sexta-feira, maio 1, 2026
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Eduardo Paes visita região e promete fortalecer interior

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Volks

A direção do Sindicato dos Metalúrgicos reuniu-se com a da Volkswagen Caminhões e Ônibus para discutir os impactos do cenário econômico sobre o setor automotivo e os trabalhadores. Na pauta, com ênfase, a preservação dos empregos. 

Terceirizadas

Após os feriados que ‘mataram’ a semana, o Sindicato vai iniciar as negociações do acordo coletivo com as empresas terceirizadas, visando a preservação dos postos de trabalho na região. 

Carro

A Câmara de Volta Redonda vai adquirir 17 novos carros de passeio. Detalhes do modelo escolhido: 2026/2026 ou superior, do tipo Sedan Flex. O pregão está marcado para o dia 12 de maio, às 15 horas, e a previsão dos gastos chega a R$ 2.165.130,03. 

Da série “perguntar não ofende”

Como o Legislativo conta com 21 vereadores, quatro deles vão ficar a pé? Ou vão ficar com carros usados? Tadinhos… 

Bloqueio

O governador em exercício do Rio, Ricardo Couto, mandou bloquear R$ 730 milhões do fundo soberano estadual, que haviam sido aprovados por Cláudio Castro antes de renunciar ao governo. Atingiu o estômago de muitos prefeitos do interior, que vão ficar sem dinheiro para iniciar, tocar ou finalizar obras de pavimentação de ruas e contenção de encostas. Neto foi um deles. Babton Biondi, de Rio Claro, também.

Demissões

Ricardo Couto também mandou dispensar cerca de 1 mil cargos comissionados lotados em diversas pastas da máquina estadual. Até aí, tudo bem. O problema é que, na prática, pode não dar em nada, já que em janeiro, o governo do Estado terá novamente alguém eleito para comandar a máquina e nada o impedirá de, para atender os deputados fluminenses, mandar recontratar os cerca de mil dispensados pelo governador interino. Simples assim.     

Apoio (I)

Pré-candidato ao governo do Estado, Eduardo Paes (PSD) ganhou, na segunda, 20, o apoio do prefeito de Três Rios, Jonas Dico (Podemos). Ex-prefeitos da região estiveram presentes. Na quarta, 22, Paes esteve em Barra do Piraí para receber apoio de diversos vereadores do município. No mesmo dia, o pré-candidato passou por Piraí, com direito a foto ao lado de Pezão e Babton Biondi, prefeitos de Piraí e Rio Claro, respectivamente.

Apoio (II)

Como o aQui já noticiou, Eduardo Paes estará em Volta Redonda na próxima quarta, 29, a partir das 16 horas, no restaurante Toca da Traíra, no Bela Vista. Paes vai se reunir com várias lideranças locais, como o ex-deputado estadual Edson Albertassi, pré-candidato nas eleições de outubro. Albertassi, como todos sabem, foi inocentado de todas as acusações que pesavam contra ele e tem tudo para retornar à Alerj.

Apoio (III)

Eduardo Paes também será recebido pelo vereador Neném, presidente da Câmara de Volta Redonda, um dos mais próximos ao prefeito Neto.    

Festival Paralímpico (I)

Volta Redonda foi selecionada como uma das cidades-sede do Festival Paralímpico Loterias Caixa, edição 2026. O município está na lista dos escolhidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) pela quinta vez – 2021, 2022, 2023, 2024 e, agora, 2026. O evento, que será realizado pela Secretaria de Esporte e Lazer (Smel) – sob a chancela do CPB –, está marcado para o dia 19 de setembro, no mês em que se comemora o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e o Dia do Atleta Paralímpico (22).

Festival Paralímpico (II)

“Este é o quinto ano que vamos sediar o Festival Paralímpico. O evento já é uma tradição em Volta Redonda, conhecida nacionalmente por promover grandes competições esportivas. E mais uma vez estaremos com a cidade preparada para a ação, que promove a experimentação esportiva, de forma lúdica, a crianças com e sem deficiência, promovendo também a inclusão”, destacou Rose Vilela, lembrando que as atividades vão acontecer na Arena da Voldac. Ela vai além. Lembra que as provas serão de atletismo, parabadminton, vôlei sentado e parataekwondo. 

Plano Diretor 

A Prefeitura de Volta Redonda promove hoje, sábado, 25, das 8 às 17 horas, um workshop sobre o Plano Diretor Participativo do município. O evento, que terá como foco a fase de prognóstico da revisão do documento, será na UFF, campus Aterrado. 

Farmácias

Caberá à Vigilância Sanitária de Volta Redonda liberar e fiscalizar a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas nos supermercados da cidade do aço. Segundo o coordenador do órgão, Carlos Amaro, até o momento nenhum pedido foi feito. “Será necessário o licenciamento sanitário e emissão de alvará pela prefeitura para o funcionamento regular, ficando a Vigilância Sanitária responsável pela fiscalização. Se não seguirem o que prevê a lei, serão tomadas as mesmas medidas cabíveis a quaisquer estabelecimentos sujeitos à vigilância sanitária: intimação, autos de infração e interdição, caso sejam constatadas irregularidades no estabelecimento”, pontua aos futuros interessados.

