sábado, novembro 7, 2026
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Bate bola – Sergio Luiz

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Olha aí que relíquia: é a foto do time do SM – Serviço Médico da CSN, em 1952, que pertence ao acervo da Tânia Resende.

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Em pé da esquerda para a direita: ( NI ), Paulinho Laboratório, Luiz Protético, Dr. Eros, (NI),  Dr. Clímaco e Silvestre. Agachados: Peixoto, Amaury, Peixoto, Dr.Garcia, (NI) e Ratinho.

Erro de planejamento

Ao contrário do critério adotado pelos dirigentes do Voltaço, que optaram por economizar nas contratações para o Carioca de 2018 para, teoricamente investir na série C do Brasileirão, o Boavista montou um time para ficar entre os cinco primeiros colocados. Provou que foi ousado e mais inteligente.

 

De cara, o time de Bacaxá (Saquarema) deu oportunidade aos garotos da base, contratando alguns jogadores mais experientes e estes deram equilíbrio ao time. Tanto é que vai disputar a final da Taça Guanabara contra o Flamengo, amanhã, domingo, 18, no Espírito Santo. É isso mesmo, a final será em Cariacica, bem longe das praias da Região dos Lagos e muito mais distante da cidade maravilhosa.

 

Enquanto isso, pelas bandas da cidade do aço, o Voltaço amarga um feito inédito, o de terminar o primeiro turno em último lugar no seu grupo, e em penúltimo no geral. Já corre o risco de ser rebaixado para a segundona. O fiasco já fez até duas baixas: o lateral Michel Behami e o atacante Fabinho Alves. Foram tarde, diriam alguns.

 

Ora, se as contratações são feitas baseadas pelos dirigentes em rigoroso critério, alguma coisa está errada. Se fosse assim, Luan, João Cleriston e David Batista não teriam saído. O pior é que outros poderão deixar o clube, por deficiência técnica. Tem jogador que ainda não correspondeu e outros que não se adaptaram ao esquema de trabalho do técnico Felipe Surian.

 

A diretoria do tricolor de aço, que optou por um time fraco, agora diz que corre atrás de reforços. Esquece que a essa altura do campeonato quem for bom de verdade já está empregado, o que torna a missão de reforçar o Voltaço quase impossível. Pior. A estreia na Taça Rio será na próxima segunda, 19, contra a Portuguesa, no Raulino de Oliveira. Tomara que o velho ditado de que ‘tudo que começa errado termina errado’ não prevaleça em Volta Redonda. Tenho dito!

Adversários

Anote os jogos do Voltaço pela Taça Rio: dia 19, segunda, às 19h30min, contra a Portuguesa, no Raulino; dia 26, segunda, às 15h45min, contra o Madureira, em Conselheiro Galvão; dia 4 de março, contra o Fluminense, em local a ser definido; dia 7 contra o Macaé, no Moacirzão; dia 10, joga em casa contra o Botafogo; fecha sua participação no dia 18, contra o Boavista, no Raulino.

 

Gol qualificado

Uma das novidades no regulamento da série C do Brasileirão é o fim do gol qualificado. Ou seja, não haverá mais a regra dos gols marcados dentro ou fora de casa na fase do mata-mata. Outra é que o Conselho técnico da CBF vai exigir que os clubes anunciem a escalação das suas equipes com antecedência. Motivo: saber se existe alguma pendência, evitando que o atleta seja escalado irregularmente.

 

Série C

O Voltaço estreia no Brasileirão, no dia 14 ou 15 de abril, jogando fora de casa contra o Operário, do Paraná. O tricolor de aço fará quatro jogos em casa: contra Cuiabá (MT), Ypiranga (RS), Bragantino (SP) e Tupi (MG). Jogará fora contra o Botafogo (SP), Luverdense (MT), Tombense e Joinville (SC).

 

História

Na década de 80, um garoto do Voltaço fez exames médicos e teve que fazer um tratamento, tendo que “tomar (remédio) de 6/6 horas”. Sem pestanejar, às 6 horas, ele tomou os comprimidos. No dia seguinte, acordou com uma tremenda caganeira. Ele não conversou! Correu ao departamento médico e contou para o médico, que lhe perguntou: “Você tomou o remédio direitinho?” O futuro craque respondeu: “Sim, conforme estava escrito: Tomar 6 comprimidos às 6 horas”. O médico quase caiu da cadeira: “Rapaz, era para você tomar um comprimido de 6 em 6 horas e não 6 comprimidos às 6 horas”. É mole?

