‘Sorte para o azar’

Até ontem, sexta, 30, Volta Redonda contabilizava a morte de 243 voltarredondenses por conta da Covid-19; em Barra Mansa, o número de óbitos chegava a 178. O curioso é que entre os que faleceram, até prova em contrário, não estava nenhum dos candidatos a prefeito, nem a vereador, nas duas cidades. Sorte deles, é claro. Mais curioso ainda é que os ‘prefeitáveis’ andam dando sorte para o azar, principalmente nos últimos dias, quando passaram a promover passeatas e caminhadas, com aglomerações, na briga por votos.
Nas fotos postadas nas redes sociais ou enviadas por suas assessorias, os candidatos a prefeito aparecem com máscaras, na maioria das vezes, mas seus seguidores e eleitores nem sempre. E a aglomeração é mais do que evidente.

Para alguns, as passeatas mostram poder dos candidatos, e os registros – fotos e vídeos – são utilizados nas redes sociais para ‘mostrar aos eleitores e adversários‘ que estão bem nas ‘pesquisas de rua’ com a adesão dos eleitores. Esquecem, no entanto, que o risco de contaminação nas caminhadas e passeatas é “muito alto”.

Aproveitando o gancho do oba-oba sobre a vacina da Covid-19, sobre a obrigatoriedade ou não de tomá-la, com ou sem prova da sua eficácia, o aQui ouviu a maioria dos candidatos, abordando ainda a participação dos líderes religiosos na campanha eleitoral.
Vejam o que eles defendem:

Alex Martins – PSB

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Alex Martins: Todos nós tivemos nossas vidas afetadas pela pandemia do coronavírus e de uma forma ou outra, perdemos alguém muito próximo. Temos buscado seguir as recomendações das autoridades sanitárias de proteção individual e do próprio eleitor, visando manter a saúde e bem estar de todos, através do uso sistemático de face shoulders e/ou máscaras cirúrgicas e álcool gel.

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Alex Martins: O brasileiro é um povo extremamente acolhedor e afetuoso. Neste momento de pandemia uma das maiores dificuldades tem sido manter o distanciamento social. Em nossas reuniões temos abordado sobre o assunto, mas não cabe ao candidato determinar sobre o comportamento do eleitor, é uma decisão individual. Mas, a observação do Jornal Aqui é de extrema importância. Certamente estaremos mais atentos nos próximos encontros e evitaremos esse contato tão próximo e quando tal acontecer, insistiremos para que o eleitor faça o uso da máscara.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Alex Martins: Algumas decisões são individuais. Mas, tão logo as doses do imunizante estejam disponíveis recomendaremos que todos sejam vacinados. É uma forma de proteção em massa. Vale ressaltar que as vacinas estão sendo desenvolvidas por laboratórios sérios e produzidas por instituições renomadas, como o Instituto Butantã (SP) mediante a realização de testes de eficiência.

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Alex Martins: Eu sou católico e minha vice, Jussara Ferreira, espírita. Acredito e defendo o respeito à di-versidade, seja ela religiosa, cultural, étnica, biológica, social ou de orien-tação sexual. O que precisa ser levado em consideração quando o assunto é diversidade é o SER HU-MANO. Isso sim é importante. Com relação a apoios, temos recebidos muitas manifestações de pessoas católicas, evangélicas, espiritualistas e ateus em função das nossas proposições apresentadas através do Plano de Governo, que têm como foco as pessoas e a humanização do serviço público.

