domingo, novembro 8, 2026
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Comandando a tropa

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Subdiretora e instrutora da Escola de Defesa Civil (Esdec) do Corpo de Bombeiros, Kellen Salles (foto) acaba de se tornar a primeira mulher tenente-coronel combatente da corporação. Ela fez parte da primeira turma de oficiais combatentes, em que houve o ingresso do público feminino. Nascida em Realengo, na Zona Oeste, filha de uma auxiliar de enfermagem e de um chofer, Kellen ingressou nos Bombeiros aos 20 anos, em uma turma com 22 mulheres. “É uma responsabilidade servir como modelo. Fiz diversos cursos e realizei o sonho de ser instrutora da Esdec e da Academia de Bombeiro Militar Dom Pedro II. Também fui a primeira oficial combatente a trabalhar na Esdec e a única até o momento”, explicou a oficial. Veja abaixo como ela chegou ao posto:  

Quando você era mais jovem, imaginava que um dia estaria no posto de oficial militar?

Tenente-coronel Kellen Salles: Desde criança sonhava em ser militar, meus olhos brilhavam com as lindas fardas, apesar de não ter militares na família. Sou filha de uma auxiliar de enfermagem e de um chofer. Só pensava em garantir uma profissão com um segundo grau técnico. Fiz Processamento de Dados.

 

O que a fez acreditar que era possível?

Kellen: Um amigo, ao entrar para o IME (Instituto Militar de Engenharia), me orientou a fazer um curso preparatório. Mesmo com poucos recursos, consegui fazer. Ganhei uma bolsa de estudos e comprava livros em sebos.  No segundo ano de preparatório, obtive aprovação na Academia da Força Aérea (AFA) e na EsFAO (Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro). Já sabia que era a primeira turma que teria mulheres. Acreditei que poderia realizar meu sonho.

 

Quantos anos tinha quando ingressou nos Bombeiros?

Kellen: Passei no concurso com 20 anos. Foi uma alegria e uma preocupação, porque precisava me apresentar com uma lista de materiais, mas meu pai estava desempregado e, sem o material, teria que recusar a vaga tão sonhada. Mas um casal de vizinhos, sabendo como era importante a oportunidade, me deu de presente o enxoval.

 

Como foram os primeiros anos?

Kellen: Éramos uma turma de 22 mulheres. Foram três anos de Academia com muitos obstáculos e superações. Dia 15 de setembro de 2001, tirei meu primeiro serviço como cadete no 12º GBM (Jacarepaguá). Foi um evento grave, uma colisão envolvendo ônibus, carro e poste com muitas vítimas.  Toda aquela cena me fez refletir e me apaixonar pelo Corpo de Bombeiros, pois entendi que ali eu poderia ser útil e cumprir a missão mais valiosa, que é a de salvar vidas. Ao concluir a Academia, recebi o Prêmio General Lírio, por me formar com todas as notas altas.

 

Como foi a adaptação da corporação à primeira turma feminina?

Kellen: Comandantes e instrutores receberam treinamentos sobre as questões femininas e fisiológicas das mulheres. Quando nos formamos, os quartéis não estavam preparados: os locais passaram por obras para se adaptar ao grupo feminino. Foi um aprendizado para todos. Em 17 anos de corporação, melhorou muita coisa, mas ainda existem barreiras a serem vencidas. Não pela instituição, mas no geral nós, mulheres, precisamos provar nossa capacidade apesar do gênero.

 

Como você avalia suas experiências durante esse tempo?

Kellen: Agradeço todas as experiências: atuar e comandar equipes em grandes desastres, resgates, grandes eventos… Gosto muito de ser instrutora. Fiz diversos cursos e realizei o sonho de ser instrutora da Esdec e da Academia de Bombeiro Militar Dom Pedro II. Também fui a primeira oficial combatente a trabalhar na Esdec e a única até o momento.

 

Quais são suas funções hoje?

Kellen: Depois de um período de três anos na Defesa Civil Municipal, onde participei do comitê de segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, sendo responsável pelo planejamento estratégico, tático e operacional das ações da DC, retornei à Esdec, onde me tornei também instrutora da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, além de ser instrutora da Escola de Defesa Civil e atualmente subdiretora. Como gosto dessa área de ensino, estou fazendo uma pós de Gestão Escolar.

 

Você acredita que está abrindo mais espaço para as mulheres?

