quinta-feira, outubro 29, 2026
Casa Blog Página 2999

Bate bola – Sergio Luiz

0

Este é o time do América, do Rústico, campeão da Taça Francisco Torres, em 1975. O  técnico era o Totonho e o presidente era o Zé 51. Pertence ao acervo do Luiz Gonzaga.

esporte

Em pé da esquerda para a direita: Gonzaga, Marinho, Neném, Jorge Vampiro, Guilherme e Macaé. Agachados: Binha, Dida, Esticadinho, Zé Maria e Sabará.

A um passo do paraíso

Não importa se o Mogi Mirim só veio cumprir tabela e passear pela cidade do aço. O importante foi que o Voltaço entrou em campo para vencer. E venceu. Melhor, de goleada, por 4 a 0, com dois gols de Rafael Pernão, e um de Dija Baiano e Michel Benhami. Alguém poderia dizer: o time não fez uma grande partida. Concordo. O time de Surian desperdiçou boas oportunidades e poderia ter aplicado uma histórica goleada no time paulista. Porém, jogou o suficiente e com a vitória assumiu a terceira colocação do grupo B da série C, o que o credencia a decidir com o Tupi na segunda, às 21 horas, no Raulino de Oliveira, uma vaga para as Oitavas de Final.

O time mineiro faz uma excelente campanha e está na segunda colocação com 27 pontos. Já o Volta Redonda ocupa a terceira posição com 24. Caso vença, as posições serão invertidas, já que os dois somariam 27 pontos, e o Voltaço assumiria a vice liderança pelo saldo de gols. Quando entrar em campo na segunda, o Voltaço já saberá os demais resultados da rodada. E vai passar o domingo torcendo para que o Ypiranga (4º lugar com 23) não pontue no jogo contra o líder, São Bento, com 27 pontos. Terá que torcer também por um empate entre Tombense e Botafogo-PB, que estão com 22 pontos.

Assim, garantirá sua classificação para as oitavas de final, haja vista que o time de Erexim (RS) não conseguirá alcançá-lo na ultima rodada. Caso contrário, o tricolor de aço terá que ir a Sorocaba (SP) precisando vencer o São Bento, já classificado para a próxima fase. Quem viver verá!

Promoção
A diretoria do Voltaço fará uma promoção para aumentar a venda de ingressos para o jogo contra o Tupi. O torcedor que comparecer com a camisa do Volta Redonda pagará apenas R$ 10 (meia) nos ingressos para a arquibancada. Já a entrada para os visitantes será vendida a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A promoção não será estendida para as cadeiras sociais, que serão vendidas a R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Barra Mansa
Encerrou de forma melancólica a sua participação na segunda divisão perdendo por 2 a 1 para o Gonçalense, em jogo realizado na terça, 29. Acabou rebaixado para a terceira divisão. Enquanto lamenta o vexame, apela para o Tapetão, acusando o Carapebus, Serrano e Tigres do Brasil de terem escalados jogadores irregulares. A coisa está tão feia que o clube não tem nem dinheiro para recorrer (R$1 mil por recurso).

Vergonha
Mais uma vez o Leão foi abatido covardemente por uma turma de caçadores de interesses, que utilizaram o clube para buscar proveito próprio e o levaram ao fundo do poço. Sujaram ainda mais o nome do Barra Mansa e da cidade. Sujaram a história de uma entidade centenária. Só permanecem à espera da grana que o clube tem direito como formador, na venda do passe do lateral Dalbert para a Internazionale de Milão.

História
Na minha Além Paraíba certa vez, durante um treino do E.C. São José, surgiu um cidadão pedindo para treinar. O treinador olhou o suposto atleta de cima embaixo, viu que estava bem vestido, com camisa nova, short novo, meiões novos, chuteiras novíssimas e fazendo um trabalho de aquecimento, pensou: “esse deve ser craque”. Resolveu, então, colocá-lo em campo. Depois de meia hora, o “craque” ainda não tinha pegado na bola. Chegou até o técnico e mandou essa pérola: “Professor, pra que lado que eu chuto?”. O treinador, apontando o dedo para o vestiário, mandou: “É pra lá que você vai chutar”. E dispensou o cracão no ato. É mole?

