Geral 1242

Colégio Militar
O deputado estadual Marcelo Cabeleireiro não descansa, e voltou a usar a tribuna da Assembleia Legislativa para cobrar providências do governo do Estado quanto ao funcionamento do Colégio Militar de Volta Redonda. O parlamentar também falou sobre os diversos pedidos feitos à secretaria Estadual de Infraestrutura e Obras para restauração da Ponte Ruth Coutinho, em Barra Mansa.
Quanto ao Colégio Militar, o parlamentar destacou que esteve com professores e recebeu uma série de demandas que foram encaminhadas ao secretário estadual de Educação, Comte Bittencourt. “Quero fazer um apelo ao governador Cláudio Castro para que essa situação seja resolvida, pois a população de Volta Redonda quer uma resposta. Já foram feitas mais de 800 inscrições e o Corpo de Bombeiros ainda não efetivou a matrícula dos alunos. Já conversei com o secretário Comte, que mostrou boa vontade em ajudar com cessão dos professores”, disse Marcelo, lembrando que o colégio tem capacidade para atender 120 alunos. “Mas só querem abrir 60 vagas”, criticou.
Um dos professores, que preferiu não se identificar, acusa o Corpo de Bombeiros de não contribuir para o andamento do projeto, visto que a corporação continua colocando dificuldades para abertura das matrículas, mesmo com o anúncio de cessão dos professores.

Obras
Sobre a visita do secretário Estadual de Infraestrutura, Bruno Kazuhiro, a Barra Mansa para avaliar a situação da Ponte Ruth Coutinho, que dá acesso ao Fórum (ver foto), o parlamentar frisou que há anos tem feito esse pedido. “Há cerca de quatro anos, tivemos essa ponte danificada e, na ocasião, foram gastos mais de R$ 300 mil para tentar recuperá-la. Ao longo dos anos, venho pedindo ajuda do Estado e por várias vezes estive com o então governador Wilson Witzel e com o secretário estadual da Casa Civil, André Moura, que estava se empenhando para nos ajudar. Mas, até hoje, nada foi feito. A população de Barra Mansa clama pela construção de uma nova ponte e não temos uma posição efetiva para dar a população”, protestou. efetiva para dar a população”, protestou.

 

Parto humanizado
O direito ao parto humanizado deverá ser assegurado tanto em hospitais públicos quanto privados do Estado do Rio. Este tipo de parto garante que a gestante tenha o direito de optar pelos procedimentos eletivos que, resguardada a segurança do parto, lhe propiciem maior conforto e bem-estar, incluindo procedimentos médicos para alívio da dor. A determinação é do projeto de lei 4.276/18, de autoria do deputado Carlos Minc (PSB), que a Assembleia Legislativa aprovou em discussão única. O texto seguiu para o governador em exercício, Cláudio Castro, que tem até o final do mês para sancioná-lo ou vetá-lo.
O objetivo da proposta é deixar explícito o direito ao parto humanizado tanto na rede pública quanto na privada. Atualmente este tipo de parto só é obrigatório na rede pública – através da Lei 7.191/16.
Além de alterar a legislação em vigor para incluir o parto humanizado na rede privada, o projeto também adequa a norma à Lei 7.134/16, que garante à gestante a presença de doulas e acompanhantes de livre escolha da mulher durante o parto.
O novo projeto garante que as disposições de vontade constantes do Plano Individual de Parto poderão ser contrariadas quando a segurança do parto ou a saúde da mãe ou do recém-nascido forem comprometidas. Neste caso, a decisão médica deverá ser feita por escrito e constar no prontuário médico. Os procedimentos realizados em contrário ao constante do Plano Individual de Parto deverão ser devidamente informados à mulher, e em caso desta não estar em condições, ao seu acompanhante, preferencialmente antes de sua realização, quando possível.
“A presente proposta tem por objetivo adequar a legislação estadual às recomendações da Organização Mundial de Saúde, atualizadas em 2018, e às Diretrizes para Parto do Ministério de Saúde, publicadas em 2017, que dispõe para todo serviço de saúde, seja público ou privado, estabelecendo boas práticas para a atenção ao ciclo gravídico-puerperal”, declarou Minc.

 

Parto humanizado
O direito ao parto humanizado deverá ser assegurado tanto em hospitais públicos quanto privados do estado do Rio. Este tipo de parto garante que a gestante tenha o direito de optar pelos procedimentos eletivos que, resguardada a segurança do parto, lhe propiciem maior conforto e bem-estar, incluindo procedimentos médicos para alívio da dor. A determinação é do Projeto de Lei 4.276/18, de autoria do deputado Carlos Minc (PSB), que a Assembleia Legislativa aprovou em discussão única. O texto seguiu para o governador em exercício, Cláudio Castro, que tem até o final do mês para sancioná-lo ou vetá-lo.
O objetivo da proposta é deixar explícito o direito ao parto humanizado tanto na rede pública quanto na privada. Atualmente, este tipo de parto só é obrigatório na rede pública – através da Lei 7.191/16.
Além de alterar a legislação em vigor para incluir o parto humanizado na rede privada, o projeto também adequa a norma à Lei 7.134/16, que garante à gestante a presença de doulas e acompanhantes de livre escolha da mulher durante o parto.
O novo projeto garante que as disposições de vontade constantes do Plano Individual de Parto poderão ser contrariadas quando a segurança do parto ou a saúde da mãe ou do recém-nascido forem comprometidas. Neste caso, a decisão médica deverá ser feita por escrito e constar no prontuário médico. Os procedimentos realizados em contrário ao constante do Plano Individual de Parto deverão ser devidamente informados à mulher e, em caso desta não estar em condições, ao seu acompanhante, preferencialmente antes de sua realização, quando possível.
“A presente proposta tem por objetivo adequar a legislação estadual às recomendações da Organização Mundial de Saúde, atualizadas em 2018, e às Diretrizes para Parto do Ministério de Saúde, publicadas em 2017, que dispõe para todo serviço de saúde, seja público ou privado, estabelecendo boas práticas para a atenção ao ciclo gravídico-puerperal”, declarou Minc.

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