sexta-feira, agosto 28, 2026
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Salto para o céu

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Esporte radical se despede de Adelino, expoente do rope jump na região

Walter Barros

Dizem que “a gente leva da vida a vida que a gente leva”. Essa é uma das máximas que Adelino Martins parece ter tatuado na alma. Praticante de rope jump (pêndulo humano) de Limeira (SP), tratando um câncer, Adelino faleceu no último dia 28 de julho, aos 55 anos, deixando esposa e quatro filhas. Mas o legado de ‘Veinho’ permanece vivo, através dos integrantes do grupo ‘A Vida nas Cordas’ e da legião de amigos que ele fez por onde passou, incluindo o Sul Fluminense, já que Barra Mansa era um dos locais de atuação do esportista.

“Quero agradecer a todo mundo que está aqui, pra gente fazer com que esse rolê seja positivo. Nossa ideia sempre foi essa, a gente tem várias pessoas que vêm aqui com medo de altura, com síndrome do pânico, com depressão. A galera sai com a vida renovada daqui”, dizia Adelino em um vídeo que antecedia um dos seus eventos. Uma realidade que ele sentiu na pele em 2017, quando começou a praticar o esporte enquanto vivia uma depressão.

Naquele ano, Elaine Deslandes viu pelo Facebook o desabafo de Adelino sobre a doença, sem imaginar que havia encontrado o amor de sua vida. “Chamei ele no Messenger e coloquei um versículo bíblico, eu não queria paquerar, nada disso. Ele morava em Limeira, trabalhava em Campo Grande (MS). Eu fui lá conhecê-lo e começamos a namorar. Depois de quatro anos, montamos ‘A Vida nas Cordas’, e ele conquistou o sonho dele”, revela Elaine. 

Ela aproveita e descreve Adelino como alguém disposto a ajudar as pessoas, sem querer nada em troca, um líder amigo. “Vamos sentir muita falta dele, mas ele deixou um legado, que é a equipe dele, um sonho que teve. Ele amou o esporte e falou ‘vamos continuar, que a vida não para’”, diz Elaine, de forma bem emocionada.

Quem conviveu com o praticante de rope jump relata que os ensinamentos de Adelino não eram somente sobre cordas; suas palavras motivavam as pessoas a se atirarem para a vida, transcendendo os saltos das alturas. “O Adelino era o paizão da equipe. Apesar de ser o mais velho, era ele quem botava pilha nas brincadeiras e doideiras; era quem nos incentivava a viver mesmo e sentir adrenalina! Mas ensinava como funcionava, para sabermos o que estávamos fazendo. Sempre nos ensinando o que ele sabia, sobre cordas, sobre a vida mesmo. Uma coisa que ele dizia muito era para vivermos, porque morrer é só uma vez. Mas viver é todos os dias”, lembra Larissa Christina, 28 anos.

A guia de turismo de Resende conheceu Adelino em 2022, quando fez seu primeiro salto da Ponte do Glicério, em Barra Mansa. “Agradeço muito por tudo o que ele me ensinou, pelas conversas, pelo carinho e, principalmente, pela família que ele uniu. Quando tinha evento, a parte mais legal era depois dos saltos. Quando todo mundo sentava, descansava, conversava e comia muito”, acrescenta a integrante do grupo ‘A Vida nas Cordas’.

“O que fica é a saudade e a gratidão de poder ter participado dos melhores e últimos dias da vida dele. Até no domingo, dois dias antes de sua partida, estávamos reunidos na casa dele, para comemorarmos o aniversário dele. Creio que ali ele descansou, porque viu quem estava segurando sua mão”, conta Gabriela de Lima, 33. 

A moradora de Indaiatuba (SP) conta que conheceu Adelino no ano passado, quando se atirou pela primeira vez da Ponte do Esqueleto, em Limeira. O local ficou nacionalmente conhecido em junho deste ano pela morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, decorrente da falha de uma outra equipe, pela não ancoragem da corda à jovem.

Antes de conhecer Adelino, Gabi já trocava olhares com Dreikson, o DK, instrutor do grupo ‘A Vida nas Cordas’, até começar a namorá-lo. “Conheci o Adelino sem querer, na Ponte do Esqueleto. Tinha um grupo de amigos na ponte no dia e eu e o Dreikson passamos por lá. Falei numa brincadeira que eu iria me casar com o amigo dele. Hoje estamos noivos e, infelizmente, ele não estará presente em vida no nosso casamento”, lamenta. 

