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Conheça os 71 melhores motivos para continuar em VR; os 71 piores para ir embora também

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Usina Presidente Vargas é fundamental para geração de emprego e renda, mas controle da poluição precisa melhorar.

Na próxima quinta, 17, Volta Redonda irá comemorar o seu 71o
aniversário de emancipação político-administrativa. A data merece uma edição especial, e a equipe de reportagem do aQui resolveu quebrar a cabeça para enumerar 71 bons motivos
para quem mora na cidade do aço não mudar de município. E ainda 71 motivos para
jogar a toalha e procurar novos ares. A pesquisa, é bom que se diga, não tem nenhum
estudo técnico que a ampare. Foi feita com o coração de aniversariante.

Veja os 71 motivos para continuar morando em Volta Redonda:

1. Ser próxima às cidades do Rio de Janeiro e São Paulo;
2. Ter um povo acolhedor;
3. Ter a CSN;
4. Ter a maior Associação de Aposentados e Pensionistas da América Latina, com rede de atendimento bem completa;
5. Ter uma rede de saúde que funciona bem;
6. Enquanto o mundo está encantado pelas capivaras, elas são figurinhas fáceis na cidade;
7. Ter pizza frita;
8. Ter relativa segurança comparada à capital do Rio;
9. Ter uma ampla variedade de bares e botecos;
10. Ter bons cinemas;
11. Não precisar morar em Barra Mansa;
12. Ter bons clubes de lazer;
13. Ter o zoológico municipal;
14. Ter um clube de futebol profissional;
15. Ter o melhor curso particular de Medicina do estado do Rio;
16. Ter boas escolas públicas e particulares;
17. Ter a Rua 33, Avenida Amaral Peixoto e Avenida Paulo de Frontin;
18. Ter quatro shoppings;
19. Ter um orçamento bilionário;
20. Ter bons hotéis;
21. Ter se tornado uma cidade universitária;
21. Ter a Floresta da Cicuta e a Fazenda do Ingá;
22. Ter boas redes de supermercados;
23. Ter médicos especialistas e clínicas especializadas;
24. Ter o Parque Aquático da Ilha São João;
25. Promover as Olímpiadas dos Excepcionais;
26. Ter uma universidade federal e um polo do Cederj com graduação e pós-graduação gratuitas de qualidade;
27. Ter bons teatros;
28. Ter praças bem cuidadas, como a Praça Brasil, Jardim dos Inocentes, entre outras;
29. Ter uma fonte luminosa na Praça Brasil, ponto de atração turística
30. Ter uma Deam (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher);
31. Oferecer tratamento médico à base da cannabis (canabidiol) gratuitamente na rede pública;
32. Ter uma participação importante na história do sindicalismo brasileiro;
33. Ter mais de 200 mil eleitores e direito a eleição em dois turnos;
34. Ter um sistema de monitoramento urbano que conta com 1.700 câmeras interligadas ao Ciosp e integrada às polícias Civil, Militar, Federal e Guarda Municipal;
35. Oferecer gratuitamente medicamentos essenciais, incluindo insulinas e fitoterápicos, através do projeto ‘Farmácia Viva’;
36. Oferecer vários programas para a terceira idade;
