sábado, maio 2, 2026
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Política & cia

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Por Mateus Gusmão

Vereadores articulam criação de  grupo de oposição

Essa é para o prefeito Samuca Silva (PV) ficar atento. Um grupo, formado pelos vereadores mais experientes da Casa de Leis, está articulando a criação de um verdadeiro ‘Grupo de Oposição’ aos verdes. É que, com a implosão do ‘Grupo dos 14’, alguns parlamentares ficaram sem pai nem mãe. Órfãos, como Carlinhos Santana (SD), estão insatisfeitos ao extremo com Samuca.

Procurado pela coluna, um dos parlamentares chegou a pedir que a notícia não fosse publicada nessa edição. “Segura um pouco, estamos articulando. Não era nem para você já estar sabendo disso”, comentou. “O governo está se desgastando muito rápido e precisamos nos posicionar. Por isso estamos formando esse grupo. Mas na semana que vem te daremos mais detalhes”, prometeu. Então tá!

 

Economia

A prefeitura de Volta Redonda, para economizar R$ 60 mil mensais, deixou de imprimir os contracheques dos servidores públicos. O que, é claro, não agradou aos funcionários. Foi preciso que o Sindicato do Funcionalismo pressionasse a secretaria de Administração para que se chegasse a uma solução. Agora, quem quiser ter acesso aos contracheques pode procurar o departamento de Recursos Humanos e exigir o comprovante.

 

Animado

Na reunião semanal do secretariado, o prefeito Samuca Silva se mostrou otimista com o futuro do seu governo. “Vamos deslanchar após julho”, teria dito. Que assim seja, amém.

 

Indicação

Ficou a cargo do presidente da Câmara, Sidney Dinho, indicar dois vereadores para compor o Conselho Municipal de Juventude. Ao pedir que os interessados se pronunciassem, veio a surpresa: ninguém se mexeu na cadeira. O presidente, então, indicou Maurício Pessôa e Rodrigo Furtado. 

 

Comunicação

Pela segunda semana consecutiva, Samuca Silva teve que recorrer ao Facebook para explicar polêmicas que sua equipe andou criando. Na semana passada, gravou um vídeo sobre a regulamentação da proibição do Uber, dizendo que nada tinha a ver com o caso. Já na quinta, 4, tentou explicar aos comerciários que nenhum direito trabalhista seria suprimido com a autorização para o comércio funcionar a seu bel prazer. É como diz o ditado, tem algo errado que não está certo.

 

Fantasmas

O prefeito Samuca Silva deu a entender, durante a semana, que existem funcionários-fantasmas na prefeitura de Volta Redonda. Em release, deu a dica ao falar sobre o recadastramento dos servidores. “Até hoje foram registrados nove mil funcionários públicos. Provavelmente, não vamos atingir o número de 13 mil, conforme sempre foi divulgado”, ironizou, dando a entender que teria menos funcionários do que encontrou na folha de pagamento.

 

Será?

Aliados do ex-deputado Zoinho de Oliveira (PR) estão animados com a possibilidade de o barbudinho assumir uma cadeira na Câmara. É que o deputado Paulo Feijó (PR) foi condenado a 12 anos de prisão pelo STF por lavagem de dinheiro. E todos os suplentes da legenda, colocados à frente de Zoinho, já estariam bem servidos em outras funções e não teriam interesse na vaga, que pode acabar caindo no colo do voltarredondense, que ficou famoso ao profetizar que em Brasília não existiria nenhum santo. 

Preferência por shoppings

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Segunda data comemorativa mais importante para o varejo nacional tanto em volume de vendas como em faturamento, o Dia das Mães de 2017 deve fazer com que sete em cada dez (73%) brasileiros realizem pelo menos uma compra a partir de segunda, 8. Os dados são de uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte está receosa em aumentar os gastos na comparação com o ano passado. Querem evitar dívidas. Apenas 10% desses consumidores, por exemplo, disseram que têm a intenção de gastar mais com os presentes para as mães. A maior parte (38%) planeja até gastar a mesma quantia que em 2016, enquanto 27% pensam em diminuir. Os consumidores que não vão comprar presentes representam 25% da amostra e os indecisos são 2%.