Kellen: Sim, é uma responsabilidade servir como modelo. Muitas delas vêm falar comigo sobre isso, tentam se espelhar. Amo o que eu faço, não penso em ter outra profissão.

 

 

 

 

Comandando a aeronave

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As mulheres estão assumindo o comando de suas vidas, literalmente. Profissões antes dominadas por homens hoje conquistam as mulheres, que querem mais espaço e credibilidade das empresas dos mais variados segmentos. No setor aeronáutico não é diferente. A Helimarte Táxi Aéreo, por exemplo, tem em seu quadro de pilotos de helicóptero a comandante Aline Ricci Maia, 31 anos, piloto da empresa desde 2013. Seu dia a dia de trabalho é uma rotina pelos ares. Em cinco anos de carreira, já carrega na bagagem mais de duas mil horas de voo, e muitas histórias para contar.

Como comandante, Aline já transportou uma pequena caixinha de parafusos para uma empresa que estava com a produção parada; já presenciou pedidos de casamento em voos românticos e levou até as malas de um casal que seguia em outra aeronave, atrasados para um voo internacional.

Alguns passageiros se sentem mais seguros quando a aeronave é pilotada por uma mulher, pois muitos julgam que elas são mais atenciosas e detalhistas. Porém, o velho estereótipo de que mulher é “barbeira” ainda paira no ar e é justamente o preconceito que faz Aline se superar a cada dia.

Jorge Bitar, comandante e fundador da Helimarte explica: “O homem vira comandante e o poder pode subir à cabeça. Diferente dela, que já sofreu tanta discriminação para conquistar seu emprego dos sonhos. Por isso estuda mais e é mais cautelosa no atendimento, na segurança, e no relacionamento com todos os colaboradores da empresa”.

“Para a Helimarte, ter uma comandante mulher é mais um passo em sua constante evolução. “Acredito que o preconceito com as mulheres é inaceitável, elas têm todas as condições de exercer qualquer trabalho, por isso buscamos mais profissionais femininas para nosso mercado, assim como nossa comandante Aline”, afirma Jorge.

Sobre a Helimarte
A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do comandante e presidente da ABTAer (Associação Brasileira de Táxis Aéreos) Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Desde 1999 no mercado, a Helimarte se diferencia por ser homologada para diversos serviços – desde táxi aéreo executivo até SAE (Serviços Aéreos Especiais), como transporte de cargas, inspeções aéreas, combate a incêndio etc. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços, a homologação de todas as suas aeronaves completamente transparente e a modernização constante da frota para atender com excelência seus clientes. Atualmente a empresa conta com 9 aeronaves e contabiliza mais de 50 mil operações e 90 mil horas de voo nesses quase vinte anos. www.heli
marte.com.br

aQui, Vamos socializar!?

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Colecionadora de títulos. É assim que podemos chamar a voltarredondense Isadora Meira, de 25 anos. Modelo desde os 13, a jovem já conquistou três títulos de Miss Volta Redonda, sendo que em 2015 ela foi a segunda colocada no concurso de Miss Estado do Rio de Janeiro.

Em 2018, a linda modelo vai participar – e esperamos que vença – do concurso de miss estado do Rio Be Emotion, que acontecerá no dia 22 de abril na cidade maravilhosa, para mais tarde poder representar os fluminenses no Miss Brasil.

A simpática moça aproveita e deixa um recado para os nossos leitores: “Não desista dos seus sonhos. Sou a prova disso, acredite em você e no seu potencial, que coisas lindas vão acontecer na sua vida! Desistir de sonhar é se tornar uma pessoa vazia”.

Isadora Meira tem tudo para se tornar ‘a modelo’ e hoje, como prova disso, já tem contrato com duas grandes agências: Front Mgt e The One Agency.

 JULIA

@Juliaraggii – A doceira Julia Raggi já começou os preparativos da Páscoa. Pedidos pelo Instagram @pedacinhodeamordoces

 

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Como a famosa música do Rappa frisa: “É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira não importa a feira, é dia de feira, quem quiser pode chegar”. Mas pô galera, vamos limpar, né?!

 

 

Na balada

A boate Bronco’s Pub fará na noite deste sábado, 10, a festa ‘Chama no probleminha!’, com três atrações: sertanejo universitário, pagode e funk. Em homenagem ao dia da mulher, até à meia noite, elas não pagam.

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