37. Contar com o Estádio Sylvio Raulino de Oliveira para grandes jogos do futebol brasileiro;
38. Usar o Estádio Sílvio Raulino também como espaço público para serviços de saúde; 39. Ter motoristas educados que costumam parar nas faixas de pedestres, obedecendo a sinais de trânsito;
40. Ter o projeto ‘Corredor Ecológico do Rio Paraíba do Sul’, que recupera áreas ribeirinhas.
41. Ter o melhor hospital público da região;
42. Ter dois hospitais – H.FOA e o da Unimed – fazendo cirurgias com uso de robôs
43. Ter um cinema com capacidade para 1.500 pessoas, ainda que pudesse ser mais bem-aproveitado;
44. Ter o único pipódromo oficial da região;
45. Ter a Praça da Colina;
46. Ter uma rede de assistência social com centros de referência em quase todos os bairros;
47. Ter o Centro Dia para Idosos, destinado a pessoas cujas relações familiares estejam fragmentadas;
48. Ter o Centro Dia para Pessoas com Alzheimer;
49. Ter o Albergue Seu Nadim, que recebe dezenas de pessoas em situação de rua por dia;
50. Ter um programa de atenção aos idosos, que leva os velhinhos volta-redondenses para passear por destinos turísticos;
51. Ter a Feira Livre, a maior do Sul Fluminense;
52. Ter uma grande quantidade de quadras poliesportivas e campos de futebol;
53. Ter o Arraiá da Cidadania, uma festa cujo preço de qualquer produto é R$ 1,99;
54. Ter o programa ‘Tarifa Comercial Zero’, que conta com três ônibus elétricos que circulam pelos centros comerciais;
55. Ter feiras de Adoção Animal, que encontra tutores para gatos e cães abandonados;
56. Ter uma Escola Municipal de Hipismo;
57. Ter dois jornais diários, dois jornais semanais e duas revistas quinzenais;
58. Ser a cidade escolhida por diversos exprefeitos da região para morar;
59. Não ter ‘casa de saliência’;
60. Promover anualmente o ‘Festival de Dança
de Volta Redonda’;
61. Ter a Fundação Beatriz Gama;
62. Ter o programa ‘Revi-Ver’, que já realizou mais de 23 mil procedimentos de catarata;
63. Ter o autódromo internacional do Aero Clube;
64. Ter o Memorial 9 de Novembro, única obra gigante de Oscar Niemeyer na região;
65. Ser a única cidade da região em que o Rio Paraíba faz uma curva bastante acentuada, o que acabou originando o nome de Volta Redonda;
66. Ter o Bloco da Vida, escola de samba formada pelo pessoal da Terceira Idade;
67. Ter o Clube Palmares, criado para combater o racismo institucional nas décadas de 1960–70, quando negros eram frequentemente barrados em clubes tradicionais de Volta Redonda;
68. Ter o Memorial Zumbi, espaço cultural, histórico e educativo criado para preservar, divulgar e valorizar a história da população negra em VR
69. Ter o espaço das Artes Zélia Arbex, galeria contemporânea em vidro e metal, com salas e exposições rotativas e que recebe cerca de 20 mil visitantes por ano;
70. Ter o Memorial dos Expedicionários, criado em homenagem aos pracinhas brasileiros
que participaram da II Guerra Mundial e que abriga um museu com armas, canhões e um avião da época; e
71. Ser a capital do Sul Fluminense.