Dayse Penna – Pros


aQui: A senhora já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Dayse: Graças a Deus eu não perdi nenhum familiar ou amigo por conta da Covid-19. Sigo as orientações de prevenção utilizando máscara, álcool gel e o distanciamento ao conversar com os eleitores quando necessário.

aQui: A senhora tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Dayse: A maioria das fotos estamos todos de máscara, em alguns casos apenas eu retiro a máscara para poder ser vista e identificada. Justamente por orientar meus eleitores e tomar todos os cuidados devidos como, higienizar as mãos, uso de máscara e álcool gel, manter a distância correta, estar em locais arejados e sem aglomerar eleitores e pessoas da equipe não tenho tomado conhecimento de nenhuma pessoa a nossa volta com sintomas ou que tenha testado positivo para covid-19.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Dayse: É perceptível que ainda há muita dúvida e dificuldade do entendimento da importância ou não da vacina, mas em nosso país temos instituições sérias e comprometidas como, o Ministério da Saúde e a Fiocruz, capacitadas a orientar a população quanto a melhor medida a ser tomada. E nós adotamos aquilo que os especialistas dizem ser o melhor para a nossa população.

aQui: A senhora é católica, evangélica, ateia? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Dayse: Eu sou cristã e considero que o respeito à diversidade precisa ser adotado em todas as esferas, a política pública serve para nos apontar sobre isso. Sobre intolerância religiosa acredito que quanto mais educamos as pessoas para absorver a diversidade e aceitar que somos diferentes, apesar das semelhanças, mais conseguimos promover um convívio harmônico e mais saudável.

Neto – DEM


aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Neto: Infelizmente já. Sempre que possível todas as orientações são seguidas. Nossa campanha tem sido dentro do que prevê as normas de Segurança contra a Covid.

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Neto: Fazemos a higienização adequada em todos os casos. E muitas vezes ainda alertamos os nossos amigos.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Neto: Esse debate está sendo travado por especialistas e juristas. Teremos nosso Secretário de Saúde para poder nos orientar, de acordo com o que for decidido nas instâncias superiores. Outro ponto importante é escutar a população. Não deve ser uma decisão solitária do prefeito, pois vimos que em alguns casos deu errado decidir sozinho.

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Neto: Sou católico e vejo hoje todas as lideranças de todas denominações mais maduras no trato com a eleição. Há exceções, mas está melhor que antes.

Granato – Solidariedade


aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Granato: Infelizmente todos nós perdemos uma pessoa especial. Pode até não ser um parente, um amigo, um grande conhecido. Todo mundo perdeu alguém especial e eu lamento muito isso. Quanto ao distanciamento social tenho seguido as orientações das autoridades de saúde para evitar aglomerações e não ficar sem a máscara. Sempre estou com ela e faço uso constante do álcool gel.

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Granato: Busco orientar as pessoas que chegam a mim, ou estão ao meu lado, para que usem máscaras. Mas não posso obrigar esse uso, principalmente à aquelas que me procuram para falar comigo nas ruas. Dou um toque, mas tenho que tratá-las com toda educação.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Granato: Creio ser uma decisão de cunho pessoal de cada uma. A orientação é para tomarmos, mas cada pessoa tem o livre arbítrio para fazê-lo. Eu e minha família a tomaremos, desde que as autoridades nos garantam que ela é segura.

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Granato: Eu e minha família seguimos o que está na Sagrada Escritura. Eu na fé católica e minha esposa no ramo evangélico, mas nós todos somos seguidores de Cristo Nosso Senhor e Salvador. A Bíblia no serve como orientação de fé e pratica. Quanto a participação dos religiosos cada uma deve agir com seu critério. Tenho recebido vários apoios de líderes religiosos como pastores e padres e até pessoas de outros credos que nos buscam acreditando na nossa proposta de mudança para Volta Redonda.

Evandro Glória – Cidadania


aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Evandro: Ainda não perdi, mais me solidarizo pelos que perderam seus entes queridos. Tenho seguido as recomen-dações da Organização Mundial da Saúde (OMS) que recomenda o uso de máscaras na pandemia de COVID-19 em estabelecimentos públicos cheios e onde seja difícil manter o distanciamento social como, por exemplo, os transportes públicos e outros lugares fechados e intensamente frequentados.

