Camarão na mesa

Candidatos a vereador não priorizam candidaturas dos prefeitos

Dando continuidade ao tema da semana passada sobre o ‘voto camarão’, para esta edição o aQui ouviu todos os candidatos a prefeito de Volta Redonda e Barra Mansa a respeito das ‘traições’ dos seus candidatos à Câmara. Descobriu que não é só Baltazar que anda tendo indigestão com o prato à base do molusco. Os candidatos de Samuca, por exemplo, fizeram seus santinhos e artes para as redes sociais sem o sorriso largo do atual prefeito. Muitos nem escreveram o nome do candidato do PSC.
É o caso do vereador Fernando Martins, da bancada evangélica, que pede votos apenas para ele. Esquece que Samuca é o seu guru. O ex-prefeito Neto gaba-se de ter santinhos com a maioria dos candidatos. Pode ser. Mas Milton Moreira, ex-vereador, posta sua arte sem divulgar que é aliado ao candidato do DEM. Como Fernando, o evangélico que trai Samuca, Moreira ignora Neto. E por aí vai. Em Barra Mansa, o quadro é o mesmo. Rodrigo Drable até bate no peito para dizer que “todos” os seus candidatos usam a sua foto nos santinhos. Acredita na fidelidade total, esquecendo que está lidando com políticos. Espertos ou não, muitos podem estar andando com santinhos diferentes nos bolsos da calça. “O bolso da direito é com a foto do prefeito; o da esquerda, sem a foto e sem o nome”, ilustra um especialista. As explicações são várias. A principal é a falta de recursos dos candidatos a prefeito para bancar o material gráfico e publicitário dos candidatos a vereador. “Até a eleição passada, os prefeitos bancavam tudo. As gráficas faziam a festa e imprimiam milhões de santinhos, que eram entregues (doados) aos candidatos. Emporcalhavam as ruas”, lembra, fazendo um adendo: era tudo legal. Com a mudanças e a Covid-19, tudo mudou. O dinheiro sumiu, os santinhos desapareceram. “Os milhões viraram milhares”, arrisca, garantindo que a opção passou a ser fazer arte para as redes sociais. E já não são mais as equipes dos prefeitos que fazem este tipo de material. “É cada um por sí”, dispara. Ele vai além. “Ironicamente, preferem deixar os prefeitos de lado. Apostam mais neles”, afirma, o que não deve agradar a Baltazar, Samuca, Neto e Cia.
Vejam a posição dos candidatos:

 

Alex Martins – PSB


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Alex Martins: Nós da Coligação Pra Fazer Volta Redonda Melhor (PSB/REDE/PDT) temos atuado de maneira sincronizada divulgando nossas propostas de governo, que inclusive, foram construídas com a participação popular. Este trabalho tem envolvido os candidatos a vereadores. Mas é bom ressaltar que este ano as alianças só se referem à candidatura a majoritária. Essa inovação pode ser a causa do voto camarão citado pela reportagem. Mas é fato que até o momento não constatamos essa circunstância e seguimos unidos em torno do nosso propósito de uma cidade mais humanística.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Alex Martins: Este ano, a campanha eleitoral está ocorrendo de uma forma muito diferente. A começar pela data do pleito que foi alterada em função da pandemia da Covid-19. Há menos de duas semanas, nossas equipes foram às ruas, devidamente protegidas com máscara e álcool gel e também como forma de preservar o eleitos, pedir efetivamente o voto. Nas redes sociais, principalmente WatsApp, os contatos são diários, entusiasmados e tem atendido nossas expectativas no contexto do Sul Fluminense. Com a massificação do trabalho de rua é natural que os compartilhamentos e seguidores nas redes aumentem.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. Como esquentar o clima a seu favor?
Alex Martins: Olha, nós estamos vivendo um cenário de pandemia, desemprego, retração econômica, escândalos envolvendo autoridades públicas no desvio de recursos de verbas para a saúde e atrasos de pagamentos. Neste contexto essa indiferença citada pela reportagem já era esperada. Para reverter esse cenário só existe o caminho de levar nossas propostas de respeito ao cidadão volta-redondense e ao serviço público aos quatro cantos da cidade. Nós pedimos ao eleitor a chance para mostrar nosso trabalho. Por isto, pedimos o voto no 40.

