segunda-feira, maio 4, 2026
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‘Não’

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A CSN bem que tentou mudar a jornada de trabalho dos metalúrgicos da Usina Presidente Vargas, mas não conseguiu. Não desta vez. Na terça, 26, os operários do turno de revezamento da UPV participaram de um plebiscito na Praça Juarez Antunes e votaram não contra a volta do turno de oito horas. Foram 2.045 votos contra 1.153. O resultado já foi encaminhado à direção da empresa. “Este resultado deixou clara a posição da maioria dos metalúrgicos em não abrir mão do turno de 6 horas. O Sindicato permanecerá junto com os trabalhadores sempre na luta pelo interesse da maioria”, garante Silvio Campos, presidente do Sindicato.

Esta não foi a primeira vez que o Sindicato dos Metalúrgicos consultou os trabalhadores da CSN sobre o turno de 6 horas. Em 2008, houve um primeiro plebiscito que pôs fim aos acordos que pagavam valores baixos como compensação para a permanência do turno de oito horas na UPV. Na época, a CSN praticava jornadas com intervalos de apenas meia hora para a refeição, o que acabou gerando inúmeros processos trabalhistas e indenizações que hoje já estão sendo pagas aos trabalhadores que sofreram com o problema.

O que está por trás?
A Lei 13.467/2017 que instituiu a Reforma Trabalhista entra em vigor a partir no dia 11 de novembro. Na prática, se a CSN não conseguir negociar a volta do turno de oito horas até esta data, dificilmente conseguirá após ela. A própria Constituição prevê o turno de 6 horas por ser um risco ergonômico, uma insalubridade, e só admite sua alteração por meio de norma coletiva. Os trabalhadores do turno de revezamento da CSN não querem a mudança na jornada e isto ficou claro no plebiscito da terça, 26.
Na prática, os operários sabem que o acréscimo de duas horas no turno acarretará na extinção de uma letra, gerando demissões em todos os setores da usina e, por consequência, um aumento no número de acidentes de trabalho. O Sindicato também tem consciência disto, por isto defende a permanência do turno de 6 horas e o fim da tentativa de a CSN negociar qualquer mudança neste sentido.

‘Situação crítica’

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csn

Era segredo. Mas a CSN e a Gerência Regional do Trabalho e Emprego (GRT) assinaram um Termo de Compromisso para adequar as instalações da usina para diminuir os acidentes de trabalho. O documento passou pela análise do MPF, que pediu informações à GRT sobre a situação na UPV. Em resposta, a GRT apresentou um relatório das atividades e sobre a fiscalização realizada na CSN. O documento é conclusivo: a estrutura da usina é insuficiente diante dos muitos acidentes ocorridos nos últimos anos.

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O documento mostra que a CSN “ocupa mais da metade” do tempo de trabalho do setor e “consome o mesmo tanto” dos recursos da GRT. Para o MPF, a questão deve gerar mais uma ação contra a empresa, em relação à segurança e a saúde do trabalhador. “É necessário acompanhar o cumprimento da legislação, não apenas na esfera trabalhista, mas também na (esfera) administrativa, para garantir um cenário de respeito à saúde e ao meio ambiente no trabalho. A manifestação do Ministério do Trabalho mostra uma situação crítica que merece enfrentamento com priorização e organização da atividade fiscalizatória”, observou o procurador Júlio Araújo.  

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O MPF foi além. Recomendou ao Ministério do Trabalho e Previdência Social que assegure o aumento do efetivo da GRT na cidade do aço para solucionar e prevenir acidentes de trabalho na UPV. Solicitou ainda relatórios periódicos descrevendo as condições de trabalho na CSN e apontando medidas preventivas. Foram consideradas a quantidade e a gravidade de acidentes de trabalho na UPV nos últimos anos, e ainda a dificuldade – muitas vezes imposta pela própria CSN – na apuração das causas. Para o MPF, muitas vezes as causas dos acidentes recaem na inadequação ou ausência de dispositivos de segurança nas máquinas e equipamentos. Já o Ministério do Trabalho aponta o número limitado de auditores fiscais (do trabalho) como maior dificultador para a fiscalização.

Negócios & Lazer

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bella

Ela, que já esteve no Bella da Semana (www.belladasemana.com.br) no início de 2016, em comemoração ao 15o aniversário do site, assinou um novo contrato e está prestes a apresentar o segundo ensaio nu – ainda mais quente que o primeiro! Natural de São José dos Pinhais (PR) e moradora da grande Florianópolis, Nalu Kasmierski é a mistura da garota tímida com a mulher provocante, da menina certinha com a namorada perfeita. Nalu é pura alegria e diz que “tudo fica perfeito quando estamos próximos de pessoas que nos querem bem”.

