domingo, outubro 25, 2026
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Seja o que Deus quiser!

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Balieiro, Rodrigo Furtado, Albertassi, Jari, Munir e Drable revelam como pretendem conquistar os votos dos indecisos

A menos de 48 horas das eleições de 4 de outubro, a quantidade de eleitores indecisos ainda é impressionante. Dados da pesquisa Vetor Arrow divulgada em 14 de setembro, feita de forma espontânea – isto é, sem apresentar uma lista de candidatos –, mostraram que o grau de indefinição no estado do Rio estava muito alto. Para deputado federal, 80,1% não citaram espontaneamente um candidato ou partido, e apenas 19,9% deram uma resposta válida. Para deputado estadual, o percentual é quase idêntico: 81,8% não citaram espontaneamente nenhum candidato ou partido, e 18,2% deram uma resposta válida. 

A indefinição dos eleitores torna incerta a eleição para a Câmara e para a Alerj. Baseada nessa realidade, o aQui fez a pergunta “Como o senhor espera obter os votos dos eleitores indecisos?” a alguns políticos da região que têm se destacado na apresentação de suas propostas, que têm muitas chances de se eleger. É o caso do ex-prefeito de Resende, Diogo Balieiro, e do vereador Rodrigo Furtado, de Volta Redonda, que conta com o apoio de Flávio Bolsonaro, candidato a presidente da República. 

Quanto aos candidatos para a Assembleia Legislativa, o aQui procurou dois políticos que buscam a reeleição: Jari Oliveira e Munir Neto. Ambos estão muito fortes. E ainda Edson Albertassi e Rodrigo Drable. O primeiro busca repetir sua votação, da ordem de 60 mil votos (em 2014), tendo sido votado praticamente em todos os 92 municípios fluminenses. Já Rodrigo Drable conta com o apoio ostensivo do prefeito Luiz Furlani, que adotou nas ruas a campanha ‘Barra Mansa precisa ter um deputado para chamar de seu’, referindo-se a Drable. 

Veja a seguir as revelações que fizeram, de forma exclusiva ao aQui, sobre como pretendem obter o voto dos indecisos.       

Para a Câmara Federal 

Diogo Balieiro – ex-prefeito de Resende, candidato a deputado federal pelo PL 

“Minha trajetória e minhas propostas estão à disposição de todos os eleitores. Ao escolher um deputado federal, considero fundamental avaliar a conduta, a reputação e a capacidade de transformar compromissos em resultados. O eleitor de Barra Mansa e Volta Redonda, por exemplo, tem facilidade de pesquisar o período em que fui prefeito de Resende por dois mandatos. Quero levar essa experiência para Brasília, para buscar recursos e investimentos para o estado do Rio de Janeiro, com um olhar especial para o Sul Fluminense, o Centro-Sul Fluminense e a Costa Verde.”

 

Rodrigo Furtado – Vereador em Volta Redonda, candidato a deputado federal pelo PL
“Nossa estratégia é fazer com que o eleitor conheça melhor quem é Rodrigo Furtado. E eu gosto de fazer uma comparação com o futebol. Para jogar bem, não basta saber chutar. Tem que conhecer o campo, ler o jogo e saber o que fazer. A política também é assim.
Eu não quero ser um deputado de uma pauta só. Quero chegar a Brasília preparado para jogar em várias posições quando os interesses de Volta Redonda e do Sul Fluminense estiverem em campo, especialmente na defesa da geração de empregos e dos condomínios industriais. Ou ainda na saúde, educação, defesa da valorização dos profissionais e nas cobranças por melhorias nas nossas rodovias.


