Na Casa (I) – Ao iniciar os trabalhos como deputado estadual, Jari Oliveira (PSB) não se fez de rogado e apresentou logo três projetos de lei que versam sobre servidores estaduais e prestação de serviços públicos. No primeiro caso, preocupado com os servidores aposentados cujas carreiras foram extintas, Jari propôs um projeto que vai garantir parâmetros para os futuros reajustes dos servidores inativos. “Não podemos permitir que os aposentados fiquem sem reajustes por serem de carreiras que não existem mais, como datilógrafos, serventes e outros que normalmente são esquecidos”, justificou.
Na Casa (II) – Outro PL determina que o governo estadual disponibilize consultoria técnica aos municípios para a qualificação e multiplicação do conhecimento de servidores municipais para a elaboração e acompanhamento da execução de peças orçamentárias. Ou seja, quer melhorar a gestão pública, assim como reduzir prejuízos ao erário, por falta de conhecimento técnico, em todas as esferas administrativas dos entes municipais.
Na Casa (III) – Na mesma linha de melhoria da qualidade do serviço público, Jari apresentou projeto que visa criar o ‘Programa Conecta RJ’, com o objetivo de estimular a implantação de infraestrutura de telecomunicações para promover o ambiente de desen- volvimento da economia digital no Estado do Rio de Janeiro. Traduzindo: quer estimular a implantação das tecnologias de conectividade 4G e 5G para a promoção e inclusão de ambiente favorável à economia digital e ao desenvolvimento econômico do estado, bem como promover o debate acerca dos ganhos e impactos gerados pela chegada da tecnologia 5G.
Na Casa (IV) – “Iniciamos a legislatura com três projetos consistentes em diferentes áreas, sempre visando o bem comum, a valorização do servidor público e a qualidade dos serviços prestados à população. E vamos trabalhar pela aprovação não só destes, mas de outros projetos que venham a contribuir para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro e para melhorar a vida da população fluminense”, finalizou Jari.
Lei do Aço(I) – O Tribunal de Justiça do Estado do Rio decidiu na quarta, 8, pela constitucionalidade da Lei 8960/20, que concede regime diferenciado de tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as indústrias do setor metalmecânico instaladas no Rio de Janeiro. Com isso, a lei volta a ter validade após ter sido suspensa por uma liminar em 2021. O Tribunal julgou como improcedente o pedido, revogando a medida cautelar. “A medida atende a um pedido do setor, que viu empresas migrarem para outros estados devido a incentivos fiscais concedidos. Com a mudança no regime tributário, o Rio de Janeiro ganha competitividade, e a expectativa é de uma maior atração de empresas, mais emprego e renda para a população, e aquecimento da economia”, argumenta o governador Cláudio Castro.
Lei do Aço(II)–A decisão do Tribunal de Justiça cita estudo encomendado pela secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e elaborado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, segundo o qual a cadeia produtiva do setor metalomecânico representa 4,9% do PIB fluminense, evidenciando a importância do setor para a economia do estado. “Esta decisão é fundamental para alavancar o processo de reindustrialização do estado rumo a uma indústria mais moderna e alinhada com padrões internacionais”, avalia o titular da pasta, Vinícius Farah.
Lei do Aço (III) – Com a adesão pelos contribuintes, os estabelecimentos contarão com uma tributação mais simples, de 3% sobre o valor faturado na saída do produto acabado, além da possibilidade de aquisição de alguns bens e insumos com diferimento. O estudo elaborado pela UFRJ aponta, no mapeamento da atividade no território fluminense, que o setor metalomecânico é mais importante para as regiões do Médio Paraíba, Serrana e Noroeste Fluminense. Nessa perspectiva, segundo a pesquisa, a Lei No 8.960/20 pode ser um mecanismo para o adensamento produtivo e desconcentração da atividade econômica, de modo a estimular o desenvolvimento socio- econômico dos municípios do interior.
Engenheiros – A CSN está selecionando engenheiros especialistas para a UPV. Na área de aços longos, busca profissionais com foco na aciaria elétrica. Também está contratando engenheiros especialistas para atuar na equipe de implantação de projetos para reforma de regeneradores de altos- fornos e para a equipe de implantação de projetos de empreendimentos e grandes reparos na laminação. Mais informações e envio de currículo no site: www.csn.com.br/ oportunidades.