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Evandro: Tenho noção clara que a COVID-19 é uma doença infectocontagiosa com significativa capacidade de contágio. De acordo com as evidências atuais, o SARS– CoV-2 é transmitido através de gotículas respiratórias e vias de contato. As vezes
tiramos a máscara por breves instantes pois o eleitor pede para tirar uma foto ou pede para ver nosso rosto por sermos um candidato NOVO na política e uma pessoa fora das mídias tradicionais.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Evandro: Em minha opinião trata-se de uma questão de foro íntimo e pessoal e cada um deve fazer o que é melhor para si. Quando for eleito Prefeito ,seguirei o que for determinado pelo Programa Nacional de Imunizações ( lei 6.259/1975) que tem previsão até mesmo da edição de medidas estaduais , com audiência prévia do Ministério da Saúde , para o cumprimento das vacinações quando for o caso.

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Evandro: Sou cristão e respeito todas as religiões . Não conto com apoio de nenhuma liderança religiosa, embora tenho muitos eleitores nas mais diversas religiões. Cabe à Justiça Eleitoral zelar e proteger a legitimidade do voto e, em última análise, impedir que qualquer força política possa coagir moral ou espiritualmente os cidadãos, de forma a garantir a plena liberdade de consciência dos protagonistas do pleito. Lembro que é proibida a realização de proselitismo político no interior de templos de qualquer culto, conforme determina a Lei das Eleições (artigo 37, parágrafo 4º, da Lei nº 9.504/1997)

Juliana – Psol


aQui: A senhora já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Juliana: Infelizmente já perdi parentes próximos. A doença está presente no nosso meio, muito por irresponsabilidade do governo Federal e daqueles que apoiam sua política genocida que coloca CNPJ acima de CPF. Mas eleição se faz com pessoas, com dialogo, com encontros. A melhor alternativa que encontramos para não causar aglomeração foi as ‘banquinhas’ e panfletagens na rua, tomando todas as medidas necessárias, mantendo distância, com uso de máscara e álcool em gel.

aQui: A senhora tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Juliana: Essa pergunta não se aplica a nós. Não me lembro de estar próxima de pessoas sem máscara na rua, muito menos de ser fotografada ao lado dela. É claro que a gente pode ser surpreendido por alguém sem a devida proteção pedindo para conversar ou algo do tipo. Mas eu mantenho a distância segura.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Juliana: Dentre as medidas encontradas pela ciência para resguardar a população de doenças que possam impactar o sistema imunológico está a vacina. Ela é essencial para blindar o organismo contra agentes infecciosos e bacterianos, como o Sars- Cov 2. Diante disso, é de suma importância que a população se vacine. Mas esperamos que a vacina não seja um meio de ganhar as eleições e, por isso, seja disponibilizada sem os devidos testes e comprovação de sua eficácia.

aQui: A senhora é católica, evangélica, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Juliana: Sou Umbandista. Não consigo pensar em aspectos da “atuação de religiosos na campanha”. Uma coisa é fazer campanha em meio às comunidades religiosas, o q faz parte da democracia. A outra é fazer propostas q ferem a laicidade do estado, como por exemplo defender perdão de dívidas de igrejas. Tenho recebido apoio de adeptos das mais diversas religiões.

Samuca – PSC


aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Samuca: Graças a Deus não tive perda de amigos próximos ou familiares para a Covid-19. Infelizmente, houve pessoas conhecidas, vizinhos. E me dói saber que famílias sofrem a morte de 240 voltarredondenses. Me solidarizo com as famílias e lembro que decretei luto permanente na cidade até durar a pandemia.
Sobre a campanha, peço para os apoiadores manterem a distância social, usar máscaras, álcool em gel, entre outros. Quando vemos uma falha, buscamos acertar no próximo ato de campanha. Infelizmente o momento ainda é delicado.