 

Segundo estimativas do SPC Brasil e da CNDL, cerca de 109 milhões de brasileiros devem comprar presentes para o Dia das Mães, a ser comemorado no segundo domingo do mês – 14 de maio -, o que deve injetar quase 14 bilhões de reais nos setores do comércio e serviços.

 

“Há alguns sinais ainda incipientes de que o varejo deve iniciar uma trajetória lenta de recuperação a partir deste semestre. O Dia das Mães, como a data mais importante atrás do Natal, servirá de termômetro para confirmar ou não essa expectativa. De modo geral, a pesquisa demonstra que o brasileiro está cauteloso, mas ainda disposto a não deixar a data passar em branco”, afirma o presidente da CNDL, Ho-nório Pinheiro.

 

A necessidade de economizar é a razão mais mencionada por aqueles que pretendem gastar menos no Dia das Mães, citado por 46% dos entrevistados. Outras justificativas são dificuldades financeiras (29%), o cenário econômico instável e aumento da inflação (23%) e o endividamento (14%). Dentre a minoria, que pretende aumentar os gastos com presentes, o desejo de comprar um produto melhor (43%) e o encarecimento dos presentes (40%) são os mais mencionados. Apenas 20% disseram que vão gastar mais porque tiveram melhoria na renda.

 

A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que pretendem comprar presentes já extrapolaram o limite de endividamento. Três em cada dez (28%) entrevistados declararam ter atualmente alguma conta em atraso, percentual que sobe para 32% entre as pessoas da classe C. Outra constatação que demonstra um comportamento imprudente é que 12% dos consumidores admitiram ter o hábito de gastar mais do que podem para presentear as mães e 3% chegaram a ficar com o nome sujo por causa das compras realizadas na mesma data do ano passado.

 

“O consumidor precisa fazer com que o presente caiba no orçamento. Antes de sair para as compras é essencial que ele analise suas contas e seus gastos básicos e defina com clareza o quanto pode gastar. Para evitar que uma data comemorativa leve o consumidor ao descontrole das finanças e acabe virando motivo de tristeza, ele precisa ser um consumidor planejado. A pesquisa de preços é uma grande aliada nesses momentos e será realizada por 75% dos compradores neste ano, pelo que apontou o nosso estudo”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Mais caros

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores durante a semana que antecede o Dia das Mães, citado por 65% da amostra, sendo que em 58% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 6% no cartão de débito. O cartão de crédito será usado por 23% dos entrevistados, seja em parcela única (7%), em várias parcelas (14%) ou no cartão de loja (2%). Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

 

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve girar em torno de R$ 127, sendo que entre os indivíduos da classe C esse valor cai para R$ 112. Mais da metade (52%), contudo, não sabe o quanto irá gastar com os presentes, o que evidencia o comportamento cauteloso do consumidor.

 

A maioria (52%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2016, sendo a crise econômica (65%) o principal motivo mencionado. Há ainda 30% de entrevistados que creditam o aumento dos preços ao fato de ser uma data comemorativa. Apenas 5% estão com a percepção de preços mais baixos neste ano.

De acordo com o levantamento, a maioria (63%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente, principalmente os consumidores da classe C (66%). Os que vão comprar dois presentes para agradar as mães representam 23% da amostra e somente 5% vão comprar três presentes ou mais.

 

Compras de última hora

Neste ano, os produtos mais procurados serão as roupas (26%), perfumes (20%), calçados (11%), cosméticos (8%) e flores ou chocolates (7%). Produtos com ticket médio mais elevado, como eletrodomésticos e smartphones, tiveram apenas 5% e 3%, respectivamente, das preferências. Quanto aos locais de compras, os shopping centers são os destaques, com preferência de mais de um quarto (25%) dos entrevistados. As lojas de rua (20%), lojas de departamento (7%), shopping populares (7%) e revendedores de cosméticos (4%) completam a lista. Somente 3% vão usar a internet para comprar o presente das mães e 24% ainda não se decidiram sobre onde realizar as compras. Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (61%), a qualidade dos produtos ofertados (38%) e as promoções e descontos (32%).