Gabi descreve Adelino como um pai, uma referência, um herói, “aquele que pulava na bala, acreditava em nós, que ajudou muitos a sair da depressão, a enxergar o mundo de forma diferente”, um amigo que permanece vivo dentro de sua própria existência. “Obrigada pela oportunidade de falar sobre o Veinho. Na verdade, cada um teve um pedacinho do Adelino que merecia”, emenda. 

O rope jump que fez Gabi e Dreikson se conhecerem também conferiu a Adelino o papel de ajudante de cupido. Uma história iniciada há mais de oito anos, quando outro amigo levou DK para a Ponte do Esqueleto. “Fui lá para perder o medo de altura e acabei saltando seis vezes naquele dia”, conta. No local, Dreikson conheceu Adelino, criando uma amizade que sobreviveria ao fim da equipe da qual eles faziam parte. “Ele saiu dessa equipe para montar ‘A Vida Nas Cordas’. Depois de um tempo, eu fui removido da equipe da qual fazíamos parte, eu estava desconjurado. Um sem rolê para eu colar. Ele fez um evento, me convidou e virou minha chave. A partir desse momento, minha vida mudou completamente”, acrescenta.

DK exalta Adelino como o pai que criou quatro filhas praticamente sozinho: “Ele foi um pai e uma mãe fenomenal, ensinou tudo da vida para as meninas, ele se desdobrou”, dispara. Mas Dreikson também exalta Adelino, que fez das cordas uma espécie de laço de uma grande família, que o abraçou até o salto derradeiro. Isso é o que se percebe em uma de suas últimas mensagens a Gabi: “Os remédios me destroem. Ainda bem que tenho minha família comigo, minhas filhas, Elaine e vocês. Tu não tem noção como sou grato”, escreveu. Assim, Adelino partiu, saltou para o céu, deixando saudade, ensinamentos e um pedaço dele dentro de cada um que não soltou sua mão, como as cordas que amarram e, ao mesmo tempo, libertam a vida. Vá em paz. Até um dia, Veinho.

Milagre ou abismo?

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O Volta Redonda vive um momento de extremos na disputa da primeira fase do Brasileirão da Série C. Atualmente, ocupa a 15ª posição, com 18 pontos. Caminha em uma linha tênue. A distância que o separa do G-8 é a mesma que o mantém na luta contra o rebaixamento.
Vamos aos detalhes: o Voltaço obteve até agora 18 pontos em 5 vitórias e 3 empates, tendo sido derrotado em 7 partidas. Tem um saldo negativo de gols de 8, sendo 11 pró e 19 sofridos. Suas chances de classificação estão abaixo de 30%. Resumindo: precisa ter 100% de aproveitamento.

Os números acima mostram que só um milagre pode levar o Voltaço a ficar entre os oito melhores, que disputarão o quadrangular de acesso à Série B de 2027. O cálculo é cruel, né? Para alcançar 30 pontos, o Voltaço terá que fazer o que não fez em toda a competição: vencer os quatro jogos restantes. Se empatar qualquer um, já fica sem chances de lutar pelas vagas de promoção. Além desse milagre de não perder, o saldo de gols (-8 hoje) exigirá goleadas elásticas. Isso sem falar que precisará secar concorrentes diretos, que hoje ocupam o meio da tabela, como Ypiranga, Caxias e Floresta.

Quanto ao fantasma do rebaixamento, se o topo parece distante, a parte de baixo da tabela ainda assombra, embora o risco real de queda para a Série D seja matematicamente pequeno. É que, no regulamento deste ano, apenas as duas piores equipes caem. Hoje, o Anápolis (19º) e o Confiança (20º) são os favoritos a cair, e o Volta Redonda ostenta uma vantagem de 6 pontos em relação à zona da degola. 

Para o Voltaço ser rebaixado, precisaria perder todos os seus compromissos e teria que contar com uma reação histórica – quase impossível – dos lanternas na reta final. 

O primeiro teste de fogo está marcado para este sábado, 8, fora de casa, contra a Internacional de Limeira (perdeu por 2 a 0, grifo nosso). Na sequência, no dia 15, a equipe joga no Raulino de Oliveira contra o Ituano e duela com o Floresta no dia 22, para se despedir da fase de classificação jogando contra o Barra (SC) no dia 29, em Itajaí.


Vale lembrar que, enquanto houver 1% de chance, a obrigação do Voltaço é lutar com 100% de entrega. Resta saber se o Raulino de Oliveira testemunhará um feito heroico ou melancólico do time que ganhou a alcunha de ‘barriga de aluguel’, por ter contratado, vejam só, 27 jogadores durante o ano. Quem viver verá!


