Bigorna – A foto, do editor do aQui, Luiz Vieira, mostra como é belo o passeio em torno do antigo Escritório Central da CSN, na Vila. O medo, diz ele, é que a calçada seja destruída em nome da mobilidade urbana e que as pedras portuguesas com desenhos de trilhos, que eram produzidos na Usina Presidente Vargas para abastecer a linha férrea brasileira, acabem indo parar no lixo dentro em breve. “A calçada deveria ser tombada pelo patrimônio histórico municipal”, sugere. “Não deve existir outra calçada assim no mundo”, avalia.

Reciclável – “É uma pena que em Volta Redonda o caminhão dos recicláveis está igual vagalume: funciona, não funciona. Quando os moradores pensam que a coleta vai normalizar, o caminhão desaparece de novo, e a maioria desiste de separar o lixo nas semanas seguintes. Outros deixam até o dia do caminhão do lixão, digo, do aterro sanitário, passar. Alguns poucos não desistem à espera de que o que pode ser reciclado chegue até o depósito específico para isso. A foto ilustra a situação”, escreveu o leitor Paulo Roberto de Oliveira. Isso foi em julho de 2023. “Oito meses depois, e a situação descrita continua a mesma ou até pior, e o número dos que desistem de separar os recicláveis só aumenta”, pontuou. “A PMVR fez a divulgação da programação da coleta seletiva de maneira bem restrita, alguns até viram o caminhão, mas em poucas ruas, a maioria nada”, reclamou.

Jeitinho – Como a Secretaria de Infraestrutura não resolve quase nada, nem a Secretaria de Ordem Pública, que gosta de se meter em tudo que é assunto da prefeitura de Volta Redonda, uma alma caridosa resolveu fazer uma boa ação na manhã de quarta, 20, e pelo menos sinalizou o risco de alguém cair e se machucar no buraco existente na esquina da Avenida Amaral Peixoto com a Rua Nossa Senhora das Graças, no Aterrado. “Uma vergonha”, definiu.

No chão – No Dia Internacional das Florestas, comemorado na quinta, 21, o leitor que se identificou como José Teixeira Neto, do Roma, enviou a foto feita no Jardim Paraíba com a seguinte pergunta: “Valeu a pena?”. Que a resposta seja dada pela secretaria de Meio Ambiente de Volta Redonda que, em tese, deveria ser responsável por defender nossas árvores, não é mesmo?

