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Vereadores cobram mutirão de Samuca

Aos poucos, Samuca Silva (PV) tenta se aproximar cada vez mais dos vereadores de Volta Redonda. Ontem, sexta, 3, ele recebeu 20 parlamentares em seu gabinete. Tomaram café da manhã, conversaram amenidades e o prefeito fez questão de dizer que estará aberto ao diálogo pelos próximos quatro anos. E prometeu ir à primeira sessão do Legislativo no dia 16 de fevereiro. O encontro serviu também para os vereadores fazerem algumas reclamações.

A primeira foi pedir que o prefeito desburocratize alguns setores da prefeitura. Segundo eles, existem vários pontos na cidade sem iluminação e, na secretaria de Serviços Públicos, a informação que lhes dão é que não existem novas lâmpadas. Que seria preciso fazer uma licitação – o que pode demorar semanas. Pediram ainda que seja feito um mutirão de limpeza na cidade do aço, hoje tomada pelo mato alto, que cresce rapidamente no verão por causa das chuvas. “O prefeito disse que pretende contratar cerca de 150 pessoas, por 90 dias, para fazer esse mutirão de limpeza”, destacou um vereador – que pede para não ser identificado. “Não falamos em nenhum momento sobre base aliada ou líder de governo. Foi uma conversa cordial”, completou.

Otimista
Samuca espera que, ainda no primeiro semestre desse ano, uma empresa de Call Center se instale na cidade do aço, gerando cerca de 500 empregos diretos.

Sem ingresso
A partida entre Flamengo e Macaé, no Raulino, na quarta, 1º, foi o primeiro evento realizado no estádio na gestão Samuca Silva. Um vereador, na porta do estádio, respondia em voz alta quando alguém lhe pedia ingresso. “Eu também não ganhei, eles não deram para ninguém. Tive que pagar”, bradava, mostrando o ingresso de R$ 60,00 para as cadeiras azuis.

Estacionamento
Por falar na partida, uma pequena confusão aconteceu no estacio-namento do Raulino. Isso porque os carros da imprensa – SporTV, Radio Globo, CBN, Band… – chegavam e não tinham onde estacionar. O motivo: os veículos dos médicos que atendem na Policlínica não saíram antes do início da movimentação no está-dio. Depois, com o estacionamento já lotado, ninguém entrava e ninguém saía.

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Alô, prefeito
Até cobra (venenosa ou não, ninguém sabe) já foi vista no morro de acesso ao Colégio Rosário, na Vila. Motivo: a falta de conservação de um terreno público nas proximidades de um ponto de ônibus, onde o mato está quase na altura das pessoas que transitam por lá. Um perigo.

Gasto
O Saae-VR vai gastar R$ 103 mil para descartar lodo na área do Centro de Tratamento de Resíduos de Barra Mansa. O lodo é proveniente da limpeza das redes de esgotos e caixas de gordura. O contrato é de quatro meses.

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