quinta-feira, novembro 5, 2026
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No Lavapés

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Tande inaugura novo Centro Esportivo de Resende

Desde a última quinta, 9, os moradores da região do bairro Lavapés passaram a contar com um novo equipamento público voltado ao esporte e lazer: o Centro Esportivo Municipal Sagrado Coração, a sétima da lista de unidades municipais dedicadas à oferta de modalidades esportivas para crianças, jovens e adolescentes. A nova construção conta com três salas amplas para a realização das atividades, sendo duas de 100 m² e uma de 75 m², dois banheiros com quatro cabines cada, um depósito para o armazenamento adequado dos materiais esportivos e uma sala de recepção. No ambiente externo, os usuários terão à disposição ainda dois novos quiosques, com mesas revestidas para jogos de tabuleiro.
“A inauguração do sétimo centro esportivo demonstra que o incentivo ao esporte é uma política pública permanente aqui em Resende. A gente segue ampliando os espaços de prática esportiva para que toda a população tenha acesso gratuito a atividades que promovem saúde, inclusão, disciplina e qualidade de vida”, destacou o prefeito de Resende, Tande Vieira.
Criado para atender os alunos da Escola Municipal Sagrado Coração no contraturno das aulas (manhã e tarde), o centro esportivo também poderá ser utilizado por moradores do entorno do bairro Lavapés, no período da noite. O espaço oferecerá aulas de dança e artes marciais de forma gratuita.
A nova unidade fica à Rua Eduardo Cotrim, nº 391, anexo à Escola Municipal Sagrado Coração. Além deste, a Prefeitura de Resende construiu outros seis centros esportivos, nos bairros Jardim Aliança II, Centro, Paraíso, São Caetano, Engenheiro Passos e Cidade Alegria.

CREDENCIAMENTO DE BANDAS E MÚSICOS LOCAIS 
A Prefeitura de Resende já está aceitando inscrições para o Chamamento Público nº 03/2026, destinado ao credenciamento de artistas, grupos e bandas da cidade para os exercícios de 2026 e 2027. A ideia é formar um banco de profissionais para apresentações em eventos oficiais do município. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até o dia 3 de agosto, exclusivamente pelo e-mail [email protected]. Podem participar músicos residentes em Resende que comprovem experiência mínima de cinco anos em apresentações, shows ou espetáculos. 
No ato da inscrição, o artista deverá fornecer a seguinte documentação: cópia legível da cédula de Identidade Civil; cópia legível do CPF; Certidão Negativa de débitos municipais; comprovante de endereço residencial; além da conta bancária do representante do Grupo (atualizada). 

O resultado será divulgado no dia 17 de agosto, no Boletim Oficial do Município e no site da Prefeitura de Resende. “Nosso objetivo é valorizar os artistas locais, criando oportunidades para que músicos de diferentes estilos se apresentem nos eventos oficiais de Resende. Esse credenciamento fortalece a cena cultural da cidade e garante mais diversidade na programação oferecida à população”, destacou o secretário de Cultura, professor Wilson. 
A premiação, em dinheiro, contemplará artistas e grupos com os seguintes valores por apresentação: solo (R$ 500); dupla (R$ 750); trio (R$ 1.000) e acima de seis integrantes – exclusivamente para grupos de pagode (R$ 1.400). O edital com todas as informações está disponível no site www.resende.rj.gov.br. 

Decisão inédita

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Pela primeira vez na história, Argentina e Espanha vão decidir quem leva o título da Copa do Mundo de 2026. Um confronto que vai parar torcedores pelo mundo inteiro. As duas equipes deram uma demonstração de como se joga futebol. Mostraram que não basta ter apenas técnica refinada para se chegar a uma final e que, sem raça, preparação física e, principalmente, amor à pátria, não se chega a lugar nenhum, como o Brasil, que, a propósito, há muito deixou de ter. 

Os argentinos, comandados pelo fenômeno Messi, vão em busca do tetracampeonato, e os espanhóis depositam suas esperanças nos pés do jovem Yamal, 19 anos, para conquistar o bicampeonato mundial. Espero que “os craques” brasileiros calcem as sandálias da humildade e assistam à decisão, para aprender como se disputa um mundial. Que entendam que o respeito que havia pela seleção brasileira foi conquistado por aqueles que, no passado, souberam respeitar as cores do Brasil. Argentina e Espanha têm tudo para fazer um grande espetáculo. Quem viver verá!

Menos mal
Ainda não foi dessa vez que o Voltaço conseguiu vencer fora de casa. Mas o empate em 0 a 0 com o Figueirense, em Florianópolis, não deixou de ser um bom resultado. Afinal, arrancar um ponto no campo do adversário é sempre positivo. Ruim, sim, foi para o Figueirense, que deixou escapar dois pontos, distanciando-se cada vez mais do G8. O próximo adversário do tricolor de aço será o Anápolis, último colocado da competição, no próximo sábado, dia 25, às 19 horas, no Raulino de Oliveira. O tricolor tem tudo para subir e encostar um pouco no G8. É só não aprontar mais uma surpresa desagradável e entregar a paçoca diante de sua torcida. Quem viver verá!

