DIÁLISE PELO SUS

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A Clínica de Diálise de Volta Redonda (CDVR), localizada no Retiro, ampliou o número de atendimentos a pacientes com problemas renais crônicos pelo SUS (Sistema Único de
Saúde). De 160 para 179 pessoas por dia, sendo que a maioria é formada por moradores da região que já não precisam ter que viajar para realizar o tratamento fora da cidade do aço. A diretora médica responsável pela clínica, Érica Borges, destacou que, além da verba federal, a unidade conta com uma remuneração extra vinda do governo estadual, chamada de cofinanciamento, com base nos indicadores assistenciais da clínica que refletem o bom tratamento aos pacientes, como, por exemplo, o número de pessoas encaminhadas para o transplante.
“Como nossa clínica tem ótima performance nestes indicadores, a prefeitura nos repassa esse valor. O compromisso da prefeitura em repassar esse valor em dia é o que garantiu a nossa capacidade de abrir essas novas vagas para realizar o atendimento pelo SUS”, afirmou.
Ela foi além. Explicou que o número de pacientes renais crônicos vem aumentando de forma acelerada em todo o mundo, consequência de doenças como diabetes, hipertensão e o envelhecimento da população. “A partir dos 40 anos, os rins vão perdendo 1% da capacidade ao ano. Além também de outras doenças não tão comuns que podem levar à falência renal. Em Volta Redonda, não foi diferente. Houve aumento de pacientes necessitando de diálise pelo SUS e a Clínica de Diálise de Volta Redonda (que é particular, mas atende pelo SUS, grifo nosso) agora pode atender a essa demanda de novas vagas porque tem equipamentos prontamente disponíveis”, ressaltou.
Os encaminhamentos dos pacientes atendidos pelo SUS são todos feitos através da regulação do Estado. A prefeitura inscreve os pacientes nessa fila de regulação, e a clínica mais próxima é referenciada.