Temos propostas para levar para o debate nacional, como permitir que o jovem comece o seu processo de habilitação aos 16 anos, com formação, avaliações e responsabilidade.
Vamos buscar recursos federais para ajudar a concluir e equipar o novo anexo do Hospital São João Batista e ampliar a capacidade regional de atendimento. Queremos um Hospital Regional funcionando de verdade como referência de média e alta complexidade para as cidades do Sul Fluminense e ampliar o acesso a especialidades que ainda obrigam muitas famílias a procurar atendimento longe de casa.
Quero atrair empresas, aproveitar melhor a força da nossa cadeia siderúrgica, estimular tecnologia e startups e ampliar a formação profissional. Volta Redonda está entre Rio e São Paulo, tem indústria, conhecimento e trabalhadores qualificados. Precisamos transformar essas vantagens em emprego e renda.
Também precisamos melhorar nossa infraestrutura. A BR-393, a Rodovia do Contorno, a RJ-155 e a Via Dutra são fundamentais para a nossa economia e para milhares de pessoas que passam por elas todos os dias. Quando falta investimento numa rodovia, não perdemos apenas tempo. Perdemos competitividade e, em acidentes, perdemos vidas.
E quero defender quem vive do próprio trabalho. Isso passa pela valorização dos profissionais da saúde e da educação, pela discussão do salário mínimo e por políticas de inclusão que permitam às pessoas com deficiência buscar autonomia sem que o medo de perder sua proteção social se transforme numa barreira ao trabalho.
É por isso que nossa campanha está ampliando a presença nas redes e apresentando essas diferentes pautas. O eleitor pode me conhecer por uma delas e descobrir as outras. Quero mostrar que experiência política não é decorar um discurso. É conhecer os problemas, estudar as soluções e saber onde buscar os recursos para realizá-las.
Voltando ao futebol, eleição não se ganha dizendo que é craque. É o desempenho em campo que mostra isso. Tenho três mandatos, propostas e uma história em Volta Redonda. Quero mostrar tudo isso ao eleitor que ainda está indeciso; que ele faça a comparação e escolha certo!”

Para a Assembleia Legislativa

Edson Albertassi – ex-deputado estadual, candidato a deputado estadual pelo MDB 

“Depois de ter passado por uma longa tempestade, disputar uma eleição não é apenas a busca por uma cadeira. É a confirmação de que a fé vence qualquer adversidade.
Fui eleito seis vezes, mas este meu retorno é marcado por uma motivação que nunca tive antes. Passei por experiências que mudaram completamente a minha forma de enxergar a vida.
Os anos que fiquei fora não foram perdidos. Acumulei experiência, amadureci o olhar e enxerguei realidades que de dentro do mandato eu não via. Isso vai me permitir fazer ainda mais por Volta Redonda e pela nossa região.

Não volto para recomeçar, mas volto porque o trabalho não está terminado. Sei o quanto podemos construir! É com essa disposição que estou pronto para escrever um novo capítulo dessa história.”

 

Jari Oliveira – deputado estadual, candidato à reeleição pelo PSB

“Acreditamos que a melhor forma de conquistar o apoio dos eleitores indecisos é conversando com eles. Nosso mandato foi construído, desde 2013, nas ruas, junto das pessoas. E nossa campanha também tem sido assim.
Estamos percorrendo os municípios, ouvindo as demandas da população, apresentando o trabalho que realizamos e falando sobre o que ainda queremos fazer. Acredito que o eleitor precisa conhecer a trajetória de quem pede seu voto, saber o que já foi feito e quais são os compromissos para o futuro.

Nossa candidatura é pautada pela proximidade com as pessoas, pela independência e pelo compromisso de continuar trabalhando pelo Sul Fluminense. É olho no olho, com diálogo, transparência e muito trabalho.” 

 

Munir Neto – deputado estadual, candidato à reeleição pelo Solidariedade


“Acredito que a melhor forma de pedir a confiança dos eleitores é mostrar o trabalho realizado nos últimos quatro anos. Ajudamos a viabilizar o asfaltamento da Estrada Roma – Getulândia e a chegada do Batalhão de Ações com Cães, e estamos trabalhando para entregar ainda este mês o Batalhão de Policiamento Ambiental. Conseguimos espalhar o programa Segurança Presente por Volta Redonda e o Sul Fluminense. Também propusemos e aprovamos pautas importantes, como os estatutos do Motoboy e das Doenças Raras. Agora, queremos dar continuidade a esse trabalho, avançando com o Hospital Veterinário, levando mais asfalto aos bairros e ampliando os equipamentos das unidades de Saúde. Tenho resultados para apresentar e disposição para fazer ainda mais. Isso sem falar das parcerias com os prefeitos da região, que têm no meu gabinete um porto seguro no Rio.”

