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“Eleição se perde e se ganha”

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Mateus Gusmão

Os políticos e, principalmente, os internautas voltarredondenses tiveram todas as suas atenções voltadas para a eleição do Conselho Deliberativo do Clube Comercial, realizada no domingo, 26. Não por menos, é claro. É que o tradicional clube da cidade do aço sempre foi reduto eleitoral do ex-prefeito Neto (PMDB). Na Colina, até então, tudo passava pelo grupo, do qual faz parte o deputado federal Deley de Oliveira (PTB).  Só que, para surpresa de todos, um candidato de peso apareceu, como quem não quer nada, interessado em ocupar uma das 20 vagas em disputa: o atual prefeito Samuca Silva (PV), que teria se associado em janeiro de 2016. Nas redes sociais, a briga Samuca x Neto pelo poder repercutiu intensamente.

 

A informação de que Samuca seria candidato ao Conselho do Comercial foi revelada, com exclusividade, pelo aQui na edição 1036, de 18 de março. A maioria dos políticos e internautas se posicionou contra a decisão do prefeito de se meter no ‘quintal dos inimigos’, como definiu um deles. “Achei bobeira da assessoria dele, não há motivo para ele ser candidato em um clube, Samuca já é prefeito”, avaliou um deles, sem se identificar. “Se perder, perde a fama de vencedor. E valoriza o Neto. Risco alto. Vamos aguardar”, ponderou. 

 

Isso não diminuiu o ânimo de Samuca, que manteve sua candidatura ao Conselho. Eleito conselheiro, teria como uma das obrigações ajudar a escolher o presidente do Comercial e, durante quatro anos, teria que discutir o preço da cerveja e a qualidade do campo de futebol. Ou o valor das mensalidades e até casos de expulsão de associados por inadimplência ou algum fato mais grave.

 

Como o cargo de conselheiro não tem tanto glamour assim, os internautas passaram a desconfiar que a candidatura de Samuca seria apenas uma provocação ao grupo do ex-prefeito Neto. O que ele nega. Provocação ou não, o prefeito não se deu bem nas urnas. Obteve 593 votos, sendo o 25º mais votado. Detalhe: não necessariamente 593 associados votaram em Samuca, já que o voto do sócio-proprietário vale por cinco. A maioria dos eleitos faz parte do grupo do ex-prefeito Neto (PMDB), tanto que seus irmãos Munir Francisco e Marco Ovo (atual presidente) foram reeleitos para o conselho. O ex-secretário de Serviços Públicos de Neto, Edson Carrá, foi o mais votado, com 890 votos.

 

A reportagem do aQui foi a única a acompanhar o voto do prefeito, que chegou ao clube às 10h30min e ficou pouco mais de uma hora. Votou, conversou com muitos eleitores, mas não fez boca de urna – ao contrário da maioria dos candidatos. Samuca jurou que sua candidatura não era provocação ao ex-prefeito Neto. “Eu cresci aqui perto, na São João, e meu pai lutou muito para conseguir nos colocar como sócios do Comercial. Não é provocação a ninguém”, destacou, ressaltando que se perdesse o pleito – como perdeu –, isso não iria gerar nenhum desgaste para o seu governo. “Eleição a gente perde ou ganha, isso é normal. Eu, no ano passado, venci uma eleição com 89 mil votos. É do jogo”, completou, para dar uma alfinetada. “A política está chata”, disse, sem explicar a frase.

 

Depois de votar, Samuca ainda conversou com diversos associados do Comercial – entre eles, os vereadores Fábio Buchecha (PTB) e Neném (PSB), que são aliados do ex-prefeito Neto. Tem mais. Quando estava deixando o Comercial, Samuca trocou dois dedos de prosa com Munir Francisco, irmão de Neto –, que também já foi presidente do Comercial. Os dois se abraçaram e o verde disse que não estava sendo candidato para provocá-los. “Fique tranquilo, democracia é isso mesmo”, respondeu Munir.