 

Cida Diogo – PT


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câ-mara adotou o voto-camarão. Ou seja, a senhora não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para a senhora. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Cida Diogo: Não posso afirmar isso, porque dos materiais que tive acesso até agora, todos estão com a majoritária. Inclusive há uma grande união no nosso partido e tanto eu quanto a candidata a vice, Nena Düppré, estamos sempre à disposição dos nossos candidatos e candidatas. Além da agenda mais coletiva, temos cumprido também agendas programadas por eles e elas.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Cida Diogo: Discordamos dessa afirmativa também, porque essa avaliação é muito relativa. Recebemos o carinho de muitos eleitores e eleitoras pelas nossas redes sociais diariamente. Observação que foi citada no aQui, quando destacou que “entre as candidatas mulheres, Cida Diogo saiu na frente em número de interações”.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Cida Diogo: Estamos nas ruas de Volta Redonda todos os dias e há uma receptividade muito boa da população. Estou sempre disposta a ouvir as demandas dos moradores e moradoras daquele bairro e que também dão atenção às nossas propostas para recuperar nossa cidade. A minha atuação de quando fui secretária de Saúde, vice-prefeita e deputada é sempre reconhecida e lembrada por muitas pessoas. Que citam o melhor período da saúde, a implantação da Delegacia de Mulheres, do PROCON, do Polo Universitário da UFF e do IFET-VR, entre outras ações minhas. Nossa campanha está crescendo cada vez mais e com participação popular.

 

Dayse Penna – Pros


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, a senhora não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para a senhora. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Dayse Penna: Eu sou muito a favor do livre arbítrio e da democracia, eu considero que o candidato a vereador tem liberdade para escolher como fazer a própria campanha, acho isso saudável.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Dayse Penna: Isso é natural e resultado da decepção e desconfiança do eleitor com a política. Com os processos de corrupção no estado e a polarização a nível federal o eleitor projeta para o município a dor que ele sente. Principalmente quando aqui no município o novo foi eleito, mas manteve atitudes da politica velha, é natural que o eleitor fique apenas observando.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Dayse Penna: Fazer o que estamos fazendo. Não temos rejeição, pelo contrário. É fácil abordar o eleitor, mas ele deixa muito claro o aborrecimento com a política partidária. Isso é reflexo de quão adoecido nosso sistema ficou. As pessoas estão querendo se resguardar para fazer no dia 15 de novembro uma escolha mais criteriosa e eu vejo isso como amadurecimento do processo de participacao politica da sociedade

 

Evandro – Cidadania


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Evandro: Acredito que não. Cada candidato a vereador independente das cores partidárias tem livre arbítrio na forma de pensar e como consequência em suas atitudes.O eleitor esta cada vez mais consciente dos papeis dos atores políticos e sabem em sua grande maioria escolher aqueles que lhe representarão independente do material de campanha.Penso que votar nestas eleições municipais é ir além da opção por um nome, é a opção por um projeto, por uma cidade que queremos cada vez mais participativa e mais justa e para todos.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Evandro: As redes sociais têm capacidade de mobilização, porém, elas têm uma cultura de torcida organizada, de paixão. Não adianta você me dar todos os argumentos do mundo a favor de um time se eu não gosto dele. Assim, as redes aumentaram essa cultura do amor e do ódio, o que em minha opinião contribui muito pouco para o debate de ideias, para o fortalecimento da democracia.Nossa campanha está seguindo conforme o planejamento pré-estabelecido.
Fizemos a opção de não fazer uso do fundo eleitoral e temos a consciência que a “gastar sola de sapato” nos permite conhecer de fato o que pensa o cidadão permite levar nossos projetos.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Evandro: Lembro que estamos vivendo “tempos anormais” por causa da pandemia . Acredito que o número somado de abstenções, brancos e nulos nesta eleição, será muito próximo do que o número de votos que o primeiro colocado candidato a prefeito receberá no primeiro turno das eleições. A população está cansada da velha política e cansada da política de forma geral. Dentro do que nos propomos continuarei falando olho no olho do cidadão falando das propostas contidas no nosso programa de governo . Não prometo soluções fáceis como aquelas que são apresentadas por políticos profissionais em período eleitoral e sim muito trabalho e construção coletiva ideias para uma nova Volta Redonda.