 

Rodrigo Drable – ex-prefeito de Barra Mansa, candidato a deputado estadual pelo Solidariedade

“Sou candidato a deputado estadual para garantir que os recursos da saúde pública cheguem aos municípios, que o hospital do câncer que construímos, o Oncobarra, não fique sem recursos, e que cada doente tenha acesso a tratamento aqui na região; que a educação seja levada a sério e nossos jovens tenham oportunidade de receber educação técnica profissionalizante dentro das escolas, afinal já gastamos bilhões de reais com as Faetecs. Quero lutar para que a CSN não seja vendida e não feche as portas.
Temos muitas necessidades e precisamos de deputados que cumpram seus mandatos de verdade. Fui prefeito por 8 anos e nunca tive apoio de Deputado Estadual para ajudar nas principais dificuldades da cidade. Nunca vi deputado colocando o pé na lama nas enchentes ou trazendo recursos para as famílias afetadas; não lembro de deputado entrando comigo em hospital na época do Covid-19 em que atendemos a região inteira em Barra Mansa.
Quero ser o seu deputado para fazer a diferença na vida de quem vive no Sul Fluminense. E meu compromisso é ser o melhor deputado que essa região já teve! Peço seu voto e seu apoio e chegaremos lá juntos!”

‘Esquerda volver’

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Como os petistas da terra de Flávio Bolsonaro explicam a preferência dos eleitores pela direita 

Walter Barros

Adélice Maria Modesto e Flávio Bolsonaro têm uma coisa em comum: ambos nasceram em Resende. No mais, o presidenciável de direita e a militante de esquerda podem ser comparados a água e óleo: ele, a água; ela, o óleo. Afinal, a vida da petista não é nada fácil, já que a cidade é tradicionalmente conservadora. Não por acaso, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu 44.732 votos (61,86%) no segundo turno das eleições de 2022, ante 27.584 votos (38,14%) conferidos ao presidente Lula (PT). Mas Adélice não está sozinha. Ela faz parte de um grupo que vai às ruas todos os dias para tentar virar o jogo.

“Ser mulher negra, periférica e militante de esquerda em uma cidade onde o conservadorismo ainda é forte é enfrentar barreiras gigantes todos os dias. É ocupar espaços onde muitas vezes somos vistas como ‘cota’, e não como mulheres capazes e preparadas. É sentir o peso do racismo e do preconceito político, mas também transformar resistência em voz. Estar na política é afirmar que lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive decidindo os rumos da nossa cidade e do nosso país. É também defender a democracia, os direitos conquistados e a participação popular, porque sem democracia não há justiça social nem liberdade para todas e todos”, desabafa.

A integrante do grupo ‘Mulheres Negras de Resende’ atribui o conservadorismo da cidade e da região das Agulhas Negras a fatores históricos, culturais, econômicos e à forte presença de instituições tradicionais. Uma delas é a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), onde Jair Bolsonaro servia quando os filhos Flávio (1981), Carlos (1982) e Eduardo (1984) nasceram. Apesar disso, ela acredita que “a região está mudando, e o diálogo e a participação social são fundamentais para ampliar esse debate”.

Na linha de frente com Adélice está Cloves Alves, que assumiu a presidência do diretório do PT em Resende sabendo que não seria fácil ampliar o espaço do partido entre o eleitorado local, que, segundo ele, sofre forte influência dos grandes latifundiários, de famílias ricas e poderosas. “Eu sou um homem preto, periférico, financeiramente pobre, com consciência de classe. Enfrentar essas pseudoelites da sociedade e tentar construir uma Resende mais igualitária, mais saudável a todas as pessoas, é sempre um desafio”, explica o líder comunitário.

Bacharel em Direito, Cloves argumenta que as pessoas, em geral, não fazem ideia do que é ser conservador. “Eu pergunto se elas querem conservar a miséria, a desigualdade, o racismo, a misoginia. Todas são unânimes em dizer que não querem, então eu digo que elas não são conservadoras”, explica.

Ele vai além. Diz que também vê na esquerda um caminho para a conquista de representatividade. “Ser um líder comunitário e estar envolvido com movimentos sociais é minha paixão, minha razão de ser. É a gente poder lutar por algo que a gente acredita. Essas são as ferramentas que a gente tem, participando dos movimentos sociais, ser um presidente de associação de moradores, poder cobrar do poder público, seja o gestor de direita ou de esquerda”, acrescenta.