 

O velho hábito de deixar tudo para a última hora também estará presente no Dia das Mães deste ano: 17% dos compradores acham que vão realizar as compras no dia anterior ou até no próprio domingo, 14, Dia das Mães. A celebração será principalmente em casa (40%) ou na casa das respectivas mães (32%), mas 8% pretendem festejar o dia almoçando em restaurantes.

 

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo SPC Brasil e pela CNDL no âmbito do ‘Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo’ em parceria com o Sebrae. Foram ouvidos, pessoalmente, 849 consumidores de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país. Para avaliar o perfil de compra, foram considerados 600 casos da amostra inicial que têm a intenção de comprar presentes. A margem de erro dessa amostra é de no máximo 4,0 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Antes só…

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Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) investigou os hábitos de vida e consumo dos brasileiros que moram sozinhos e descobriu que 48% dessas pessoas decidiram viver sozinhas por vontade própria. Para 51% dos entrevistados, contudo, morar sozinho não foi uma escolha pessoal e, sim, uma consequência de algum acontecimento como a morte do cônjuge (20%), separação (18%) ou saída dos filhos de casa (10%).

 

O levantamento demonstra que a experiência de viver sozinho é vista de maneira positiva pela maior parte dos entrevistados. Quatro em cada dez (41%) brasileiros que não dividem a residência com outras pessoas pretendem continuar morando só, descartando a possibilidade de no futuro dividirem o lar com outras pessoas.

 

Quando indagados sobre o principal significado de morar sozinho, as principais associações são independência (25%), sensação de liberdade (23%) e paz (12%). Uma parcela pequena associa essa condição a sentimentos negativos como solidão (10%), tristeza (3%) e abandono (1%). Na visão dos entrevistados, os principais benefícios de não se ter ninguém morando sob o mesmo teto é ter privacidade (50%), não ser obrigado a dar satisfação da própria vida a outras pessoas (37%), ter liberdade para realizar atividades diárias sem interferência de ninguém (30%) e poder receber visitas quando quiser (23%). Apenas 10% disseram não enxergar nenhum ponto positivo no fato de morarem sozinhos.

 

Já com relação às desvantagens, as mais temidas são o receio de se sentirem mal e não ter ninguém para pedir socorro (50%), não ter companhia para conversar (48%), medo de sofrer algum tipo de violência, como ter a casa assaltada (36%) e não poder contar com ninguém para dividir as despesas domésticas (23%).

 

Para os especialistas do SPC Brasil, o aumento do número de pessoas que moram sozinhas está relacionado à atual fase de transição demográfica, com aumento da expectativa de vida e queda nas taxas de fecundidade. Segundo dados oficiais do IBGE, há mais de 10,4 milhões de pessoas que moram sozinhas no Brasil, o que representa quase 15% de todos os domicílios do país. “Há também outros processos sociais e culturais que contribuem para o crescimento desse número, como o aumento de divórcios e a redução da quantidade de casamentos. Sem mencionar as pessoas que, em determinada fase da vida, ainda jovens, tomam esta decisão em busca de independência, autonomia ou motivadas pelo desejo de estudar e trabalhar em outra cidade”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

 

Para 72%, viver sozinho dá mais liberdade para gastar dinheiro

O levantamento revela que ser o único residente de uma casa traz impactos significativos na maneira com que o consumidor compra e lida com seu dinheiro. Praticamente a metade (50%) dos entrevistados admitiram que começaram a desenvolver gostos mais refinados na hora das compras, optando mais vezes por produtos especiais e de melhor qualidade. Além disso, 72% dos brasileiros entrevistados disseram que se sentem mais livres para gastar seus rendimentos desde que passaram a viver sozinhos. As atividades de lazer preferidas das pessoas que moram sozinhas são ficar em casa assistindo a filmes ou séries (43%), ouvir música (40%) e navegar na internet (30%). Ainda assim, 48% acreditam que têm uma vida social ativa e 28% costumam viajar a lazer.

 

Gastos com bebidas (20%), vestuário (20%) e saídas para bares, restaurantes ou casas noturnas (14%) são os tipos de gastos que quem mora sozinho mais realiza sem se importar em comprometer as finanças, mesmo que de vez em quando. Outro dado é que parte considerável dos consumidores que moram sozinhos reconhece que não abre mão da comodidade dos serviços de delivery, sejam eles de entrega de comidas (29%), compras de supermercados (18%)ou de produtos de farmácias (37%).

