domingo, outubro 25, 2026
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Virou lei

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Apesar das eleições, Alerj continua produzindo leis

No domingo, 4, os brasileiros terão o compromisso de votar. Para presidente da República, senador, deputado federal e deputado estadual. Escolha o melhor e seja o que Deus quiser. Fique sabendo que, enquanto os parlamentares estão atrás dos seus votos, eles não abandonaram por completo as obrigações na Assembleia Legislativa. Prova é que novas leis estão sendo aprovadas e muitas já estão vigorando. Veja a seguir algumas delas.     

ESPORTES PARALÍMPICOS

Militares ativos e inativos com deficiência e aptidão para o esporte poderão contar com um programa estadual de incentivo ao paradesporto. É o que estabelece a Lei 11.326/26, aprovada pela Alerj e já sancionada pelo Executivo. A nova legislação cria o Programa Estadual “Paradesporto Militar”, que tem como objetivo promover a inclusão social e criar novas oportunidades para esses agentes.
Entre as medidas mantidas na lei está a realização anual do evento “Paradesporto Militar”, no dia 22 de setembro, quando é celebrado o Dia Nacional do Atleta Paralímpico. A proposta contempla policiais civis e militares, bombeiros e demais agentes de segurança pública. O programa também terá como diretrizes a promoção da inclusão social de militares ativos e inativos com deficiência; a criação de novas perspectivas para aqueles que passaram à inatividade em decorrência de deficiência; e a captação de recursos dos setores público e privado para viabilizar próteses que permitam a participação desses militares em jogos paradesportivos de caráter militar e outros eventos similares.

ECOTURISMO 

Todas as infraestruturas utilizadas para a prática do ecoturismo no estado deverão ser adaptadas às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. É o que determina a Lei 11.325/26, em vigor desde o último dia 28. A norma garante que todos os cidadãos tenham igualdade de acesso às áreas naturais fluminenses e suas atividades.
As adaptações incluem instalação de rampas de acesso em locais de difícil alcance, sinalização em braille e com contraste visual nas trilhas e pontos turísticos, disponibilização de equipamentos e veículos adaptados para transporte, sanitários adaptados e treinamento de guias turísticos e funcionários para atender às necessidades específicas dos visitantes com deficiência ou mobilidade reduzida. As agências de turismo que operam no Rio deverão, ainda, oferecer pacotes de ecoturismo inclusivos, garantindo que as atividades ao ar livre estejam abertas a todas as pessoas.

 

MÃES-SOLO
Mães-solo poderão ter reserva de 10% das vagas oferecidas em processos seletivos para ingresso nas Escolas Técnicas Públicas da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro. A determinação consta da Lei 11.324/26, também já em vigor desde segunda, 28. A medida considera mães-solo as mulheres provedoras de famílias monoparentais, com dependentes de até 18 anos, registradas no CadÚnico. A reserva das vagas deverá constar expressamente nos editais dos processos seletivos, que deverão especificar o total correspondente a cada curso e turma.
Para concorrer, a candidata deverá apresentar, no ato da inscrição, certidões e documentos que comprovem sua condição de provedora de família monoparental, além de indicar a opção pelo sistema de cotas. O texto estabelece que as mães-solo concorrerão simultaneamente às vagas reservadas e às de ampla concorrência.
Caso sejam aprovadas dentro do número de vagas oferecido pela ampla concorrência, não serão computadas na reserva. Em casos de desistência, a vaga será preenchida pela candidata cotista posteriormente classificada. Além disso, caso não haja mães-solo aprovadas em número suficiente para ocupar as vagas reservadas, as remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e preenchidas pelos demais candidatos aprovados.
Segundo dados apresentados pelo IBGE, 11 milhões de mulheres no Brasil são as únicas responsáveis pelos cuidados com seus filhos e filhas, sendo que 63% dessas famílias chefiadas por mulheres vivem abaixo da linha da pobreza.