Classificação na Série C
Em 1º, Brusque, com 27 pontos. Em 2º, o Guarani, com 26; em 3º, o Botafogo-SP; e em 4º a Inter de Limeira, ambos com 25. Em 5º, o Santa Cruz, com 24; em 6º, o Paysandu, 7º, Maringá, e em 8º, a Ferroviária, todos embolados, com 23 pontos. Na Zona de Rebaixamento, estão o Anápolis em 19º e na lanterna o Confiança, ambos com 12 pontos. O Voltaço caiu para 15ª posição, com 18 pontos. Na primeira fase classificam-se oito clubes, que disputarão as quatro vagas para a Série B. Por outro lado, este ano, somente os dois últimos colocados serão rebaixados para a Série D.

Barca 
Depois do colombiano Oswaldo Blanco, que voltou para o futebol boliviano, agora foi a vez do atacante Matheus Moreche ser dispensado. Outros 23 vão pelo mesmo caminho. Dispensar, tudo bem, mas contratar pra quê, se dificilmente o time se classifica? 

História
Na minha Além Paraíba, havia um cidadão conhecido por Vadinho Pintor. Gostava de contar histórias dos seus feitos como jogador de várzea, sempre carregando nas tintas. Certa vez, numa roda regada a uma pinguinha da boa, contou: “Nóis disputava um campeonato de várzea, que era de várzea sim, mas era importante pra nóis ganhar. Nóis botava o coração na ponta da chuteira para disputar. Daí nós tava perdendo de 2 a 0. Fumos pra dentro do juiz e dissemos: ‘ou cê roba um pênalti pra nóis ou vai apanhar’. E o juiz robou um pênalti. Naquele tempo nóis jogava de pé no chão e o treinador escolheu eu pra bater. E eu tão nervoso que tava perdendo o jogo, que chutei de bico. Pimba! abriu a bola bem no meio. Foi uma pra cada ângulo e o juiz confirmou 2 a 2. Empatemo o jogo, daí fomo pros pênalti e ganhemo”. É mentira, Terta?

 

Contratações 
Mesmo faltando poucos jogos para o fim da temporada, a diretoria do Voltaço continua contratando e acertou com o atacante Matheus Régis, 26 anos, que já passou por diversos clubes Brasil afora. Detalhe: vai ficar até o final do Cariocão de 2027. Fica a pergunta: será que ele vai ficar só treinando até o ano que vem? Vai entender…

Campeão 
O Americano conquistou o título da Série A2 do Carioca de 2026, no domingo, 1º, ao vencer o Resende por 1 a 0, no Aryzão, em Campos dos Goytacazes, e depois nos pênaltis por 6 a 5. Com a vitória, o clube garantiu o retorno à elite do Cariocão em 2027.

Bola fora
Para a direção do Voltaço, que anda mais perdida do que cego em tiroteio. Trouxe uma quantidade de jogadores que só treinavam e comiam, sem ter oportunidades de mostrar suas qualidades técnicas. Incham a folha de pagamento e ainda tomam espaço dos garotos da base. E não aprendem, pois agora já começaram a ser dispensados. Parece brincadeira!

Bola dentro
Para a vitória do Vasco sobre o Fluminense por 3 a 1, que classificou o time da Colina para a próxima fase da Copa do Brasil. Finalmente o torcedor conseguiu ver uma boa partida de futebol neste Brasileirão. Ufa!

Voltaço à beira do abismo

 

O Volta Redonda foi superado pela Inter de Limeira por 2 a 0 na noite de ontem,  sábado 8, em partida válida pela 16ª rodada do Brasileiro Série C. 

Os gols da equipe paulista foram marcados por Getúlio e Marco Antônio.

Com o resultado, o esquadrão de aço volta suas atenções para o próximo compromisso pela competição nacional. Será contra o Ituano no próximo sábado, dia 15, às 17 horas, no Raulino de Oliveira, pela sequência da Série C.

Bate Bola

Sergio Luiz

Varandão da Saudade

Aí está o time do Cruzeiro F.C., do extinto Acampamento Central, campeão juvenil da LDVR em 1962. A foto pertence ao acervo do Celinho pintor de letras.

Em pé, da esquerda para a direita: Edson, Paulinho DPI, Lair, Catito, Jaú e Menú. Agachados: Babá, Ataualpa, Paulinho Baleiro, Amigo e Baiano.

