Bate bola Sergio Luiz

Varandão da Saudade

Essa é para matar a saudade dos torcedores do Voltaço. É a foto do primeiro time montado na história do Volta Redonda, em 1976. É do acervo do Zé Maria.


Em pé, da esquerda para a direita: Aloisio, Paulão, Fred, Fernandão, Zé Maria e Waldir. Agachados: Jorge Cuíca, Paulo Roberto Brasinha, Acelino, Ademir Socadinho e Paulo César Espanta Neném, Chico (Massagista).

Estadual pode terminar em Brasília

​O presidente Jair Bolsonaro, com o apoio do governador de Brasília, Ibaneis Rocha, sugeriu que as finais do Carioca sejam disputadas na capital federal, no estádio Mané Garrincha, já colocado à disposição pela federação local. Até prova em contrário, os clubes gostaram da ideia. O Flamengo, através do presidente Rodolfo Landim e do vice de Relações Externas, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, lidera a negociação. Teria apoio do Vasco, assim como dos clubes menores. Fluminense e Botafogo estariam contra, mas não devem resistir, pois só com a bola rolando é que a TV Globo voltará a liberar as cotas de transmissão, hoje suspensas. Afinal, não tem ninguém nadando em dinheiro, não é mesmo?  


​Mas o campeonato Carioca só vai para Brasília se o governo do Estado não liberar o Maracanã para a realização dos jogos. Depende ainda do apoio do prefeito Marcelo Crivella, sem contar que existe a expectativa de o Ministério da Saúde liberar ou não a realização de jogos pelo Brasil. 
​Resta saber quem vai pagar a conta, salgada por sinal. Afinal, para levar os jogos para Brasília tem que definir a questão logística, pois seriam várias viagens de avião, sem contar a hospedagem de vários times ao mesmo tempo. Quem viver verá!

Falecimento
O torcedor antigo do Voltaço deve se lembrar do primeiro zagueiro central da história do tricolor de aço: o ‘xerifão Fernandão’. Lamentavelmente, ele faleceu na quarta, 29, em um hospital em Ipanema, no Rio de Janeiro, onde estava internado. A causa da morte não foi divulgada. Que descanse em paz! 

Renovação
Os jogadores Bernardo, Oliveira, João Vitor, Marquinho e Wiliam Mineiro tiveram os seus contratos encerrados com o Voltaço na quinta, 30. Sorte dos dirigentes é que todos têm cláusula de renovação automática. O zagueiro Heitor, que teve contrato encerrado em março, recebeu uma proposta e já manifestou o desejo de ficar.

História
Essa é de Marcinho, do Comercial. Conta que um jogador do América do Rústico, chamado José Carlos, que tinha o apelido de Zé Capeta, ia vestir a camisa do clube pela primeira vez, jogando contra o Santos, de Volta Redonda. Na reserva, aguardava ansioso para entrar em campo. Na metade do segundo tempo surgiu a oportunidade. “Zé, vai aquecer,” mandou o treinador. Capeta tremeu. Não de emoção, mas de nervoso, pois não sabia fazer aquecimento. Para sua sorte, no mesmo instante, o técnico do Santos mandou um dos seus jogadores para o aquecimento. Zé Capeta respirou aliviado e pensou: “Vou fazer tudo o que ele fizer”. E assim fez. Até mesmo para assinar a súmula, ele chegou junto com o adversário na mesa do árbitro reserva. Afinal, nunca tinha assinado uma súmula e nem imaginava como era. Sempre atento, nosso herói fixou os olhos na prancheta e viu que o adversário assinava: “Antônio dos Santos”. Zé Capeta não conversou e assinou: “José Carlos do América”. É mole?

Dificuldades
Em entrevista ao Esporte Interativo, o vice-presidente do Volta Redonda, Flávio Horta Junior, afirmou que o clube conseguiu pagar o mês de março, porém não poderá fazer o mesmo em abril. Mesmo tendo recebido uma cota de R$ 200 mil da CBF referente à participação na série C, a diretoria procura uma saída. Parte por reduzir salários… 

Bola fora
Para a crise que está atingindo o futebol brasileiro. Clubes, já sem dinheiro para saldar compromissos, andam pedindo afastamento das competições, demitindo funcionários e dispensando jogadores. Resultado: vários regulamentos serão rasgados por conta da Covid-19.

Bola dentro 
Para os jogadores que estão fazendo campanhas para ajudar entidades e famílias necessitadas atingidas pela Covid-19. Atitude nobre de quem tem um pouco mais para oferecer a quem não tem nada. 

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