O streaming se tornou essencial no Brasil e no mundo. Afinal, 7 em cada 10 brasileiros foram ou são assinantes dessas plataformas ou canais on demand. Desde que a Netflix surgiu, outras plataformas apareceram, firmando de vez o hábito de assistir a séries e filmes. Pelo segundo ano consecutivo, a Hibou – empresa de pesquisa e insights de mercado e consumo – abordou o comportamento dos brasileiros para entender como está a relação com as plataformas. Foram entrevistadas 1400 pessoas de todo o país.
Da parcela de 70% da população que assinam ou assinaram, 92% apontam a Netflix como a primeira opção. Em 2022, ela também liderava, com 91%. No Ranking 2023, nota-se que a sequência de preferências segue a mesma do ano passado, exceto pela Disney+ que avançou e trocou de posição com a GloboPlay:
Amazon Prime Video (2023 – 54% / 2022 – 53%); Disney+ (2023 – 33% / 2022 – 26%);
GloboPlay (2023 – 31% / 2022 – 30%);
HBO MAX (2023 – 29% / 2022 – 20%).
Na ordem de favoritos, a Netflix se mantém em primeiro lugar para 66% dos brasileiros, apresentando grande diferença entre Amazon Prime Video e HBO MAX, com 8%, cada; GloboPlay, 5%; e Disney+, 4%.
Quando perguntados sobre o que é importante dentro de uma plataforma de streaming, a variedade e o preço são fatores que definem as regras. Para 74%, o critério principal é a grande variedade de títulos, seja de séries ou filmes e 66% dão preferência ao preço acessível. “A parte técnica também é observada pelos assinantes. Mesmo que tenha um grande catálogo, 42% prezam pela qualidade de navegação no app da plataforma; e 17% demandam um app específico para a Smart TV. Além disso, a personalização de comunicação, com sugestões direcionadas aos interesses de cada assinante, é essencial para 3 em cada 10”, aponta Lígia.
A possibilidade de acessar conteúdo para toda a família (39%); originais da plataforma (24%); com artistas e diretores famosos (6%) e produções brasileiras (6%), também são levados em consideração. Funções como “assistir junto” para quem está em outra casa e “indicar/ compartilhar” conteúdo a um amigo foram escolhas de 18% e 7%, respectivamente.
As preferências dos conteúdos consumidos não apresentam alterações desde o ano passado. As séries originais da plataforma continuam no topo para 71%. De olho nos filmes novos e lançamentos estão 67%; e a influência das séries que estão nas trends impacta 45%. Os documentários são de interesse de 34%; os filmes clássicos de 31%; séries clássicas que não estão mais no ar, para 28%; conteúdo infantil, 16%; novelas, 10%; animes, 7%; esportes, 6%; e outros gêneros, 2%.
“Para as plataformas, a estratégia de dividir as séries em episódios lançados por semana não agrada a 75%, dentre os 71% que gostam de conteúdos originais. Este é o público que gosta de maratonar e prefere séries em que todos os episódios são liberados de uma vez. Em contraponto, estão apenas 8% que curtem os lançamentos espaçados, geralmente liberados a cada semana”, observa Lígia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.
Valor adicional gera climão
Algumas plataformas apresentam possibilidades de conteúdos que vão além da assinatura
mensal e cobram valores adicionais para canais premium. Dentre os 70% que contrataram ou estão ativos em um serviço, 74% são contra a modalidade. Eles acreditam que todo o
conteúdo já deveria estar incluso na assinatura mensal; 16% são a favor, pois percebem a flexibilidade em pagar a mais se quiser, mantendo a assinatura mensal com valor mais baixo. Já 11% não pensaram a respeito e são indiferentes a essa opção.
Dentre os 30% que não assinam os serviços, 18% justificam a decisão por ser caro e 39% afirmam não terem costume de assistir TV. Já 26% são assinantes de canais a cabo e não sentem necessidade de mais gastos desse tipo; outros 13%, também assinantes destes canais, estão satisfeitos com o que têm e não sentem vontade de acessar outros conteúdos.
