhamento psicológico para vencer o problema da obesidade. Não é por acaso que na equipe médica multidisciplinar para pacientes pré e pós bariátricos (redução de estômago) é obrigatória a presença do psicólogo ou do psiquiatra, que não permite – ou pelo menos não deveria permitir – a realização da cirurgia antes de um acompanhamento minucioso do paciente. O protocolo é justamente para prepará-lo para comer bem menos do que ele estava acostumado.

 

Ainda de acordo com Sacha, as atividades em grupo ajudam, e muito, no sucesso do emagrecimento e da manutenção do peso. “As pessoas na mesma situação acompanham o esforço do outro. Na verdade, quando comemos por emoção, por muitas vezes comemos além do que realmente nosso corpo precisa, e esse tipo de situação pode nos levar a um sentimento de culpa. Acreditamos que a relação com a comida pode e deve ser saudável, porque comer, além de nutrir, está relacionado com prazer e socialização”, comentou.    

 

O Grupo NutriAção funciona na Drogaria Galanti, na Vila Santa Cecília e atende cerca de 15 pessoas, em oito encontros (dois meses), sempre às quartas-feiras, de 19 às 20h30min. Segundo Sacha, no primeiro grupo, os participantes tiveram uma perda abdominal de 64 cm em conjunto – sem remédios, apenas com a retomada da consciência. “Temos resultados positivos de emagrecimento duradouro e sustentável, com melhora na relação com a comida e a manutenção do peso”, concluiu.

Fora das ruas

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Carnaval 2016 - Naldo Benny 07.02.16 (1)

O último final de semana pré-carnavalesco na cidade do aço foi marcado pelo ‘desfile’ de oito blocos que, literalmente, tomaram as ruas de diversos bairros de Volta Redonda. A maioria, é bom que se diga, não provocou reações contrárias de quem gota mesmo é de sossego. Mas um, em especial, gerou muito oba-oba. Foi o do Bloco do Lençol, que ocupou a Avenida Oscar de Almeida Gama, no Aterrado. Até tiro na bunda teve. Foi por essas e outras que o prefeito Samuca Silva está prestes a tomar uma medida drástica para o Carnaval de 2018: só liberar o desfile de blocos na Ilha São João.

Na Ilha São João

Os quiproquós durante os blocos, é claro, deixaram Samuca com uma tremenda dor de cabeça. E isso ficou claro na entrevista que ele concedeu ao programa Fato Popular, da Rádio 88, onde anunciou que poderá punir os blocos que renderem badernas e reclamações. “Além de punir, queremos dialogar com os blocos. Faço um apelo para que possamos colocar os blocos na Ilha São João ou outro lugar. Quero negociar com os blocos a troca de locais de desfile. A sociedade está certa em reclamar. Vamos tentar conversar para a gente alterar os locais”, destacou. O detalhe é que a maioria dos blocos já desfilou durante o pré-carnaval.

 

Na entrevista dada a Betinho Albertassi, o prefeito também destacou que os blocos que geraram tanta chiadeira não eram organizados pelo Poder Público. “Existe um decreto estadual que possibilita os blocos a desfilarem mesmo sem licença da prefeitura. Então o que estamos querendo é colocar uma estrutura mínima, com apoio da Polícia Militar e Guarda Municipal”, pontuou. “Eu apoio toda manifestação cultural de blocos, não de baderna”, completou, ressaltando que os blocos que aconteceram no Aterrado é que geraram os principais problemas.

 

Ele pode estar certo. Mas nem tanto. É que o Bloco do Lençol, por exemplo, atraiu milhares de jovens. O bloco tinha até autorização da prefeitura para se concentrar no local, batizado de avenida, mas que não passa de uma rua, estreita e familiar. E que nos últimos anos vira um inferno. Apesar de ter colocado banheiros químicos ao longo da avenida, como era de se esperar, o número foi inferior ao necessário.

 

Por isso, na manhã de segunda, 20, quem passava pela avenida precisava tapar o nariz. O cheiro de urina era muito forte, já que os foliões utilizaram as paredes de residências como um mictório a céu aberto. Pior. Um rapaz garante ter sido baleado durante a reunião do Bloco do Lençol. Trata-se de Glauber Luiz da Silva, 21, que foi atingido com dois tiros nas nádegas. Ele disse a policiais militares que ouviu apenas o barulho dos tiros e, em seguida, observou que estava sangrando. O barulho da bateria do bloco teria abafado o som dos tiros, fazendo com que muitos foliões não escutassem os disparos. Ninguém foi preso.