 

Granato – Solidariedade


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Granato: O nosso projeto está sendo apoiado sim pelos candidatos à Vereador. E o apoio dos candidatos é importante sim, mas creio que a minha campanha está bem focada para poder mostrar aos eleitores o meu trabalho e o meu plano de governo que construímos juntos através do Plano de Governo Participativo (PGP). Sou experiente, fui Secretário de Obras da cidade, conheço bem a realidade de Volta Redonda e quero fazer o melhor por ela.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Granato: Muito pelo contrário a nossa campanha está muito bem nas rede sociais e cada dia mais este número cresce de forma expressiva com curtidas e compartilhamentos, mas não só nas redes como também nas ruas onde percebemos que está pintando o 77. A onda da mudança com experiência não para de crescer!

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Granato: Esse comportamento é natural e já era esperado principalmente devido ao momento em que vivemos por causa dessa pandemia. Mas estamos chegando a esse eleitor de uma forma direta através das redes sociais e do nosso trabalho nas ruas. Temos certeza que na reta final o eleitor se interessará pela eleição.

Juliana – Psol


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, a senhora não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para a senhora. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Juliana: As candidaturas do Psol, ao contrário do que se vê em outros partidos, não têm como objetivo o poder pelo poder. Cada uma das candidaturas apresentadas pelo partido são pensadas coletivamente e, ao final, construídas pela militância como um todo. Ou seja, candidatos a vereadores e prefeitos são um organismo só, lutando pela mudança efetiva da lógica de se fazer política e que busca a melhor representatividade para o eleitorado. Diante disso, nenhum candidato apresenta material sem nossa representante da majoritária.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Juliana: Embora o Psol seja um partido em franca expansão, com representantes de peso no cenário nacional, nossos candidatos locais ainda são relativamente desconhecidos e é natural que a população prefira seguir, nas redes sociais, personalidades ‘mais influentes’. Contudo, o trabalho incansável da militância de Volta Redonda tem conseguido apresentar a Juliana e o Anderson ao eleitorado como um todo. Paulatinamente o engajamento de nossas postagens tem aumentado e, com isso, mais pessoas começam a participar desse projeto de forma voluntária.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Juliana: Entendemos o eleitorado. Não é fácil estar motivado a comparecer às urnas ou ouvir os políticos diante da conjuntura que vivemos. Candidatos conservadores e/ou gestores, que prometiam a salvação da pátria, na verdade, tentam fazer das instituições públicas um quintal de sua própria casa, ferindo flagrantemente os princípios de impessoalidade, trabalhando por seus próprios interesses. Nossa candidatura tem como objetivo provar que é possível fazer política de forma honesta, atendendo os anseios da população. Pouco a pouco, a cada panfletagem, entrevistas, debates, lives que promovemos, apresentação e conhecimento de nossas propostas, mais o eleitorado engajará na nossa luta, reconhecendo nossa legitimidade, pois o Psol é um dos poucos partidos que não tem seu nome envolvido em qualquer tipo de escândalo ou corrupção.

