POSTE
Moradores da proximidade do Trevo Sebastião Santos, na rotatória da Vila Americana, não entendem por que as autoridades de Volta Redonda não tomam uma providência para solucionar o problema do poste que aparece na foto e que está com as ferragens expostas há mais de seis meses. O risco de um acidente é evidente, reclamam. Aproveitam e perguntam, de forma irônica: quantos fiscais de postura a prefeitura possui trabalhando nas ruas?

Procon (I)
Mais uma pergunta que a população de Volta Redonda gostaria de ver respondida diz respeito ao Procon municipal. É que os abusos contra os consumidores aumentam a cada dia, e ninguém vê a fiscalização do órgão atuando, por exemplo, nos supermercados da cidade do aço. A reportagem do aQui mesmo já detectou problemas de falsa propaganda no Supermarket, Royal, Hortifruti, Spani etc.

Procon (II)
No último final de semana, o Supermarket se superou. Anunciou nas rádios – sexta, sábado e domingo – uma oferta de picanha das marcas Montana e Palatare a R$ 39,90. Já nos encartes, a rede só anunciou a Palatare a este preço. Em loja, não havia uma peça Montana pelo valor anunciado nas rádios. Na gôndola, estava por R$ 69,90. Na loja da Amaral Peixoto, o áudio da promoção
tocava na rádio a todo instante e mesmo assim o gerente teve a ousadia de dizer que o consumidor estava errado, que ele não tinha ouvido nada e que a promoção era da picanha Palatare, de segunda linha. Um claro caso de falsa propaganda. Aliás, um concorrente vendia a picanha Montana a R$ 49,90.
Procon (III)
A loja do Supermarket da Vila também aprontou. Foi na manhã de terça, 28. Vendia a batata baroa a R$ 19,90, enquanto na gôndola o produto estava sendo ofertado por R$ 9,90. Pelo menos dois clientes quiseram comprar com preço da promoção e foram barrados no caixa. Questionada, uma pessoa que se identificou como responsável não aceitou a reclamação e virou as costas aos clientes, deixando-os falando sozinho. Um deles foi embora, sem levar a batata. Outro ficou até que um gerente, de verdade, aparecesse para resolver o caso. Não reconheceu o erro, mas mandou passar a batata baroa com código de outra batata que estava em promoção, a R$ 9.90, como se estivesse fazendo um favor aos clientes do supermercado.
Procon (IV)
Casos como esses acima deveriam ser fiscalizados pelo Procon de Volta Redonda. Mas pelo visto o órgão não está nem aí. Tem mais. Em muitas lojas da cidade o consumidor encontra um telefone para reclamar e chamar um fiscal – o 151. Só que o número nunca funciona. Na manhã de terça, 28, alertava a quem ligava que o número não estava disponível. Isso quase às 10 horas. É mole?
Procon (V)
O ideal, segundo o leitor da bronca, é que o Procon de Volta Redonda – se quer mostrar resultados – adote um número fácil para que os clientes liguem quando encontrarem casos de falsa propaganda ou falta de produtos, entre outros. E que obrigue os supermercados, por exemplo, a afixar o número nos caixas das lojas. O Procon poderia adotar o 171, né? Mais sugestivo, não existe.

