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No final de abril, os alunos do 5º período do curso de Direito do UniFOA participaram de uma aula prática de Direito Penal III com o professor Ricardo Maia. Detalhe: foi feita a simulação do julgamento do caso Nardoni. “É um caso muito técnico e bastante amplo, então eles trouxeram argumentos novos, a partir das provas coletadas na época, para propor um novo desfecho. A turma do quinto período matutino representou a defesa, enquanto o quinto período noturno fez o papel do Ministério Público”, contou Ricardo.

Pela primeira vez assistindo a um júri simulado, Mariana Conceição Rosa pretende atuar nessa área. “O ponto mais positivo de aprender na prática são as explicações do professor durante os acontecimentos, porque vemos o que precisamos fazer para acertar”, revelou a aluna do quinto período.

Júris simulados são propostos todos os semestre para fornecer ao aluno toda a vivência de um tribunal. “É um momento no qual despertamos no aluno o interesse pela prática do Direito, para que ele descubra qual área pretende seguir, além de servir para quebrar sua timidez e inibição”, acrescentou o professor Ricardo.

Relembre o caso

Isabella Nardoni tinha cinco anos, em 2008, quando foi encontrada morta no jardim do prédio em que seu pai, Alexandre Nardoni, morava na Zona Norte de São Paulo. A acusação alegou que ela foi asfixiada pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, após uma discussão, e o pai a teria jogado da janela do 6º andar. Já a defesa nunca confessou o crime, alegando que um invasor havia cometido o homicídio.

oab

Na terça, 2, os integrantes da Ordem dos Advogados de Barra Mansa e de Volta Redonda estiveram visitando a Casa de Custódia de Volta Redonda para cobrar melhorias no atendimento e na recepção aos advogados das duas cidades. O presidente da OAB-BM, Noé Garcêz, por exemplo, disse que recebeu uma reclamação de um advogado que teria permanecido nas dependências externas da unidade por mais de duas horas aguardando atendimento.

Representando a OAB de Volta Redonda, o presidente da Comissão de Prerrogativas, Bruno de Oliveira, reforçou o pedido de melhorias aos advogados. “Estamos reivindicando o retorno do antigo modelo de atendimento, já que atualmente os advogados ficam expostos junto às famílias dos detentos, podendo passar por situações de risco”, enfatizou.

Na visita, os advogados fiscalizaram a cozinha, o parlatório da defensoria pública, o parlatório dos advogados e a biblioteca da Casa de Custódia, e no encontro com representantes da Cadeia Pública, receberam a promessa de que medidas serão tomadas para melhorar o atendimento aos advogados.

 

A partir de agora, trâmites processuais para abertura e fechamento de empresas podem ser concluídos em até 48 horas em Volta Redonda, Barra do Piraí, e outras cidades fluminenses. É que a Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) está trabalhando para ampliar a adesão ao Regin – Sistema de Registro Integrado em todo o estado, oferecendo um serviço mais ágil e de qualidade para o cidadão.  A iniciativa visa desburocratizar o processo de abertura e alteração de empresas, integrando os órgãos públicos envolvidos, dentre eles, a Receita Federal, Secretaria de Estado da Fazenda, Corpo de Bombeiros e Prefeituras. Empreendedores interessados em obter alvará para atividades nessas cidades poderão solicitar o documento online sem precisar se deslocar até a sede da Junta Comercial, na cidade do Rio, desde que o interessado reúna todos os documentos necessários e pague as taxas dentro dos prazos estabelecidos Para solicitar, o procedimento é realizado por meio do Sistema de Registro Integrado (Regin). Para utilizar o serviço o contribuinte deverá realizar cadastro no site da Jucerja (www.jucerja.rj.gov.br).

 

No próximo dia 27 de maio, no Teatro Gacemss, às 19 horas, será apresentada a peça teatral ‘O Céu e o Inferno’, que é baseada na obra de Alan Kardec, com a Cia Teatral Mensageiros. Parte da renda será revertida para a Apae-VR.

 

Termina hoje, sábado, 6, a Fenegom (Feira de Negócios Mulheres) que está sendo realizada, em parceria com a AAPL (Associação de Apoio aos Portadores de Leucemia), no Ilha Clube, em Barra Mansa, das 9 às 20 horas. Cerca de 30 expositores, de diversos segmentos, estão participando do evento. Às 17 horas haverá uma palestra com o tema “Empreendedorismo e Como Usar as Redes Sociais para Alavancar seus Negócios”.

 

Marcada para quarta, 10, às 20 horas, no Espaço Cultural Gacemss, na Vila, a abertura da exposição ‘O Canto dos Parakanã’, de Sérgio Vieira, compositor, pesquisador e ambientalista que viveu mais de cinco anos com os índios da tribo Parakanãs (Tupi) na Amazônia. As fotos podem ser vistas até o dia 2 de junho, de segunda a sexta, das 10 às 18 horas.