Master 40/40
A LDVR definiu a data e os locais das decisões dos campeonatos de Master 40 e 50. Será no feriado do dia 7 setembro, no CT do Aero Clube. O primeiro jogo será às 9 horas, entre Galera e Novo Mundo, decidindo o título de Master 50. Às 11 horas, Retiro e Flamengo da Vila Americana decidirão o título do Master 40. Certeza de casa e bons jogos.

Pagamento
Os jogadores do Voltaço terão mais um bom motivo para jogar bem contra o Tupi. É que a diretoria prometeu pagar os salários de agosto antes da partida. Vale lembrar que o Voltaço, desde a entrada do presidente Flávio Horta, tem mantido os salários rigorosamente em dia.

Bola fora
Para o rebaixamento do Barra Mansa para a terceira divisão. Era o que de pior poderia acontecer com um clube da tradição do Leão. Dirigentes incompetentes e aproveitadores levaram o Barra Mansa ao fundo poço. Quero ver se terão competência de tirá-lo de lá. Lamentável!

Bola dentro
Para a vitória do Voltaço por 4 a 0 sobre o Mogi Mirim. Fez o dever de casa e decide com o Tupi-MG uma vaga para as oitavas de final a caminho da série B. Tá valendo!

Curtas

0

Concerto OSBM Juvenil no Asilo da Mendicidade 07-Gustavo Dias

Na tarde de sábado, 26 de agosto, um encontro de gerações animou o ambiente do Asilo da Mendicidade, em Barra Mansa. É que a Orquestra Sinfônica Juvenil (OSBM), do projeto ‘Música nas Escolas’, realizou um concerto para os 52 idosos mantidos pela instituição com um repertório para lá de especial. Foram tocados sucessos de Luiz Gonzaga, Roberto Carlos, Michael Jackson, Beatles e outros grandes nomes da música nacional e internacional. E o som que fez a terceira idade ‘sacudir o esqueleto’ foi brasileiro. Ao final da apresentação, o maestro Werley Nicolau pediu para que as músicas de Luiz Gonzaga fossem tocadas novamente e convidou a todos para dançar, solicitação prontamente atendida. As cadeiras foram então afastadas e até mesmo alguns integrantes da orquestra tiraram os idosos para dançar.

Sebastião Diolindo, 77, definiu o momento como maravilhoso. “Foi muito bonito. Eu falo que o que faz um lugar bom é o bom coração e aqui estão pessoas de bom coração. Essa música trouxe alegria para nós e quem alegra os outros alegra a Deus também”, definiu.

O presidente do Asilo, Vivaldo Moreira (que já dirigiu a Associação da OSBM), falou sobre a importância de atividades deste tipo para a instituição. “Tenho um orgulho muito grande de ter sido presidente da Associação da Orquestra. Precisamos muito que essas ações aconteçam mais vezes. Aqui eles vivem bem, têm atividades todos os dias e hoje vocês vieram coroar esse nosso trabalho. O mais importante é o amor, o carinho das famílias e de vocês”, ressaltou. Além da orquestra, ainda estavam presentes membros do movimento Ação Voluntária do Sul Fluminense e visitantes.

Prefeito recebe homenage do Tiro de Guerra- Paulo Dimas (3)

O prefeito de Barra Mansa Rodrigo Drable, recebeu na segunda, 28, a visita do subtenente Aldo Melo de Lima, chefe de instrução do Tiro de Guerra, que aproveitou o encontro para lhe entregar a comenda ‘Amigo do Tiro de Guerra’. “A comenda é entregue como um reconhecimento às pessoas que fazem serviços relevantes no município, como uma forma de apreço pelos serviços prestados em favor de Barra Mansa”, disse o subtenente.

