sábado, maio 2, 2026
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Piraí receberá investimento de cerca de R$ 1 bilhão para a implantação de um hub de energia

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O prefeito Luiz Fernando Pezão está rindo à toa. Não é para menos. O município de Piraí vai receber um dos maiores investimentos da sua história com a construção de um complexo de energia, graças ao Leilão de Reserva de Capacidade 2026 (LRCAP 2026), promovido pelo Governo Federal. O empreendimento prevê a contratação de 166 MW de potência e deverá atrair cerca de R$ 1 bilhão em investimentos diretos para a até então pacata cidade do Sul Fluminense. 

“A cidade foi contemplada no Leilão de Reserva de Capacidade 2026, um processo nacional do setor de energia que define onde serão feitos grandes investimentos para garantir o abastecimento elétrico do país nos próximos anos. Com isso, a UTE Nova Era – uma das vencedoras – vai implantar em Piraí um complexo que reúne geração de energia, armazenamento em baterias e tecnologia de ponta”, detalhou Pezão nas redes sociais.
O projeto integra o Hub de Energia e Dados Nova Era, um complexo que reunirá, em um único espaço, uma usina termelétrica moderna e flexível, um sistema de armazenamento de energia em baterias (BESS) e um data center de alto desempenho voltado para aplicações de inteligência artificial.

Durante a fase de construção, a expectativa é que cerca de 300 trabalhadores sejam mobilizados, gerando impacto direto na economia local, especialmente nos setores de comércio, serviços, hotelaria e transporte. A implantação do empreendimento também amplia o potencial de atração de novos negócios para o município, principalmente nas áreas de energia, tecnologia e serviços especializados.

A previsão é que a usina entre em operação em outubro de 2028, consolidando Piraí como um polo estratégico emergente no setor energético e tecnológico, além de contribuir para o fortalecimento da infraestrutura energética nacional. “Esse é um momento importante para Piraí. Estamos falando de um investimento que projeta a cidade para um novo ciclo de desenvolvimento, com geração de oportunidades, fortalecimento da economia local e inserção em setores estratégicos como energia e tecnologia. Seguiremos trabalhando para que o município esteja preparado para crescer com planejamento e responsabilidade”, comemorou Pezão. 

Ele foi além. “Tenho acompanhado de perto esse processo e sigo trabalhando para que Piraí esteja preparada para crescer com planejamento, responsabilidade e foco em resultados para a população. Esse é o caminho: atrair investimentos, gerar oportunidades e construir o futuro da nossa cidade”, avaliou. 

Presente de aniversário

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CSN: Náutico é condenado a pagar até R$ 1 milhão em aluguéis atrasados. Clube terá de ser devolvido até 9 de abril 

Por Pollyanna Xavier

O juiz da 5ª Vara Cível de Volta Redonda, Alexandre Custódio Pontual, bateu o martelo: o imóvel ocupado pelo Clube Náutico no bairro Nossa Senhora das Graças terá de ser devolvido à CSN em até 30 dias. Na sentença, o magistrado ainda condenou o clube a pagar um aluguel, apurado em R$ 2.230,00 mensais, desde maio de 2005 – ano em que encerrou o prazo do comodato firmado entre a agremiação e a siderúrgica.

O aQui fez os cálculos de qual seria o valor total a ser pago pelo Náutico e chegou a uma cifra que varia de R$ 900 mil a R$ 1 milhão. Isso porque os valores deverão ser corrigidos com base no IGP-M (que regula os aluguéis no Brasil) e calculados mediante juros simples de 1%. Em termos de aluguel mensal, o valor atualizado seria, pelos cálculos do IPCA, na faixa de R$ 5.900 a R$ 6.300.  
A ação é de 2014 e, curiosamente, nunca teve nenhum recurso julgado pelo Tribunal de Justiça. Isso significa que se trata de uma decisão em primeira instância, à qual cabe recurso. 