 

Já estão abertas as inscrições para o vestibular do Cederj (Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro), sendo que em Volta Redonda, o polo do Cederj – que funciona no Estádio Raulino de Oliveira – oferece 265 vagas para as seguintes graduações: Administração Pública (50 vagas na UFF), Ciências Biológicas (54 vagas na UFRJ), Computação (31 vagas na UFF), Matemática (40 vagas na UFF), Pedagogia (40 vagas na Unirio) e Física (50 vagas na UFRJ). As inscrições devem ser feitas até 11 de maio pelo site www.cederj.
edu.br/vestibular, mediante o pagamento de R$ 85. As provas serão aplicadas no dia 10 de junho.

 

A prefeitura de Barra Mansa, em ação conjunta das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação e a Fundação de Cultura, vai promover a Feira da Liberdade. Será nos próximos dias 12 e 13 e acontecerá na Praça da Liberdade, no Centro. O horário ainda está sendo avaliado.

25-04-2017 - rafael sampaio maratonista - gabriel borges (1)

O prefeito Samuca Silva fez questão de entregar uma bandeira de Volta Redonda ao ultramara-tonista Rafael Sampaio, 27, que disputou no domingo, 30, a prova de 250 quilômetros no deserto do Saara, no Marrocos. Ele, que mora em Volta Redonda, foi o único brasileiro a disputar a competição.SEBASTIAN 13

Sebastian Cuattrin, ex-atleta da Canoagem brasileira, estará em Piraí na próxima quinta, 11, a partir das 13h30min, para participar do projeto ‘Superando Limites: somos todos iguais’, desenvolvido pela Escola Municipal Luiz Marinho Vidal, no bairro Jaqueira. Ele é o maior recordista de medalhas da história da Canoagem Brasileira, tendo disputado os jogos olímpicos de Barcelona 1992, Atlanta 1996, Sidney 2000 e Athenas 2004. Atualmente, Cuattrin é dirigente da Confederação Brasileira de Canoagem.

 

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Na segunda, 8, a equipe infantil de futsal do Instituto Dagaz disputará dois jogos amistosos contra o time da Escolinha de Futsal Força Jovem. As partidas serão na quadra do Guarda-Mor, na Água Limpa, e vão começar às 18h30min. O primeiro jogo será com a turma de craques de cinco e seis anos e o segundo com o grupo de sete a nove anos. “Esses jogos são para colocar a turminha para correr, para brincar. Porque como eles só treinam, sem ter uma atividade diferente, acabam desanimando. É importante colocá-los para ter essa vivência, conhecer outro time, outra quadra, outra realidade”, observou a professora de futsal Angélica Carvalho, que ressaltou sobre o fortalecer laços de amizade no esporte.

 

A prefeitura de Volta Redonda vai realizar hoje, sábado, 6, um leilão de veículos retidos, removidos ou recolhidos por infrações ao código de trânsito. Ao todo, serão leiloados 109 veículos e o arremate pode ser feito presencialmente ou online. O leilão vai acontecer às 10 horas, no auditório do Hotel Dexter, que fica na Rua Luiz Alves Pereira, nº 377, Aterrado. Serão leiloados 11 automóveis e 51 motos para regularização; 30 automóveis para sucatas e 17 motos a serem prensados.

 

O Ministério Público Federal promoverá uma audiência pública no próximo dia 17, às 19 horas, na Universidade Federal Fluminense, para debater o tema “Combate à discriminação ao público LGBT em Volta Redonda e região: conquistas e desafios um ano depois”. Os interessados em participar deverão se inscrever pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (24) 33448817.

‘Sem conversa’

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“Colocar um horário mais elástico para o comércio é o que vai fazer vender mais? O povo está sem dinheiro”. Foi com essa frase, em tom de desabafo, que o presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Volta Redonda, Roberto Galo, resumiu a lei – proposta pelo prefeito Samuca Silva – de flexibilizar o horário de funcionamento do comércio local. A mudança da legislação foi aprovada na terça, 2, em regime de urgência e preferência na Câmara de Volta Redonda. Com a aprovação do projeto de Lei, todas as lojas, não importa o tamanho – poderão abrir e qualquer horário – desde que respeitem as leis trabalhistas.

 

Poderão, por exemplo, abrir na tarde de sábado, aos domingos, feriados, por 24 horas até mesmo no Natal ou Carnaval. Poderão até fechar no horário do almoço para a tradicional ‘siesta’, comum em países europeus. O ‘x’ da questão é que a proposta de Samuca só agradou aos empresários. Não caiu nas graças dos funcionários do comércio. Pior. O assunto sequer foi debatido com quem devia: com o Sindicato dos Comerciários.