Lei é lei

O PM Luiz Henrique, pré-candidato a deputado federal, anda, por tabela, ignorando as leis eleitorais, o que pode lhe render dissabores junto ao TRE. Na terça, 21, por exemplo, um dos seus possíveis apoiadores postou um vídeo enaltecendo Luiz Henrique (propaganda eleitoral fora de hora) como responsável pela troca de uma simples lâmpada em um bairro de Volta Redonda. Na publicação, o ex-secretário, que deixou a pasta da Ordem Pública para se candidatar, aparece até vestindo o uniforme da Semop e, pior, usando um carro da Prefeitura de Volta Redonda, como se ainda estivesse trabalhando no governo Neto. O vídeo pode até ser antigo, mas foi postado na terça, 21 de abril, e repostado pelo próprio pré-candidato em suas redes sociais. Foi curtido ainda pela Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura de Volta Redonda, e pela mulher de Luiz Henrique. Lei é lei, rapaziada. Quem avisa, amigo é. 

Cidades gastam milhões e continuam alagando, onde está o erro?

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Por Francisco Machado

As cidades continuam alagando porque o problema não está só na falta de obras, está na forma como elas são planejadas, executadas e mantidas.

Muitas prefeituras investem milhões em drenagem urbana, mas tratam o tema de forma isolada, a obra resolve um ponto específico, mas não considera o comportamento da água em toda a região, e a consequência aparece na primeira chuva forte.

A água segue um caminho natural, ela escoa para áreas mais baixas e ocupa espaços disponíveis, quando a cidade cresce sem planejamento, elimina áreas de absorção, como terrenos permeáveis (que deixam a água infiltrar no solo), o asfalto e o concreto impedem essa infiltração, e a água passa a escoar mais rápido e em maior volume. Esse aumento de volume sobrecarrega o sistema de drenagem, as tubulações não suportam a vazão e o resultado é o transbordamento.

Outro problema está no dimensionamento das obras. Muitos projetos ainda consideram padrões antigos de chuva, mas hoje os eventos são mais intensos e concentrados, e o sistema é projetado para um cenário que já não existe mais.

A execução também impacta o resultado, obras malfeitas reduzem a eficiência do sistema, desníveis incorretos, conexões mal executadas e materiais inadequados comprometem o escoamento.

A manutenção recebe pouca atenção, bueiros entupidos, galerias obstruídas e falta de limpeza reduzem a capacidade do sistema, a estrutura até existe, mas não funciona como deveria.

O crescimento urbano desordenado agrava o cenário, construções ocupam áreas de várzea, que deveriam receber o excesso de água, mas passam a concentrar risco.

As cidades também canalizam rios e córregos, essa prática acelera o fluxo da água e transfere o problema para outro ponto, a enchente deixa de acontecer em um bairro e passa a acontecer em outro.

A solução não depende de uma obra isolada, a cidade precisa tratar a drenagem como um sistema integrado, planejamento urbano, controle de ocupação e preservação de áreas permeáveis fazem parte da solução.

A engenharia já tem alternativas, reservatórios de retenção (estruturas que armazenam água temporariamente), pavimentos permeáveis e parques alagáveis reduzem o impacto das chuvas, essas soluções controlam o volume e o tempo de escoamento.

O investimento precisa ser melhor direcionado, a cidade não pode apenas reagir ao problema, precisa antecipar cenários e planejar com base em dados atualizados.

O alagamento não é surpresa, ele é consequência de decisões repetidas ao longo do tempo, quando o planejamento falha, a obra não resolve, quando a gestão falha, o investimento se perde.

Cidades que entendem isso mudam o resultado, elas integram engenharia, planejamento e manutenção, e esse é o caminho para reduzir alagamentos de forma consistente.

* Francisco Machado é engenheiro civil 

 

Cuidar das crianças no ambiente digital é uma tarefa de todos nós! 

No cenário atual, a segurança na internet, os limites de tempo de tela e o uso adequado de dispositivos eletrônicos envolvem não apenas as famílias, mas também o contexto escolar e toda a sociedade. As crianças estão cada vez mais imersas em ambientes digitais e necessitam de orientações claras para usufruir dos benefícios da tecnologia sem se expor aos riscos associados a ela. Essa formação visa contribuir com o desenvolvimento dos educadores, para que eles tenham mais informações e se sintam mais preparados para atuar na promoção de um ambiente digital seguro e saudável, alinhado com os princípios pedagógicos e criativos.