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Samuca: Essa pergunta é boa e leva a reflexão. Importante evitar ter contato com as pessoas sem máscaras. Sem máscara foi um deslize, e nem reparei, uso 24 horas e não tive Covid desde o início da pandemia mesmo convivendo com tanta gente que teve. Mas lembro que estamos com equipes com máscaras, álcool e buscando manter o distanciamento.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Samuca: Já temos muitas decisões para serem tomadas, mas esta da vacinação deverá ser tomada pelas autoridades federais e eu confio nas autoridades de saúde, na ciência. Caso seja uma vacina aprovada pela Organização Mundial de Saúde, Anvisa, Ministério da Saúde, tenho convicção que todos irão querer tomar a vacina. Precisamos salvar vidas e isso que é o que importa.

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Samuca: Sou cristão. Tenho criação na igreja católica, avó evangélica, pais espíritas. Enfim, sou ecumênico. Acredito que, dentro da legislação eleitoral, todos têm o direito de participar do pleito, pedir votos e declarar apoio. Me casei na Igreja São Sebastião e sou devoto dele.

Cida Diogo – PT


aQui: A senhora já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?
Cida Diogo: Não perdi alguém muito próximo, mas com tantas mortes, a gente sente muito essas perdas e se solidariza com as famílias. Desde o início da pandemia, sigo as medidas necessárias, usando máscara sempre, álcool em gel, evito contato e sempre que possível mantenho distância das pessoas em volta. O cumprimento agora é só por cotovelo ou um leve toque com a mão fechada. Eu e a Nena estamos sempre nas ruas em campanha, mas sempre mantendo os cuidados e respeitando os eleitores. É uma campanha atípica mesmo, porque nós temos o hábito natural do contato. Mas devemos agir com muita responsabilidade.

aQui: A senhora tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?
Cida: Podemos ser atores educativos também nesses casos. Durante a campanha, falamos em propostas e sabemos que a desinformação ainda existe, principalmente pelos maus exemplos de governantes que temos, que ignoram a gravidade do coronavírus. Sempre que temos a chance de informar e educar as pessoas devemos fazê-lo.

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?
Cida: Sem dúvida alguma, tomem a vacina! É a única forma de voltarmos de fato a normalidade, sem essa terrível multiplicação de mortes. Sou médica, fui secretaria de Saúde e sei da importância das vacinas para a saúde pública. Temos o SUS que foi foi importante para evitar que mais pessoas morressem e precisamos defender nosso Sistema Único de Saúde, inclusive. Graças a ele, também temos vacinas para várias doenças e precisamos incluir a vacina contra a Covid-19 para toda a população, gratuitamente.

aQui: A senhora é católica, evangélica, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?
Cida: Tenho formação cristã e acredito que a pluralidade das comunidades religiosas têm grande importância na política e na sociedade. A religião faz parte do cotidiano da maioria da população, portanto é importante que seja falado sobre o tema político nesse meio. Porém, precisamos nos atentar para o fato que a religião não deve se sobrepor à política e vice-versa. Os líderes religiosos podem promover a reflexão dos fiéis para análise dos candidatos, assim como demandas necessárias para nos apresentar, e até mesmo manifestar apoio, como forma de defender quem de fato defende a população. Temos apoios de diversas lideranças religiosas que reconhecem na nossa chapa a esperança pela recuperação de Volta Redonda. E que vai cuidar, principalmente, dos mais humildes, público que em geral é assistido por muitas instituições religiosas e que sendo eleita Prefeita, irei potencializar através de parcerias e convênios com o nosso governo.

 

Barra Mansa

Bruno Marini – PSD

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Bruno: Sim, alguns amigos e conhecidos perderam parentes na luta contra a COVID-1. lamentamos por todas as famílias. Infelizmente, aqui Barra Mansa, segundo o atual prefeito, temos 40 milhões em caixa, mas é a cidade do sul fluminense que mais perdeu para a guerra contra o COVID-19, em caso de morte por habitantes. Eu mesmo testei positivo, passei dias terríveis de incertezas, no hospital, mas quis Deus que eu me recuperasse e hoje toco a minha campanha, evitando ao máximo aglomerações. Por essa razão, tenho evitado fazer campanha no Centro da cidade, o que infelizmente não tem feito os demais candidatos.

