A hora da verdade

Prefeitáveis dizem como esperam convencer eleitores a votarem neles e não nos adversários

Daqui a dois dias, por volta das 20 horas, ou menos, já teremos os resultados das eleições em Volta Redonda e Barra Mansa. Na cidade do aço, dependendo da apuração, a eleição para o Palácio 17 de Julho poderá ir para o segundo turno – o que é muito provável, já que três nomes andam se destacando dos demais: dos ex-prefeitos Neto (DEM) e Baltazar (PSD), e do prefeito Samuca Silva (PSC), que busca a reeleição. Correndo por fora, aparece o do vereador Granato (SDD).

Em Barra Mansa, onde não há segundo turno – situação que ocorre apenas em cidades com mais de 200 mil eleitores -, o resultado da eleição será conhecido ainda na noite de domingo, 15. Vai agradar a um, e desagradar a outros 11. Mas, caso Rodrigo Drable (DEM) se reeleja, sua vitória poderá gerar polêmica. É que o seu processo de afastamento da prefeitura, determinado pela Justiça, só será definido no ano que vem. Há quem entenda que, eleito e empossado, Rodrigo ficará aguardando o caso ser definido. E poderá, na versão de seus adversários, ter que deixar a prefeitura de Barra Mansa em 2021. Ele discorda. E se baseia na sentença da própria Justiça.

Conforme sentença da desembargadora Suimei Meira Cavalieri, o afastamento de Rodrigo Drable não atinge um futuro mandato, caso ele seja eleito. Refere-se apenas ao atual mandato. “Apenas consigne-se a duração das medidas de afastamento dos cargos que, considerando novo pleito eleitoral, ora devem perdurar pelo prazo restante dos mandatos eletivos”, sentenciou. Tem mais. Suimei descartou ainda a possibilidade de Barra Mansa ter que passar por uma nova eleição, caso Rodrigo saia vitorioso.

Nesta edição, o aQui apresenta a última das entrevistas com a maioria dos candidatos de Volta Redonda e Barra Mansa. Demos a eles, ao longo das últimas sete semanas, a chance de tentar convencer os eleitores a votarem neles. Dos que participaram dos debates – vários preferiram ignorar a chance de expor suas ideias aos eleitores de forma gratuita, é bom que se frise –, a maioria não entendeu uma das colocações que deveria abordar nesta edição. De citar nominalmente cinco adversários que os eleitores não deveriam votar em hipótese nenhuma.

Em Volta Redonda, apenas a professora Juliana, do PSol, teve a coragem de dizer por que os eleitores não deveriam votar em Neto, Samuca etc. Os demais ficaram na moita. Cida Diogo, do PT, quis usar o espaço apenas para se vangloriar – e sua resposta acabou editada. Em Barra Mansa, só Jackson Emerick e Paulo Cesar não saíram pela tangente. Pediram votos e deixaram claro por que os barramansenses não deveriam votar em Rodrigo, Bruno Marini etc.
Veja abaixo como os candidatos a prefeito de Volta Redonda e Barra Mansa querem conquistar o seu voto. E descubra o que podem fazer da vida depois das eleições de 15 de novembro:

