Curtas

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Necromaquiagem

Para oferecer mais naturalidade ao corpo de quem morre, a Funerária Municipal de Volta Redonda vem oferecendo o serviço de necromaquiagem, que pode ser de reconstrução facial, tamponamento, sutura e higienização da face, que ajuda a amenizar o desconforto daqueles que velam seus parentes e amigos na cidade do aço.
A técnica é bem semelhante à maquiagem tradicional, feita em pessoas vivas. Inclusive são usados os mesmos materiais e produtos. Para realizar esse trabalho, a prefeitura contratou profissionais que se revezam e fazem com que o serviço seja oferecido 24 horas ao dia, todos os dias. Jandiara Benevides de Almeida explica que inicialmente é realizada uma avaliação do corpo. “A família pode ajudar nesse trabalho, com fotos e informações pessoais sobre o falecido. A partir daí, recriamos o estilo da pessoa em vida, utilizando produtos e técnicas de maquiagem que tenham relação com a personalidade do falecido. Além da face, realizamos um tratamento nas mãos, que costumam ficar expostas”, contou.
O diretor do Departamento Funerário, Paulo Afonso da Silva, explica que a maquiagem oferece mais naturalidade para o falecido, uma vez que o corpo passa por uma série de transformações após o óbito. “Isso é ressaltado ainda mais quando o corpo passa um período maior no hospital ou, então, quando ocorre algum tipo de morte acidental que possa ter causado impacto, principalmente na região do rosto, como, por exemplo, hematomas na região facial. Isso pode causar uma profunda consternação e dor nos amigos e familiares. A maquiagem, assim, tem papel importante para amenizar esse desconforto”, avalia.
Secretária de Ação Comunitária, Carla Duarte ressalta que a necromaquiagem faz parte da reestruturação da Funerária Municipal, que começou em 2021, quando o deputado estadual Munir Neto era secretário da pasta. “O velório é um importante ritual de despedida daqueles que amamos. Ao verem seu ente querido arrumado e com um aspecto saudável e descansado, os familiares terão uma última imagem mais positiva. Dessa forma, o luto torna-se um pouco menos doloroso, porque fica a impressão de que a pessoa amada está descansando, tranquila”, disse a secretária.

Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes
A cidade de Volta Redonda vai sediar, na próxima quinta, 11, de forma presencial, o Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes para mostrar como as prefeituras da Região Metropolitana do Rio e do Sul Fluminense estão usando a tecnologia para oferecer melhores serviços ao cidadão. “O objetivo é abordar tudo que tem sido feito visando melhorar a oferta de serviços. A pandemia intensificou esse movimento, com a implementação de políticas públicas voltadas para melhorar a vida das pessoas por meio da tecnologia e da inovação”, observa José Marinho, diretor da RCD (Rede Cidade Digital).
As inscrições estão abertas e são gratuitas para servidores públicos, representantes de academia/ universidades e devem ser feitas pelo sympla.com.br/rcd. “Queremos Volta Redonda na vanguarda, para que ela possa voltar a ser a cidade em que todos nós sonhamos em viver um dia. O nosso município vai voltar a caminhar rumo ao desenvolvimento. Sediar o evento é mais um passo. A gente só tem a agradecer a todos os envolvidos por acreditarem no potencial de Volta Redonda e à parceria com a RCD”, frisou o prefeito Neto.

Botão do pânico
O acionamento de um botão tornou-se aliado no combate à violência nas escolas de Volta Redonda. É o “botão do pânico”, que está sendo implantado em todas as escolas da cidade do aço, tanto nas da rede pública quanto nas particulares, e promete mais agilidade no atendimento às situações de perigo. O projeto com o uso da tecnologia foi proposto pelo vereador Betinho Albertassi.
Na prática, os diretores das escolas terão acesso a um aplicativo (ver foto) que aciona as forças de segurança do Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública). O sistema, em tese, possui georreferenciamento, que indica com precisão a localização do chamado para que a Polícia Militar e a Guarda Municipal possam atuar com rapidez. “As ocorrências mais contundentes referentes às práticas delituosas chegam até a nossa central (Ciosp) e, de lá, a Polícia Militar e a Guarda Municipal vão disparar o mais rápido possível a viatura para um pronto atendimento”, promete o secretário de Ordem Pública, Luiz Henrique Barbosa.
O sistema, inclusive, já foi testado na Escola Municipal Amaral Peixoto, no Retiro, que também conta com monitoramento através de câmeras da prefeitura de Volta Redonda. “Passamos por uma simulação. Nada ocorreu, nenhuma emergência, nenhuma situação de pânico. Mas saber que temos este apoio, esta ajuda rápida e efetiva, é muito bom. É muito tranquilizante para nós nas escolas, porque a gente precisa”, disse Lissane Carmo Escxano, diretora da unidade, completando: “Só o fato de saber que já temos as câmeras, o botão de pânico instalado, funcionando, isto traz uma paz e tranquilidade para a nossa comunidade: profissionais, pais e alunos, ficamos realmente mais tranquilos”, afirmou.

Macas de última geração
O Hospital do Retiro acaba de receber três novas macas de alto padrão, com diversas funcionalidades que possibilitam maior conforto e segurança ao paciente, além de facilidade de manejo às equipes assistenciais. “Essas macas são as melhores do mercado e vão atender às necessidades das emergências médicas. A aquisição das macas faz parte de uma série de melhorias que estamos implantando na unidade”, afirmou Márcia Cury, diretora do HR.
De acordo com a equipe técnica da unidade, o modelo das macas é adequado para uma ampla variedade de pacientes, graças ao seu sistema de ajuste de largura e altura. Também possui rodas grandes e resistentes, que permitem fácil movimentação em superfícies irregulares, como escadas e terrenos acidentados. Além disso, possui uma série de recursos que ajudam a manter o paciente seguro durante o transporte.
Os investimentos em novos equipamentos no Hospital do Retiro já contemplaram outras áreas, com cerca de R$ 1 milhão para aquisição de itens como um ultrassom de última geração, que proporciona maior segurança no diagnóstico por imagem, garantindo melhores resultados. O aparelho já se encontra em funcionamento, beneficiando os primeiros pacientes.
Também foram adquiridos quatro bisturis eletrônicos (eletrocautérios) – usados em praticamente todas as especialidades cirúrgicas, já que a precisão e rapidez do aparelho vai trazer mais agilidade nas operações. E três focos cirúrgicos – equipamentos de iluminação das mesas de cirurgia com LEDs brancos neutros que proporcionam uma melhor identificação dos tons de vermelho e de amarelo, e permitem distinguir facilmente os tecidos e os órgãos, além da economia energética com a implementação da tecnologia de LED. A unidade hospitalar também já recebeu três mesas cirúrgicas totalmente elétricas e utilizadas nos melhores hospitais do país; um elevador elétrico para a transferência de pacientes em leitos de CTI (Centro de Terapia Intensiva) – com a função de mover, no próprio leito, pacientes com mobilidade reduzida devido a enfermidades, deficiências físicas, idosos ou obesos, além de também poder auxiliar na reabilitação de pessoas acamadas.