Pisca-pisca – No último final de semana, um fato chamou atenção de quem mora no Laranjal: no AF- 3 da CSN, duas luzes podiam ser vistas piscando de forma ininterrupta. Ficaram assim até a noite de segunda, 6. Procurada, a empresa disse que a situação é normal.
Exclusivo – A prefeitura de Volta Redonda quer construir um edifício ao lado do Hospital São João Batista. Detalhes: três andares serão usados como área de estacionamento. Em outro, pretende criar um novo centro cirúrgico da unidade e em um terceiro prédio, vai criar uma área só para o novo CTI do HSJB. A concorrência de n. 001/ 2023, tipo menor preço, está marcada para o dia 13 de março, às 9 horas.
A conferir – A próxima viagem do pessoal da terceira idade de Volta Redonda deverá ser para a cidade turística de Campos do Jordão. Chique demais.
‘Mulheres Mãos à Obra’ – A secretaria de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos (SMDH) da prefeitura de Volta Redonda está oferecendo 100 vagas para os cursos gratuitos do projeto ‘Mulheres Mãos à Obra’, destinados à construção civil: eletricista predial; pedreira de acabamento e revestimento; pedreira predial; bombeira hidráulica predial; pin- tura predial; além do novo curso básico de solda. Serão criadas três turmas, e as aulas começam no dia 13 de março no Centro de Qualificação Profissional (CPQ), no Aero Clube. As interessadas devem procurar pessoalmente o CQP das 8 às 17 horas, de seguda a sexta, até o dia 6 de março.
Reajuste (I) – A Câmara de Volta Redonda aprovou na quarta, 8, mensagem do prefeito Neto que concede reajuste salarial de 7,42% aos servidores municipais ativos, inativos e pensionistas, válido a partir deste mês. A última vez que os trabalhadores tiveram rea- juste nos vencimentos foi em 2015, também com Neto no poder. A mensagem, obviamente, foi aprovada por unanimidade e também beneficia os ocupantes de cargos em comissão, secretários e diretores de autarquias. O reajuste, vejam só, não atinge o salário do prefeito. Tadinho…
Reajuste (II) – Aliás, na entrevista semanal ao programa Dário de Paula, na manhã de quinta, 9, o prefeito Neto puxou a sardinha para o seu governo ao falar do reajuste de 7,42% aprovado pela Câmara de Vereadores. “Eu confesso avocêquenãoéoque gostaríamos, queríamos dar muito mais. Quem viu o poder público há dois
anos jamais poderia imaginar que eu teria condições de dar reajustes agora e garantindo ao funcionalismo que no ano que vem também vamos dar reajuste”, gabou-se. “Estamos conseguindo dar a volta por cima, reconstruir VR, pagar em dia o funcionalismo”, completou.
Fiação (I) – Ao falar da propalada ação da secretaria de Segurança de Volta Redonda, comandada pelo seu amigo Luiz Henrique, de remover fios e cabos sem uso e irregulares dos postes da cidade, atendendo a um pedido do vereador Renan Cury, o prefeito Neto acabou dando a mão à palmatória. “Eu quero agradecer à Light. Ela está fazendo uma limpeza de fios nos postes de Volta Redonda, muitos já arrebentados. Ontem, ela (Light) ficou a noite toda cortando os fios arrebentados”, detalhou, mostrando que o serviço da GM não passa de acompanhar os técnicos da empresa encarregados de tirar o lixo dos postes. Ah, o serviço começou pelas ruas do Aterrado, na noite de terça, 7.
Fiação (II) – Sem saber que o chefe iria revelar quem realmente faz o serviço de limpar os postes (a Light, como disse Neto), Luiz Henrique gabou-se, indevidamente, do feito, que não é da GM, nem dele. “Muitos cabos acabam tendo altura baixa e isso gera insegurança. Algumas pessoas acabam não identificando se o cabo é energizado ou não, e ficam inseguras. Em um trecho que, aparentemente, não tinha muita coisa a ser feita, a quantidade foi grande de material recolhido. A melhoria já é visível. Acompanhei as equipes para dar suporte, trabalhando juntos, e vamos avançar”, contou. Menos, secretário, menos.