Alex Martins – 40 (PSB)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Alex Martins: Um dos primeiros motivos está relacionado às minhas origens. Sou nascido e criado em Volta Redonda. Filho de metalúrgico e de uma dona de casa, que em muito ajudaram na construção dessa cidade. Aqui me formei Bacharel em Direito e constitui família. Jamais deixei a cidade e quero continuar trabalhando para transformá-la num local mais humano, inclusivo e digno para se viver.
À frente da OAB-VR, por três mandatos consecutivos, tive a oportunidade de desenvolver o Programa OAB Cidadã e conhecer de perto os principais problemas que afligem a nossa gente. Tenho convicção de que os serviços públicos devem servir para melhorar a vida das pessoas, independente da sua classe social e econômica. Assim sendo, desenvolvemos o programa Pra Fazer Volta Redonda Melhor.
As propostas foram construídas com base nos relatos dos cidadãos. Elas contemplam a saúde, o desenvolvimento econômico, os servidores públicos, a educação e todos os segmentos pelos quais a Prefeitura é responsável. A partir de 1º de janeiro de 2021 vamos realizar uma gestão que prioriza o respeito ao cidadão e escuta a sua opinião. Por isso, você que está indeciso, analise bem. A melhor opção é votar Alex Martins, 40.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Alex Martins: Penso que os eleitores devem analisar o perfil, a trajetória de vida e as propostas de cada candidato para decidir sobre quem merece seu voto. Esta análise deve ser feita com base na garantia de direitos e do bem comum da coletividade. Dessa maneira, garantimos o processo democrático no nosso país.
Prefiro não citar nomes e aproveitar o importante espaço oferecido pelo jornal para reiterar o meu compromisso com a população de Volta Redonda e dizer que a melhor escolha para a cidade é votar 40 para prefeito. É votar Alex Martins.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Alex Martins: Nesta hipótese, seguirei minha trajetória como advogado e professor universitário. Mas, o trabalho Pra Fazer Volta Redonda Melhor continua. A minha candidatura não está pautada em um projeto eleitoral, mas sim, em um projeto que viabilize dias melhores para a população. É certo que, nas varas de trabalho, nas salas de aula, na prefeitura ou nas comunidades estarei buscando sempre esse ideal como uma proposta de vida.

Cida Diogo – 13 (PT)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Cida Diogo: A coligação “A Esperança de Volta” apresenta para a população a única chapa formada somente por mulheres, comigo e Nena Düppré (PV). Sou médica, com a experiência de ter sido secretária de Saúde, vice-prefeita, além de deputada estadual e deputada federal. Minha candidatura representa a oportunidade da nossa cidade ser mais democrática, sustentável, menos desigual e uma liderança regional com propostas para a população.
No nosso plano de governo, afirmamos nosso compromisso em implementar um orçamento participativo efetivo, e o planejamento e implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para os servidores públicos. Vamos garantir vagas nas creches para todas as crianças e, gradativamente, implantar o ensino em tempo integral em toda a rede municipal. E com o projeto Bairro-Escola transformar a realidade de cada comunidade.
Vamos acabar com as Organizações Sociais (OSs) e criar a Fundação Municipal de Saúde, assim como fiz quando criei o Fundo Municipal de Saúde, quando secretária. E criaremos, por exemplo, um Hospital Materno-Infantil. A Moeda Social também será implantada para atender beneficiários de programas sociais e incentivar a economia local. Além disso, teremos os polos Metalmecânico, de Saúde e de Educação para tornar a cidade referência.
aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Cida: Queremos resgatar Volta Redonda e tenho a tranquilidade de ser uma candidata ficha limpa, com legado de ter recuperado a Saúde da cidade uma vez e com disposição de fazer isso novamente agora. Nunca fui envolvida com qualquer tipo de escândalo de corrupção e acredito que os eleitores e eleitoras sabem analisar também sob esse aspecto.
Nota da Redação: Como a resposta fugiu ao estabelecido, ela foi editada para não prejudicar os demais candidatos em termos de espaço oferecido em cima de um tema comum a todos.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Cida: Vou continuar como presidente do Partido dos Trabalhadores em Volta Redonda para exigir que o novo governo atenda às necessidades da população. E vou atuar pelo fortalecimento dos movimentos sociais na cidade, com incentivo à participação da comunidade na política, das associações de moradores e promover debates públicos. Precisamos que nossa sociedade esteja envolvida e atuante para poder cobrar o uso eficiente dos seus impostos.

Dayse Penna – 90 (Pros)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Dayse Penna: Assim como eu, tenho certeza que o eleitor quer uma cidade que funcione para todos. Eu sou política de essência, atuo no desenvolvimento social há mais de 25 anos e sempre trouxe resultados, nas instituições e na secretaria que liderei. Convido os indecisos a pesquisarem sobre mim, meu vice, senhor Ademar Esposti, sobre nossa conduta. Além disso, me levanto para essa participação política partidária entendendo que ela é democrática, que a mudança de mentalidade vai fazer diferença na administração dos serviços públicos. Nesse caso, digo especificamente no combate à corrupção e ao desperdício do dinheiro público.
Principalmente neste pós-pandemia é preciso escolher pessoas capacitadas. Um estudo publicado pela BBC News em abril mostrou que mulheres à frente de países tiveram melhores resultados no combate à pandemia. Então isso é mais um motivo para que o indeciso em Volta Redonda tenha confiança de que o nome Dayse Penna é nesse momento a alternativa para que a cidade seja melhor cuidada