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Bruno: Tenho evitado ao máximo e orientado a minha equipe.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Bruno: A vacinação em massa, segundo especialistas, é a única solução para evitar que mais pessoas sejam vítimas do COVID-19, todavia, é preciso desvincular o discurso político e mostrar segurança para as pessoas.

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Bruno: Sou católico e aprendi desde pequeno a respeitar todas as pessoas e suas crenças. A religiosidade é elemento importante da cultura e da esperança das pessoas e a política é fundamental para a vida e o bem estar das pessoas. Quando conduzido, com responsabilidade, acho positivo e necessário a participação em campanhas.

 

Capitão Daniel Abreu – Patriota

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Capitão Abreu: Sim, inclusive tive alguns amigos vieram a falecer por complicações relacionadas a covid. Estamos seguindo todas as determinações da Justiça Eleitoral durante esse período de campanha

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Capitão Abreu: Estamos caminhando e utilizando máscaras, bem como, nas fotos, quase em sua totalidade são com máscaras. Até em caminhadas estamos evitando aglomerações ao contrário de outros que até pagam para ter essa aglomeração, ou da atual administração que leva cargos comissionados em peso para fazer número. Acredito que o jornal deva direcionar q pergunta a esses.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Capitão Abreu: A vacina ainda está em fase de estudo, ficar com esse questionamento sem nem saber quando será disponibilizado é uma polêmica que não leva a nada.

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Capitão Abreu: Todas as religiões sem exceção devem ser respeitadas, sou uma pessoa temente a Deus, e acredito que não devemos misturar apoio político com religião, para dar liberdade para as escolhas, bem como meu apoio quero do POVO! E não de religiões, políticos antigos ou entidades. Por anos vem acontecendo esse tipo de troca a troca, não existe “almoço de graça”, quando se vê um político antigo abraçando alguém e apoiando. Já ocorrera algum acordo por vantagens nos bastidores e quem paga essa conta é o povo.

 

Jackson Emerick – SDD

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Jackson: Lamentavelmente tive vizinhos e membros da minha igreja que morreram vítimas de Covid. Eu tenho mantido respeito às limitações sanitárias desde a pré-campanha, utilizando máscaras, limitando o número de pessoas nas nossas caminhadas e mantendo o isolamento recomendado em nossas reuniões.

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Jackson: Evito ao máximo a proximidade de pessoas sem máscaras. No nosso grupo de caminhadas todos utilizam máscaras. Mas, às vezes encontramos eleitores que vem ao nosso encontro sem máscaras e por respeito não tenho como evitar, mas tento manter uma distância mínima recomendável.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Jackson: Vacina é questão de saúde pública. O Brasil tem o maior programa de vacinação do mundo. A vacinação gratuita pelo SUS possibilitou dar fim a males como poliomielite, varíola e rubéola. Para entrar no programa a vacina do Covid deve ter eficácia comprovada por cientistas. Isso ainda vai levar tempo. Se este processo for cumprido não temos porque duvidar da vacina.

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Jackson: Sou evangélico, membro da Igreja Metodista desde 1994. Sou contra a influência de líderes religiosos direcionando o voto dos fiéis para determinados candidatos. O líder religioso tem que incentivar o exercício da cidadania, e com liberdade, responsabilidade e consciência o cidadão decidir o seu voto. É assim que nossa democracia se tornará forte e teremos um povo de consciência forte. Tenho pastores orando e torcendo pela minha candidatura, até porque sou do meio, mas não usando suas igrejas para influenciar os votos dos fiéis.

 

Paulo Cesar, o PC – Podemos

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Paulo Cesar: Sim, infelizmente tive a perda de um amigo próximo, por conta de complicações da Covid. Eu e meus apoiadores estamos seguindo as orientações técnicas no tocante ao distanciamento, uso de máscaras e evitando o contato por apertos de mão e abraços. Em todas as caminhadas levamos, também, um frasco de álcool em gel para fazermos a higienização das mãos.