 

Neto – DEM


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câma-ra adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Neto: Estamos tomando ciência somente agora deste levantamento e o que temos visto em nossa campanha vai contra o que está sendo afirmado. Temos muitos adesivos com nossos candidatos e estamos gravando vídeos de apoio a eles (a pedido dos próprios candidatos) diariamente. Aproveitamos para agradecer nossos candidatos, por toda ajuda que têm nos dado. Somos poucos, em uma coligação pequena, mas muito aguerridos.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?
Neto: Pelo contrário, estamos muito satisfeitos com o apoio de nossa turma na Internet e aproveitamos para agradecer cada curtida, cada compartilhamento e cada comentário em postagens sobre nossas propostas e nossa candidatura.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor? 8 linhas
Neto: Estamos muito felizes com a receptividade a nossa campanha. Aproveitamos o espaço para agradecer de coração todo gesto de carinho que recebemos nas ruas. A campanha está crescendo e ganhando muita força. Com isso, acreditamos que na reta final estaremos no auge da campanha.

Professora Mônica Teixeira Corrêa – PSTU


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, a senhora não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para a senhora. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Prof. Mônica: Não temos candidato a vereador, porém se o tivéssemos estaria fechado com o nosso programa partidário. No PSTU não fazemos alianças com candidatos ou partidos que não compreendem um projeto socialista baseado no poder ao Conselho popular onde os trabalhadores e o povo pobre governarão através da prefeitura e que dirá quais as prioridades para a cidade. Não mentimos para ter votos, nem semeamos ilusão. Para acabar com as mazelas que afetam a nossa vida, precisamos mudar não só a cidade, mas os estados e o Brasil. Precisamos colocar para fora Bolsonaro e Mourão para impedir que a classe trabalhadora e o povo pobre continuem sendo mandados à morte nesta pandemia, assim como continuem pagando a conta desta crise.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário, o que está havendo com sua campanha?
Prof. Mônica: Estamos pela primeira vez vivendo uma campanha que é mais digital do que presencial. Acredito que ainda estamos aprendendo dentro desse novo “anormal”. São muitas redes, isto acaba dividindo as curtidas e compartilhamentos, mesmo assim, em entrevista que demos no início da campanha, estamos à frente de alguns candidatos tradicionais da cidade. É preciso chamar todos (as) a se mobilizar para lutar contra, por exemplo, a reforma administrativa que entregará o Estado brasileiro e os serviços públicos como saúde e educação nas mãos do mercado financeiro e da iniciativa privada. Precisamos entender e perguntar: Que Estado e que tipo de prefeitura queremos? Esta é a grande questão a ser enfrentada!

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?
Prof. Mônica: As pessoas estão esgotadas com a velha e a nova política em nossa cidade, onde o poder econômico é que manda. Fazem um jogo eleitoral e depois de eleitos se tornam amigos de infância votando juntos reformas para atacar, retirar direitos e “passar a boiada” sobre os trabalhadores. O PSTU, tem coragem de dizer: neste modelo de sociedade capitalista, eleições não mudam a vida! É um jogo de cartas marcadas! Mas estamos aqui para disputar a consciência da classe trabalhadora e apresentar uma candidatura e um programa alternativo a tudo que está aí. Não para reformar e governar junto, mas para pôr abaixo junto com os Conselhos Populares! É por isso que nossa candidatura foi excluída do debate na TV e de falar na propaganda eleitoral gratuita. Que democracia é esta???

Samuca – PSC


aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o (a) senhor (a). Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?
Samuca: Temos atualmente mais de mil adesivos de carros com os candidatos a vereador da nossa coligação. Não vejo dessa forma de que não estão pedindo votos ou fazendo campanha. Se estão na nossa coligação, estão com a gente. Entretanto, em uma campanha de dois turnos, muitos candidatos a vereador focam em suas campanhas no primeiro turno. Sobre apoio sem adesivo, estamos tendo isso com a maioria dos candidatos do PSD, tendo em vista que a legenda tem candidato próprio (contra a vontade dos vereadores), mas a maioria dos candidatos do partido me apoia a reeleição.