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Dayse: O eleitor indeciso não deve votar em pessoas que assumem a participação política partidária como profissão, eles devem repensar as escolhas que tem feito, porque fazer a mesma coisa esperando resultado diferente é loucura, já dizia Einstein. A mudança de mentalidade na participação política, prezando pela representatividade dos eleitores vai trazer um resultado muito melhor para o município. Sobre os cinco nomes eu prefiro deixar o eleitor verificar quais são aqueles que já estão na cidade há tempos se apresentando como profissionais, representando uma velha política e não o povo.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida?
Dayse: Bem, eu sou política de essência então independente do resultado das urnas eu vou continuar trabalhando como política. Seja dentro do meu bairro, seja dentro das causas que eu me interesso, seja também na participação de partido político. A minha atuação permanecerá como aquilo que eu me autodeclaro que é realmente ser política de essência. Para mim política não é profissão, é participação cidadã.

Evandro Glória – 23 (Cidadania)


aQui: Porque o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Evandro: Não sou ficha suja, não tenho compromissos com nenhum político, meu compromisso será com todo cidadão e serei o Prefeito que cuidará de seu povo, promovendo a Educação em primeiro lugar, seguido por Esporte, Lazer e Cultura desta forma promoveremos a saúde dos cidadãos Volta Redondeasses.
Igualmente nosso governo promoverá Fóruns e debates políticos durante seus 04 anos de mandato com as instituições representativas da sociedade civil e política de nosso município, incluindo ainda os Conselhos Municipais e Associação de Moradores que foram caladas durante muitos anos.
Promoveremos um grande projeto para a juventude e as crianças para que tenham uma melhor qualidade de vida em conjunto com os Conselhos Municipais, principalmente o Conselho Municipal da Juventude.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Evandro: A comunidade está descrente nos políticos profissionais, acredito que escolherão novos candidatos ao pleito deste ano, tenho andado nas ruas e as reclamações são muitas.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fara da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a Alerj ou Câmara em 2022?
Evandro: Ainda estou exercendo minhas atividades laborais, e a continuarei após as eleições, se a comunidade Fluminense entender que meu nome seja uma opção, para defende-los no Parlamento Estadual ou Federal, iremos estudar esta viabilidade, se assim Deus permitir

Granato – 77 (Solidariedade)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Granato: Nós temos quase 50 por cento dos eleitores indecisos e ainda há um percentual que pretende votar em branco e nulo, o que acho um absurdo. Eu vejo que é hora de mudança! Os que estão postulando a vaga já estiveram lá. Tenho o maior respeito pelo Neto, pelo Baltazar e por este prefeito que está aí, mas que não tem a menor condição de voltar pelo tamanho das barbaridades que ele cometeu na sua administração pública. Eu estou preparado para ser prefeito dessa cidade. Há oito anos venho me preparando para isso! Conheço como poucos a administração pública e ainda venho da iniciativa privada, onde passei e sobrevivi a diversas crises e sempre sai bem delas. Isso mostra que estou pronto para tirar a cidade dessa.
Eu quero pedir a oportunidade a você que está lendo minha resposta, pai de família, que me permita não só cuidar da cidade, mas cuidar dos moradores. Eu quero poder oferecer para você e para os seus, saúde, educação, cultura, gerar empregos para esta juventude, quero ser um diferencial e para isso eu peço, humildemente, o seu voto. No dia 15, vote 77!

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Granato: Não dever votar é uma coisa muito pesada, ao mesmo para mim. Chamo a atenção do leitor para que faça uma análise dos candidatos. Veja aquele que está mais preparado para ser o novo prefeito da cidade. Se achar que vale a pena não votar em mim, eu vou aceitar, mas pense bem para não se arrepender depois! Eu não farei critica pessoal a qualquer candidato!

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Granato: Se eu perder a eleição continuarei a minha normalmente. Eu sou empresário liberal, vou continuar trabalhando, mas eu estou confiante de teremos um êxito muito grande no dia 15. Eu quero colocar ordem na casa e reparo que as pessoas querem que eu faça isso, porque por onde eu passo sou recebido com muito carinho pelas pessoas que me param para manifestar seu apoio e pedir para arrumar a casa. Temos tudo para chegarmos ao segundo turno e vamos conseguir! Dia 15, vote 77. Granato Prefeito!

