Bate bola – Sérgio Luiz

Varandão da Saudade A foto é do time do Cisne Branco, de Barra Mansa, tradicional time amador em 1977. Tinha no Castelinho seu grande adversário, cuja fotografia iremos publicar na próxima edição. A rivalidade entre eles perdura até hoje fora do campo. Colaboraram Gino Lopes e o Xaxá.

Varandão da Saudade

A foto é do time do Cisne Branco, de Barra Mansa, tradicional time amador em 1977. Tinha no Castelinho seu grande adversário, cuja fotografia iremos publicar na próxima edição. A rivalidade entre eles perdura até hoje fora do campo. Colaboraram Gino Lopes e o Xaxá.

Em pé da esquerda para a direita: Legel, Cesinha, Botelho, Cícero, Magalhães, Joãozinho, Jojô, Heraldo, Niado, Carrapeta, Galo e Célio Careca. Agachados: Fafal, João Ápio, Paulo França, Ivanzinho, Catatau, Nelsinho, Gilson, Maloca e Zé Maria. Pegava fogo quando cruzavam.

 

Vazou

Um áudio onde dois torcedores do Voltaço conversam e um deles defende a invasão da sede do clube vazou nas redes sociais e foi divulgado na Rádio Sul Fluminense, pelo repórter Ilder Alves. Nele, um deles diz que a torcida deveria apedrejar e colocar fogo na sede na sede da 207, atirar rojões contra os quartos dos jogadores, entre outras baboseiras, que teriam ligação com os atos de vandalismos registrados no dia 1º de novembro, depois da derrota de 4 a 3 para o São José-RS. Os torcedores não foram identificados oficialmente.
Presidente do Conselho Deliberativo, Murilo Pragana, emitiu uma nota de esclarecimento contra o que ele chamou de ‘fake news’. Não era, existe. Isso ele até reconhece ao dizer que o áudio seria de 2017, e teria ido parar nas redes sociais depois de uma goleada sofrida pelo Voltaço diante do Audax por 5 a 1. A derrota, na época, eliminou o Volta Redonda da Taça Rio, o que teria provocado a reação do torcedor.
Ao mesmo tempo em que justifica as declarações do torcedor (ou seria conselheiro?), Pragana repudia os atos de vandalismo defendido pelo autor do desabafo. A verdade é que o presidente do Conselho deveria repudiar as declarações, não importando a data em que foi gravado. Certo ou não, o que se discute é o conteúdo do áudio e não a data da gravação.
E por que justificar a atitude do torcedor, dizendo que teria sido feita foi no “auge da emoção”? Estaria tomando a defesa incorreta de um conselheiro? E se não é conselheiro, qual a razão da Nota Oficial que publicaram. E se é, por que não dar nome aos bois?
Continuo repudiando toda e qualquer apologia à violência e vandalismo. Seja de quem for, seja torcedor, dirigente, jogador ou conselheiro. Que o responsável seja punido. Tenho dito!

Desespero
A cada rodada a corda vai apertando mais no pescoço do time do Volta Redonda. O próximo adversário será o Ypiranga, de Erechim-RS, amanhã, sábado, 14, às 16 horas, no Estádio Olímpico Colosso da Lagoa. O Voltaço precisa vencer para fugir do rebaixamento.

Desânimo
Alguns torcedores do Voltaço já jogaram a toalha, e acham que o time vai ser rebaixado para série D. Pessoalmente, acho que ainda dá para fugir da degola. Depende muito dos jogadores e diretoria chegarem a um acordo pondo fim às brigas de bastidores. Do jeito que está, o Voltaço é um barco à deriva.

História
Certa vez jogavam Voltaço e Flamengo, no Raulino. Quando se preparava para substituir Pintinho, o apoiador Robson foi entrevistado pelo repórter Carlos Rocha, da Rádio do Comércio que lhe perguntou: “Qual a orientação dada pelo técnico Ademir Fonseca?”. O garoto não conversou: “O técnico mandou empurrar o Pintinho pra frente, pra ver se a gente consegue penetrar na zaga do Flamengo”. É mole?

JJ Invest
A Polícia Civil do Rio prendeu na segunda, 9, o dono da empresa JJ Invest, Jonas Jaimovick, acusado de montar um dos maiores esquemas de pirâmide financeira já realizado no país. Teria dado prejuízo de R$ 170 milhões aos investidores, entre eles os ex-jogadores Zico e Júnior, ambos do Flamengo. A J.J. Invest patrocinou vários clubes grandes e até mesmo o Voltaço, que recebeu uns R$ 350mil. Na época, os dirigentes se vangloriavam de ter sido o único clube a não tomar cano do espertalhão. Escaparam por pouco…

Barra Mansa
Agora é oficial. Depois de cinco anos, a Federação Carioca liberou o estádio Leão do Sul e marcou os jogos em que o Barra Mansa terá o mando de campo: contra o CEAC/Araruama, no dia 20; Barcelona no dia 27; Mesquita no dia 4 de dezembro; e, Tigres no dia 7. Todos às 15 horas.

Bola fora
Para o time do Voltaço, que não vence há 10 jogos, fato que nunca aconteceu na história do clube. Jogadores e dirigentes vão entrar para a página negra da história do clube, principalmente, se o time for rebaixado. Tá feia a coisa!

Bola dentro
Para aqueles abnegados torcedores do Barra Mansa, que estão tentando levantar o clube. São poucos, mas são guer-reiros e precisam de ajuda. É hora de arregaçar as mangas e trabalhar.

Deixe uma resposta