Bate bola – Sergio Luiz

Este é o time do Fluminense do bairro Sessenta, em 1968/69. Pertence ao acervo do Meia Meia. 

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Em pé da esquerda para a direita: Leila, Zé Maria, Cleber, Adilson, Paulo, Gerson, Wilson e Date. Agachados: Joanilson (massagista), Paulo, Joãozinho, Adilson, Ademir, Jair, Jerônimo.

Serve de exemplo

Na próxima quinta, 15, o Voltaço começa a se preparar para mais uma temporada, pois terá que encarar várias competições ao longo do próximo ano. E terá que fazer um planejamento para montar um bom time, forte, se for capaz, para encarar os grandes no carioca de 2017. Se não der para ser campeão, que pelo menos busque ficar em quarto lugar, deixando a atual condição de quinto time do Rio. Já na série C, que não se contente em só participar. Tem que tentar chegar à série B. E, de quebra, terá que apostar todas as suas fichas na Copa do Brasil. Afinal, sonhar não custa nada, já que a competição é um atalho para a Taça Libertadores.

 

O leitor pode estar pensando: tá sonhando alto! Pode ser. Mas o mesmo pode se tornar realidade. A Chapecoense é um bom exemplo. Começou na série D em 2009 e chegou à série A já em 2014, sonhando em permanecer – série, feito que conseguiu, tendo terminado a competição na 15º posição. Conseguiu se classificar para a Copa Sul Americana deste ano, quando aconteceu a tragédia.

 

A ascensão meteórica da Chapecoense teve pontos importantes. Primeiro: conseguiu um forte patrocinador, a Aurora; e contou com o apoio maciço da população de Chapecó. A identificação do clube com a cidade ficou comprovada com a comoção após o acidente. Antes disso, os torcedores compareciam em massa nos jogos, e o clube já contava com um quadro social com mais de 9.000 sócios. A propósito, depois da tragédia o número já ultrapassa a casa dos 13 mil associados. Tem até fila de espera.

 

E a diretoria do Voltaço deveria se mirar no exemplo da Chapecoense. Chapecó, do interior de Santa Catarina, tem uma população de 210 mil habitantes; é menor do que a de Volta Redonda. E se Chapecó pode montar um grande time, por que a cidade do aço não pode fazer igual? Os ingredientes estão aí: Planejamento, organização, transparência, seriedade e credibilidade. Usem e abusem. Tenho dito!

 

Apresentação
Douglas, Henrique, Luiz Gustavo, Luan, Mailson, Gilberto, Márcio Paraíba, Cristiano, João Cleriston, Marcelo, Jorge Luiz, David Batista, Pipico, Gustavo e Caio César são alguns dos jogadores que vão se apresentar ao técnico Cairo Lima na próxima quinta, 15, às 14 horas, na sede da 207. Os nomes foram divulgados pelo presidente Flávio Horta em entrevista ao repórter Luiz Fernando, da Rádio do Comércio.

 

Copa São Paulo
O time sub20 do Voltaço estreia na Copinha de São Paulo no dia 3 de janeiro, às 18 horas, jogando contra o Penapolense, em Penápolis. O time de Neto Colucci terá alguns reforços de fora, como o atacante Alan Carius, 19 anos, que esteve emprestado ao Flamengo. O grupo espera fazer bonito. Tomara, pois na última vez que disputou a competição, mais precisamente em 1994, o Volta Redonda saiu com o filme queimado.

 

História
Quem conta essa é o meu amigo Zé Osmar, da Vila. O saudoso e querido Sebastião Tolentino era um desportista apaixonado pelo futebol e fazia de tudo pelo seu time, o Sete de Setembro de Volta Redonda. Era presidente, técnico, roupeiro, massagista e gandula. Certa vez, nosso herói, que fazia turno na CSN, saiu da usina às 16 horas e foi direto para o Raulino, onde o Sete enfrentava o Guarani, de Gilson Carraro & Cia. Chegou quase no final da partida e viu que o placar apontava 1 a 1. Ficou empolgado, afinal empatar com o poderoso Guarani era um grande resultado. E com aquele seu jeito humilde, todo alegre, mandou que o garoto do picolé distribuísse tudo que tinha pra quem estivesse vendo o jogo. “É por minha conta, gritou”. Foi uma festa, até que um dos seus amigos lhe perguntou: “Tolentino, você está comemorando o quê?”.
A resposta veio logo: “Olha lá no placar, 1 a 1, sô!”. O amigo: “Mas Tolentino, era 11 a 1 para o Guarani, pô! O garoto é que não tinha outra placa com o número um para coloca no placar”, explicou. A decepção do nosso herói foi muito grande. O prejú também. É mole?

 

Homenagem
O presidente Flávio Horta informou ao repórter Luiz Fernando, da Rádio do Comércio, que o Voltaço vai prestar uma homenagem ao zagueiro Marcelo, que morreu na tragédia da Chapecoense. O nome do ex-jogador do Volta Redonda será dado a uma das dependências da concentração do clube na Avenida Ronald Jarbas, na 207. Os pais do jogador serão convidados para o evento. Justa homenagem.

 

Pinheiral
Acontece neste sábado, 10, a quarta edição da Copa da Padroeira, que contará com 8 equipes de handebol masculino e feminino, representando diversas cidades fluminenses. Os jogos serão disputados a partir das 8 horas, no campus Nilo Peçanha do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A entrada é gratuita.

 

Barra Mansa
O técnico Thiago Campbell anunciou sua saída do Leão para assumir o time sub20 do Resende no estadual de 2017. O Leão perde um dos seus grandes colaboradores. A propósito, os dirigentes do Barra Mansa andam trabalhando para conseguir um patrocinador que garanta a sustentação financeira do clube no estadual da série B em 2017. Dizem até que uma cervejaria estaria disposta a investir no Leão. Porém, exige que o Barra Mansa jogue em seu estádio. Uma fonte, que não quer ser identificada, diz até que existe uma promessa do prefeito eleito Rodrigo Drable de mandar reformar o estádio para que o mesmo possa ser aprovado pela Federação. Tomara!

 

Bola fora
Para o final da partida entre Grêmio 1 x 1 Atlético, que deu o título da Copa do Brasil ao tricolor gaúcho. Antes do jogo, todos com aquela carinha de anjo. Depois, voltaram ao normal e quase saíram na mão. Vergonhoso e lamentável!

 

Bola dentro
Para o golaço do atacante Cazalez, do Atlético, no jogo contra o Grêmio, chutando do meio campo para encobrir o goleiro Marcelo Grohe. Igual ao que Pelé tentou e não conseguiu na Copa de 70. Uma pintura. Valeu!

 

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