‘SELO CONDOMÍNIO AMIGO DOS ANIMAIS’

Condomínios residenciais que adotarem medidas voltadas à proteção e ao bem-estar dos animais receberão o ‘Selo Condomínio Amigo dos Animais’. É o que prevê a Lei 11.322/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa e devidamente sancionada pelo Poder Executivo. Os condomínios contemplados poderão utilizar o selo nas redes sociais, em materiais publicitários e placas informativas. O direito de uso será exclusivo do condomínio certificado e não poderá ser transferido.
Para receber o selo, os condomínios deverão cumprir uma série de critérios, entre eles incluir nas normas internas medidas que assegurem o bem-estar e a proteção dos animais. A lei também determina que o prédio deverá contar com áreas comuns destinadas à recreação dos animais de estimação, como parques, praças ou jardins devidamente sinalizados e seguros.

A medida exige que os condomínios mantenham a higiene e a limpeza das áreas comuns e garantam a destinação adequada do lixo. Também deverão disponibilizar aos moradores informações sobre cuidados básicos com os animais e promover campanhas educativas sobre proteção animal.

Incentivo à adoção
Outro requisito previsto no texto é o estímulo à adoção de animais por meio de parcerias com organizações de proteção animal ou entidades similares. Para comprovar o cumprimento das exigências, os condomínios poderão apresentar documentos, fotografias e outras provas das ações desenvolvidas.
O selo será concedido pelo órgão competente do Poder Executivo Estadual após requerimento do condomínio interessado e apresentação da documentação necessária. A certificação terá validade de um ano e poderá ser renovada pelo mesmo período, desde que seja apresentado um novo pedido e comprovada a continuidade das ações.

 

‘EXPERIÊNCIA CAMARADA’

Escolas públicas da rede estadual poderão ter um programa em que idosos auxiliam na formação de jovens no Rio de Janeiro. A determinação consta da Lei 11.323/26, já sancionada e publicada no Diário Oficial. A medida tem o objetivo de criar um ambiente multidisciplinar, reconhecendo a importância do envolvimento dos idosos na formação educacional dos jovens. Segundo o texto, o programa busca construir uma cultura voltada à diversidade e garantir a participação de pessoas da terceira idade por meio de palestras, treinamentos e engajamento em projetos interdisciplinares e sociais, além de promover a interação entre gerações na busca de soluções para as demandas do cotidiano escolar.

O idoso que desejar participar deverá buscar a Diretoria Regional Administrativa da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) mais próxima da região em que pretende atuar. A diretoria solicitará documentos, exames de saúde e demais materiais considerados pertinentes para o encaminhamento a uma unidade escolar parceira do projeto.

O idoso selecionado receberá capacitação para falar com o público-alvo, e será criado um cronograma base para orientar a temática discutida entre as gerações. Ainda segundo o texto, caberá ao Poder Executivo a elaboração de edital com os requisitos e procedimentos para a seleção dos interessados.

A quem interessar

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Reportagem do aQui sobre acidente na CSN vira fonte de pesquisa para vídeo de historiadora

Pollyanna Xavier

No jornalismo, há uma máxima segundo a qual uma reportagem não termina necessariamente quando é publicada. Pode atravessar o tempo, reencontrar personagens, ganhar novos leitores e contar histórias por outros caminhos. Foi o que aconteceu com uma matéria que escrevi há quatro anos sobre o mais grave acidente já ocorrido na CSN. Sem que eu soubesse, o texto se tornou fonte de pesquisa para uma historiadora, que contou a história em suas redes sociais. A descoberta foi por acaso. Enquanto navegava pelo Instagram, me deparei com um vídeo de Vanessa da Silva sobre um episódio que eu havia ajudado a reconstruir. Da coincidência, nasceu uma nova entrevista. 