Derik Roberto é outro que enxerga na esquerda uma alternativa para ‘remar contra a maré’. “Sou filho de pedreiro e empregada doméstica, nascido e criado na Fazenda da Barra 3. Estudei a vida toda em escola pública e cheguei à faculdade de Direito da UFRRJ. Desde cedo, vi de perto como a pobreza pode humilhar e limitar as possibilidades de uma pessoa. Decidi militar porque acredito que a política é um dos principais caminhos para enfrentar a desigualdade social”, conta.

Derik, advogado, reconhece que ser petista em Resende não é fácil. “É desafiador ser de esquerda aqui, mas nunca foi fácil lutar contra a desigualdade e os privilégios. Ser de esquerda exige coragem. Meus antepassados tiveram essa coragem quando ela podia custar a própria vida. Graças à luta deles, hoje ela custa apenas alguns olhares atravessados. E, graças à nossa luta, espero que um dia possamos manifestar nossa ideologia sem qualquer receio”, desabafa o secretário de Organização do PT no município.

Hostilidade

Os petistas da terra dos Bolsonaros acreditam na melhora do desempenho de Lula nas urnas em Resende este ano, mas reconhecem a força da extrema direita no município. Comparando com campanhas anteriores, “quando as pessoas tinham medo de se mostrar de esquerda”, Adélice diz que a aceitação do PT e de Lula tem apresentando um aumento expressivo, embora a desaprovação bolsonarista ainda seja muito forte. “Na última semana uma senhora veio em nossa direção e, ao passar, falou para um amigo: se juntar mais alguns é formação de quadrilha; ao ser rebatida, fechou a cara e continuou sua caminhada. O diálogo quase nunca surte efeito, mas estamos rebatendo mostrando a verdade dos fatos, embora não aceitem”, conta a integrante do grupo de Jongo ‘Dona Aparecida’ e do grupo de capoeira ‘Raiz Negra’.

Cloves acrescenta que o diretório se mantém aberto durante a campanha, que a aceitação ao PT tem sido “maravilhosa” e que o perfil da sigla no município acaba de superar 7 mil seguidores. Mas ele não esconde a força da extrema direita na cidade. “Tem acontecido muita hostilidade comigo e com minha equipe. Por exemplo, uma senhora pensionista vitalícia de militar chegou a uma de nossas apoiadoras, na feira, xingando, agredindo, dizendo estar decepcionada, porque sempre gostou dela, mas que era um absurdo ela apoiar o Lula, gritando. A madame se achando no direito de chegar numa mulher preta, periférica, pobre, a ponto de querer obrigar a apoiar ou votar em quem ela quer”, dispara.

Derik Roberto, no entanto, protagonizou o caso mais emblemático enfrentado pela militância petista de Resende durante a campanha deste ano, através de um bate-boca acalorado com um vereador bolsonarista. A briga, que precisou ser contida pela Polícia Militar, viralizou nas redes sociais, já que o oponente do advogado também disse que foi provocado pelo petista. “Naquele dia, estávamos no Calçadão fazendo uma atividade de campanha, quando o vereador chegou e interrompeu a nossa banquinha. Eu respondi às provocações e cobrei questões trabalhistas relacionadas a ele. A partir daí, ele perdeu a compostura, e a situação precisou ser contida”, rebate Derik.

Escala global

Apesar das peculiaridades de Resende, o avanço da extrema direita é um fenômeno global. Foi o que explicou o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Amâncio Jorge Silva, em entrevista recente ao Jornal da USP.

“A ascensão dos partidos de direita tem sido responsiva ou derivada principalmente de uma insatisfação com relação à sociedade reagindo ao que entende ser os efeitos da globalização, ou seja, o não atendimento a políticas públicas, políticas de bem-estar (…) começam a surgir esses partidos anti-globalização, anti-imigração, anti-estrangeiros, anti-integração regional, como acontece na Europa. Então, o significado desses partidos são crises de fato da democracia, do ponto de vista de representação, mas também de qualidade de vida”, observou.

Para o pesquisador, o avanço das tecnologias também facilitou o processo de integração social, cultural e econômica. O que, por outro lado, inflamou movimentos e ideias protecionistas e anti-migratórios, característica notável e muito presente em partidos de extrema direita.