Juliana – 50 (Psol)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Juliana: Ao longo da campanha e nos últimos debates provamos que temos as propostas mais contundentes para o volta-redondense e que, de fato, elas podem construir uma cidade forte, mais plural e menos desigual no que diz respeito ao acesso à educação, saúde, emprego e renda.
O PSOL é um partido coerente, que se opõe à forma corporativista de se fazer política na qual prevalece os interesses dos mais ricos em detrimento dos mais pobres. Nosso partido nasceu da vontade de mudança, da recusa em aceitar a continuidade de um modelo onde quem sempre ganha são os poderosos, da indignação com a corrupção e mau uso das verbas públicas, da proposta de outra forma de se fazer política, envolvendo os mais vulneráveis como mulheres, negros e LGBTs.
O PSOL é a pedra no sapato daqueles que pretendem sitiar a prefeitura, privatizar o serviço público e enxovalhar a política com corrupção. Todas as outras opções representam o que há de pior neste meio, são um museu de velhas novidades. Ou estão envolvidos em algum tipo de escândalo ou são próximos dos que estão. Volta Redonda merece muito mais do que isso. Volta Redonda merece o PSOL.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?

Juliana: Primeiro de tudo, o eleitor não deve eleger nossos adversários porque temos o melhor programa, ele pode acessar e conferir que apresentamos para o TSE mais de 120 páginas de um documento que mostra os problemas e apresenta saídas, é o mais completo de todos, fizemos mais, por acessibilidade publicamos também em audiobook no Spotify. Só isso já é um motivo mais do que relevante para que não votem nos outros candidatos.
Assim, nos diferenciar é fácil, vejamos:
Neto – O governo Neto é oportunista, se aproveitou de um momento em que o país estava mais próspero, fez obras eleitoreiras e, no fim, quando a cidade estava abandonada não conseguiu eleger nem um sucessor. Se a população se esforçar vai se lembrar de como a cidade estava no final do último mandato.
Samuca – A gestão foi um desastre, ele se dedicou tanto em tentar agradar seus aliados políticos que abriu mão de governar a cidade. Errou em tudo: na saúde, na educação, no funcionalismo… Foi um fracasso completo, sempre tentando jogar a culpa no Neto.
Baltazar – É político profissional, sugou o que queria do governo Samuca como diretor de Hospital, e quando viu que o navio ia naufragar foi o primeiro a saltar. É a mais acabada definição de velha política, pula de partido em partido, quando lhe é pertinente. A população vai perceber.
Granato – Ele aposta na falta de memória do povo. Foi secretário de Obras do Neto, líder do governo do Samuca na Câmara, deu título de cidadão de Volta Redonda para Eduardo Cunha, um dos maiores corruptos do país. Tem mais, responde por Improbidade Administrativa na Justiça;
Hermiton – Esse me acusou de antidemocrática no debate da ACIAP, mas se esqueceu que quem exalta ditadura é seu ídolo, que se orgulha em defender ditador torturador publicamente. É um político com discurso de ódio que precisa ser derrotado categoricamente nas urnas.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Juliana: Antes de ser candidata, sou professora de História, pós graduada pela Universidade Rural do Rio de Janeiro. Ganho a vida dando aulas. Diante disso, se não vencer a eleição eu volto para a sala de aula e para as lutas do dia a dia que os professores deste país precisam enfrentar para sobreviver a esse sistema com o mínimo de dignidade. Estarei fazendo política com outros meios, mas sempre lutando, pois só a luta muda, de fato, a vida.

Neto – 25 (DEM)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Neto: Esperamos que essa decisão seja feita com base na comparação. Que seja feita quando as pessoas refletirem sobre que serviço público de saúde elas querem em Volta Redonda.
Que as pessoas se decidam comparando como era a manutenção dos bairros antes e agora. Como era melhor? Da mesma forma, na questão da Segurança, da Educação, do Social.
Volta Redonda vai precisar muito de um voto consciente e para que esse processo de deterioração tenha fim. Mais quatro anos de descaso podem ser irreversíveis.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Neto: Com as ferramentas disponíveis hoje em dia, será possível aos eleitores decidirem quem é a melhor opção para os próximos quatro anos.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Neto: Vamos vencer a eleição, junto com o povo. Somos candidatos, nosso nome está na urna e quem digitar 25 estará dando um voto de esperança para nossa cidade.