 

Mesmo sem levar em consideração as compras básicas e de primeira necessidade, os supermercados (59%) concentram a maior parte das compras dos brasileiros que moram sozinhos. Outros locais que eles também costumam frequentar são as padarias (52%) e as farmácias ou drogarias (43%). Apenas 27% admitem o hábito de fazer compras pela internet, sendo que neste caso os produtos mais comprados são artigos de vestuário (12%). No momento de definir o local de compra, os fatores que mais pesam para esse tipo de consumidor são o preço (59%), a qualidade dos produtos (41%) e as ofertas e promoções (41%). Na maioria das vezes, as compras são pagas à vista (83%), seja no dinheiro (71%) ou no cartão de débito (11%). Outros 16%, por sua vez, preferem o cartão de crédito.

 

56% preparam a própria refeição e 19% se alimentam fora de casa

O levantamento do SPC Brasil ainda demonstra que o mercado precisa atender melhor a este tipo de consumidor, oferecendo opções de compras que se ajustem às necessidades do cotidiano das pessoas que não compartilham a casa com terceiros. Dados do estudo apontam que 44% desses indivíduos têm dificuldade em evitar que alimentos estraguem na geladeira ou na despensa, ao passo que 42% sentem dificuldades em encontrar produtos que tenham a quantidade adequada para quem mora sozinho. Consequência direta desta realidade é que 90% evitam ao máximo o desperdício de alimentos, procurando fazer compras mais planejadas.

 

Cozinhar a própria refeição é um hábito presente para a maioria das pessoas que vivem só: 56% delas admitem cozinhar o que comem no dia a dia, principalmente as mulheres (75%). Os que se alimentam na maior parte das vezes fora de casa, como em restaurantes, somam 19% de entrevistados, sendo um comportamento mais frequente entre homens (29%) e pessoas mais jovens (30%). Um em cada quatro entrevistados gostaria de contar com a ajuda de uma empregada doméstica (23%) ou faxineira (22%) para realizar atividades do lar, mas não o fazem por falta de dinheiro.

 

Carro, viagem e casa própria são principais sonhos para 2017; 42% ainda vivem de aluguel

Comprar um carro ou uma moto (24%), fazer uma viagem (15%) ou adquirir a casa própria (15%) são os três principais sonhos de consumo para 2017 do brasileiro que vive sozinho. No geral, quatro em cada dez (42%) brasileiros que moram só vivem em residências alugadas. Embora a maioria dessas pessoas tenha planos em mente, apenas 35% admitem fazer algum preparo financeiro para alcançar seus objetivos. Nesse caso, os meios mais comuns de planejamento são usar uma reserva financeira que dispõem (14%) ou utilizar algum dinheiro que esperam receber de terceiros (13%).

 

Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, é fundamental manter o foco e a organização afim de realizar sonhos de consumo, independentemente da renda. “Se a pessoa tem metas a alcançar, só há um caminho: economizar uma determinada quantia a cada mês, por menor que seja, com disciplina para evitar os excessos do consumismo. Engana-se quem pensa que só podem poupar aqueles que ganham altos salários. O segredo está na perspectiva de longo prazo”, explica.

Solteiros são maioria entre os que vivem só; rendimento médio é de quase R$ 2.200

A maioria dos entrevistados que moram sozinhos são solteiros (42%), mas também há percentuais relevantes de indivíduos separados ou divorciados (29%) e viúvos (25%). Há ainda uma parcela de 2% dos entrevistados casados ou em união estável que vivem em casas separadas (2%). De modo geral, a média de idade observada entre as pessoas que moram sozinhas é de 52 anos, sem prevalência de gênero, uma vez que tanto homens, quanto mulheres representam cerca de 50% desta população.

 

Quanto aos rendimentos, o valor médio mensal é de quase R$ 2.184, sendo que um terço dessas pessoas (33%) são aposentadas. Outros 27% vivem de trabalhos informais e 21% possuem carteira assinada.

 

Metodologia

A pesquisa entrevistou 600 consumidores que vivem sozinhos nas 27 capitais brasileiras de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,99 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

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