Vanessa é dona do canal ‘A quem interessar’, que conta histórias reais de fatos que marcaram pessoas, cidades e épocas. Mineira de Ouro Fino, morando no interior de São Paulo, ela nunca esteve em Volta Redonda. Nem tem amigos na cidade. A ideia de recontar o acidente ocorrido na CSN, em 1962, quando uma panela com 70 toneladas de ferro-gusa despencou de uma ponte rolante, atingindo cerca de 50 trabalhadores no chão da Aciaria, partiu de um internauta. “Ele sugeriu e eu fui pesquisar o assunto. É impressionante como quase não tem registro daquele fato, mas eu acabei encontrando a reportagem do aQui e, com base nela, fiz o vídeo”, contou.

Formada em Redes de Computadores, Vanessa é historiadora em formação. Na pandemia, resolveu unir a primeira profissão à paixão pela História e acabou criando o canal. A ideia começou com um livro de curiosidades, que reunia uma coletânea com mais de 50 fatos históricos. Vanessa achou que, gravando vários vídeos para contar cada um daqueles fatos, conseguiria produzir um registro capaz de preservar a memória dos acontecimentos. Ela estava certa. Os vídeos foram bem aceitos, e o canal cresceu: hoje, tem mais de 12 mil inscritos. Atualmente, posta um vídeo por semana, mas o acervo do canal já conta com mais de 400 produções. 

O trabalho de Vanessa tem semelhanças com o nosso. Ela escolhe o tema, pesquisa, busca fontes, reúne informações e cria uma cronologia dos fatos para produzir o vídeo. No Instagram, o conteúdo é rápido, dura em média 30 segundos, mas, no Youtube, o vídeo é completo, podendo durar mais que 10 minutos, dependendo da riqueza de detalhes. “Quando eu começo a pesquisar, me conecto com novas histórias e o repertório acaba aumentando. Eu busco, investigo, faço um verdadeiro garimpo”, contou. 

A história de Volta Redonda foi pedida por um seguidor que mora na cidade. A princípio, Vanessa achou interessante. Mas ao buscar informações, estranhou a escassez de registros sobre o acidente. “Encontrei dois únicos registros: o jornal A Noite, que inclusive você cita na sua matéria, e a sua própria reportagem, publicada pelo aQui. Eu dei os créditos, mas jamais imaginaria que meu vídeo pudesse aparecer para você enquanto você navegava pelo Instagram. Foi uma surpresa enorme quando vi seu comentário no meu vídeo”, relatou Vanessa. De fato, ao assistir ao vídeo, deixei uma mensagem me identificando. 

Questionada se as redes sociais ajudam as pessoas a se interessarem mais por História ou se estão fazendo com que elas consumam versões cada vez mais simplificadas do passado, Vanessa é assertiva: “Eu acho que os historiadores precisam estar nas redes. A internet é uma ferramenta que precisa ser usada para recontar a História e até fazer História. Não dá para deixar só nos livros ou nos museus. Nem todo mundo lê, mas muita gente acessa a internet. Então levar o registro dos livros para a internet é continuar a contar a História. Já recebi mensagens de seguidores que quiseram ler um livro a partir do conteúdo de um vídeo. Isso é muito legal”, comemora.  

Apesar do caráter educativo e informativo, o canal de Vanessa não produz conteúdos voltados especificamente para vestibulandos. “Eu gosto de recontar a história e não escolho os conteúdos de maneira aleatória. Não. Eles precisam me atravessar de alguma maneira. O caso de Volta Redonda é interessante, porque aquele acidente ainda diz muito sobre a empresa. Depois de fazer o vídeo, eu pesquisei sobre a CSN e como ela está hoje, quase 65 anos depois do acidente na Aciaria. E eu percebi que ainda acontecem muitas coisas aí, que poderiam ser contadas também. Para mim, significa que os aprendizados do passado não serviram de lição para o presente. Ainda morrem trabalhadores dentro da CSN”, lamentou. 

Para Vanessa, a História não é apenas um registro do passado. Muito menos, entretenimento ou mero conteúdo digital. Ela é aprendizado, reflexão e deveria contribuir para mudanças futuras. “Histórias como a do acidente na CSN precisam ser contadas e recontadas para as gerações futuras. Muitos comentários no vídeo são de pessoas de Volta Redonda que não sabiam desse acidente. Gente que trabalha dentro da usina e que não sabia disso”, relatou. O vídeo de Vanessa já passava de mais de 25 mil visualizações poucos dias após a publicação. “Foi um dos vídeos mais assistidos, comentados e compartilhados”, comemorou. 