Entre outras possibilidades de consumo de vídeos está o YouTube, com a preferência de 16%, e as TVs abertas, para 13%. 12% usam um login emprestado e 4% preferem fazer download das obras. A falta de tempo, dinheiro ou hábito afeta 4% deles.
Cancelamentos de assinaturas
Segundo a pesquisa, 6 em 10 brasileiros já cancelaram algum serviço de streaming. A taxa de cancelamentos em geral aumentou 6%, em relação ao ano anterior. Já 40% não cancelaram e 3% não chegaram a assinar. E, mesmo entre as preferidas e mais assinadas, o ranking das principais baixas nos serviços segue um certo padrão na ordem, e altera-se a quantidade de decisores:
33% cancelaram Netflix (em 2022 foram 40%)
28% cancelaram Amazon Prime Video (em 2022 foram 23%) 27% cancelaram GloboPlay (em 2022 foram 24%)
17% cancelaram Disney+ (em 2022 foram 14%)
14% cancelaram Telecine Play (em 2022 foram 15%)
13% cancelaram HBO MAX (em 2022 também foram 13%)
Os motivos para o cancelamento do streaming são diversos, mas o econômico pesou mais na decisão entre os 58% que optaram por isso: 40% apontam o custo-benefício ou o preço alto praticado; 35% concordam que a situação financeira pesou e o serviço impactou no bolso. Além disso, a falta de lançamentos (28%) e o catálogo restrito ou títulos pouco interessantes (26%), também estão entre as razões.
Metodologia
A pesquisa ‘Streaming – 2023’ é de propriedade da Hibou, que conduziu o estudo em março/2023, com 1400 respondentes por abordagem digital. O estudo apresenta 2,6% de margem de erro a 95% de intervalo de confiança.
Redes sociais verticalizadas que você não conhecia
Ao surfar na web, é quase inevitável cruzar com alguma rede social, seja ela horizontal ou vertical. Essas redes sociais podem ser usadas para diversas finalidades, desde a promoção de conteúdo pessoal, até a divulgação de produtos e serviços. Os usuários das redes horizontais são mais abrangentes, tendo a possibilidade de se conectarem com praticamente todo tipo de pessoa e falarem de uma variedade de assuntos. Já as redes verticais são direcionadas para um grupo específico de pessoas, que têm interesses em comum. Se você está procurando se conectar com outras pessoas que têm interesses parecidos com os seus e não quer se limitar às principais redes sociais horizontais, aqui estão cinco redes sociais verticalizadas que você não conhecia.
1. Universo Literature Generator
Conhecido por fomentar a leitura e escrita, em 2022 foi lançado o Universo Literature Generator, um aplicativo que funciona como uma rede social onde é possível compartilhar textos durante todo o seu processo de criação e amadurecimento, além de publicar fotos, vídeos e até livros inteiros. A rede social, que já contava com um espaço para a publicação de textos mais longos, agora tem uma nova interface que promete ser a principal alternativa a outra rede social, o Twitter.
2. Skoob
Skoob é uma rede social brasileira gratuita para quem gosta de ler. A plataforma permite a construção da sua biblioteca virtual. Lá você inclui os títulos já lidos, os que estão em andamento, cumpre alguns desafios e, o principal, compartilha tudo com suas conexões.
3. Orble
O Orble é uma comunidade online para artistas 3D, para que possam se conectar com outros usuários nos campos de animação, modelagem 3D e games. Os usuários podem mostrar seus trabalhos e interagir, compartilhando seus conhecimentos.
4. Livreto
Livreto é uma rede social para leitores para classificar obras como lidas ou desejadas, permitindo que os usuários troquem opiniões.
5. Gengo
Gengo é uma rede social verticalizada projetada para conectar profissionais de tradução de todo o mundo. O site permite que os usuários compartilhem informações, artigos, conselhos e até mesmo trabalhos de tradução. É uma excelente maneira de encontrar profissionais, obter recomendações e até
Sobre o App Universo
Criado por William Costa, o App ‘Universo: Literature Generator’ é a nova rede social para amantes de livros. O aplicativo foi desenvolvido para conectar toda a cadeia do mercado literário e está disponível para Android e iOS. Quer saber mais? Acesse: https:// www.vemseuniraouniverso.com/