Ao receber a homenagem, Rodrigo aproveitou para elogiar o trabalho desenvolvido pelo Tiro de Guerra em Barra Mansa. “É muito gratificante ter o nosso esforço reconhecido, principalmente, por quem também realiza um trabalho de relevância para o município”, comemorou.

Na sexta, 25, o Tiro de Guerra realizou uma cerimônia de formatura em celebração ao Dia do Soldado. Na ocasião, outras autoridades foram homenageadas com o título de ‘Amigo do Tiro de Guerra’, entre eles Marcelo Borges, presidente da Câmara; Luiz Furlani, secretário de Ordem Pública; Vantoil de Souza, secretário de Educação; Fanuel Fernando de Paula, diretor executivo do Saae; Denilson Câmara, coordenador da Defesa Civil; Joel Valcir Pereira, comandante da Guarda Municipal.

 

III Encontro UniFOA das Religiões de Matriz Africana

Combater o preconceito através da transmissão de informação. Esse foi um dos objetivos do III Encontro UniFOA das Religiões de Matriz Africana, que aconteceu na quinta, 31 de agosto, no Centro Histórico Cultural do campus Três Poços. Com o tema ‘Religando a cidadania’, a terceira edição do Encontro contou com um diálogo sobre a história das religiões de matriz africana e de que forma estas se inserem no contexto atual. O evento reuniu alunos, professores, representantes da Defen-soria Pública da União, Escritório da Cidadania, palestrantes e comunidades.

Além de proporcionar o avanço da parceria entre o UniFOA e a Defensoria Pública, o encontro também permitiu que fosse abordada a criação do plantão de tutelas coletivas, cuja finalidade é cuidar de grupos mino-ritários, associações religiosas e grupos de portadores de doenças graves. O organizador do evento e responsável pelo Escritório da Cidadania do UniFOA, Dario Aragão Neto, explicou que os estudantes aprendem a criar e registrar estatutos, dando vida legal a esses locais. Por meio do Escritório, eles têm a oportunidade de vivenciar na prática determinados procedimentos jurídicos que precisam de muita atenção. “Nesse encontro, tivemos o privilégio de ser o primeiro Núcleo de Prática Jurídica da região a entregar um estatuto pronto e já regularizado para uma instituição religiosa. Para o UniFOA, sediar o evento é importante para formar uma sociedade melhor, que possua conhecimento sobre essas temáticas”, pontuou.

O conceito do evento foi ainda aproveitado pela pesquisadora Lourence Alves, que realizou uma Oficina no laboratório do curso de Nutrição, propondo aos alunos preparações características da ‘cozinha de santo’, com insumos naturais.

WhatsApp Image 2017-08-26 at 17.29.56

Na noite de quinta, 24, os integrantes do Instituto Dagaz estiveram na Câmara de Volta Redonda para receber a Medalha Getúlio Vargas – maior honraria do poder Legislativo – graças a uma indicação do vereador Paulinho do Raio-X. A homenagem se justifica, afinal a ONG presta serviço à sociedade há oito anos e cerca de oito mil pessoas são atendidas em todo o Sul Fluminense com atividades desenvolvidas no Condomínio Cultural, por meio de parcerias para oferecer aulas gratuitas de balé, capoeira, música, dança, futsal, circo e rugby, ministradas no Volta Grande III.

“Estamos muito felizes com a medalha. É um reconhecimento de um trabalho sério, que valoriza nossos jovens e crianças através da cultura, educação e esporte. Agradecemos ao vereador Paulo Cesar da Silva, o Paulinho do Raio-X, pela lembrança, e a todos os vereadores. Esse é mais um estímulo para darmos continuidade ao nosso trabalho. Somos muito gratos também aos nossos parceiros e toda a equipe que merece essa homenagem, pois faz tudo isso acontecer”, comemorou a coordenadora geral da ONG, Clarisse Netto.