Além do canal no Instagram, Vanessa também mantém contas no YouTube, Facebook e no Tik-Tok. Em todas as plataformas o nome é o mesmo: ‘A quem interessar’. E interessa, afinal, Vanessa produz conteúdo de qualidade, com boa comunicação e agilidade. 

Acidente

Foi no dia 27 de janeiro de 1962, quando uma panela (de aço) com 70 toneladas de ferro-gusa, a 1.200 graus, se soltou de uma ponte rolante atingindo cerca de 50 metalúrgicos que trabalhavam no chão da Aciaria. Dezesseis operários tiveram morte imediata, quatro foram socorridos gravemente e morreram poucos dias depois, e o restante ficou sequelado: perdeu dedos das mãos, partes das orelhas, do couro cabeludo, ou sofreu queimaduras tão violentas que lhes deformaram o rosto. 

O acidente, tido como um dos mais graves da história da CSN, completou 64 anos em janeiro de 2026 e foi contado por um sobrevivente: o metalúrgico aposentado Clóvis Gonçalves. Ele concedeu entrevista ao aQui em 2022, quando o acidente completou 60 anos. Clóvis morreu no ano seguinte, 2023. Sobre a reportagem, vale a pena ler e conhecer o fato. Pelo aQui, o link é (https://jornalaqui.com/chuva-de-ferro-derretido/) e pelo canal de Vanessa Silva, o acesso é pelo link:

https://www.youtube.com/@AQuemInteressarAQI).

Cartas na mesa

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Rodrigo Drable derruba fake news e já anuncia apoio a Furlani em 2028

Os últimos dias foram de intensa movimentação nas ruas de Barra Mansa. Nos bastidores, também. É que alguns eleitores – não identificados – andaram espalhando uma fake news acerca da candidatura de Rodrigo Drable (Solidariedade), ex-prefeito e candidato a deputado estadual, que conta com o apoio declarado do atual prefeito, Luiz Furlani. A falsa notícia foi feita em cima, justamente, do apoio de Furlani a Drable, dando conta que os dois teriam rompido as relações. “Eles deixaram de ser amigos”, diziam, o que levou Drable a usar as redes sociais para atacar seus adversários, cujos nomes ele não quis citar, embora imagine quem são os boateiros.   

“Véspera de eleição e, mais uma vez, a turma do contra, do ‘quanto pior, melhor’, voltou a atacar. Mais uma eleição cheia de agressões e de mentiras. Quanta mentira! Agora eles estão dizendo que eu não sou amigo do Furlani. Poxa, gente. Há 10 anos atrás nós entramos na prefeitura juntos, trabalhamos juntos o tempo todo. Eu pedi para vocês votarem nele (para prefeito, em 2024). Tenham certeza de uma coisa: eu serei o melhor deputado da história de Barra Mansa. Muito melhor do que os que já passaram por aqui, muito melhor. Faremos a diferença. Eu e o Furlani, juntos”, disparou, mandando recado a quem ele entende ser do grupo do ‘quanto pior, melhor’.  

Drable foi além. Deixou claro, com todos os pingos nos ‘i’, que na eleição de 2028, quando Luiz Furlani deverá buscar a reeleição, ele terá total ajuda. “Os próximos anos serão de mais avanços para a cidade. E, na próxima eleição (em 2028) para prefeito, eu estarei com ele, de preferência coordenando sua campanha, se ele quiser”, pontuou. “Furlani é o meu candidato. É o cara que eu escolhi. Ganhando ou perdendo, eu estarei com ele (em 2028). O meu propósito é só um: ver a cidade onde eu crio meus filhos, onde nós vivemos, crescendo. Eu preciso do seu apoio, como preciso do dele (Furlani).”   