 

O caso chamou atenção dos vereadores, que reclamaram, e muito, da falta de organização dos blocos. E cobraram medidas de Samuca contra a baderna. O tema foi levantado por Fernando Martins (PMDB), que é evangélico. “Vi cenas lamentáveis durante a noite de domingo, no Aterrado. A cidade tem que ter carnaval, mas não sei qual foi a logística para a secretaria de Cultura liberar esse bloco. O Poder Público tem que garantir que tudo ocorra sem problemas”, disse Fernando, destacando que chegou a ver um motorista tentando atropelar um motoqueiro na dispersão do bloco.  

 

Outros vereadores abordaram o tema e todos juraram que entendem a importância da Folia de Momo, mas exigem segurança. “É uma tragédia anunciada e a tendência é piorar. É preciso achar um meio termo, um bom senso, para que a ordem pública seja mantida. A palavra é bom senso”, disparou Washington Granato. “Também quero externar minha preocupação. Os efetivos da Guarda Municipal e da Polícia Militar não são suficientes. Os PMs, por exemplo, estão precisando tirar dinheiro do próprio bolso para arrumar viaturas”, comentou Luciano Mineirinho (PR).

 

Já Edson Quinto (PR) sugeriu que a Câmara de Volta Redonda, através da Comissão Permanente de Segurança, discuta com o prefeito Samuca e com os órgãos competentes a realização dos blocos de carnaval. “A Câmara deve ajudar a resolver, pois o governo só tem 50 dias. Precisamos abraçar o governo”, destacou.

 

Confira a programação de Carnaval de VR e BM

‘Bloco dos Que Ficam’

Com a crise econômica atingindo 11 em cada 10 brasileiros, muitos fluminenses não vão viajar para curtir a Festa de Momo, por conta da falta de dinheiro. Por isso, para os que estão doidos para pular o Carnaval é bom que saibam que em Volta Redonda, por exemplo, só restam quatro blocos para sair como destaque. E, assim mesmo, um deles só vai sair no próximo domingo, 5.

Em Barra Mansa, a folia também será animada por blocos de rua. Detalhe: toda a festa será sem custo para os cofres públicos. “Vale ressaltar que não houve investimento por parte da prefeitura para o carnaval deste ano. Mesmo assim, com parcerias, vamos oferecer um carnaval bem bacana para a população”, destacou o prefeito Rodrigo Drable.

 

Confira a programação de carnaval para as duas cidades.

VOLTA REDONDA

 

Amanhã, domingo, 26

Bloco Pé de Galinha

Local de saída/concentração: 

Av. Cinco,  Vila Rica

Horário: de 12 às 22 horas

 

Terça de Carnaval, 28

Nóis Trupica, Mas Não Cai,

Local de saída/concentração: Morro da Conquista (Santo Agostinho)

Horário: de 15 às 22 horas

 

Emoxonados

Local de saída/concentração:

Rua 653, Siderópolis

Horário: de 16 às 20 horas

 

Domingo pós-carnaval, 5

Bloco Galo Vermelho

Local: Av. 17 de Julho, Aterrado

Horário: de 15 às 22 horas

 

BARRA MANSA

 

Hoje, sábado, 25 a terça, 28

Bloco do Boi

 

Domingo, 26, e segunda, 27

Bloco Se Vira nos 30

 

Domingo, 26, e terça, 28:

Bloco Renascer

 

O ‘Bloco do Boi’ sairá às ruas todos os dias do Carnaval, das 16 às 21 horas, com concentração no bairro Roberto Silveira, seguindo até o Centro da cidade. O bloco carnavalesco ‘Renascer’ sairá das 17 às 22 horas, na Rua José Hipólito, na Cotiara, seguindo até a Avenida Joaquim Leite. Já o bloco ‘Se Vira nos 30’ se concentrará das 16 às 22 horas na Rua José Alves do Nascimento, no Siderlândia.

 

Pós-carnaval

Sábado, 4 de março: Bloco ‘Não Era Eu’ – das 16 às 22 horas, com concentração no Corredor Cultural, seguindo até o Ilha Clube, no Ano Bom.

 

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