 

O problema é que a candidatura de Samuca teria atrapalhado a oposição ao atual grupo que comanda o Comercial – o grupo de Neto. Prova disso é que apenas um conselheiro oposicionista foi eleito, número menor em comparação à última eleição. “Quando Samuca se lançou candidato, acendeu o sinal amarelo no grupo do Neto. Tanto que eles lançaram muitos candidatos e montaram uma operação digna de eleição para vereador. Nas entradas do clube, havia muitos cabos eleitorais distribuindo uma lista pedindo votos para 16 candidatos do grupo deles”, comentou um candidato ao conselho, que também não venceu e não quis se identificar. “Eles têm acesso à lista de sócios- proprietários e aproveitaram para ligar para maioria pedindo votos, já que o voto deles vale mais”, completou.

 

Ele pode ter razão. Tanto que dos 600 associados que foram ao Clube Comercial, cerca de 400 eram proprietários. E dos quase quatro mil contribuintes, apenas cerca de 200 fizeram questão de escolher os conselheiros. Agora, sem Samuca por perto, os eleitos vão escolher o próximo presidente, com mandato até 2020.

Dado assustador

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Mateus Gusmão

A voltarredondense Carine*, de apenas 20 anos, sofreu uma violência brutal que, provavelmente, nunca esquecerá. Foi vítima de um estupro coletivo em uma casa no Volta Grande, comprovado por exame de corpo de delito feito no IML local. Carine, que fez a denúncia à Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (Deam), contou que foi a uma festa na casa de um amigo, onde teriam bebido muita cerveja, fumado maconha e usado cheirinho da loló. Acabou perdendo os sentidos e teria desmaiado. Ao acordar, relatou, viu os suspeitos ao seu redor. Todos pelados. Imediatamente eles a obrigaram a cheirar um líquido em um pano. Desmaiou novamente e teria sido violentada mais uma vez.

 

O caso, pra lá de horrendo, aconteceu em 16 de fevereiro. Alguns suspeitos foram presos, como mostrou o aQui na edição passada, durante a operação batizada de Joana Darc, a heroína francesa. Na ação, a Polícia Civil prendeu de forma preventiva Vitor Iago da Silva, 18, e Cristian Miguel da Conceição, 22. Já Rafael Augusto Soares (????) Victor de Souza, 19, também teve mandado de prisão expedido, mas já estava preso por outro flagrante. Outros dois jovens, Vitor Hugo Queirós Martins, 18, e Lucas Silva Pereira, 21, seguem foragidos.

 

O estupro coletivo de Carine, apesar de brutal e condenável, não gerou comoção – pelo menos publicamente. Grupos feministas nem chegaram a bradar, como costumam fazer, palavras de ordem contra o machismo e a exploração sexual feminina. Os religiosos mudos estavam, mudos continuam. O pior é eles não sabem que os casos de violência sexual em Volta Redonda têm crescido. No último final de semana, por exemplo, foi preso na cidade do aço um homem de 52 anos suspeito de estuprar a própria filha, de apenas 10 anos. A prisão ocorreu no Candelária.

 

A menina, acompanhada de uma irmã, maior de idade, foi até a 93ª Delegacia fazer a denúncia contra o pai. Um exame de corpo de delito confirmou que a menina não era mais virgem e que havia sinais recentes de ato sexual. Quando a Polícia Civil chegou na casa do suspeito, ele teria confessado que havia feito sexo com a filha sem o uso de preservativo e teria ejaculado nela na manhã do dia anterior à denúncia. Ele teria confirmado até que violenta a filha desde o mês de junho de 2016. Pior. Ele era procurado pela Polícia desde 2012, por outro crime semelhante: o de estuprar a enteada dos oito aos 14 anos.