 

Em entrevista exclusiva ao aQui, Roberto Galo disse não entender porque a lei Samuca foi aprovada a toque de caixa. “Foi um Projeto de Lei que ninguém teve conhecimento, nem a imprensa. Foi votado na calada da noite. Até alguns vereadores não sabiam o teor da proposta. Ninguém procurou o sindicato, que é o representante do comerciário”, lamentou Galo.

 

Não satisfeito, o presidente do Sindicato protocolou um ofício na Câmara de Volta Redonda solicitando uma cópia do Projeto de Lei e a ata da votação, o que ainda não tinha ocorrido ate o final da tarde de ontem, sexta, 5. Questionado se entrará na Justiça contra a mudança no horário do comércio, Galo ressaltou que vai esperar receber a documentação pedida. “Ainda não sei o que pode ser feito, vamos analisar”, comentou Galo deixando uma pergunta. “Qual a necessidade de se votar esse projeto com urgência? Não entendi. O que é horário livre? O comércio tem que ter horário, tem que ter disciplina”, destacou.

 

Ele vai além. Lembra que também existe outro fator a ser levado em conta: o da (in) segurança pública. “A cidade é grande, tem muitos bairros, como vai ser feita a segurança? Temos que saber se a Guarda Municipal e a Polícia Militar estarão no comércio. E também precisamos saber quem irá fazer a fiscalização (dos empresários)”, disse. “Nós temos preocupação e respeito para com o comerciário, temos o problema da segurança. Tem muitas pessoas que estudam a noite, fazem faculdade. Como vai ser com o horário mais elástico?”, questionou.

 

De acordo com Galo, nem depois da polêmica lei ter sido aprovada a toque de caixa, ele chegou a ser procurado pelo prefeito Samuca ou por outra pessoa do governo. “Ele está se achando o todo poderoso. Mas está muito verde para se sentir maduro”, ironizou. Questionado se acredita que os empresários que fazem parte do governo verde possam ter influenciado o chefe do Executivo, Galo afirmou não ter dúvida. “Eu não acho isso, tenho certeza. Depois vamos dar os nomes aos bois”, disparou. “O que eu quero é que ele (prefeito) tenha a hombridade de explicar o porquê dessa lei, e baseado em qual estudo? Que diga se a GM e a PM estarão nas ruas. Ele tem que explicar. Só estou lutando pelo comerciário”, completou.

 

O presidente do Sindicato dos Comerciários aproveitou para dizer que é contra o comércio funcionar em horário livre. “Por mim pode funcionar 24 horas, mas tem que disciplinar, tem que dialogar com o comerciário”, ponderou, explicando que um evento que a prefeitura de Volta Redonda promoverá amanhã, domingo, 7, na Avenida Amaral Peixoto, já vai ocorrer em horário irregular. “Nossa convenção coletiva diz que o comércio pode funcionar domingo das 9 às 15 horas e, pelo o que parece, eles vão fazer isso até as 17 horas”, disparou. “O comerciário quer respeito. Quem são eles para mudar uma lei assim empurrando a goela abaixo? O que queremos é sentar e conversar e ver o que é melhor para todos”, concluiu.

 

Toque de caixa

Apesar de não ter debatido com o Sindicato dos Comerciários, o prefeito Samuca Silva comemorou a aprovação da Mensagem 007/2017. “Todos os vereadores entenderam a importância da alteração desta lei, que estava defasada há quase 40 anos. Vale lembrar que os empresários têm que respeitar a lei trabalhista, que diz que os comerciários devem ter carga de 44 horas semanais”, garantiu, deixando claro que espera que os direitos trabalhistas sejam mantidos. “A lei, além de gerar horas extras aos atuais funcionários, deve gerar novos postos de trabalho”, crê.

 

Como não poderia deixar de ser, quem também comemorou a aprovação da nova redação da lei foi o secretário de Desenvolvimento Econômico, empresário Joselito Magalhães que até bem pouco tempo tinha pelo menos duas lojas na cidade do aço. “Isso será bom para todos: a população terá mais opções de compra; os vendedores poderão receber horas extras ou gerar novos empregos e os empresários terão suas vendas aumentadas”, ressaltou o assessor de Samuca, que também é presidente da Aciap-VR.

O que eles não revelam é que o comércio amarga um senhor prejuízo. Um lojista da Amaral Peixoto, com várias filiais pela região, não esconde de ninguém que não espera por dias melhores. Nem com as ações do Palácio 17 de Julho. “Foi o pior trimestre da minha vida. Nossas lojas não venderam nada simplesmente porque os consumidores estão quebrados. Ninguém tem dinheiro”, avalia, dando razão, mesmo que de forma indireta, a Roberto Galo, presidente do Sindicato dos Comerciários de Volta Redonda.

