Curtas 1249

Imposto de Renda
O curso de Ciências Contábeis, por meio do Núcleo de Práticas Humanas do UniFOA, em parceria com o Escritório da Cidadania, está oferecendo orientação gratuita, até o dia 27 maio, para quem quiser fazer sua Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2021. Os contribuintes que receberam, em 2020, rendimentos de até R$ 36 mil tributáveis poderão participar da ação no Campus Vila, em Volta Redonda.
O prazo para o envio da declaração vai até às 23h59min do dia 31 de maio e o atendimento está acontecendo às terças e quintas, das 14 às 16 horas, à Rua 23-B, número 39, na Vila. Para participar, basta agendar o atendimento pelo telefone (24) 3340-8015.

Açude em festa
O presidente da Associação de Moradores do Bairro Açude, Alan Cunha, inaugurou na noite do dia 24 último, a subsede da entidade. A inauguração fez parte das comemorações dos 38 anos de fundação da Amaba e os quatro anos da sua gestão, que tem como slogan “Açude em Ação”. A subsede recebeu o nome de Naides Maria Vicente Rosa, 90, que faleceu em 26 de novembro de 2020. Ela foi uma das primeiras moradoras do Açude 4, e Alan Cunha entregou à filha da homenageada, Ivani Vicente, um buquê de flores, aproveitando para ler a biografia de D. Naides.

 

‘Nem pense em nos matar’
Para ganhar força e debater a questão por todo o Brasil, as mulheres de Volta Redonda e Barra Mansa, entre outras, integrantes do “Levante Feminista contra o Feminicídio”, lançaram na quarta, 28, em território fluminense a campanha “Nem pense em nos matar” para atingir a meta de colher 100 mil assinaturas para o Manifesto do Levante, documento que sintetiza a importância da luta.
“A conquista da Lei do Feminicídio, em 2015, reconhece a especificidade desta violência. É alarmante o índice de ataques que as mulheres vêm sofrendo por parte dos homens, que reproduzem esse sistema patriarcal e racista, aniquilando a vida de uma mulher por se considerar superior a ela. Não podemos nos calar diante de tanta violência e feminicídio, todas as mulheres precisam entender que somente juntas e organizadas poderemos cobrar dos poderes constituídos e da sociedade brasileira atitudes mais eficientes e mudança de cultura e atitudes. Os homens são parceiros nesta luta, mas cabe às mulheres este protagonismo. Nós podemos”, explicou a equipe organizadora do movimento na região. Para acessar e assinar o manifesto, basta acessar o link: http://chng.it/FhdzggBmQY44

 

A secretaria de Ação Comunitária da prefeitura de Volta Redonda vai retomar as oficinas de capacitação e inclusão produtiva nos 13 Cras (Centros de Referência de Assistência Social) que estão funcionando e nos equipamentos da rede de proteção do município como o Centro Pop, Albergue Seu Nadim, entre outros.  ”Essas oficinas são muito importantes, principalmente nesse momento de pandemia onde sabemos que muitas pessoas perderam os seus empregos.  A princípio, os cursos vão funcionar nesses espaços e serão ampliados para outros Cras, assim que forem inaugurados. Queremos atender o maior número de pessoas possível, adotando todas as medidas de segurança ao combate a Covid-19″, destacou Munir Francisco, titular da Smac.
Os cursos, que terão início nos próximos dias, terão atividades voltadas para diversas áreas como: culinária, artesanato, customização de roupas e móveis, manicure, cabeleireiro, barbeiro, corte e costura, entre outros. As aulas acontecem de duas a três vezes por semana, dependendo do curso escolhido. A capacidade de atendimento para cada  curso é de 20 a 30 pessoas, mas como medida de segurança e para  garantir o distanciamento, o número de alunos será reduzido pela metade.
Embora as oficinas sejam abertas para toda a população, a  prioridade de vagas são para os usuários da Assistência Social do  município como mulheres que sofrem violência, egressos de presídios e  adolescentes com medidas socioeducativas ou que estão em busca do  primeiro emprego.
Os primeiros bairros beneficiados com a iniciativa serão: Retiro,  Siderlândia, Vila Brasília, Voldac, Dom Bosco, São Sebastião, Água  Limpa, Três Poços, Monte Castelo, Roma II, Rústico, São Carlos e Vila  Americana

 

Livre expressão
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou, em discussão única, na terça, 27, o Projeto de Lei 4.496/18, dos deputados André Ceciliano (PT) e Carlos Minc (PSB), que garante a livre expressão de pensamentos e opiniões a professores, estudantes e funcionários no ambiente escolar. A medida segue para o governador em exercício, Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la.
O texto proíbe que opiniões sejam cerceadas mediante violência ou ameaça, além de qualquer violação aos princípios constitucionais e normas que regem a educação nacional. Estudantes e profissionais da educação só poderão ser filmados durante aulas ou atividades de ensino mediante autorização expressa de quem será filmado ou do responsável – com exceção das atividades remotas. A norma ainda cita especificamente a proibição do uso de bens públicos – incluindo as escolas – para a propaganda eleitoral, prevista na Lei Eleitoral (Lei 9.504/97).
De acordo com os autores, o projeto foi apresentado para garantir o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas nas escolas – previsto pela Constituição Federal – e o debate de temáticas como as de gênero e diversidade, conforme o Plano Nacional de Educação (PNE – Lei 13.005/14).
Na justificativa do texto, eles afirmam que o direito das famílias de educar seus filhos segundo suas crenças e costumes deve conviver de maneira harmoniosa com a liberdade de ensino e o direito à educação. “Queremos uma escola sem mordaça, com liberdade. A escola é um espaço de troca de opiniões e pesquisa, não de censura e espionagem. A Alerj talvez seja a primeira assembleia do país a mostrar que educação não combina com perseguição, mas sim com respeito”, declarou Minc.

Destaques
Na última quarta-feira, a Alerj aprovou o substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça às emendas feitas ao projeto. O regimento da Casa prevê que os deputados podem pedir destaque às emendas não acolhidas para tentar incluí-las na versão final do texto. A votação de três destaques feitos pelo deputado Charles Batista, líder do PSL, aconteceu nesta tarde e as modificações foram rejeitadas.
Os destaques pediam a inclusão de três emendas para proibir os professores de manifestarem opiniões ou preferências ideológicas, religiosas e morais; de usarem “técnicas de manipulação psicológica” para adesão de alunos a determinada causa; e de incluírem conteúdos que possam conflitar com as convicções religiosas ou morais dos estudantes ou de seus pais.

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