 

Segundo dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP), no mês de fevereiro deste ano foram registrados 10 casos de estupros na cidade do aço. Ou seja, um estupro é cometido a cada três dias. Apenas nos dois primeiros meses do ano já foram 15 casos. Para a secretária de Política Públicas para Mulher, Dayse Penna, o número pode ser maior. Em entrevista ao aQui, ela lembra que muitas mulheres ainda têm medo de denunciar casos de estupros. “Os dados do ISP são específicos das mulheres que foram até a delegacia. Mas a gente sabe que, culturalmente, há um grupo maior que não tem coragem e não é estimulado a ir à DP fazer o registro de estupro”, destacou.

 

Para Dayse, entretanto, falar em aumento ou diminuição de casos de estupro lhe parece equivocado. “Porque o que queremos é que não tenha nenhum caso de estupro. O que queremos é que a sociedade evolua para que não tenha mais nenhum caso”, pontuou, ressaltando que a sociedade evoluiu em diversas direções, como na ciência e tecnologia. “Quando eu vejo que moralmente a gente ainda não evoluiu, isso me perturba. E o mais assustador é que muitos desses casos de estupro foram cometidos por alguém da confiança da mulher. Como tratamos isso? Não existe outro caminho que não seja o desenvolvimento educacional”, avaliou a secretária, que só não foi a vice-prefeita na chapa de Samuca por problemas de documentação.

 

Dayse foi além. Salienta que, para alcançar o desenvolvimento educacional, será preciso reconhecer o machismo, reafirmá-lo logo depois e, aí sim, conseguir repará-lo. “Precisamos desconstruir o machismo. O machismo não trata apenas do ser masculino. Existem muitas mulheres, e somos criados de forma patriarcal, que são machistas e acabam reproduzindo brincadeiras e falas que remetem a casos machistas. Existem mulheres machistas”, comentou. “Eu preciso, em um primeiro momento, reconhecer o machismo. A mulher não é propriedade do homem. Todo ser vivo em desenvolvimento precisa de um homem e uma mulher. Todo ser para nascer precisa do homem e da mulher”, acrescentou.

 

O desafio da secretaria de Políticas Públicas para Mulheres é conseguir, justamente, fazer essa conscientização. Por isso, revelou Dayse, ela tem feito parcerias dentro do próprio governo. “A gente já conversou com diretores das escolas municipais, vamos fazer reuniões nos Cras… Estamos fazendo parcerias. Precisamos educar as crianças, o educador, o pai e a mãe, os avós …”, disse, salientando que a educação contra o machismo não passa por brigas. “A gente precisa fazer observações construindo um pensamento diferente, com diálogo, provocações pela arte e música. Isso não é questão de brigas ou lutas. A gente pode fazer essas observações partindo do pressuposto que o outro ainda não reconheceu, por exemplo, o machismo”, sublinhou.

 

Questionada em como promover a mudança cultural, Dayse novamente disse que através da educação. “Exaustivamente dentro da educação e nos atendimentos. Toda mulher que chega aqui na secretaria, a gente faz o acolhimento, tenho profissionais capacitados para isso e para desconstruir o machismo”, revelou, comentando que a pasta também está selando parcerias com entidades religiosas e instituições culturais. “A gente não quer que o homem trate a mulher como sua propriedade. A gente precisa acabar com a violência doméstica, com a violência sexual. Isso não é só daqui. É uma questão da sociedade em geral”, concluiu.

*Carine é um nome fictício usado com a intenção de preservar a vítima. 

Prefeito recebe Conselho de Direitos das Mulheres

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O prefeito Samuca Silva (PV) recebeu no início da noite de quarta, 29, os membros do Conselho Municipal de Direitos das Mulheres. No evento, destacou a nova forma do governo: a do diálogo, disse, destacando o fato de 40% do primeiro escalão do seu governo ser formado por mulheres e em pastas importantes. “São mulheres que têm a minha confiança. Não há indicações políticas no nosso governo. São pessoas competentes em suas áreas”, frisou Samuca. “Todos os conselhos municipais estavam esquecidos nos últimos anos. Por isso, estamos criando a Casa dos Conselhos, que terá toda estrutura administrativa com contador, veículo, assessoria jurídica e agentes administrativos à disposição dos conselheiros”, prometeu o prefeito, que estava acompanhado por Dayse Penna.