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Paulo Cesar: Infelizmente alguns cidadãos não fazem o uso de máscara, como recomendado. Conversamos sobre o assunto sim, quando o cidadão nos dá abertura para tanto, mas a nossa conduta nesses casos é redobrarmos os cuidados para evitar o contágio por Coronavírus. Da nossa parte, uso de máscara tem sido uma constante.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Paulo Cesar: Nossos cidadãos devem se vacinar. A vacina irá pôr fim a esse tormento que vivemos nos últimos meses e se não vacinarmos uma grande parcela da sociedade, as mortes por Coronavírus terão continuidade. O ato de se vacinar é um ato cidadão, pois visa também a manutenção da saúde dos demais munícipes.

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Paulo Cesar: Não sou adepto à rótulos, mas posso afirmar que cresci em um lar Cristão. Eu sou Cristão. Acredito em Cristo como meu único e suficiente salvador. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Vejo a atuação dos religiosos na campanha eleitoral com muita naturalidade. Todo brasileiro, no gozo pleno dos seus direitos como cidadão (FICHA LIMPA), tem direito de se candidatar e ser votado por aqueles que nele acreditam. No meu entendimento prefiro um religioso como candidato do que muitos bandidos que vimos por aí, se candidatando, condenados por crimes. Conto com apoio de diversos Pastores e tantos outros religiosos e isso muito me orgulha, mas entendo que deve ser avaliado, principalmente pelos eleitores, é a capacidade que reúne o candidato e o seu caráter. Eleição não é plantio, é colheita.

 

Tuca – PDT

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid?  E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Tuca: Já perdi amigos, tive contaminações na família, procuro seguir os protocolos adotados, inclusive em função de ser um candidato com idade na faixa de risco. Tenho minhas ações de Campanha voltadas para comunicar com os eleitores através de métodos alternativos e também respeitando o eleitor.

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Tuca: Essa afirmação não reflete a realidade. Não tenho postagem com fotos de pessoas sem máscaras exceto em estúdio mante indo distância.  Quanto a evitar, como afirmei acima, eu não tenho esse problema como procedimento normal.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Tuca: Logicamente que eu aconselho a todos tomarem vacina, ainda é a melhor forma de prevenir e controlar a pandemia.

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Tuca: Sou Cristão evangélico, não faço campanha ostensivas em igrejas. As igrejas cristãs têm que ser militantes de Jesus, e não de candidatos. Não tenho apoio oficial de nenhuma igreja ou denominação. O voto tem que ser em função da competência, qualificação e experiência para resolver os graves problemas de nossa Cidade.

 

Rodrigo Drable – DEM

aQui: O senhor já perdeu algum parente próximo ou alguém muito amigo por conta da Covid? E tem seguido à risca o distanciamento social, inclusive dos eleitores?

Rodrigo: Perdi amigos queridos. Infelizmente não pude fazer isolamento, pois durante toda a pandemia estive envolvido diretamente nas ações de combate, inclusive estando constantemente nas unidades de tratamento. Tomo os cuidados possíveis para minha realidade de trabalho pela cidade.

 

aQui: O senhor tem postado fotos onde aparece ao lado de pessoas sem máscaras. Por que não as evita?

Rodrigo:  Eu uso sempre. Tem hora que nos sufoca, incomoda, mas é necessária. E sempre recomendo as pessoas ao redor, que também use.

 

aQui: O que diria aos seus eleitores: que tomem a vacina contra a Covid-19 ou não?

Rodrigo: Claro que sim! Eu vou tomar!

 

aQui: O senhor é católico, evangélico, ateu? Como vê a atuação dos religiosos na campanha eleitoral? E conta com o apoio de quem?

Rodrigo: Sou Cristão. Tenho apoio de lideranças religiosas, mas cada um se manifesta da maneira que entende ser adequada a sua realidade. Sou muito grato ao apoio de todos, principalmente aos que nos cobrem com oração e pensamentos positivos.

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