“Em 2024, eu dizia: quem vota no Rodrigo vota no Furlani.  E agora, em 2026, é ele quem anda dizendo pela cidade: ‘quem vota no Furlani vota no Rodrigo’. Nós escolhemos estar juntos para trabalhar por Barra Mansa. E, apesar das conversas fiadas, da turma do ‘quanto pior, melhor’, que só quer que a cidade afunde, nós sabemos que as coisas têm avançado nos últimos dez anos. E vão avançar ainda mais. É por isso que eu preciso do seu voto, eu preciso do Furlani, e nós seguiremos juntos. Sou candidato a deputado estadual para ser o melhor de todos os tempos”, finalizou, deixando seu número nas urnas (não sabe? Olhe os santinhos). 

 

Barra Mansa registra queda em índices de criminalidade

Barra Mansa registrou redução em importantes indicadores de criminalidade no mês de agosto. Dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ), na comparação com o mesmo período de 2025, apontam queda nos registros de homicídio doloso, letalidade violenta, roubo e furto de veículos, além de redução de 100% nos casos de furto em coletivo.
No período analisado, os registros de letalidade violenta passaram de nove ocorrências em agosto de 2025 para duas em agosto deste ano, representando uma redução de 77,78%. O número de homicídios dolosos também apresentou queda significativa. Foram oito registros em agosto de 2025, contra dois no mesmo mês de 2026, uma redução de 75%.
Entre os crimes contra o patrimônio, os roubos de veículos passaram de três ocorrências para uma, o que representa uma redução de 66,67%. Já os furtos de veículos caíram de cinco para três registros, uma redução de 40%.
Outro indicador que apresentou resultado positivo foi o furto em coletivo. Em agosto de 2025, foi registrada uma ocorrência, enquanto em agosto deste ano não houve registro, representando redução de 100%.
Para o secretário de Ordem Pública, Daniel Abreu, o acompanhamento dos indicadores e a atuação integrada das forças de segurança são importantes para o desenvolvimento das estratégias de prevenção e proteção à população.
“Barra Mansa vem registrando uma redução nos índices de crimes em 2026. Dados do ISP-RJ, referentes ao acumulado de janeiro a julho, apontam queda nos casos de homicídio, furto e roubo de veículos no município, em comparação a anos anteriores. Os números de agosto também mostram uma redução em diferentes indicadores de criminalidade e reforçam a importância do trabalho integrado e do planejamento das ações de segurança. Seguimos acompanhando os dados e fortalecendo a presença e as ações preventivas no município, sempre em parceria com as demais forças de segurança”, destaca Daniel Abreu.

 

ANTT vistoria obras do Pátio de Manobras
Para conferir o avanço técnico do projeto de mobilidade urbana de Barra Mansa, representantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) vistoriaram, na segunda, 28, as obras de readequação da linha férrea na cidade. A ação aconteceu em frente à Prefeitura, sob o viaduto Dr. Didácio de Souza Fonseca, onde a VLI transpõe uma das linhas para melhorar o fluxo de veículos na Rua Siqueira Campos (Centro), paralela ao Roberto Silveira.
A inspeção foi acompanhada pelo prefeito Luiz Furlani e pelo secretário de Planejamento Urbano, Eros dos Santos. Também estiveram presentes representantes do Dnit (Departamento nacional de Infraestrutura de Transportes) e da empresa VLI. Para o prefeito Luiz Furlani, os resultados já podem ser percebidos. “Estamos acompanhando uma transformação que já modificou a realidade de Barra Mansa. As obras permitem melhorias no fluxo, abrem novos espaços e contribuem para qualificar o paisagismo nas áreas centrais. Estamos modernizando e preparando o município para o futuro. E tudo isso exige diálogo. Barra Mansa é cortada por linhas férreas e pela Via Dutra. Precisamos trabalhar em parceria com as concessionárias, com o governo Federal, com o Dnit, a ANTT e todos os envolvidos para encontrar soluções que respeitem a realidade de Barra Mansa e, ao mesmo tempo, permitam que a cidade avance”, concluiu Furlani.

Foto: Gabriel Borges

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