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha? 8 linhas
Samuca: Essa afirmação não serve pra mim, acredito. Em própria reportagem do aQui, foi demonstrado que temos a campanha com mais compartilhamento, curtidas e interações nas redes sociais. Temos o maior número de seguidores tanto no Instagram quanto no Facebook. Estamos nas redes 24 horas por dia levando a população nossas propostas, mostrando o que fizemos e falando do que vamos avançar. Deixaram um buraco na cidade de R$ 1,7 bilhão de dívidas e estamos resolvendo com gestão.

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor? 8 linhas
Samuca: A verdade é que a população não quer saber de política. Os políticos tradicionais fizeram com que isso acontecesse. O antigo grupo político que comandou o estado, do MDB, por exemplo, tirou a credibilidade com ex-governadores presos. E por isso sou candidato a reeleição, porque não faço parte de panela. Nossa cidade não pode arriscar nesse momento. Sou um gestor público e estou preparado para que possamos superar a pandemia e colocar a cidade nos trilhos do desenvolvimento.

 

Barra Mansa

Bruno Marini – PSD

aQui:  Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Bruno: Esta é uma prática comum em todas eleições. Da nossa parte, todos os candidatos da base têm santinhos com a majoritária, colocamos mais de 1200 adesivos microperfurados em carros, em parceria com nossos candidatos a vereadores. Consideramos isso um bom resultado e estamos satisfeitos.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Bruno: Não são o que dizem os números, nos últimos dias crescemos 180% em curtidas na fanpage, 18% no alcance e em engajamento, estamos de igual para igual, com nossos principais concorrentes. Sempre acreditamos que tudo pode melhorar e estamos trabalhando para resultados ainda mais expressivos. É importante ressaltar ainda que nossa rede social é recente, bem diferente do que ocorre com demais candidatos.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Bruno:  É verdade e reflete em todas as candidaturas, as pessoas ainda estão mais preocupadas com a pandemia e suas consequências do que com eleições. Aqui em Barra Mansa ainda temos o agravante de um governo mergulhado em acusações de organização criminosa e corrupção ativa. Mas ao se aproximar o dia das eleições o eleitor vai se dar conta de que a cidade precisa e merece viver uma nova realidade que sinalize uma possibilidade real de prosperidade. No último sábado fomos recebidos com aplausos no centro da cidade num clima muito positivo.

Nossa motivação é mostrar para a população que é possível administrar Barra Mansa com transparência, legitimidade e respeito ao dinheiro público.

Acreditamos que nossa experiência administrativa seja fundamental para resgatar a auto estima da cidade que precisa voltar a crescer.

 

Capitão Abreu – Patriota

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Capitão Abreu: Não sei de qual candidato se refere, todos os candidatos a vereador do Patriota possuem referências a minha candidatura a prefeito, então fizeram a pergunta para o candidato errado.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Capitão Abreu: Sou um dos candidatos mais solicitados em rede social e um que a rede social mais cresceu, não sei baseado em qual dado e qual método utilizado, mas há programas que podem medir a interação bem como o crescimento das redes sociais, aconselho utilizar esses programas para poder fazer essa análise.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Capitão Abreu: A população está desacreditada e com toda razão, os últimos fatos que presenciamos na política em nosso município e estado foram muito ruins. Nesse sentido, acredito que devemos seguir conversando com a população e mostrando o que pensamos e como iremos atuar.

