sábado, maio 2, 2026
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O que o mercado de trabalho busca hoje?

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teste

O mercado de trabalho mudou e exige um novo perfil de profissional: o polivalente. A crise financeira, as demissões em massa, o aumento do empreendedorismo, tudo isso impulsiona o trabalhador a buscar um novo modelo de carreira que o prepare para esse novo tempo. Exceto áreas específicas, esqueça a especialização em uma única área da sua formação. O que o mercado de trabalho busca hoje, é o profissional que consegue ser polivalente em um mercado multifacetário.

 

Um dos pontos positivos em meio à crise é a formação de MEIs (microempreendedor individual), profissionais se associando a outros profissionais para prestar serviço, empregos temporários, consultores, técnicos associados, enfim, uma nova reconfiguração do mercado de trabalho.

 

Uma estratégia para adequar-se ao novo mercado apresentado é investir em uma área complementar, mesmo que diferente da sua formação, mas que consiga uma aproximação, para potencializar o seu currículo.  

 

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“Sacanagem com Volta Redonda”

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Greve da PM (26)_cor

Mateus Gusmão

Em 2016, segundo dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública, 150 estabelecimentos comerciais foram roubados em Volta Redonda e Barra Mansa, área de atuação do 28º Batalhão da Polícia Militar. O número, apesar de alto, não deve assustar o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), nem o comandante geral da Polícia Militar, Wolney Dias. Prova disso é que, por ordem deles, 29 PMs, lotados no Batalhão do Aço, foram transferidos, temporariamente, para batalhões da Baixada Fluminense. O total dos policiais da região deslocados chega a 50 – vão se juntar a mais 100 de todo o interior do Estado. Irão, literalmente, reforçar a segurança de cidades como Nova Iguaçu e Mesquita, como se o Sul Fluminense estivesse em ‘mar de brigadeiro’.

 

O pior de tudo é que quem fez o pedido da transferência dos PMs da região foram as entidades empresariais de Nova Iguaçu – Câmara de Dirigente Lojista (CDL) e Associação Comercial (Aciap). Fato que deixou o presidente da Câmara de Volta Redonda, Sidney Dinho (PEN), que é policial militar reformado, pra lá de irritado. P.. mesmo. Tanto que na tarde de quinta, 4, Dinho e o vereador Edson Quinto, se encontraram com as forças de segurança que atuam na cidade: o delegado da Polícia Civil, Eliezer Lourenço; o comandante da Guarda Municipal, Paulo Dalboni; o comandante da PM, Coronel Portella, entre outros, para tratar do tema.

 

Foi nessa reunião que os parlamentares descobriram que os PMs de todo o interior não irão atuar nas favelas cariocas, locais onde o caos impera. Muito pelo contrário. Vão reforçar a segurança dos comerciantes da Baixada Fluminense. “Os policiais que foram transferidos, temporariamente, para o 20º BPM, de Mesquita e Nova Iguaçu, vão fazer o policiamento a pé das 13 às 20 horas no comércio dessas cidades”, revelou Dinho, questionando ‘a força’ que a CDL e a Aciap de Nova Iguaçu teriam no governo Pezão, que é de Piraí, para conseguir a transferência dos policiais. “Como tirar PMs do 28º BPM, onde a criminalidade está crescendo, para garantir a segurança do comércio nessas cidades. Tiraram os policiais de suas casas para isso”, disparou.

 

O parlamentar lembra também que os empresários de Volta Redonda, quando são de seus interesses, lotam o plenário da Câmara para pressionar os vereadores. “Então é importante que essas entidades, CDL e Aciap de Volta Redonda, também possam cobrar. Elas têm que fazer o seu papel. A Câmara de Vereadores está pressionando, está movimentando politicamente para conseguir que esses policiais fiquem na cidade do aço”, comentou Dinho, ressaltando que já conversou com os deputados estaduais e o deputado federal Deley de Oliveira sobre o caso.

 

Dinho lembrou que o Rio de Janeiro passa por um momento muito difícil e que entenderia se os PMs fossem deslocados para atuar nas favelas, em pé de guerra. “Mas transferência para fazer segurança no comércio não entendo. Fato é que aqui em Volta Redonda também temos comerciantes sendo assaltados, transeuntes sendo roubados, casas invadidas, assassinatos quase todos os dias. Nosso efetivo aqui não é o ideal, ele já é reduzido”, comentou o parlamentar, que tem conhecimento de causa por ter feito parte da P2.

 

Dinho foi além. Disse que as condições de hospedagem que serão oferecidas aos PMs transferidos são desumanas. “Não há cama, chuveiro quente e nem alimentação direito. Hoje, se a gente for lá ao batalhão de Nova Iguaçu vamos ver isso, essa condição. E essa determinação veio de cima, do comandante Portella, aqui de Volta Redonda nada se pode fazer. Isso que fizeram é uma sacanagem com Volta Redonda, uma sacanagem do Comando Geral da PM e do governador do Estado”, criticou Dinho. “A intenção dessas autoridades é tirar mais de 150 policiais do interior para reforçar a capital”, acrescentou.

