MEDICINA DO UNIFOA

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Uma novidade tecnológica pode transformar o aprendizado dos acadêmicos de Medicina do UniFOA. Graças às pesquisas feitas pelo estudante Danilo Devezas, do 9o período, em parceria com o professor Walter Luiz da Fonseca, uma nova metodologia com uso da realidade virtual será implantada nos estudos interativos e aprofundados do corpo humano. O projeto ganhou o nome de MedTech e foi apresentado à pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento do Centro Universitário, que promoveu o encontro entre os idealizadores e o presidente da instituição, Eduardo Prado. Encantado, Prado aprovou a proposta.
“Quando entrei para a Medicina, o Laboratório Morfofuncional tinha acabado de ser implementado e eu fiquei encantando com a interação que podíamos ter com um corpo humano virtual. Através da Plataforma 3D Csanmek, pela primeira vez eu via as duas áreas que eu tanto amava juntas: Medicina e Computação”, lembra Danilo, que desde pequeno é apaixonado por tecnologia e chegou a iniciar a graduação em Sistemas de Informação, mas se encontrou de fato na área da saúde.
Segundo Danilo, que tem 28 anos, a ideia de utilizar óculos de realidade virtual surgiu com a pandemia. “Com o ensino remoto, percebi que instituições em outros países começaram a oferecer um ambiente virtual 3D, para o ensino de anatomia e fisiologia humana, nos cursos de saúde, através do uso de óculos de realidade virtual. Comentei com o professor Walter sobre este uso e questionei se não seria possível trazer esse tipo de ensino para o UniFOA”, conta. “Assim nasceu o MedTech”.
Juntos, estudante e professor pesquisaram até encontrar mecanismos de redução de gastos e desenhar um projeto que fosse viável e inovador. Do projeto inicial até o aprovado, ocorreu uma redução de quase 80% do valor inicialmente estipulado, trazendo uma solução que agregará muito mais para o UniFOA. “Na primeira etapa do projeto utilizaremos programas de anatomia e simulação já disponíveis no mercado de realidade virtual. Todos que utilizaremos são disponibilizados em português e inglês. Posteriormente, em conjunto com outros cursos, iremos implementar um laboratório de desenvolvimento interno. Ou seja, passaremos a desenvolver na própria instituição os programas que poderão ser utilizados no ensino da Medicina e também em outros cursos das áreas da saúde e de exatas”, antecipa Danilo.