 

O Conselho Municipal de Direito para Mulheres é formado por 12 membros – seis da sociedade civil e seis indicados pelo governo. “Queremos que o conselho, de fato, discuta políticas públicas para mulheres. O trabalho dos conselheiros é fundamental para nossa secretaria”, comentou Dayse, ressaltando que, nos primeiros três meses do ano, o número de atendimentos na secretaria triplicou em relação ao igual período de 2016. 

 

Dayse destacou ainda a importância do projeto ‘Cartas’. “Nossa intenção é alcançar 14 mil cartas, o que simboliza 10% da população feminina da cidade. É uma meta ousada, mas possível. Se cada mulher que participar dos encontros escrever uma carta e motivar suas amigas e vizinhas a contarem suas histórias, iremos alcançar a meta. Vamos produzir uma exposição, onde essas histórias documentadas se tornarão públicas”, finalizou.

Patrulha Maria da Penha 

Volta Redonda é a segunda cidade do estado do Rio a contar com o serviço do Patrulha Maria da Penha, que consiste em uma viatura e inspetores treinados para garantir a integridade física e proteger a mulher que está sob medida protetiva. Atualmente, a patrulha presta assistência a 32 mulheres que vivem sob risco de violência doméstica. A patrulha funciona por meio de uma parceria entre a secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres de Volta Redonda e a Guarda Municipal. “Esse é um dispositivo criado pela lei Maria da Penha e busca coibir e prevenir a violência doméstica e familiar, assegurando que toda mulher tenha seus direitos fundamentais garantidos. Além de proporcionar uma vida sem violência, com a preservação de sua saúde física, moral, mental, intelectual e social”, explicou Dayse Penna.

O objetivo da secretaria da Mulher, por meio da Patrulha Maria da Penha, é realizar ações que promovam o acolhimento das vítimas de violência. “A mulher pode entrar em contato com a gente através de vários canais (telefone, internet, entre outros). Estamos aqui para acolher a vítima. Os guardas que atuam na patrulha são treinados e capacitados para dar o acolhimento adequado. E nós, da secretaria, temos o dever de acompanhar e dar suporte ao fortalecimento dessa mulher. Quando a informação é passada pela Justiça, a Patrulha Maria da Penha entra em contato e oferece todo o apoio necessário”, garantiu Dayse.

É seguro!

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csn

Pollyanna Xavier

A CSN deu um passo importante na questão que envolve o Volta Grande IV. A empresa finalmente conseguiu apresentar aos moradores o estudo ambiental sobre a qualidade do solo do bairro, desenvolvido – a pedido dela – pela consultoria ambiental independente New Fields. A empresa, que tem como cliente as forças armadas dos Estados Unidos, declarou que, em termos ambientais, o Volta Grande IV “é um local seguro para se viver”, e que os dejetos da CSN encontrados no solo do bairro “não trazem qualquer risco aos moradores”.

 

A declaração foi dada pelo diretor da New Fields, Daniel Moura, durante reunião na noite de quinta, 30, no Ciep Nelson dos Santos Gonçalves, no próprio Volta Grande IV. Participaram deste encontro cerca de 200 moradores do bairro, representantes do Ministério Público Estadual e Federal e da própria CSN, sendo que o Inea nem mandou representante. Mais cedo, Daniel concedeu uma entrevista exclusiva ao aQui, onde afirmou que as substâncias encontradas no solo e na água do bairro não são prejudiciais à saúde da população local.