 

Jackson Emerick – SDD

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Jackson: Não tenho percebido isso na minha campanha. Os candidatos da nossa coligação estão sendo fiéis à minha candidatura. Tenho participado de atividades com todos os nossos candidatos a vereador, que têm sido importantes pra levar minhas propostas à população de Barra Mansa.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Jackson: Minhas redes sociais vêm dando os resultados que planejamos. No Instagran, por exemplo, obtivemos um crescimento considerável de seguidores nas últimas semanas. Nós temos consciência do papel das redes sociais na campanha e sabemos do seu potencial mas também das suas limitações. Curtidas nas postagens nem sempre representam votos. O que vai definir o voto do eleitor é a história do candidato, sua ligação com a cidade e suas propostas. E isso eu tenho. Nasci e me criei em Barra Mansa, sou ficha limpa e venho apresentando propostas para que a cidade volte a ter desenvolvimento econômico e social.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Jackson: A campanha praticamente está começando agora. A pandemia está limitando as ações dos candidatos e também do eleitor. Com o início do horário eleitoral nos rádios e na televisão, e também dos debates e entrevistas na imprensa, aos poucos o eleitor vai começar a se envolver e analisar os candidatos para definir o voto. Estamos intensificando nossa presença nas ruas, em visitas aos bairros e em reuniões, sempre cumprindo as normas sanitárias, para ouvir a população e apresentar as nossas propostas. O diálogo tem sido a nossa principal ação, porque acredito que só assim poderemos fazer Barra Mansa recuperar a importância que sempre teve na região e que perdeu nos últimos anos.

 

Paulo Cesar, o PC – Podemos

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Paulo Cesar: Cem por cento dos nossos candidatos trabalha com o material de campanha com o meu nome e número de candidato a Prefeito. Isso porque nossos candidatos não têm vergonha ou receio de pedirem voto para a minha candidatura a Prefeito, pois sabem que eu tenho um bom nome na cidade. Eu nunca respondi a processo criminal, nunca fui condenado, nunca fui preso, nunca fui afastado dos cargos públicos que ocupei, nunca toquei piano na delegacia, nunca tirei foto do lado da régua para a ficha criminal e, por fim, NÃO tive minha candidatura impugnada pela Justiça eleitoral. Sou ficha limpa!

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Paulo Cesar: Tirando o atual Prefeito, que também é candidato e possui quase 1.000 cargos comissionados que defendem nas redes sociais a manutenção de seus empregos com unhas e dentes, todos os demais candidatos vivem na Barra Mansa da realidade. Estamos vivendo um momento sui generes, e como tal, tudo não é como antes. Entendo que os eleitores estão observando tudo que é postado nas redes sociais. Estão recebendo todas as informações e conversando entre si, para depois tomarem a sua decisão. A eleição será decida nos últimos dias. E o novo normal!

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Paulo Cesar: Eu tenho caminhado por todos os bairros da nossa cidade. Não tenho percebido um aumento na indiferença, se comparado com os pleitos eleitorais anteriores. Pelo menos não com relação á minha pessoa. Tenho recebido a atenção de muitos eleitores, que ainda buscam o novo, mas um novo com qualidade. Um novo com conteúdo e com condições de governar nossa Barra Mansa. Eu tenho falado isso com os nossos cidadãos e tenho sido bem recebido. Não posso revelar a minha estratégia, mas posso dizer que o povo sabe quem é verdadeiro e quem é apenas um personagem. Por isso eles me recebem muito bem!

 

Tuca – PDT

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Tuca: Isso não é verdade, até porque, ainda não estávamos distribuindo santinhos. Eles estão ficando prontos hoje (14), o que pode ter acontecido de terem usados na internet, em redes sociais. A nossa campanha tem uma dinâmica diferente das demais.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Tuca: O PDT foi o último partido a lançar a candidatura para Prefeito, em Barra Mansa, e consequentemente, nós não estamos no mesmo nível dos demais candidatos. Porém somos o partido que mais têm crescidos nas últimas semanas em redes sociais. Saímos do zero e já estamos chegando em um patamar igual dos demais candidatos, que já estão neste caminho há mais de dois anos. Nossa campanha está em pleno vapor e pleno crescimento.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Tuca: Realmente o povo está desacreditado com a política, mas o problema de Barra Mansa é tão sério, que nós precisamos motivar o cidadão a se envolver com a campanha. Nós teremos este ano restrições por conta da pandemia, principalmente com os eleitores da melhor idade, a ideia é motivá-los. Tenho conversado muito com as pessoas, estou procurando convencê-las que o seu voto é muito importante, para a mudança que estamos propondo.