Samuca – 20 (PSC)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Samuca: A mudança que começou em 2017 não pode parar. Fui eleito para realizar as mudanças que a cidade tanto queria. E esse processo começou com uma gestão eficiente, com o fim das boquinhas de RPA, com mais concurso público, enfrentando as empresas de ônibus por um transporte de qualidade, com mais transparência e diálogo.
Gestão não é mágica. Não fizemos tudo, mas dizer que não fizemos nada é mentira. Está tudo bem? Não. Mas avançamos muito. Mesmo com a dívida de R$ 1,7 bilhão, greve dos caminhoneiros, prisão de governador, eleição presidencial conturbada, maior chuva da história e agora a pandemia, fizemos muito.
Inauguramos a Rodovia do Contorno, a Arena Esportiva, o Hospital Regional, o Hospital do Idoso, a reabertura do Hospital Santa Margarida, Clínica de Diálise, revolução no transporte de pacientes para outras cidades, três unidades básicas de saúde, briga por um transporte de qualidade visando a licitação, tornar a cidade a Mais Empreendedora do Brasil, ganhei o prêmio Prefeito Amigo da Criança e o MP nos reconheceu como uma das cidades mais transparentes. Por essas e outras a luta não pode parar. Domingo é 20.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Samuca: Eu peço aos indecisos para pesquisarem os históricos de cada candidato, se eles têm algum processo, se suas candidaturas estão aprovadas pela Justiça Eleitoral. E pesquisem o que fizeram pela cidade e suas propostas. Gestão não é mágica. Em quatro anos não deu pra resolver problemas de décadas, mas com gestão eficiente e nosso conhecimento, com as melhores propostas, vamos avançar muito mais.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Samuca: Não existe essa possibilidade. Tenho certeza que nosso povo, que ama Volta Redonda, vai nos dar mais um voto de confiança reconhecendo tudo o que fizemos, as dificuldades que passamos e nossas propostas que são as melhores para a cidade.
Mas lembro que não sou um político de carreira. Paralisei minha carreira como servidor público federal, auditor e palestrante para contribuir com minha cidade.

 

Barra Mansa

Bruno Marini – 55 (PSD)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Bruno Marini: Barra Mansa vive uma realidade política vergonhosa, um prefeito afastado pela segunda vez, por acusação de associação criminosa e corrupção passiva. Um grupo de candidatos sem expressão que enfraquece a oposição, além de candidato de partido oriundo do Partido Comunista Brasileiro. Eu sou o voto útil, o voto capaz de tirar o atual prefeito do poder e proporcionar uma nova realidade de desenvolvimento com geração de riquezas e oportunidades de trabalho para a população. Além de ter como vice, um médico, gente boa e muito preparado para cuidar da saúde de Barra Mansa que está falida.
Diante deste cenário, sou a melhor opção de voto útil para a cidade, sou o único com estrutura para promover a mudança que a cidade precisa.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Bruno: Rodrigo Drable: A população não quer votar no atual prefeito. A cidade virou um caos e passou a ocupar as páginas policiais de tantas acusações e processos. Não fez nada, não disse ao que veio e ainda por cima, é reconhecidamente arrogante e perseguidor.
Thiago Valério: Uma possível vitória dele, seria uma tragédia para Barra Mansa. Thiago é do partido Cidadania, um partido oriundo do PCB – Partido Comunista Brasileiro, cujo presidente nacional é o Roberto Freire, comunista de carteirinha, inimigo do governo federal. Com ele, Barra Mansa não conseguiria os recursos necessários para alavancar os investimentos na cidade.
Capitão Daniel Abreu: Um novato na política e por assim dizer amador. É candidato de um partido nanico, reconhecido com um partido de aluguel, sem expressão nenhuma no cenário estadual e nacional. Recentemente falou bobagem nos jornais que eu e um outro candidato o teria procurado para propor aliança em troca de cargos pela sua desistência. Um absurdo!
Clarice do PT: O PT como todos sabem, teve o seu momento de poder e fez muita bobagem. Hoje é um partido sem rumo, confuso entre sua ideologia e suas práticas.
Dr Alcio: Também um novato na política, de pouca expressão no momento, mas é um ótimo advogado.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Bruno: Não trabalho com essa hipótese, estou trabalhando para ganhar a eleição em Barra Mansa.

