quarta-feira, maio 25, 2022
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‘Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro’

A exposição de imagens e documentos judiciais “Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro” poderá ser vista até o dia 17 de março na Biblioteca Municipal Raul de Leoni, na Vila. A mostra, que é uma proposta da diretoria geral de Gestão e de Difusão do Conhecimento (DGCOM), foi aberta na tarde de quinta, 17, e apresenta as grandes epidemias que recaíram sobre a cidade do Rio de Janeiro – Febre Amarela, Varíola, Gripe Espanhola e Covid-19 – e seus principais personagens.
Nela, o visitante encontra imagens, notícias, canções – músicas originais criadas entre 1904 a 1907 com títulos “Febre Amarela”, “Ratos, Ratos” e “Vacina Obrigatória” – e processos judiciais de épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a Covid-19.
A abertura da exposição contou com a presença do prefeito Neto e do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira; e ainda dos juízes auxiliares Rafael Estrela e Pedro Antônio; da presidente da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro, juíza Eunice Haddad, e do ex-deputado federal, Deley de Oliveira. Também prestigiaram a cerimônia diversos secretários do governo Neto, como o de Cultura, Anderson Souza.
“O que vemos aqui é uma aula de história dos últimos 100 anos no Rio de Janeiro. Quero ver os estudantes da rede pública circulando pelos painéis e aprendendo de forma diferente, num espaço confortável e acolhedor”, afirmou Neto, que aproveitou para homenagear o presidente do TJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, com uma placa de agradecimento por ser sempre receptivo e atencioso ao analisar as questões de interesse do município de Volta Redonda. Neto também entregou uma camiseta do Voltaço ao presidente, aos juízes auxiliares e ao diretor de Comunicação do TJ, José Carlos Tedesco.
Já o presidente do Tribunal de Justiça, Henrique Carlos de Andrade Figueira, reafirmou que “a exposição ‘Pandemias e Epidemias’ serve como lição para que todos entendam as crises sanitárias do passado, comparando-as com o presente para que sirvam de proteção no futuro”.
O desembargador anunciou ainda a implantação de um programa social de atendimento ao menor infrator e sua família em Volta Redonda, inclusive, oferecendo qualificação profissional. “Não queremos que o Tribunal de Justiça seja conhecido apenas por ser uma instituição que julga processos. Queremos cuidar das pessoas, investindo em ações sociais”, concluiu.

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