Grampos

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Foto: Elizabete Guimarães/ALMG.

Minério (I)

Na segunda, 19, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou uma audiência pública para discutir os potenciais impactos ambientais e sociais da expansão da pilha de estéril Batateiro (Fase 4) e da abertura de uma nova área de mineração na Serra do Esmeril, empreendimento da CSN Mineração em Congonhas, na região central do estado, e que atualmente passa pelo processo de licenciamento ambiental. O clima andou quente, segundo noticiário do jornal O Tempo.

Minério (II)

O projeto da CSN prevê a exploração de minério de ferro em uma área preservada da Serra do Esmeril, situada na zona rural de Congonhas. O material resultante da extração seria depositado na pilha de estéril Batateiro, que passará por uma significativa ampliação, atingindo até 350 metros de altura em sua quarta fase operacional, o que equivale a um edifício de 115 pavimentos. Se fosse em Volta Redonda, seria um prédio 10 vezes maior do que o Escritório Central, na Vila.

Mineiro, ué (I)

O ex-deputado federal Eduardo Cunha, que deteve o poder em Brasília por longos e longos anos, vai tentar se eleger para a Câmara por Minas Gerais nas eleições de 2026. Quem o conhece garante que agora – depois do fracasso que foi sua candidatura por São Paulo – ele será eleito. “O Cunha já conta com o apoio de cerca de 30 pastores evangélicos”, revelou, pedindo anonimato.

Mineiro, ué (II)

A fonte vai além. Lembra que, nas eleições passadas, Eduardo Cunha não chegou a fazer campanha para se eleger em São Paulo. “Nem santinho ele mandou fazer”, disse. “Ele só queria tirar o foco (político) da Dani Cunha, sua filha que era candidata pelo Rio de Janeiro”, pontuou “E conseguiu, tanto que ela se elegeu facilmente”, disparou.

Mineiro, ué (III)

Em Volta Redonda, a família Cunha conta com dois políticos de peso, ambos da família Albertassi. Aliás, o vereador Betinho Albertassi não será candidato à Alerj em 2026. O candidato deverá ser o seu tio, Edson Albertassi, ex-deputado estadual que vai tentar retornar à Assembleia Legislativa.

Em pré-campanha

Os dois integrantes do clã Albertassi estão indo, nos finais de semana, aos bairros de Volta Redonda e de cidades da região, como Barra do Piraí e Barra Mansa, se encontrar com líderes comunitários e pastores. Nem sempre na mesma ordem. Haja fôlego até 2026.

Federal (I)

Com a decisão do ex- prefeito Rodrigo Drable de se lançar como pré-candidato a deputado estadual, o major Daniel Abreu, secretário de Ordem Pública do governo Furlani, foi levado a mudar a estratégia de se lançar na política nas eleições de 2026. Em vez de tentar a Alerj, Abreu quer sair como candidato à Câmara Federal. “Quem sabe?”, respondeu ao aQui ao ser indagado sobre o assunto.

Federal (II)

Quem também está todo assanhado para tentar uma vaga na Câmara é o empresário Bruno Marini, que já foi candidato várias vezes em Barra Mansa. Na última, para prefeito, ele desistiu cedo para apoiar Marcel Cabeleireiro, e deu no que deu. Marini, inclusive, ocupou as redes sociais para soltar ‘um lamento’: “Um dia, quem sabe, já em 2026, o barra-mansense pense (sic) mais na sua cidade”, escreveu, lamentando que Barra Mansa não tenha conseguido eleger nenhum deputado federal nos últimos 20 anos. Tadinho.

Federal (III)

A postagem de Marini rendeu um comentário bem irônico de um internauta que se identificou como Adelino Cristino. “Também votamos em deputados de Barra Mansa e nada fizeram”, escreveu.