 

Leão

É triste ver o estado de abandono do Estádio da Colônia Santo Antônio. Falta pouco para virar uma floresta, pois o mato já tomou conta de tudo. Enquanto muitos clubes sonham em ter um estádio, a toca do Leão vai se deteriorando. Pior é que ninguém toma providências. Tão se lixando…

 

Bola dentro

Para os 42 anos de fundação do Voltaço, completados no dia 9 de fevereiro. Ao longo destes anos, o clube fez história, que merece ser lembrada a cada dia, nunca esquecida. Parabéns à torcida. Valeu! 

 

Bola fora

Para a diretoria do Voltaço, que deixou passar em branco o 42º aniversário de fundação do Volta Redonda Futebol Clube. Nem uma ‘oração’ fizeram. Tão se lixando…

Negócios & Lazer

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A quarta-feira de Cinzas, quando retornamos ao batente, não poderia começar com notícia mais gostosa: a linda Nalu Kasmierski estava de volta ao Bella da Semana (www.belladasemana.com.br) com a terceira e última parte de um ensaio que deixou os brasileiros apaixonados!

Natural de São José dos Pinhais (PR), Nalu é a mistura da garota tímida com a mulher provocante, da menina certinha com a namorada perfeita. Aos 25 anos, ela sonha se casar e ter dois filhos, mas o que ainda falta para alguém conquistá-la de verdade é “o respeito pela pessoa que sou”, pontua.

 Ela, que já fez sua estreia no site no início de 2016, assinou um novo contrato no ano passado e fechou mais uma etapa deixando gostinho de quero mais. As fotos inéditas, resultado do trabalho de Alex Ribeiro, estão no ar desde quarta pós-Carnaval, 14 de fevereiro.

CAROL DIAS

A ex-Panicat e youtuber Carol Dias fez um belíssimo ensaio fotográfico com um maiô especial que ela usou no Carnaval. Detalhe: mostrou que está mais linda do que nunca e lembrou o fato de ter engordado 5kg em dezembro, tendo recebido uma enxurrada de críticas nas redes sociais. “Não me acho uma mulher gorda, acho que estou acima do peso que a sociedade exige, principalmente nas redes sociais. Não sou considerada uma modelo plus size e não teria problema se fosse, mas acho que estou longe desse padrão ainda. Engordei esses 5kg, que perco com facilidade. Acho sim que as pessoas enxergam com mais crítica por eu ser da mídia e por ter sido uma pessoa no programa que representava beleza. Hoje muitas modelos mais gordinhas e modelos plus size são muito bem resolvidas e felizes, não acho que elas veem isso como deboche e sim como exagero”, disse Carol.

Jane

Quem acompanhou o desfile do Carnaval no Anhembi ou pela TV, com toda certeza, não deixou de perceber a Miss bumbum Jane Ferreira. Não é para menos: ela desfilou apenas com pintura corporal. “A nudez pra mim é uma coisa super natural; se eu pudesse, viveria nua” afirma a gata. Sobre projetos futuros, Jane deixa escapar que pode posar para uma revista masculina. “Estamos negociando, meu assessor está em contato com uma grande revista e, quem sabe, em breve não tenha novidades pra contar a vocês”, disse. Aos fãs de Jane, resta torcer para que os dois lados se acertem logo.

ILKA

 

A DJ Ilka Oliver, de Valença, fala das cantadas que sofre nos eventos em que ela trabalha. “É uma situação delicada, pois como sou uma pessoa pública, não posso deixar de dar atenção a quem me procura, principalmente quando estou tocando ou quando estou curtindo uma balada e sou reconhecida. Portanto, dou atenção a todos e fico feliz com esse tipo de assédio. Porém, minha beleza também atrai pessoas que muitas vezes ultrapassam os limites do aceitável, sendo rudes e indelicadas. Corto imediatamente quando percebo que o assédio não é pela profissional e que trata-se nada mais que um galanteio vulgar”, explica.

wendi

Wendy Tavares defendeu as cores da X9 e, detalhe, usava uma fantasia de 15 quilos que custava, olhem só, R$ 40 mil reais. O figurino foi de Paulo Guedes.

