terça-feira, novembro 30, 2021
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Golpe do motoboy

Nos últimos 30 dias, o Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de Volta Redonda passou a receber denúncias quase diárias de consumidores sobre o “golpe do motoboy”. Foram 17 no total. Para tentar reduzir a prática criminosa, que na verdade é um caso típico de estelionato, o coordenador do órgão, o advogado João Silveira Neto, orienta a população a agir.
O golpe, segundo ele, funciona assim: o golpista, como se fosse funcionário de um banco ou administradora de cartões, por exemplo, liga para a possível vítima tentando convencê-la a entregar o cartão para que o mesmo seja cancelado, sob a justificativa de que teria sido clonado ou que há compras suspeitas. Logo após, um dos bandidos, como se fosse um motoboy, vai até a casa da vítima buscar o cartão supostamente clonado.
De acordo com Silveira Neto, coordenador do Procon, muitas vezes o golpista informa os dados verdadeiros da vítima para passar credibilidade e pede que ela corte o cartão ao meio (preservando o chip) e o entregue junto com a senha para que o cancelamento seja efetivado. Com isso, mais os dados das vítimas, os criminosos conseguem realizar compras e efetuar saques. “Esse motoboy, que normalmente é integrante da quadrilha, entrega um recibo às vezes e diz: ‘Para cancelar, tem que dar a senha’ e, ao fornecê-la, a pessoa acaba sendo vítima”, detalhou.
Para que as pessoas não caiam no golpe, o coordenador do Procon orienta que todas desconfiem ao receber ligações deste tipo e não informem a senha, em hipótese alguma. “Jamais dê a senha. Com ela, o falsário consegue fazer o que quiser: compra, empréstimo. Então a melhor maneira de se prevenir é não informar a senha”, disse, completando: “Se a pessoa receber uma ligação do banco, [e bom que entre em contato com o número que ela tem da agência. De preferência, ligue para o número do telefone que está no verso do cartão, ou então, se tem um relacionamento com o banco, ligue para o gerente”, orientou Silveira Neto, lembrando que como a prática configura crime de estelionato, caso o consumidor seja vítima, deve procurar a Polícia Civil.

 

Eduardo Prado assume presidência da FOA


O advogado Eduardo Guimarães Prado foi oficializado, na quarta, 24, como presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), mantenedora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em substituição a Dauro Aragão, recentemente falecido. A posse foi de forma virtual, com a presença de todos os membros dos conselhos Curador e Diretor da instituição.
Eduardo Prado, advogado, professor, nascido em Volta Redonda no dia 24 de setembro de 1963, filho de Edu Prado e Olívia Guimarães Prado, é casado com Cecilia, pai de Leonardo, também advogado, e ingressou na FOA, em 1996. Foi professor do Curso de Ciências Contábeis e Direito; coordenador do curso de Direito; diretor de Centro de Área; assessor Jurídico, assessor da Reitoria; superintendente Executivo e ocupava o cargo de vice-presidente.
De acordo com Eduardo, o sentimento ao assumir a direção da FOA é de grande responsabilidade. “A Fundação Oswaldo Aranha não tem um dono, ela tem responsáveis por sua condução institucional e acadêmica. O sentimento inicial pela ausência física do presidente Dauro Aragão ainda é muito grande, só é superada pelo apoio incondicional que recebo de todos…”, disse, relembrando que conviveu com Dauro por cerca de 19 anos. “A FOA foi criada em 1967, no século passado, e sempre esteve à frente de seu tempo no ensino superior, e esta tradição e qualidade serão permanentes na condução da Instituição de Ensino”, concluiu Eduardo Prado.

 

De jovens para jovens


A Coordenadoria da Juventude de Volta Redonda já tem um novo titular, ou melhor, uma nova titular: é Larissa Garcez, 24, discente do 10° período do curso de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF). Apesar de jovem, ela tem experiência de nove anos na criação, elaboração e gerenciamento de projetos para a infância, adolescência e juventude no terceiro setor.
Além disso, Larissa, como ex-conselheira da pasta por dois mandatos, apostará numa gestão feita de jovens para jovens, como protagonistas no processo de construção de políticas públicas de promoção da juventude. “Vamos criar um calendário contínuo de projetos que realmente modifiquem a estrutura para entender a política pública de juventude. Trabalhar diretamente com um conselho atuante, fazer uma conferência de juventude e trabalhar os fóruns de juventude”, disse Larissa.
De acordo com dados do IBGE, Volta Redonda conta hoje com quase 64 mil jovens. E é pensando neles que Larissa pretende apresentar propostas e projetos ligados ao direito à cidadania, participação social e política, representação, território e mobilidade, diversidade e igualdade, segurança pública e acesso à justiça, saúde, cultura, comunicação, liberdade de expressão, profissionalização, trabalho e renda, desporto e ao lazer.

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