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Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica será disputada na cidade

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A partir de segunda, 1, e até o próximo domingo, 7, Barra do Piraí será sede da 17ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O Brasil será representado por dez estudantes do ensino médio, que vão enfrentar alunos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

Organizada este ano pela OBA, a OLAA é uma competição internacional que reúne jovens do ensino médio de diversos países da América Latina, com o objetivo de pro- mover o conhecimento em astronomia e astronáutica, além de incentivar a cooperação entre jovens cientistas do continente.

Por ser o país-sede, o Brasil contará com duas equipes. A primeira (verfoto) é formada por Felipe Maia Silva, de Fortaleza (CE), Filipe Ya Hu Dai Lima, de Fortaleza (CE), Lucas Praça Oliveira, de Fortaleza (CE), Isabela Xavier De Miranda, de Rio De Janeiro (RJ) e Luís Fernando de Oliveira Souza, de Cassilândia (MS). Participam da segunda equipe, Eyke Cardoso de Souza Torres, de Ourilândia do Norte (PA), Guilherme Waiandt Moraes, de Fortaleza CE), Gustavo Globig Farina, de Fortaleza (CE), João Victor Evers Cordeiro, de Fortaleza (CE) e Larissa França Souza, de Goiânia (GO).

Segundo o Prof. Dr. João Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), os desafios da OLAA envolvem provas e exercícios teóricos, construção e lançamento de foguetes de garrafa pet e manuseio de telescópios, entre outros. Para o astrônomo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/ MCTI) Dr. Eugênio Reis, a OLAA no Brasil representa um momento de grande relevância para a educação científica e para a integração internacional. “Será a quarta vez que nosso país tem a honra de sediar a competição, reafirmando o protagonismo brasileiro no cenário latino-americano de popularização da ciência”, destacou.

“A OLAA é mais do que uma competição, é um espaço de troca de saberes, experiências culturais e convivência pacífica entre estudantes e professores de diferentes nações, fortalecendo laços de amizade e cooperação que ultrapassam fronteiras. Sediar novamente a olimpíada reforça o compromisso do país em promover a ciência, a educação e a integração entre os povos latino- americanos”, reforçou Eugênio.