AILA

A jovem Ayla, na foto, de apenas 21 anos tem chamado a atenção através de suas redes sociais. Não é para menos. Ela é loira, meiga, simpática e bela. Estilo descolado, a beldade tem feito diversos ensaios fotográficos, o que tem gerado cada vez mais interesse dos produtores e até mesmo de empresas que querem vincular sua imagem aos seus produtos.

Guerra sindical

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Foto dia do acordo

Vinicius de Oliveira

Em Volta Redonda sempre existiu um clima tenso entre as duas forças sindicais que representam os servidores do Palácio 17 de Julho. A rixa entre os sindicatos dos Profissionais da Educação e dos Funcionários Públicos (SFPM) girava apenas em torno do posicionamento político de cada entidade, principalmente quando pensavam em fazer greves. Dificilmente havia acordo. Nem greve. Mas na semana passada, o tempo fechou definitivamente e, motivadas pelo intricado Plano de Cargos Carreiras e Salários, as duas instituições, que concentravam suas energias para atacar o governo, estão em lados opostos medindo força. E uma verdadeira guerra pode estourar a qualquer momento.

 

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã de ontem, sexta, 16, na sede do sindicato, a direção colegiada do Sepe revelou o quanto o clima está tenso. Para quem não se lembra, já na edição passada o aQui adiantou qual teria sido o estopim do confronto. Os profissionais da educação denunciaram que na assembleia do dia 8, realizada pelo Sindicato dos Funcionários Públicos, no Plenário da Câmara, seus representantes teriam pressionado a categoria para votar contra a divisão do dinheiro disponibilizado pelo prefeito Samuca Silva para pagamento do PCCS, que seria feito em alguns meses, de acordo com a arrecadação da prefeitura. O valor global para fevereiro é de R$ 500 mil.

 

Foi uma “manobra sórdida e um total desrespeito aos funcionários públicos do município”, diz a nota oficial do Sepe. Entrincheiradas e prontas para atacar, a direção começou a denúncia contando que no dia 20 de dezembro do ano passado foi realizada audiência convocada pelo governo contando com a participação dos dois sindicatos, onde foi firmado um acordo sobre a divisão do dinheiro, registrado em ata. “Essa foi uma proposta construída pelo Sepe que o prefeito acatou e o outro sindicato aceitou. Tudo estava acordado”, explicou Maria da Conceição, a Sãozinha, diretora financeira do Sepe.

 

Outro ponto que a direção frisou durante a coletiva foi com relação às assembleias. Segundo Sãozinha, o fato do SFPM ter convocado a categoria que representa para o mesmo dia que o Sepe pode ter sido um artifício para tomar para si todo o dinheiro (R$ 500 mil) do PCCS. “Como é de praxe, o Sepe convocou assembleia dos profissionais de educação para o dia 8 deste mês, para informar à categoria  sobre os fatos e também para deliberar sobre os últimos acontecimentos, e fomos surpreendidos pela convocação de uma assembleia pelo funcionalismo, marcada para o mesmo dia e horário da assembleia do Sepe. Um total desrespeito aos  profissionais de educação, pois muitos professores acabaram confundindo e indo para a assembleia errada”, atacou.

 

O coordenador geral do Sepe, Raul dos Santos, foi taxativo ao dizer que não é do interesse dos professores manter um clima bélico, mas adiantou que o sindicato dos profissionais da Educação não pretende se calar ou aceitar passivamente o fim do acordo firmado com a prefeitura. “O Sepe tem uma história de mais de 40 anos de luta. Vamos colocar a categoria em movimento para defender um direito nosso ameaçado por 20 anos. Queremos uma audiência com o prefeito para saber a posição dele. Nosso intuito é manter a divisão igualitária, mas se isso não for possível, vamos, juntos com a categoria, deliberar uma forma de pressionar o governo”, pontuou o sindicalista.

 

Mantendo-se na defensiva, Ataíde de Oliveira, presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos, garantiu ao aQui que não articulou nenhum golpe como denuncia a direção do Sepe, apenas buscou o que seria mais justo para seus filiados. “O Sepe tem outro processo para implantação do PCCS. Nós já ganhamos o nosso. Então nada mais justo que conceder o dinheiro primeiro para o funcionalismo. O Sepe tem que esperar como nós esperamos”, defende Ataíde.