Cemitério municipal está com sepulturas abertas e gavetas deterioradas;

71 motivos para não morar em Volta Redonda:

1. O péssimo serviço da empresa VR Parking, responsável pelo estacionamento rotativo ;
2. A enorme dificuldade para se encontrar uma vaga no estacionamento rotativo,
especialmente nos grandes centros comerciais da Vila, Aterrado, Amaral Peixoto e Retiro;
3. As constantes quedas de energia: ameaçou chover, a luz acaba; e a Light demora para atender e restabelecer o serviço;
4. A poluição do pó preto;
5. O estacionamento dos shoppings é caro demais;
6. A falta de segurança em algumas praças à noite;
7. O trânsito muito pesado no trecho da BR-393, que corta o centro da cidade;
8. A Rodovia do Contorno, por conta dos constantes acidentes ao longo do seu trajeto;
9. A Guarda Municipal que não controla o trânsito quando é necessário;
10. Os agentes da Secretaria de Ordem Pública, que atuam como se fossem PMs e estão
quase sempre mais preocupados em aparecer nas redes sociais;
11. Os agentes da Semop, da Guarda Municipal e da PM que estacionam as viaturas em cima das calçadas e em locais proibidos, dando um péssimo exemplo;
12. A Avenida Beira-Rio, que deveria ser um cartão postal da cidade do aço e que está
abandonada há anos;
13. O forte conservadorismo das pessoas, em especial ligadas às igrejas evangélicas;
14. As obras que nunca terminam, como a reforma da Rua 33, no coração de Volta
Redonda;
15. O preço da gasolina ser um dos mais caros do estado do Rio – senão do Brasil;
16. A grande presença de pessoas em situação de rua na Vila e no Aterrado, e em especial
em frente ao Palácio 17 de Julho;
17. A falta de alternância no comando da Prefeitura de Volta Redonda;
18. A pequena presença das mulheres nas esferas política e administrativa da cidade;
19. A falta d’água nos períodos de verão;
20. A dificuldade de marcar atendimento ambulatorial especializado pelo SUS;
21. As enchentes, quando chove um pouquinho mais forte;
22. O calor infernal no verão, agravado pela poluição da CSN e também pela falta de árvores;
23. O caos no trânsito nos horários de pico;
24. A buraqueira de várias ruas;
25. A dependência econômica da CSN;
26. A poluição dos rios;
27. O lixão desativado da Floresta da Cicuta, que agrava a situação da poluição no local e impede que a prefeitura arrecade mais com o ICMS ecológico;
28. Poucas opções de trabalho fora da indústria e do comércio;
29. Transporte público demorado em bairros mais afastados;
30. Poucas ambulâncias para atender as emergências;
31. Estado do cemitério municipal, com sepulturas abertas e gavetas deterioradas;
32. Não ter uma zona
33. Apenas 42% do esgoto coletado é efetivamente tratado em Volta Redonda, percentual abaixo da meta estabelecida pelo marco legal do saneamento;
34. A coleta seletiva do lixo, que não é mais feita;
35. O lixo não ser recolhido diariamente pela cidade;
36. Os lixeiros só passarem três vezes por semana em vários bairros;
37. A existência de muitas áreas ociosas, terrenos baldios e imóveis abandonados sem qualquer função social;
38. O número de homicídios que segue alto ;
39. Os condomínios do ‘Minha Casa, Minha Vida’ serem dominados por facções criminosas;
40. O sistema de monitoramento do projeto ‘Cidade Monitorada’, que faz o cidadão se sentir num verdadeiro Big Brother;
41. A média de 2,7 leitos nos hospitais públicos por mil habitantes, número ligeiramente abaixo do mínimo recomendado pela OMS, que é de 3 a 5 leitos por mil habitantes;
42. A assistência farmacêutica municipal oferta 186 remédios diferentes. O número, porém, é muito abaixo dos quase 1000 remédios diferentes previstos na Relação Municipal de Medicamentos Essenciais do SUS (REMUME);
43. Não ter um aeroporto;
44. Não ter faixas exclusivas para motociclistas;
45. Não ter ciclovias – a do Conforto, por exemplo, o governo do Estado destruiu e não arrumou;
46. A péssima situação dos banheiros da Rodoviária Municipal;
47. A falta de uma lanchonete na Rodoviária;
48. A falta de bancas de jornais na rodoviária;
49. A falta de banca de jornais em vários bairros;
50. As pilhas de escórias da CSN;
51. A falta de um parque público;
52. A falta de opções de cultura e lazer, especialmente para os jovens;

Secretaria de Ordem Pública removeu bancas de jornais da cidade

53. As pessoas descartarem móveis e eletrodomésticos sem uso nas calçadas e ruas;
54. A falta de padrão das calçadas;
55. A retirada das pedras portuguesas de vários pontos na Vila;
56. A falta de manutenção das pedras portuguesas que não foram retiradas;
57. A falta de incentivo do poder público à prática de esportes;
58. A cidade está, digamos, feia;
59. As decorações de Natal e Carnaval são horríveis;
60. Não ter novos e grandes investimentos;
61. Não existir um hospital particular de excelência;
62. A drástica redução das boates e também dos bailes nos clubes sociais;
63. A cidade não receber mais grandes shows e eventos como antigamente;
64. Não ter praia;
65. A cidade estar estagnada economicamente;
66. As empresas investirem apenas em rádios e TVs em detrimento dos jornais diários e semanais;
67. As empresas, mesmo não anunciando, entupirem as redações dos jornais com releases de autopromoção;
68. A quantidade de votos dados a forasteiros nas eleições para a Alerj e Câmara;
69. A irresponsabilidade de muitos motoqueiros, que fazem da cidade terra sem lei;
70. A prepotência de alguns secretários e integrantes do governo municipal; e
71. A falta de compromisso dos médicos em atender seus pacientes na hora.

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