Federal (IV)

Marini retrucou. “Adelino Cristino, eu me refiro a deputado federal que a (sic) mais de 20 anos Barra Mansa não consegue eleger”, escreveu, para logo completar: “Não tenho dúvidas que poderia muito ajudar a cidade”, disparou o empresário que mostra estar disposto a se lançar como pré- candidato a deputado federal da direita barra-mansense.

Estadual

O ex-deputado Marcelo Cabeleireiro também ocupou as redes sociais durante a semana (ver foto). Detalhe: fez uma selfie depois de caminhar, como destacou, 14 km pelo calçadão de Copacabana. E escreveu: “Me preparando para os novos desafios com a graça de Deus”. Não é fofo? Vale lembrar que, depois de perder as eleições para Luiz Furlani, Cabeleireiro estava garantindo a todos que iria assumir uma cadeira na Alerj. Até agora, para azar dele, não deu em nada, nadica de nada.

Pombos

A Prefeitura de Volta Redonda vai gastar, vejam só, cerca de R$ 130 mil para afastar os pombos que escolheram duas escolas municipais para ‘morar’: a Paulo VI e o Centro de Educação Infantil Aracy Carvalho de Biase. A empresa que venceu a concorrência para evitar a presença dos pombos nos dois prédios públicos foi a Construvale. Especialista em construções, é bom que se frise. Vale lembrar que matar pombos é proibido por lei no Brasil, sendo considerado um crime ambiental. A Lei nº 9.605/98 protege as aves da fauna silvestre, incluindo pombos, e prevê punições para quem as matar, caçar, perseguir ou danificar seus ninhos.

Creche

A Prefeitura de Volta Redonda vai oferecer 15 novas vagas em creche integral para crianças de 1 a 4 anos cujas famílias estejam em situações de violência – seja física, verbal ou psicológica – e sob acompanhamento do Conselho Tutelar ou do Creas.

Kits de Lego (I)

A Secretaria de Educação de Volta Redonda está distribuindo kits de Lego nas escolas da rede, o que faz do município o primeiro da região a contar com esse material para o ensino desde a Educação Infantil. Segundo o coordenador do projeto de Robótica da pasta, Felipe Nóbrega, 84 escolas serão atendidas. Até o momento, foram contempladas 25 escolas de Educação Infantil, quatro escolas dos anos iniciais e 12 unidades dos anos finais do Ensino Fundamental.

Kits de Lego (II)

Cada grupo será atendido com um kit diferente, apropriado para o desenvolvimento dos estudantes de acordo com a faixa etária. As escolas de Educação Infantil recebem os kits Lego Steam Park e o kit de torneio FLL Discover. Nos anos iniciais, o material entregue é o Lego Spike Essential; já nos anos finais, o kit distribuído é o Lego Spike Prime.

Colina

A atuação das forças de segurança de Volta Redonda na Colina, região da boêmia, continua sendo alvo de críticas. Um dos moradores, pedindo anonimato, enviou a seguinte mensagem: “Nos finais de semana sofremos com a desordem. Carros com sons altíssimos e repertório desagradável a qualquer hora da madrugada. Motos com descargas abertas também fazem a festa. Que bom seria se os secretários do nosso prefeito – que são competentes, como ele sempre enfatiza – tomassem medidas cabíveis. Devem ser ‘competentes’ no sentido de estarem competindo com alguém, e certamente não seriam os primeiros colocados. Ainda segundo o prefeito, são pessoas DO BEM”, escreveu. “Realmente DO BEM acomodados”, disparou, pedindo desculpas ‘pelo desabafo’. Não precisa, amigo. Quem deveria pedir desculpas a vocês, moradores, são eles…

Restaurante Popular

Outro leitor insatisfeito que também enviou mensagem ao aQui diz que o Restaurante Popular de Volta Redonda está com preços muito altos em comparação com o de Barra Mansa. Tem mais. Diz que a unidade está em péssima conservação, “com paredes caindo o emboço e com água de chuva escorrendo da parede”. Precisa de uma reforma, pelo visto.