
O governador Cláudio Castro lançou o aplicativo ‘Celular Seguro RJ’, ferramenta desenvolvida pelo Departamento Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da Polícia Civil que vai permitir ao cidadão guardar e consultar o IMEI – número de identificação único de cada aparelho telefônico –, em um só local, analisando se há restrições na base de dados da polícia e da ANATEL. Com a inovação tecnológica, caso haja roubo ou furto do aparelho registrado, ficará mais fácil o bloqueio e restrição ao aparelho roubado.
“Esse aplicativo é mais um marco da modernização do nosso Estado e do fortalecimento da atuação das polícias através da tecnologia. Estamos trabalhando para combater todo tipo de crime, mas estamos muito atentos a enfrentar o que a população teme. Hoje, os celulares guardam dados importantes das pessoas, informações pessoais, além dos recursos financeiros, dados bancários, e o furto e o roubo de celulares é hoje um dos principais motivos de insegurança na população”, destacou o governador.
Por medida de segurança e autenticidade do usuário, o acesso ao novo app é realizado através do login no gov.br. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente pelos sistemas Android (Play Store) e iOS (Apple Store).
“Os crimes de roubo e furto incomodam muito a população, causando muito transtorno às vítimas. Essa é mais uma importante ferramenta para combater o crime. Com esse aplicativo, a própria população consegue contribuir com a segurança pois, logo que o cidadão adquire um celular, ele consegue verificar se há algum tipo de restrição. O aplicativo é atualizado em tempo real pelas delegacias de todo o estado”, explicou o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi.
Operação Rastreio
No evento, Castro falou do “Dia D” da “Operação Rastreio”, criada para combater roubo, furto e receptação de aparelhos celulares. Foram 53 presos e 453 aparelhos celulares apreendidos até o momento. Desde o início da operação, em maio, já foram apreendidos cerca de 2,3 mil celulares, consolidando a ação como a maior iniciativa do Rio de Janeiro contra a cadeia criminosa envolvida na subtração de celulares e comercialização dos aparelhos ilícitos.
Pena que os agentes só realizaram ações em grandes centros comerciais populares na capital e na Região Metropolitana, o que mostra o pouco caso com as cidades do interior.