 

Escolher o curso e, consequentemente, saber como será sua futura profissão é um desafio para muitos estudantes diante de tantas opções. Nesse sentido, um esclarecimento sobre cada área e sua atuação é sempre válido. Cerca de 230 alunos das quatro escolas da Fevre receberam esse auxílio através de uma iniciativa da prefeitura de Volta Redonda em parceria com a fundação. A palestra “Trabalho, Ética e Futuro”, realizada no auditório do Colégio XXIII, no Retiro, foi ministrada pelo juiz federal João Marcelo Oliveira Rocha.

Segundo o presidente da Fevre, Eduardo Dessupoio, a intenção foi proporcionar aos adolescentes uma reflexão sobre a carreira que pretendem seguir. “É importante que desde cedo eles tenham esta percepção, já que falta pouco para eles estarem dentro das universidades ou cursos técnicos. Além da educação tradicional, a Fevre se preocupa com a formação do ser humano”, ressaltou.

Após a palestra, os jovens foram para a quadra da unidade de ensino, onde foi realizada a Feira do Futuro. No local, foram posicionadas barracas de universidades com apresentação de seus cursos para oferecer aos estudantes explicações sobre cada segmento e ajudá-los na decisão.

A aluna do Colégio José Botelho de Athayde, Larissa Barbosa, 17, revelou que saiu do evento com a certeza do que estudar na faculdade. “Estava um pouco na dúvida do que queria seguir e precisava de alguém para abrir os horizontes. Pretendo cursar direito”, concluiu.

Dormindo com o inimigo

0

O Instituto de Segurança Pública (ISP) acaba de divulgar os dados da 12ª edição do Dossiê Mulher, que mostra os principais crimes cometidos no ano passado contra as mulheres em todo o estado do Rio – homicídio doloso, tentativa de homicídio, lesão corporal dolosa, ameaça, estupro, tentativa de estupro, assédio sexual, importunação ofensiva ao pudor, dano, violação de domicílio, supressão de documento, constrangimento ilegal, calúnia, difamação e injúria. 

 

O documento foi divulgado na semana em que se completaram 11 anos da Lei Maria da Penha, criada para combater a violência contra a mulher. Mas, na verdade, infelizmente parece que muito pouco mudou. Apesar de a pesquisa mostrar uma pequena queda no número de ocorrências nos municípios da região, os números ainda são altos: em 2016 foram registrados 5.664 ocorrências envolvendo violência contra a mulher nas cidades de Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Porto Real, Quatis, Resende e Volta Redonda. No anterior (2015) haviam sido registradas 5.976 ocorrências.  

 

Em 2016, todas as três maiores cidades da região registraram mais de 1,3 mil crimes contra as mulheres, em média: foram 1.849 registros em Volta Redonda, 1.417 em Resende, e 1.362 em Barra Mansa. A maioria dos crimes foi cometida dentro de casa (58,1%) ou em vias públicas (23,7%), quase sempre pelo ex-companheiro (44,6% dos casos).  “São dados preocupantes que a sociedade deve colaborar em todos os sentidos, para que as autoridades possam tomar providências contra os agressores. Mais da metade da violência acontece no interior dos lares. A maior parte dos agressores é alguém com relação de confiança e intimidade com a vítima”, disse o secretário de Segurança, Roberto Sá, na divulgação do Dossiê Mulher.

 

O crime mais cometido contra as mulheres foi a ameaça (1.961 registros), seguido de lesão corporal dolosa (1.751 ocorrências) e injúria (1.307). No entanto, o relatório aponta ainda a ocorrência de crimes mais graves, como estupro (104 ocorrências) e homicídio doloso (14 vítimas), além de um caso de feminicídio e quatro tentativas de feminicídio.   

 

“Podemos ressaltar a transparência do Estado, que contribui para a implementação de políticas públicas para o combate à violência contra a mulher”, afirmou a major Claudia Moraes, organizadora do Dossiê Mulher.