Jackson Emerick – 77 (Solidariedade)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Jackson Emerick: Barra Mansa está numa situação preocupante. Eu andei por todos os cantos da cidade, conversei com as pessoas e senti a indignação da nossa gente. Denúncias de corrupção na prefeitura, obras eleitoreiras às vésperas da eleição, saúde e educação abandonadas, brigas políticas, falta de segurança e, principalmente, de oportunidades para os nossos jovens. O barramansense quer mudança, quer voltar a ter esperança.
Eu nasci e me criei em Barra Mansa, conheço a cidade, os seus problemas e o grande potencial que tem. Eu acredito que com união, fé e diálogo vamos fazer Barra Mansa renascer, voltar a ocupar o lugar de destaque que sempre teve. Estou há muitos anos na caminhada política e me sinto preparado para ser o prefeito e transformar Barra Mansa numa cidade melhor, com mais igualdade e justiça social.
Quem me conhece sabe que eu sou um cara humano, de diálogo, que me preocupo com o bem-estar das pessoas à minha volta. E que nunca fugi de desafios. Eu sei que a nossa cidade tem tudo para ser uma potência no Sul Fluminense. Com seriedade e trabalho duro vamos mudar a realidade de Barra Mansa, vamos lutar para que o nosso povo tenha uma vida digna.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Jackson: O eleitor de Barra Mansa é consciente e vai escolher o que entende ser o melhor para a cidade nesse momento crítico que estamos enfrentando, após analisar o histórico e as propostas de cada candidato. Cabe a nós respeitar esta escolha que faz parte do processo democrático.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Jackson: Eu vou ser o prefeito de Barra Mansa pelos próximos quatro anos e fazer a nossa cidade voltar a ser a terra de oportunidades que foi um dia, atraindo milhares de pessoas de outros estados para cá, como meus pais.

Tuca – 12 (PDT)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Tuca: Barra Mansa vem numa decadência econômica nos últimos 30 anos, causadas por um modelo de governo de continuidade. Temos os três últimos Prefeitos com contas reprovadas pelo TCE como exemplo. A falta de experiência com gestão profissional, e o modelo continuo de administrar, fizeram que todos os Prefeitos que passaram nesse período fracassassem.
Precisamos de um novo modelo que seja mais inclusivo socialmente, que atenda as demandas urgentes na saúde, educação e na geração de emprego e renda. Precisamos criar um novo ambiente de negócios mais confiável para atração de empresas, principalmente na área de beneficiamento de Aço, que é nossa principal vocação.
Temos que fazer urgentemente uma Reforma Administrativa pra atender os funcionários públicos do município, que tem uma Previdência falida. Fazer Mais com Menos! As incertezas pós pandemia, requer gestores com experiência comprovada, pra lidar com as surpresas que está por vir.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Tuca: Sempre afirmo que meu passado é meu Cartão de Visita! O eleitor deve analisar com critério rigoroso a todos os candidatos, de forma livre e independente pra escolher o mais preparado para o desafio de governar nossa cidade. Não gostaria de analisar individualmente os candidatos concorrentes. Prefiro deixar a missão para o cidadão eleitor.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Tuca: Não sou político carreirista, portanto continuarei fazendo política partidária, discutindo os graves problemas do País em especial de Barra Mansa. Como já afirmei, não tenho projetos políticos pessoais. Estarei à disposição pra contribuir com o PDT, para os futuros desafios a nível estadual e nacional.