Aos 25 anos, a loira sonha em se casar e ter dois filhos, mas o que ainda falta para alguém conseguir conquistá-la de verdade é “o respeito pela pessoa que sou”, dispara.

O resultado do trabalho inédito já está no ar, com fotos de Alex Ribeiro.

Kell Rosan 6

Candidata a Musa do Brasil 2017 pelo estado de Rondônia, Kell Rosan, que é a única negra no concurso, é fã do trabalho e da história da atriz Cris Vianna. “Me inspiro na história e na beleza de Cris Vianna, uma mulher maravilhosa, uma atriz incrível, a estrela do carnaval carioca. Cris Vianna é sinônimo de beleza e talento. Além de ser mulher negra, num país tão preconceituoso, ela é humana. A Cris é minha inspiração”, revelou.

Débora Santos 3

A revista Sexy de outubro terá como capa e recheio a morena Debora Santos, 27. Ela ostenta dois títulos, o de Musa do Atlético-PR e o de Miss Bumbum Paraná 2016. Durante ensaio para a revista, a beldade falou sobre a inveja alheia e como lida com isso. “Desde pequena eu sou invejada, por qualquer coisa, que fosse por uma boneca que eu ganhava ou um jogo de panelinha. Hoje elas invejam o meu corpo, a minha beleza, o meu cabelo. Mas é aquilo… a inveja bate no peito e volta cheia de proteína pra elas. Vão ter que me engolir”, disparou a modelo. “Nas redes sociais, os perfis fakes já estão me atacando. Mas não levo nada a sério”, garante.

Melina Maia 5

Representante do Amazonas no concurso Musa do Brasil 2017, a ex-funkeira Melina Maia está empolgadíssima com a possibilidade de conquistar o título de mulher mais bonita do país. “Estou pegando pesado na academia para manter a barriga chapada e o bumbum na nuca, além é claro, da dieta dash, que descobri há um mês e que tem feito toda a diferença. A alimentação é muito importante para o equilíbrio mental e físico, mas é claro, não é só o corpo que me fará ser eleita a Musa do Brasil. Não basta ser gostosa, tem que ter talento”, avaliou.

Ilka Oliver_cor1

A DJ Ilka Oliver esteve no Rock in Rio e fala sobre a dupla que deu um espetáculo de música eletrônica no evento. “DJs sempre têm um papel importante em todos os ritmos na música. Seja na produção de musical original ou no remix de um som antigo. Quanto ao RiR, a grande diversidade de artistas atende a todos os gostos e contribui para que o espetáculo seja um grande sucesso. Inclusive o projeto Flow & Zeo, casal de amigos meus, tocou no Rock in Rio e foi ovacionado”, destaca a beldade que iniciou sua carreira como DJ em 2007.

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Candidata a Musa do Brasil por Santa Catarina, Carina Lintener aproveita para falar sobre a “cura gay”, que tem dado o que falar nas redes sociais. “Eu sou casada com um homem e uma mulher, moramos os três na mesma casa e vivemos em plena harmonia. A minha esposa é uma mulher linda e maravilhosa, nos amamos e não precisamos de cura. Quem precisa de cura é o estado, os hospitais, as igrejas, os nossos políticos.”, desabafou a loira, que é musa do poliamor. “O mundo está precisando de amor, de amar. Estamos vivendo um retrocesso, um momento delicado, e não podemos nos calar e não vamos. Enquanto tivermos uma gotinha de amor dentro de cada um de nós, o preconceito seguirá perdendo a voz”, analisa Carina.

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A modelo e atleta fitness Júlia Menezes esbanja irreverência e personalidade. Para começar, 23 tatuagens adornam o seu corpão. Com ensaio marcado para acontecer esse mês em um estúdio de tatuagens, Júlia quer ousadia nas fotos. “É um ambiente que me sinto em casa, quero aproveitar essa vibe e ser a mais ousada possível. Será um ensaio bem roqueiro e tatuado”, declara.

Envolvida em polêmica com o concurso da Garota Mais Sexy do Brasil, que prometia à vencedora um ensaio de capa na Sexy, a modelo e atleta teve de recorrer à Justiça para conseguir o prêmio. “Meu problema foi com o produtor do concurso, recorri para garantir o meu direito. Já me acertei com a revista e estou ansiosa para o lançamento”.

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