domingo, novembro 8, 2026
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Contorno

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Sobre a reportagem “Sem Contorno”: É preciso analisar que veículos de carga vão continuar circulando nas Avenidas Getúlio Vargas, Sérgio Braga e Rua 209, em Volta Redonda, por conta do transporte de cimento e bobinas de aço da CSN, além de outros produtos siderúrgicos, assim como combustíveis do Terminal da Petrobras, no Aterrado, e até os tubulões da Saint Gobain na Barbará. Temos também que receber produtos e materiais para a própria Usina Presidente Vargas e para o comércio da cidade do Aço. Muitos chegam pela Rua 207 e outros pela Avenida Amaral Peixoto para chegar ao Aterrado. Todo esse transporte não precisa da Rodovia do Contorno. Em tempo: é preciso acrescentar que a principal via do bairro São Geraldo virou quase um paraíso com a inauguração da Rodovia do Contorno.
Paulo Roberto de Oliveira

Reforma fiscal!

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julio ferreira

O prefeito Samuca tem enfrentado, com boa coragem e competência, a questão fiscal da cidade. O caos financeiro herdado ainda é muito grave. O primeiro ano passou aos trancos e barrancos. Os críticos de plantão não perdoam… mas sentar na cadeira de prefeito exige coragem e isso o Samuca teve de sobra em 2017. Por favor, não me rotulem de puxa saco….não preciso desse título, nada substitui a realidade. NAO ESTOU NA FOLHA DE PAGAMENTO DA PMVR.

Vamos ao fatos:

Não existe perfeição de gestão com tantos gargalos de problemas urbanos e desemprego. As demandas da cidade de Volta Redonda na parte social e infraestrutura são enormes, com orçamento apertado e dinheiro curto fica impossível atender a todos os problemas da cidade (tapar buracos, limpar as ruas, arrumar escolas, manter hospitais atendendo bem e rápido etc). É preciso senso de prioridades agudo por parte do prefeito Samuca. Investir certo é crucial. É hora de mostrar resultados firmes e sólidos.

Sem reformas sérias na questão fiscal da cidade e uma mudança de estilo na forma de fazer política honesta, é vital para o sucesso do novo governo municipal. A palavra chave é reformar tudo, sem medo. Não há mais espaço para o fisiologismo e ações eleitoreiras irresponsáveis. A crise social vai se agravar… não se iludam.

É sério o problema social sem geração de empregos. O desgaste político de qualquer prefeito é inevitável! Prefeito algum aguenta dar respostas rápidas a todos os conflitos. Impossível governar com tanta crise… Sá fazendo mágica!

A cidade está pegando impulso com os ajustes feitos pelo Executivo, mas é preciso manter uma agenda mais arrojada de reformas e ajustes fiscais. Volta Redonda não é diferente de outros municípios, vivemos uma crise política, econômica sem fim. O centralismo doente e perverso de Brasília deixa prefeitos de pires na mão como mendigos à procura de sobras no orçamento da união. O País e o Estado do Rio estão quebrados e os municípios não fogem à regra.

É claro que o crescimento econômico anunciado de 1% ajuda a melhorar o perfil das contas públicas das cidades – Volta Redonda. Mas não resolve todos os problemas por gastos, e aí a conta nunca fecha. Equacionar o problema fiscal da cidade é a regra de ouro. Se o prefeito Samuca conseguir essa proeza em 2018, aí teremos um ritmo de investimentos na cidade mais sustentável no início de 2019 apenas. Do contrário viveremos no caos da desordem urbana e financeira e no caos social ninguém ganha com isso… perdemos todos.

Samuca precisa construir urgentemente um verdadeiro e amplo PACTO POLITICO com todas as forças vivas da cidade. O isolamento atual pode até evitar stress, mas pode levar a nova administração a um colapso político na Câmara de Volta Redonda e com perda de apoio popular. Seria prudente o governo municipal colocar a barba de molho.

A única solução para a modernidade de Volta Redonda é apostar no sucesso pleno de uma gestão mais ousada e arrojada do prefeito Samuca em 2018.

Julio Ferreira – ex-vereador de Volta Redonda

A intervenção na intervenção

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Depois de muitos e muitos anos de intervenção criminosa, na cidade do Rio de Janeiro, com a benção, conivência e permissão do poder público, felizmente, apareceu alguém que agiu no sentido de dar um basta na situação de sufoco em que vive a população da cidade.

O mundo do crime é insano, implacável, e tudo o que tem de ruim. Compram tudo e todos. Aqueles que querem representar os seus anseios em instâncias superiores são financiados por seus agentes meliantes, como é do conhecimento de todos.

Feliz era o tempo em que o jogo do bicho era o grande malvado da sociedade carioca financiado pelo saudoso Natal da Portela que, com a metade de seu braço direito exercia um grande domínio naquela sociedade por ter começado sua atuação naquele popular jogo onde valia o que estava escrito nos talonários de registros do afamado jogo!
Com o crescimento do referido jogo cresceu também o carnaval que fez da Portela a grande representante dessa festa! Com a dinamização das alegrias momescas, muitas celebridades de Holliwood, passaram a frequentar este evento, muitas delas pagas para assistir a grande competição entre as escolas de samba!

O crime passou a vender a alucinação que o carnaval não proporcionava fora da época em que ele já tinha acontecido! O fenômeno da procura por estabilidade emocional vinda de todas as substancias que compunham o seu cardápio que vendiam as organizações criminosas, essas cresceram com o apoio de quem não podia fazê-lo como os políticos e policiais! A situação chegou ao ponto de aterroramento infernal, escorchante e sádico na população indefesa.  

A decretação da Intervenção Federal, no universo do crime, chegou em um momento de insustentabilidade para as pessoas pacíficas. Como o crime comprava tudo e todos, veio a pergunta: Quanto custou, aos criminosos, o fato de o poder público não agir no sentido de interromper a escalada criminosa? A Intervenção Federal ainda nem começou oficialmente e muita coisa já foi descoberta e interrompida! Outra grande pergunta: Por que as autoridades Federais não sufocaram as organizações criminosas como sufoca os cidadãos de bem?

O descalabro ao qual a sociedade carioca e fluminense chegaram pode até ser explicado, mas não se justifica em função do grau de eficiência com que instituições tais como: Receita Federal; Coaf; Banco Central, Tribunais de Contas Estaduais e da União, dentre muitos outros atuam.
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Adm. Prof. Cícero Maia
CRA 012.767

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