Sem apoio

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conselheiros

Mateus Gusmão

Quando a pauta da sessão da Câmara de Volta Redonda na noite de quinta, 4, foi distribuída, os vereadores tomaram um baita susto. Motivo: seriam lidos dois ofícios enviados à Casa com acusações contra o governo Samuca Silva (PV). Pior. Eram de integrantes do 1º Conselho Tutelar. Em um deles, os conselheiros denunciavam a “inércia” do Poder Executivo por não garantir o acesso de alunos à Escola Municipal Mato Grosso do Sul, no Nova Primavera. No segundo, a denúncia é espinhosa para os verdes. Trata de uma tentativa do Palácio 17 de Julho de reduzir a autonomia do Conselho Tutelar. Importante: os ofícios também foram encaminhados ao Ministério Público.

 

Todos os 21 vereadores receberam as denúncias feitas pelos conselheiros. E a Comissão de Defesa da Criança e do Adolescente terá cinco dias para dar um parecer sobre o caso da Escola Mato Grosso do Sul. A sessão legislativa foi acompanhada pelos três conselheiros que assinaram os ofícios: Rodnei Oliveira, Vera Lúcia e José Roberto. Os três concederam uma entrevista exclusiva ao aQui para explicar os motivos que os levaram a pedir ajuda dos vereadores e do MP.

 

Segundo eles, pais de alunos da Escola Municipal Mato Grosso do Sul foram procurar o Conselho Tutelar por causa da insegurança que reina na unidade de ensino. “Na escola, que é do 6º ao 9º ano, estudam crianças e adolescentes do Caieiras e do Nova Primavera. E há a rixa entre os bairros, como vem acontecendo em alguns locais. Alguns alunos, que moram no Nova Primavera, estariam sendo ameaçados, inclusive por traficantes”, destacou a conselheira Vera Lúcia, ressaltando que eles procuraram a secretária de Educação, Rita de Cássia, para tratar do assunto.

 

A reunião aconteceu há cerca de um mês. “Quando as famílias nos procuraram eram 43 alunos que estavam sem ir à escola”, comentou Rodnei. “A secretária demonstrou interesse em nos ajudar e ficou acordado – em reunião com a secretária, os pais dos alunos e nós, conselheiros – que, de forma paliativa, seria colocado um ônibus à disposição desses alunos, para que pelo menos eles pudessem ir para a escola”, completou, ressaltando que já se passou um mês e o ônibus ainda não apareceu. “A secretária de Educação disse que ainda não conseguiu despachar com o prefeito Samuca sobre o tema”, acrescentou Rodnei.

 

Já o conselheiro José Roberto afirmou que com o ofício entregue aos parlamentares e ao MP, eles esperam conseguir apoio para que o problema seja solucionado. “Os alunos precisam voltar a estudar. A secretária de Educação está nos atendendo, sendo solícita, mas queremos uma solução. Estamos sendo cobrados”, comentou.

 

Sem estrutura

No ofício onde relatam a suposta tentativa de interferir no Conselho Tutelar, os  conselheiros dizem que encaminharam um pedido à secretaria de Governo solicitando a disponibilização de um motorista da prefeitura para os serviços noturnos do órgão. O problema é que o ofício não foi sequer recebido pelo prefeito de Volta Redonda. “Nos disseram que o ofício deveria ser assinado pela secretária do Conselho Tutelar, que é indicada pela prefeitura. E isso nunca aconteceu, é a primeira vez que nos pediram isso. O chefe de gabinete de Samuca já está ciente do caso”, comentou Rodnei Oliveira.

 

De acordo com os conselheiros, eles precisam apurar algumas denúncias durante a noite, quando estão de plantão. “Nós tínhamos um carro à disposição, que nós mesmos dirigíamos. Mas quando o novo governo assumiu, isso foi proibido. A gente não pode mais dirigir. Então fomos solicitar que possamos ter um motorista à nossa disposição, das 21 às 3 horas da manhã. Mas nem conseguimos entregar o ofício”, disparou José Roberto.

 

Questionados se já fizeram algum contato com o prefeito Samuca Silva, os conselheiros afirmaram que não. “Ainda não fomos procurados, não tivemos qualquer diálogo com ele”, acrescentaram. Tem mais. Disseram que o ex-prefeito Neto sempre foi acusado de não dialogar com os servidores. “Mas pelo menos naquela época a gente tinha condições de trabalho. Agora não temos condições e nem diálogo”, concluíram os conselheiros, esperando que o pedido de ajuda aos vereadores possa surtir efeito.

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