 

Rodrigo Drable – DEM

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o (a) senhor (a). Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Rodrigo Drable: Nossa coligação tem um grupo enorme de candidatos. Naturalmente, alguém pode ter opinião divergente da maioria do partido. Isso faz parte da realidade dos partidos. Mas na verdade sou extremamente grato ao imenso apoio que temos tido, e principalmente o engajamento.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Rodrigo: As redes sociais sempre foram o maior canal de comunicação direta que usei, desde a outra eleição. O movimento está alto! Nossos vídeos e conteúdos tem chegado a um número enorme de pessoas. Nosso objetivo é que todos conheçam o que fizemos e o que faremos.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Rodrigo: Tanto nas ruas, quanto nas redes sociais. As manifestações têm sido imensas e só tenho a agradecer o carinho com que o povo me recebe.

 

aQui: Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o (a) senhor (a). Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Rodrigo Drable: Nossa coligação tem um grupo enorme de candidatos. Naturalmente, alguém pode ter opinião divergente da maioria do partido. Isso faz parte da realidade dos partidos. Mas na verdade sou extremamente grato ao imenso apoio que temos tido, e principalmente o engajamento.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Rodrigo: As redes sociais sempre foram o maior canal de comunicação direta que usei, desde a outra eleição. O movimento está alto! Nossos vídeos e conteúdos tem chegado a um número enorme de pessoas. Nosso objetivo é que todos conheçam o que fizemos e o que faremos.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Rodrigo: Tanto nas ruas, quanto nas redes sociais. As manifestações têm sido imensas e só tenho a agradecer o carinho com que o povo me recebe.

 

Thiago Valério – Cidadania

aQui:  Conforme levantamento feito pela reportagem do aQui, boa parte dos candidatos à Câmara adotou o voto-camarão. Ou seja, o senhor não aparece nos santinhos deles e, por tabela, eles não estão pedindo votos para o senhor. Acha que isso poderá prejudicar a sua campanha?

Thiago Valério: A nossa coligação (barra mansa de verdade – CIDADANIA e PSB), possui __ candida-dos a vereadores. Em nosso planejamento de campanha, estão desenvolvidas várias atividades de formação e capacitação destinadas a todos os candidatos a vereadores, que possuem como objetivo a divulgação do nosso plano de governo, possibilitando assim a utilização das nossas propostas em suas campanhas. Associadas as estas ações de formação, temo intensificado as caminhadas em diversas localidades em companhia dos candidatos a vereadores. Os resultados destas ações já estão impactando positivamente em nossa campanha.

 

aQui: Na internet, o aQui também descobriu que os internautas não estão participando de suas postagens. As curtidas e os compartilhamentos não são expressivos. Muito pelo contrário. O que está havendo com sua campanha?

Thiago: Em nosso plano de divulgação/mídia, está previsto o monitoramento de nossa evolução nas redes sociais. Além do monitoramento, estamos associando a divulgação das nossas propostas, buscando disponibilizar ao nosso eleitor, o conhecimento mais amplo do nosso plano de governo, e a Barra Mansa de verdade que pretendemos desenvolver. Por fim, não detectamos nenhum problema de evolução das redes sociais, pelo contrário, os resultados são extermamente satisfatórios e estãp de acordo com o planejado.

 

aQui: Nas ruas, pelo menos até agora, o que se percebe é a indiferença do eleitor. O que pretende fazer para motivá-los e converter isso a seu favor?

Thiago: Com a apresentação das nossas propostas do plano de governo, através de caminhadas, reuniões e formação, que estão em andamento, já observamos uma motivação dos nossos eleitores. Essa motivação nos tem fortalecido e respaldado as nossas ações de seguir no caminho da verdade, buscando uma Barra Mansa mais inclusiva, desenvolvida e um lugar melhor para se viver.

 

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