A Escola Municipal de Hipismo de Volta Redonda encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de Iniciantes,

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A Escola Municipal de Hipismo de Volta Redonda encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de Iniciantes, disputado entre os dias 30 de julho e 2 de agosto, em Campinas (SP), conquistando nove medalhas. O maior destaque foi a amazona Luana da Cruz Velloso Reis Pinto, 11 anos, que, montando Aramis, conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata. Com o desempenho, garantiu a 3ª colocação geral individual na categoria 60 cm, que reuniu cerca de 300 atletas de todo o Brasil.
Na mesma categoria, Lavínia Novato, também com Aramis, conquistou duas medalhas de ouro. Já Thiago Andrade Faria Lima, com Golden Girl, e Emily de Souza Rios, com Appaloosa, garantiram uma medalha de ouro cada. Miguel Philipe Martins, montando Golden Girl, completou o quadro de medalhas da equipe com uma de prata.
Na categoria Aspirantes (90 cm), Isabela Machado Carreira, com Don Quixote, conquistou uma medalha de bronze. Outro bom resultado foi alcançado por Bernardo Pacheco Brito, que, montando Hércules, realizou três percursos sem penalizações e terminou o campeonato entre os 30 melhores do Brasil na categoria Principal (80 cm), disputada por 208 atletas.

Diversão, cultura e muita imaginação vão tomar conta do Centro de Recreação Antônio Ermírio de Moraes, no bairro Saudade, em Barra Mansa, no próximo domingo, dia 16. Às 11h, o espaço recebe o espetáculo ‘Bem Debaixo do Nariz’, da companhia Damião e Cia., de Campinas (SP). Gratuita, acessível em Libras e com classificação livre, a apresentação é realizada com o apoio da Prefeitura de Barra Mansa, e integra a 16ª temporada do programa ‘Diversão em Cena’, promovido pela Fundação ArcelorMittal.

A Secretaria da Juventude de Volta Redonda preparou uma programação especial para o próximo domingo, dia 16, no Memorial Zumbi, na Vila, das 9 às 13 horas, com a realização do ‘Festival de Capoeira’; já na parte da tarde, a partir das 16 horas, a Praça da Chaminé vai receber a tradicional ‘Batalha da Aposta’, que vai até às 22 horas, destacando a cultura urbana e oferecendo espaço para a expressão artística dos jovens.


A Prefeitura de Volta Redonda lançou na terça, 4 um novo projeto que vai levar atrações culturais aos asilos do município. A iniciativa foi criada a pedido do prefeito Neto e, além das apresentações musicais, o projeto contará, nas próximas semanas, com atividades da ‘Biblioteca Sobre Rodas’, com direito a contação de histórias, atrações circenses, oficinas de artes visuais, com pintura e massinha, e sessões de cinema. “Queremos levar alegria, acolhimento e momentos especiais para os nossos idosos. A cultura tem um papel transformador e é uma ferramenta importante para promover bem-estar, fortalecer vínculos e melhorar a qualidade de vida. O projeto foi pensado com muito carinho para que essas pessoas se sintam lembradas, valorizadas e incluídas”, destacou Neto.

A Secretaria de Cultura de Resende está promovendo, no Museu da Imagem e do Som, mais uma edição do projeto ‘Arte na Capa’, com destaque para Ney Matogrosso, que, em agosto, completaria 85 anos de vida. Para a coordenadora do MIS de Resende, a museóloga Lígia Azevedo, o nome de Ney Matogrosso é sinônimo de liberdade e vanguarda.

“Ney representou e ainda representa um farol em tempos obscuros. Sua liberdade corporal e artística, suas posições firmes contra todos os tipos de preconceitos e seu enorme e indiscutível talento como intérprete o colocaram na linha de frente do olimpo da MPB”, comentou Lígia.

Na exposição preparada em homenagem ao cantor, estarão capas de seus antigos discos de vinil, incluindo o LP de estreia do grupo ‘Secos & Molhados’ e de sua carreira solo e coletâneas. O Museu da Imagem e do Som fica no térreo da Casa da Cultura Macedo Miranda, na Rua Luiz da Rocha Miranda, 117, no Centro Histórico de Resende. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 9 às 17 horas. A entrada é gratuita.

Ainda está longe, bem longe – será entre os dias 16 e 18 de outubro -, mas a Prefeitura de Barra Mansa já está divulgando o ‘Chama Sertaneja Rodeio Show’, que terá grandes atrações nacionais, como Ana Castela, Gustavo Mioto, Daniel e MC Peão.

O evento será realizado no Parque da Cidade, no Centro, e, além das atrações musicais, a programação contará com etapa oficial da Liga Nacional de Rodeios, classificando competidores para a tradicional Festa do Peão de Barretos (SP), considerada a maior de toda a América Latina. Tem mais. Haverá provas de Ranch Sorting, apartação, três tambores, atrações para crianças, área gastronômica e uma estrutura preparada para receber famílias de Barra Mansa e de toda a região. Os passaportes para os shows começam a ser vendidos no próximo dia 14 de agosto pelo site www.guicheweb.com.br.
Foto: Chicos de Assis

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