Ação

O processo de reintegração de posse do imóvel ocupado pelo Náutico foi ajuizado pela CSN em 2014, após quase 50 anos de comodato. Localizado à Rua 562 (ver foto) do bairro Nossa Senhora das Graças, foi cedido em setembro de 1966 por prazo indeterminado. Só que, em 2005, a empresa decidiu reaver a sua propriedade e encerrou o comodato, passando a cobrar um aluguel, de R$ 2.320,00, que nunca foi pago.

Diante da inadimplência, a CSN recorreu à Justiça. O modelo adotado com o Náutico segue o mesmo padrão dos aplicados aos demais imóveis ocupados por clubes, como Umuarama, Ressaquinha, Clubinho do Laranjal e Fotofilatélico: eles também foram cedidos por comodato entre as décadas de 1960 a 1980 e, quando quis encerrar, a CSN passou a cobrar aluguel. Sem o pagamento, veio o processo judicial. Os clubes Umuarama e Ressaquinha já foram retomados e voltaram ao espólio da Companhia. O Laranjal ainda aguarda um julgamento final. 

De acordo com os autos a que o aQui teve acesso, o Náutico sustentou, em sua defesa, o direito a usucapião (como o Clubinho do Laranjal faz), alegando exercer a posse do imóvel há mais de 60 anos e, pelo tempo, teria direito à aquisição da propriedade. O clube também tentou argumentar que o comodato teria sido revogado com a privatização da CSN, o que justificaria sua permanência no imóvel. O juiz Alexandre Pontual, no entanto, rejeitou os argumentos. Afastou a possibilidade de usucapião e destacou que o “comodato não gera direito de posse com intenção de propriedade”. O magistrado foi além. Ressaltou que a mudança na natureza da empresa – de estatal para privada – não altera a validade do contrato. “Expirado o prazo e não havendo devolução, caracteriza-se o esbulho”, concluiu. 

A situação do Náutico, apesar da sentença, é incerta. É que, como o processo nunca subiu para a segunda instância, ele poderá chegar ao Tribunal de Justiça do Rio, caso o Clube decida recorrer da sentença. Se isso acontecer, o Náutico poderá seguir funcionando normalmente até nova decisão; desta vez, a proferida pelo colegiado do TJ-RJ. Caso contrário, o imóvel deverá ser devolvido ao patrimônio da CSN até 9 de abril – ironicamente, data do aniversário de 84 anos da CSN. Na sentença, o juiz determinou a desocupação voluntária, sob pena de despejo forçado, inclusive com apoio policial. A empresa não comentou a sentença. O clube, muito menos. Mas a última movimentação do processo, feita na quinta, 19, mostra que o Náutico apresentou embargos de declaração. Este tipo de recurso não altera a decisão, mas pede o esclarecimento ou a correção de algum ponto que tenha ficado obscuro, contraditório ou incompleto.  

No ar

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ITATIAIA: Prefeitura vai promover curso de operador de drone. Quando? Não se sabe; nem onde… 

A Prefeitura de Itatiaia está aceitando inscrições para o curso de capacitação de Operador de Drone, cuja data de início ainda não está nem prevista, assim como o local das aulas também não. As informações oficiais dizem apenas que as inscrições deverão ser realizadas no dia 27 de março, de forma presencial, na Secretaria de Trabalho, Emprego e Geração de Renda, das 10 às 16h30min. Serão oferecidas 20 vagas para moradores do município, e os candidatos devem ter 18 anos no mínimo, ensino médio completo, noções básicas de informática, especialmente Pacote Office, acesso à internet e equipamento eletrônico para participação das aulas on-line.

Os documentos necessários para a inscrição são: RG, CPF, comprovante de residência atualizado, comprovante de escolaridade (ensino médio concluído) e comprovante de curso ou conhecimento em Pacote Office. O edital completo para o curso está disponível pelo link:
EDITAL_-_Resendrones_Imagens_e_Inspecoes_LTDA_assinado.pdf 

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