A segurança digital é um dos eixos temáticos fundamentais do projeto pedagógico Monstros em Rede. Com o início precoce do uso da internet pelas crianças, torna-se essencial fomentar um uso seguro, saudável e criativo dos recursos digitais. Os estudantes devem ser orientados para que possam reconhecer os riscos inerentes ao ambiente online e a desenvolver uma postura crítica e cautelosa em relação aos conteúdos digitais. A exposição descontrolada pode resultar no acesso a materiais inadequados, no cyberbullying e na disseminação de fake news, fatores que podem desencadear problemas psicológicos como ansiedade e depressão. Além disso, a falta de conhecimento sobre os riscos do compartilhamento de dados pessoais torna os jovens mais vulneráveis, reforçando a necessidade da educação digital. 

Para mitigar esses riscos, é fundamental que educadores e familiares adotem estratégias de proteção das crianças e prevenção dos riscos. Entre elas, destaca-se a orientação para que as interações online ocorram apenas com pessoas conhecidas e que os estudantes cliquem apenas em links ou ícones de remetentes confiáveis. A necessidade de supervisão constante por um adulto e a promoção de atividades de educação midiática – como discussões sobre fake news e deep fakes – associam-se sobretudo à importância de verificar a veracidade das informações. Além disso, o uso de ferramentas como controles parentais e filtros de conteúdo, tanto em casa quanto na escola, contribui para reduzir a exposição das crianças a materiais impróprios. 

Recursos lúdicos, como o vídeo “Segurança em Primeiro Lugar” do projeto pedagógico Monstros em Rede, incentivam a reflexão e o compartilhamento de experiências, promovendo um uso consciente da internet.

Precisamos sempre buscar maneiras de aprender mais sobre como proteger as pessoas e transformar o universo virtual em um espaço seguro, no qual até mesmo as crianças podem desenvolver sua autoria e protagonismo. Cada vídeo do projeto Monstros em Rede traz uma proposta de vivência que pode ser realizada por educadores, familiares, cuidadores e por todos que desejam contribuir com esse movimento.

Frei Prof. Dr. Inácio José do Vale é Psicanalista Clínico, PhD.

 

Vejam os vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=lX80EpGbIaM&t=20s

https://www.youtube.com/watch?v=xc9IT8pnsg4&t=3s

Antes tarde do que nunca

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CIDADE: Prefeitura decide revitalizar quiosques da Beira-Rio

A Prefeitura de Volta Redonda, ufa, depois de longos e tenebrosos períodos de chuva, sol a pique, e reclamações diversas, decidiu revitalizar os sete quiosques existentes na Avenida Almirante Adalberto de Barros Nunes, a popular Beira-Rio. Os espaços estavam sem uso há muito tempo. O abandono foi, inclusive, motivo de uma reportagem especial do aQui em março de 2024. Serviu, posteriormente, para Maurinho, adversário do Palácio 17 de Julho, usar as más condições dos quiosques para atacar Neto. Eles agora serão recuperados. 

A ação está sendo realizada por meio do Banco da Cidadania e tem como objetivo transformar os quiosques em locais de apoio a projetos e serviços sociais. A proposta passa por fortalecer parcerias com entidades, ampliar o acesso da população a iniciativas sociais e dar uma destinação útil a estruturas públicas que estavam sem uso.

De acordo com o gestor do Banco da Cidadania, Ricardo Ballarini, o trabalho envolve uma recuperação completa dos quiosques. “Estamos realizando uma intervenção ampla, com limpeza geral, pintura, reparos estruturais e adequações necessárias para garantir que os espaços possam ser utilizados com segurança e qualidade. Esses quiosques passam a ter uma função social importante, servindo como base para ações que impactam diretamente a vida das pessoas”, explicou.

O prefeito Neto destacou que a revitalização integra um conjunto de melhorias na região da Beira-Rio. “Estamos trabalhando para recuperar não apenas os quiosques, mas todo o entorno, com manutenção das pistas, reforço na pintura, recuperação de grades e uma limpeza completa da área. Além disso, vamos intensificar o patrulhamento, garantindo mais segurança para quem frequenta o local”, afirmou, anunciando que a previsão é de que as obras sejam concluídas e os quiosques entregues até o dia 31 de maio. 

Posto da GM 

Em março de 2024, o aQui já tinha denunciado o estado de abandono dos quiosques da Beira-Rio. Um deles, que chegou a servir de Posto Avançado da Guarda Municipal de Volta Redonda, tinha até focos do mosquito da dengue. O hidrômetro da unidade tinha sido arrancado e vazava água 24 horas por dia. Os outros quiosques, sendo três deles ao lado da passagem oeste da CSN, também estavam na penúria. Sem uso, serviam de residência para pessoas em situação de rua e até para usuários de drogas.

Na época, a informação extraoficial era de que os quiosques estavam abandonados por falta de interessados em ocupá-los. A Prefeitura chegou a fazer um chamamento público, exigido pelo MP, mas não apareceu ninguém, porque nos quiosques não é permitido vender bebidas alcoólicas e nem fazer frituras. “Nada de salgadinhos fritos”, comentou um dos entrevistados.   

A ação da prefeitura, anunciada esta semana, não revela se um dos pontos principais da Beira-Rio será recuperado. É a ‘parada da hidratação’, usada por quem caminhava pela via para se refrescar nos dias de calor intenso.   

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