Voltaço libera lista de associados que podem votar

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As eleições no Volta Redonda entram na fase decisiva e com um cenário surpreendente nos bastidores. O prazo para a inscrição das chapas ao Conselho Deliberativo e ao Conselho Fiscal se encerra nesta sexta, 2. Após grande expectativa, a diretoria finalmente liberou a lista atualizada dos associados com direito a voto. O documento chama a atenção por apresentar um avanço representativo: muitas mulheres estão aptas a votar. Em contrapartida, a listagem levantou questionamentos entre os torcedores mais assíduos, pela presença de muitos nomes desconhecidos e ainda de figuras públicas que pouco frequentam o Raulino de Oliveira.
A mistura dos perfis promete impactar diretamente os rumos da eleição que definirá a nova gestão do Voltaço. Já a eleição para a presidência da diretoria executiva só ocorrerá durante a Assembleia Geral Ordinária, marcada para o dia 19 de outubro. Até o momento, a disputa conta com dois nomes fortes e bastante conhecidos nos bastidores da 207. De um lado, Murilo Pragana, atual presidente do Conselho Deliberativo. Do outro, Alex Bosco, atual diretor administrativo, que se apresenta como sendo de oposição.
Curiosamente, embora ambos pertençam ao atual grupo político que comanda o Voltaço, o racha entre eles gerou a divisão. O rompimento interno, inclusive, quebrou a hegemonia da atual gestão.
O futuro institucional e esportivo do tricolor do aço dependerá da consciência e da presença de cada associado. Resta a eles analisar as propostas com responsabilidade, para garantir o crescimento contínuo do Volta Redonda. Quem viver verá!

 

Na Geral
De olho em 2028
O grupo de dissidentes, formado por antigos torcedores do Voltaço, que tinha a intenção de disputar a presidência do clube terá de esperar até 2028, quando terminará o mandato da diretoria a ser eleita. Fica, assim, para daqui a dois anos. Só não podem abandonar o projeto, que tem como nome forte para assumir a presidência Dinho 66, que vem fazendo um belo trabalho à frente da LDVR.  

História
Ninho Paca era um torcedor folclórico lá da minha Além Paraíba (MG). Pelos idos de 1960/61, depois de tomar umas timbucas, o que era seu forte, Paca foi assistir ao jogo do seu Granjense contra o Guarani, times da segunda divisão da cidade. Bola rolando e, de repente, o saudoso árbitro Paulinho Marendino marcou um pênalti contra o Granjense. Aí o tempo fechou. Ninho Paca, irritado com a marcação, desceu da arquibancada, empurrou o senhor Antônio Pinto, que tomava conta do portão de acesso ao gramado e o invadiu. Enquanto os jogadores cercavam o juiz, esqueceram a bola, que já estava na marca do pênalti. Mesmo trocando as pernas, Ninho Paca correu e, sem que nenhum deles percebesse, catou a bola e saiu correndo do estádio. Quando notaram o sequestro da redondinha, todos os jogadores saíram correndo atrás do figuraço e só conseguiram pegá-lo a um quilômetro de distância. Resgataram a bola e salvaram o jogo, até porque só havia uma bola, né? O pênalti foi cobrado, mas o goleiro Neném Macaia do Granjense defendeu. Depois, ficou tudo em paz. É mole?

Bola fora
Para o presidente do Flamengo, que anda mais preocupado com a venda da SAF do Vasco do que com o seu clube. Promete ir à Fifa para protestar contra a negociação, que teria o Palmeiras como parceiro. Esquece que Flamengo e Fluminense são parceiros na administração do Maracanã e proibiram o Vasco de fazer seu jogo contra o Boca Juniors pela semifinal da Copa Sul-Americana. Os dirigentes estão acabando com o futebol brasileiro.

Bola dentro
Para a seleção brasileira, que finalmente desencantou ao derrotar a “fortíssima” seleção australiana por 4 a 2. Dessa vez, os meninos resolveram jogar futebol. Ah, a vitória livrou o técnico italiano de novas críticas. O cara não tá agradando a ninguém…

Varandão da Saudade

Time da FEM (Fábrica de Estruturas Metálicas), campeão do Torneio do Sesi em 1988.

Screenshot

Em pé, da direita para a esquerda: Odil, Zé Osmar, Joaquim, Beto, Dóia, Renato, Jacó, Murilo e Natan. Agachados: Geraldo, Beleza, Sô sete, Assis, Márcio, Dud e Fred

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