 

O presidente da Câmara de Volta Redonda, entretanto, destacou que essas transferências serão temporárias. “Mas se a gente não fizer nenhum movimento, esses policiais nunca mais vão voltar para Volta Redonda. Volto a pedir para que os empresários locais, que se sentem tão fortes para nos pressionarem na Câmara, que cobrem uma posição do governador”, comparou, deixando um alerta. “Quando os criminosos souberam que estamos com menos 29 policiais nas ruas, com certeza essa criminalidade vai descer para o asfalto”, concluiu.

 

GM no comércio

Antes de saber da transferência dos PMs para a Baixada, e para atender os empresários locais, o prefeito Samuca Silva já tinha determinado ao comando da Guarda Municipal que passasse a atuar mais forte nos centros comerciais até o Dia das Mães, domingo, 14. A operação de segurança vai funcionar em sistema de rodízio.

 

O comandante da GM, Paulo Dalboni, explicou o objetivo da operação. ”Nós estamos presentes nas faixas de pedestres e com viaturas ao longo das vias para garantir a eficácia na fluidez do trânsito e a segurança para as pessoas que vão ao comércio”, enfatizou. O Ciosp Móvel estará presente em dias alternativos nos principais pontos comerciais da cidade. É. Pode ser!

#RevogaSamuca

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revoga samuca

 “A maioria da população está do nosso lado”. É assim que Leonardo Carvalho justifica a cruzada que vem promovendo na defesa da liberação do Uber em Volta Redonda. Ele, junto com outros companheiros, luta pela revogação da lei municipal 5.167/15, regulamentada pelo prefeito Samuca Silva (PV), que prevê multa e apreensão do carro dos motoristas que forem flagrados usando o aplicativo no transporte de passageiros pelos bairros do município. A medida, baseada em um projeto do ex-vereador Maurício Batista, gerou muita reclamação entre os usuários do Uber.

 

E ele pode estar certo. É que os voltarredondenses criaram até uma petição online – espécie de abaixo assinado – pedindo a revogação da lei que proíbe o Uber. Cerca de três mil internautas já assinaram a petição, que começou a ser divulgada pelo Facebook na página ‘Revoga Samuca’. Tem mais. Em um evento promovido no Facebook, mais de 700 pessoas já confirmaram presença em uma manifestação que está sendo convocada para o dia 17 de julho, aniversário de Volta Redonda. “A gente sabe que essa lei é inconstitucional. É uma lei que vai contra a vontade popular. Não deixaram o direito de escolha da população”, argumenta Leonardo, que é motorista de Uber há dois meses em Volta Redonda. “Não somos contra os táxis, nada disso. Queremos que a população tenha o direito de escolher”, pondera.

 

Para defender a classe dos motoristas de Uber, Leonardo tem procurado os vereadores de Volta Redonda para tratar do assunto. E não descarta promover uma manifestação no plenário da Câmara para pedir a revogação da lei em vigor. “Todos os passageiros que andam de Uber só falam nisso: que o Uber tem que ficar. Por isso fizemos a petição online. Nosso objetivo é conseguir cinco mil assinaturas em nosso favor. Será uma marca muito significativa, é uma representatividade grande”, salienta, ressaltando que a petição ficará aberta até o final de junho.

 

Questionado sobre o motivo que fez os vereadores, em 2015, aprovarem a lei do ex-vereador Maurício Batista, Leonardo foi taxativo. “Eu acho que foi questão de lobby”, disparou. “A população não foi consultada. Eles sabiam que se o Uber chegasse, a aceitação seria grande. Assim, tentaram manter o monopólio (dos táxis)”, acrescentou, destacando que, antes da regulamentação da lei feita pelo prefeito Samuca Silva, ninguém da prefeitura procurou os motoristas de Uber. “Ele não conversou com a gente”, completou.

 

Como o aQui revelou na edição passada, apesar de Samuca ter regulamentado a lei, os carros do aplicativo continuam circulando normalmente. “A gente sabe que vai acontecer fiscalização em algum momento”, pondera Leonardo, destacando que os advogados do Uber já estão cientes de uma provável fiscalização. “Eles estão prontos para agir caso a gente seja multado ou tenha o carro apreendido”, disse, para logo completar. “O uso do Uber é legal no Brasil, a gente funciona baseado em lei federal”, justifica.

 

De acordo com Leonardo, hoje em Volta Redonda já devem estar circulando cerca de 100 motoristas do Uber – ‘muitos, desempregados’, frisa. Provocado a dizer o motivo que fez o aplicativo cair no gosto dos voltarredondenses, não demorou a responder. “Temos serviço de qualidade, rápido e eficiente. E o preço, que é barato. Hoje carrego no meu carro pessoas que não andavam de táxi por ser caro, mas no Uber andam pelo preço ser acessível”, avalia.

 

Ao encerrar, Leonardo pede ajuda dos usuários, ou seja, dos passageiros. “Criamos uma página no Facebook, o ‘Revoga Samuca’ e temos a petição online. Estamos dentro da lei e operando normalmente”, concluiu.  

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