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CSN-Inova aposta no Grafeno e anuncia novidade nos 67 anos de Volta Redonda

No mês de aniversário de Volta Redonda, a CSN lançou uma novidade em homenagem à cidade. Mas o presente é, de fato, dela mesma. É que a empresa anunciou ter feito um aporte financeiro na 2D – uma startup de Singapura, que identificou no grafeno um material-chave para sua estratégia de inovação. O aporte foi feito através da CSN-Inova, que é um braço de inovação e tecnologia da Siderúrgica, e que tem um dos filhos de Benjamin Steinbruch – Felipe Steinbruch – à frente dos negócios. O valor do aporte não foi divulgado, mas as pesquisas com o Grafeno já iniciaram na cidade do aço. A novidade pretende revolucionar o mercado do aço.
Além do anúncio de investimento, a CSN lançou um grupo de trabalho dedicado ao grafeno, nas instalações do Centro de Pesquisas da UPV, no bairro Conforto. Essa equipe atuará como célula de competências na aplicação do material, fomentando o desenvolvimento em soluções que compreende quatro dos cinco ativos da CSN: energia, aço, cimentos e minério de ferro. “Está cada vez mais claro que o futuro é participativo. Inovação, tecnologia e ESG (ambiental, social e governança, em português), combinadas a esse modo de operar de forma colaborativa, vieram para ficar, e as empresas que não se adequarem a esse modelo estarão fora do jogo”, sentenciou Felipe Steinbruch.
A descoberta do grafeno foi um achado para o setor de soluções tecnológicas. O material é rico na natureza (o Brasil possui a terceira maior reserva do mundo) e pode ser usado na fabricação de diversos componentes eletrônicos por sua resistência, leveza, transparência e flexibilidade, além de ser um excelente condutor de eletricidade. Não vai demorar muito e o grafeno estará nos nossos computadores, telefones, tablets, outros dispositivos inteligentes e claro, na tecnologia de fabricação do aço da CSN.

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