Broncas d’aQui

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Bernard Xavier adora fazer caminhadas pela cidade do aço e, ao andar pela passarela de pedestres sobre o Rio Paraíba, que liga o Siderlândia à fábrica de Cimento Tupy, tomou um baita susto. “A passarela está em péssimo estado de conservação. Faz tanto tempo que até a chapa de aço da CSN (conhecida como ‘pé de galinha’ e que era produzida na UPV) está corroída em vários pontos, um perigo”, alerta. “Insegurança total”, sentencia.

SAÚDE
Quem também tomou um grande susto foi um servidor do Palácio 17 de Julho ao dar
de cara com um veículo da frota da Saúde estacionado no Sider Shopping. A foto (e outras cinco que ele enviou) foi tirada no domingo à noite, às 19h45min. Irônico, perguntou: “Os shoppings mantêm plantão da Saúde nos fins de semanas e feriados?”. Que Conceição, secretária de Saúde de Volta Redonda, responda a ele.

NITERÓI
A leitora Sueli Teixeira Carlos Henrique Fagundes já cansou de reclamar da situação mostrada por ela nessa foto e em outras mais que enviou. Pior. Não foi atendida. Já pediu ajuda, inclusive, ao vereador Renan Cury e até hoje não deu em nada. “O Saae- VR quebra e não arruma”, dispara, lembrando que o serviço (ruim) foi feito nas ruas São Benedito e Rua São Pedro, ambas em Niterói.

 

SAAE
O leitor Lucio Resende virou fotógrafo da coluna e enviou mais uma colaboração.
Mostra que o Saae-VR anda pisando na bola em outras localidades. “Minha bronca é com o SAAE de Volta Redonda, que há mais de um ano fez um reparo na rede água da Rua Marcella Eny Loureiro, em frente ao número 104, na Morada da Granja, onde existia um vazamento, e deixou a rua e a calçada neste estado (ver foto)”, escreveu, lembrando que a rua pertence a Barra Mansa, mas o fornecimento de água é feito pelo Saae de Volta Redonda e teria sido feito pela autarquia. “Uma lambança”, definiu.

CRIME
A foto, postada na edição passada, arrancou um comentário raivoso de um morador da
Vila que ligou para a redação para denunciar a empresa que está tocando o serviço de recuperação das margens do Rio Brandão. “Eles fizeram um banheiro de lona preta na beira do rio para que os peões fizessem suas necessidades”, disse. “Isso é crime ambiental”, acrescentou.

CADÊ?
Outro morador ligou para reclamar que a empresa responsável pelas obras no córrego Brandão retirou a placa da empreitada,
onde constava o valor e o dia que foi iniciada. “Por lei, a obra não pode ficar sem a placa”, disse. Pela placa, pode-se observar que a obra está atrasada rsrsrs.