 

 “Recolhemos quase mil amostras de vapores de solo, solo e água em todo o bairro. Não encontramos nenhuma substância, além dos limites permitidos pelos órgãos reguladores, que possam trazer prejuízos à saúde dos moradores”, garantiu, afirmando que o bairro foi minuciosamente avaliado. “Posso te afirmar que, pela quantidade de amostras coletadas, este é uma área de maior investigação e monitoramento ambiental no Brasil”, emendou.

 

Segundo Daniel Moura, as amostras coletadas seguiram o protocolo da Legislação Ambiental Brasileira e, em parte delas, foram encontrados resíduos de escória compatível aos materiais particulados da CSN. A escória, porém, explicou Daniel, teria sido encontrada em apenas 10% do Volta Grande, a uma profundidade de um metro. “O resíduo está em uma área específica do bairro. E o vapor que emana do solo não está acima, nem mesmo no limite do que a Legislação preconiza. Verificamos que os índices estão bem abaixo do permitido”, garantiu, acrescentando que os riscos são avaliados levando-se em consideração a concentração do material encontrado e o grau de contato com o ser humano.

 

Questionado sobre o risco de se plantar hortas no bairro, Daniel Moura disse que não há qualquer restrição ao cultivo de vegetais e hortaliças. A CSN, porém, lembrou que existe uma decisão antiga do Inea que proíbe a população do Volta Grande IV de fazer hortas em seus quintais e que, embora os estudos da New Fields indiquem a ausência do perigo em ingerir alimentos plantados no solo do bairro, a CSN não vai confrontar a decisão do Inea. “O risco para cultivo de vegetais não existe. As pessoas podem plantar em seus quintais e podem consumir o que plantam. Porém, não vamos confrontar o Inea nesta questão. Se ele recomendou que não se plante nada, vamos respeitar, até que ele mesmo (o Inea) reavalie sua decisão”, pontuou Alexandre Campbell, assessor de imprensa da CSN.

Contraprova

Daniel Moura rebateu as críticas que o Inea e tanto o MPF quanto o MPE fizeram ao estudo elaborado pela New Fields. Ele garante a credibilidade dos resultados e mandou um recado para os órgãos reguladores. “Somos uma consultoria ambiental independente, com sede nos Estados Unidos. Atendemos empresas do mundo inteiro. As forças armadas americana são nossos clientes. Prestamos consultoria para a Agência Americana Ambiental, que é uma espécie de Ibama brasileiro. Temos um nome forte e somos totalmente responsáveis civil e criminalmente pelo nosso trabalho. A CSN é uma cliente pequena diante da extensão do nosso portfólio e da nossa carteira de clientes. Não nos queimaríamos por conta de um trabalho isolado”, declarou Daniel. “O estudo realizado pela New Fields seguiu uma investigação geoforense e foi desenvolvido segundo o protocolo do Conama”, reforçou.

 

O consultor ambiental disse ainda que, se os órgãos reguladores brasileiros e a Justiça não confiam no trabalho executado pela New Fields, que façam uma contraprova e apresentem os resultados à população “Toda análise é muito bem-vinda e só vai agregar valores ao nosso estudo”, avaliou. Sobre este assunto, o aQui apurou junto a uma fonte da CSN que os estudos da New Fields são resultados de um antigo pedido do Inea, que exigiu na Justiça que a Siderúrgica apresentasse relatórios sobre a qualidade do solo do Volta Grande IV. Estes estudos, inclusive, foram concluídos em 2015 e protocolados junto ao Inea em agosto daquele ano. “Na época, a CSN protocolou e pediu que o Inea fizesse uma avaliação sobre os resultados”, contou a fonte. A empresa teria esperado por dois anos e não foi atendida até hoje.

 

No encontro na noite de quinta, 30, os moradores puderam tirar todas as suas dúvidas, fazendo perguntas e discutindo as questões ambientais que envolvem o bairro. Todos os questionamentos foram atendidos pela CSN e pelos técnicos da New Fields. Se alguém saiu do encontro com alguma dúvida, não foi por falta de esclarecimento da empresa.

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