Dados

O Dossiê Mulher 2017 mostra que no estado do Rio as mulheres continuam sendo as maiores vítimas dos crimes de estupro (85,3%), ameaça (65,4%), lesão corporal dolosa (63,8%), assédio sexual (93,3%) e importunação ofensiva ao pudor (91%). Grande parte destes crimes é cometida por pessoas com algum grau de intimidade ou proximidade com a vítima – companheiros e ex-companheiros, familiares, amigos, conhecidos ou vizinhos.

 

Os dados mostram que, em relação à violência contra mulheres, esse grupo foi responsável por 68% dos casos de violência física, 65% da violência psicológica e 38% da violência sexual. Pais, padrastos, parentes, conhecidos, amigos e vizinhos foram acusados de 37% dos estupros de vulneráveis registrados em 2016. Mais de 60% dos estupros e dos crimes de lesão corporal dolosa contra as mulheres ocorreram no interior de residência em 2016, assim como 40% das tentativas de homicídio de mulheres.

Transparência

Pelo segundo ano, o Dossiê apresenta os dados estatísticos de assédio sexual e importunação ofensiva ao pudor. Em 2016, foram registradas 588 mulheres vítimas de importunação ofensiva ao pudor e 126 vítimas de assédio sexual. Esses casos geralmente acontecem em ambientes públicos como ruas, bares, meios de transporte coletivo ou no ambiente de trabalho. Situações como essas, apesar de causar profundo constrangimento e desconforto às suas vítimas, ainda são pouco percebidas pela população como um tipo de violência, o que explicaria o baixo número de registros.

Fechado pra balanço 

Associação quer reabir Ceam de Barra Mansa

A Associação Mulher, Cidadania, Ambiente e Economia Solidária de Barra Mansa está reivindicando ao prefeito Rodrigo Drable a reabertura do Ceam (Centro Especializado de Atendimento a Mulher). A presidente da associação, Lucia Helena de Oliveira Alves, em e-mail à redação do aQui, relata que desde julho de 2016 o Ceam foi fechado e transferido para uma sala do Creas, onde funciona muito precariamente: “O precário funcionamento prejudica o atendimento das mulheres vítimas da violência doméstica e não obedece as diretrizes das políticas públicas para as mulheres, que estabelece o atendimento individualizado, em lugar apropriado com profissionais de diversas áreas devidamente capacitadas. O Creas não foi criado com o mesmo objetivo”, pontua.

 

O ofício reivindicando a reabertura do Ceam foi protocolado no mesmo dia em que a Lei 11340 – Lei Maria da Penha completou 11 anos. “Temos lutado todo dia pela redução da violência e pela aplicação integral da Lei Maria da Penha, a campanha pela reabertura do Ceam é mais uma etapa importante desta luta””, declarou.

 

Ela foi além. Lembra que a cada ano é lançado o Dossiê Mulher do Instituto de Segurança Pública, que demonstra os índices de criminalidade registrados contra a mulher, em todos os municípios do estado do Rio. “Sabemos que os índices do Dossiê Mulher são alarmantes, embora estejam ainda abaixo da realidade. Quando há centros de atendimento funcionando, mais mulheres se sentem encorajadas a denunciar”, avaliou Maria da Penha Silva, presidente atual do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e ex-coordenadora do Ceam.

 

O Ceam Maria Aparecida Roseli Miranda (homenagem à trabalhadora que foi assassinada em 2008, enquanto trabalhava na Siderúrgica Votorantim) faz parte da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e quando foi inaugurado, em 2 de setembro de 2013, recebeu do governo Federal vários equipamentos (mesas, cadeiras, televisor, carro, entre outros), sendo que as profissionais da prefeitura receberam capacitação do Cedim (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher). Na época, quando funcionava, oferecia atendimento de assistência social, psicologia, orientação jurídica e encaminhamentos. 

 

Nota da redação: Pena que procurada pelo aQui para falar mais sobre os problemas do Ceam, a presidente da entidade não tenha respondido aos e-mails enviados pela reportagem. E o número de telefone que ela disponibilizou não funciona. 

Seja bem vindo!
Enviar via WhatsApp