 

Sobre o fato de ter acordado antes com o prefeito e o Sepe a divisão igual do dinheiro disponibilizado por Samuca para pagamento das primeiras parcelas do Plano, Ataíde explicou que esperava uma quantia maior e, por isso, mudaram de ideia com relação ao rateio. “O valor pedido a princípio para o prefeito era R$ 1,8 milhão. Ele deu a metade disso. Ao dividir R$ 500 mil para todo mundo não daria quase nada para ninguém. Ficaríamos devendo ainda. Então, ao contrário do que estão dizendo, não armamos nenhum golpe. Nós não damos golpe em ninguém. Ao contrário, costumamos sofrer os golpes”, avaliou o sindicalista.

 

No meio dos tiros e bombas está o Palácio 17 de Julho. Ao ser questionada pelo aQui sobre a guerra entre os dois sindicatos, a prefeitura preferiu permanecer em terreno neutro. Em nota, a secretaria de Comunicação disse o mais do mesmo, tentando, em vão, permanecer distante dos disparos. “A proposta da prefeitura já apresentada ao sindicato – que, inclusive, fez recentemente uma assembleia com a categoria – diz o seguinte: pagamento de R$ 500 mil mensais a partir de fevereiro de 2018 até setembro de 2018, quando será analisada a possibilidade de um reajuste desse valor, assim como também em janeiro de 2019, dependendo do comportamento da arrecadação”.

 

Quanto à pergunta sobre se o prefeito descumpriria o acordo registrado entre os dois sindicatos com relação à divisão do dinheiro para implementação do PCCS, mais uma vez a prefeitura flutuou sobre o conflito. “De forma geral, este governo está conversando com todos os seguimentos (sic) do funcionalismo e mostrando na prática o respeito por eles, uma vez que este caso vinha sendo postergado há vários anos e, agora, está realmente sendo concretizado”, finalizou.

Audiência

A direção do Sepe enviou um ofício à prefeitura de Volta Redonda solicitando audiência urgente com o prefeito Samuca Silva, que acatou o pedido. O encontro será  na próxima terça, 20, às 10 horas.

Greve na segunda, 19

Também andam tensas as coisas dentro da secretaria de Infraestrutura, a antiga secretaria de Obras. Os funcionários remanescentes da prefeitura, ligados à Cohab (Companhia de Habitação de Volta Redonda), reclamam justamente da falta de estrutura e segurança para trabalhar e, indignados com o silêncio do governo sobre a questão, anunciaram que vão cruzar os braços na próxima segunda, 19.

De acordo com Leonel de Souza, um dos funcionários da SMI que lidera o movimento grevista, falta desde Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) a produtos alimentícios. “Os funcionários de campo, que pegam no batente, são obrigados a trabalhar desprotegidos. Boa parte deles está sem botina e uniforme há muito tempo. Falta todo tipo de EPI, sem contar a comida. Antes recebíamos para o lanche um copo de suco e pão com mortadela. Agora só estamos recebendo pão”, reclamou Leonel.

Ainda de acordo com o funcionário, os encarregados da secretaria insistem em transportar funcionários em carrocerias. “Querem que o funcionário se segure junto às ferramentas, na carroceria dos carros. Um total desrespeito. É contra a lei e ainda expõe o funcionário a todo tipo de perigos”, continuou, salientando que o secretário Joselito Magalhães e o prefeito Samuca não lhes deram perspectiva de quando vão atender suas exigências. “Por isso vamos paralisar na segunda-feira. E a expectativa é estender pela semana até que a prefeitura nos atenda e nos dê uma posição oficial”.

Procurado pelo aQui, o presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos de Volta Redonda, Ataíde de Oliveira, desencorajou o movimento grevista. Disse que já teria conversado com Joselito e este, por sua vez, teria lhe garantido que resolveria os problemas dos funcionários da SMI. “Sugeri que esperassem até o final da próxima semana para paralisarem, pois o secretário me garantiu que vai atender aos pedidos o quanto antes”, comentou.

Nota da redação: A prefeitura de Volta Redonda foi procurada para se pronunciar sobre a reclamação dos funcionários da SMI e, principalmente, diante ameaça que fizeram de cruzar os braços, mas até o fechamento desta edição ninguém do governo se pronunciou.

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