terça-feira, agosto 16, 2022

Questão fechada

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de garantir a diplomação de Neto e, por conseguinte, sua posse amanhã, sexta, 1, pôs fim não só à instabilidade que se instaurou no Palácio 17 de Julho, mas também aplainou o terreno na Câmara de Volta Redonda. O vereador Neném continuará como presidente da Casa em 2021. “Sim, serei o primeiro presidente”, confirmou o parlamentar.
Segundo Neném, o fato da vitória de Neto ter sido legitimada levou os vereadores mais antigos a decidirem, depois de alguns churrascos, que ele permaneceria no cargo sem grandes problemas. Mas a indefinição de Neném, que havia condicionado sua decisão à posse de Neto, chegou a atiçar os demais vereadores que, ao contrário dele, tinham interesse em assumir o Palácio 17 de Julho, nem que fosse por alguns meses.

Edson Quinto, Paulo Conrado e Dinho não escondiam de ninguém o interesse em substituir Samuca. Se o ‘caso Neto’ não fosse resolvido, a mesa diretora da Câmara seria decidida voto a voto. “Quando não tinha definição (da Justiça sobre a posse de Neto), falei que não queria a presidência, pois não queria ser prefeito. Aí tiveram três interessados: Edson, Conrado e Dinho. Iam para a disputa, mas como Neto venceu, não chegou nesse momento”, completou Neném.
Os próximos presidentes também foram decididos de forma amigável: Dinho assumirá a Mesa em 2022, Conrado em 2023 e, finalmente, Quinto voltará ao cargo em 2024. Quem realmente ficou a ver navios foi Rodrigo Furtado, que chegou a se lançar como postulante ao cargo de presidente da Câmara.

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