Rodrigo Drable – 25 (DEM)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Rodrigo Drable: Pegamos uma cidade destruída, com vários salários atrasados, com toda a estrutura de saúde fechada, com as entradas da cidade destruídas, sem estrutura para trabalharmos. A autoestima em baixa e o cidadão sem esperança de que as coisas melhorassem.
Através de muito esforço e dedicação da equipe, a prefeitura foi reorganizada administrativamente, pagamos os salários e o 13 antecipados. Os serviços de saúde estão funcionando, superamos a Febre-amarela, quando a prefeitura foi transformada em um grande posto de vacinação, superamos as enchentes, desmoronamentos e alagamentos, construímos 680 apartamentos do Minha Casa Minha Vida, clínica veterinária, praças, quadras, várias creches e estamos gerando emprego com várias lojas e empresas que estão sendo inauguradas na cidade. Por fim, conseguimos retomar as obras de Barra Mansa, e quero continuar os avanços.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Rodrigo: Nunca falo dos adversários. Mas em todos os momentos de dificuldades que enfrentamos, não me lembro deles ajudando em nada. Só fazem criticar e agredir.

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Rodrigo: Vou dar atenção para a família e continuar à disposição dos meus eleitores.

Paulo Cesar, o PC – 19 (PODEMOS)


aQui: Por que o eleitor indeciso deve optar pelo seu nome na eleição de domingo, 15?
Paulo Cesar: Minha candidatura representa a nova política, com qualidade. Não me aliei a políticos antigos. Só estou a comando de Deus e de mais ninguém. Prefeitura não é laboratório, onde se faz experiências. Nossa cidade de Barra Mansa hoje paga um alto preço por ter tido, nos últimos anos, Prefeitos despreparados para o cargo, que tomaram decisões equivocadas e que, por muitas vezes, também se omitiram quando deveriam decidir.
Sou Administrador Público. Cursei Administração Pública na Universidade Federal Fluminense UFF, além do Bacharelado em Direito pelo UBM. Atualmente estou Bacharelando em Ciência Política e sou pós-graduado em quatro áreas da administração pública. Humildemente afirmo que me sinto preparado para administrar a nossa cidade de Barra Mansa.
Para realizar uma boa administração não basta só ser honesto, o que é um dever de todo cidadão. Tem que ser honesto, capacitado, ter força de vontade, coragem e, mais do que tudo, tem que ter vivência. Ser positivo, otimista e ter empatia pelas pessoas também conta muito e influencia na tomada de decisões acertadas de um bom governo.

aQui: Por que o eleitor indeciso não deve votar nos seus adversários?
Paulo Cesar: Vamos aos nomes:
Rodrigo Drable: O MP acusa o candidato, nos autos da Ação Penal nº 0039671-30.2020.8.19.0000, de pertencer a uma organização criminosa. Barra Mansa não pode passar pelo vexame de reeleger um Prefeito que não tem permissão para assumir o cargo.
Bruno Marini: O candidato conseguiu reverter a impugnação de sua candidatura no TRE/RJ. Porém, nada altera o fato dele ter sido condenado a 4 anos de reclusão no regime semiaberto por sonegação fiscal, pela Vara única da cidade de Bananal, nos autos da ação penal 0000730-53.2008.8.26.0059. Após recurso, conseguiu reduzir sua pena para 2 anos de reclusão no regime aberto. Deixou de cumprir a pena de prisão por ter prescrito o crime (Passou muito tempo sem ter terminado o processo), mas é incontroverso que o candidato cometeu o crime de sonegação fiscal de quase 1 milhão de reais, fato que, no meu entendimento, fulmina de total descrédito a sua candidatura ao cargo de prefeito de Barra Mansa.
Thiago Valério: O candidato é uma pessoa de boa índole, mas despreparado para o cargo. Para complicar, o candidato se uniu ao Roosevelt, que se acha no direito de aparecer em Barra Mansa de 4 em 4 anos, só para dizer quem deve ser prefeito. Na última eleição, Thiago Valério e o Roosevelt apoiaram o Drable e deu no que deu!

aQui: No caso de perder a eleição, o que você fará da vida? Vai continuar na política, vai se preparar para a eleição para a Alerj ou a Câmara em 2022?
Paulo Cesar: Se eu não for eleito não irei encarar como perda, mas sim como crescimento e aprendizado. Na vida nada é fracasso, tudo é feedback. No dia 16 de novembro, seja qual for o resultado das urnas, acordarei em minha casa, com a minha família e depois irei para o meu escritório. Seguirei na política e colocarei o meu nome novamente para a decisão popular. Posso esperar e rogo à Deus que todo barra-mansense também possa.

 

 

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