Jogos do Voltaço na Série C
Dia 25, às 19h, joga em casa, contra o Anápolis. Em seguida, no dia 8 de agosto, pega a Inter de Limeira, fora de casa. No dia 15, enfrenta o Ituano, no Raulino. Dia 22, pega o Floresta, já na cidade do aço.

Classificação na Série C
Em 1º, Inter de Limeira, com 25 pontos. Em 2º, o Brusque e em 3º, o Santa Cruz, ambos com 24 pontos; em 4º, o Paysandu e em 5º, o Guarani, os dois com 23 pontos. Na Zona de Rebaixamento (Z2), estão o Confiança, com 11, e, na lanterna, o Anápolis, com 9. O Voltaço está na 13ª posição, com 18 pontos. Na primeira fase classificam-se oito clubes, que disputarão as quatro vagas para a Série B. Por outro lado, este ano, somente os dois últimos colocados serão rebaixados para a Série D.

História
Quem contou foi o meu saudoso amigo Nei Geraldo Azevedo. Na década de 60, o Avenida era um timaço do bairro Niterói em Volta Redonda. Certa vez foi jogar no campo do Porto de Areia, no antigo Acampamento Central, no Jardim Paraíba. Num lance, o juiz marcou um pênalti contra a equipe da casa, que tinha como goleiro o lendário e fenomenal Jaime Gambá. Décio Amorim, cobrador oficial do Avenida, cracaço que tinha chumbo nos pés, se preparou para pegar. Sabendo que Décio estava muito nervoso, Gambá chegou próximo dele e desafiou: “Se for o Décio Amorim que vai bater, eu pego”. Aquilo doeu como se fosse uma marretada na cabeça do pé de chumbo. Irritado, nervoso e mordendo a língua, Décio não conversou, soltou um torpedo tão forte que estourou no peito do desafiante, que chegou a cair dentro do gol. Porém, a força do chute fez com que a bola voltasse ao meio de campo. No intervalo, o goleirão exibiu a marca da bola nos braços, como se fosse um troféu. Gambá pode ter ido parar no gol, mas cumpriu a promessa de defender o pênalti cobrado por Décio Amorim.

Reforços
A diretoria do Volta Redonda continua contratando sem explicar os critérios. As últimas contratações foram a do volante Victor Feitosa, 30 anos, e ainda a do atacante André Dias, 24 anos, vindo de Sergipe. A barriga de aluguel continua crescendo, e os resultados não aparecem. Apenas uma pergunta: será que na base do Voltaço não tem nenhum garoto melhor do que esses reforços ou refugos? Eu aposto que tem!

Barra Mansa
O Barra Mansa conquistou o acesso para a Série B. A classificação histórica ocorreu após o time alcançar as semifinais do Carioca da Série C, garantindo seu retorno após 12 anos. 

Resende
Com um gol do artilheiro Matheus Goiano, o Resende venceu o Maricá por 1 a 0, na primeira partida da semifinal da Série A2 Carioca, na noite de sábado, 11, no Estádio do Trabalhador. Com o triunfo, o Gigante do Vale vai jogar pelo empate no jogo de volta marcado para este sábado, 18, às 14h45min, no João Saldanha, para chegar à decisão. Já o Maricá precisa vencer por qualquer placar para avançar no torneio. 

Bola fora
Para o atual momento do futebol brasileiro, que culminou com a eliminação da Copa do Mundo, após uma participação bisonha. A CBF se deixou dominar pela politicagem, com envolvimento de altas personalidades de Brasília. Virou festa.

Bola dentro
Para a merecida decisão do mundial entre Argentina e Espanha. Tem tudo para ser um grande espetáculo. Imperdível!

Screenshot

Este é o time do time dos Bombeiros da CSN, foto de 1957 e que pertence ao acervo do José Osmar, da Vila.

Em pé, da esquerda para a direita: Pedro Cavanhaque (diretor), Gabriel (Bié), Gaúcho, Lavecchia, Raimundo, Zé Carlos, Joaquim Roberto, 61 e Roldão. Agachados: Camilo, Wilson, Tarzan, Paulo Fleming, Paulinho e Júlio

Pergunte pro Neto

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Neto responde a perguntas inéditas feitas por leitores do aQui

Aproveitando o aniversário de Volta Redonda, quando todas as atenções estão voltadas para o Palácio 17 de Julho, o aQui resolveu pedir a colaboração de alguns leitores para uma ‘entrevista exclusiva’ com o prefeito Antônio Francisco Neto. Uma brincadeira a sério, diríamos, que ganhou o nome de ‘Pergunte pro Neto’. A única condição imposta pelo aQui foi a de que não fossem perguntas envolvendo as eleições de outubro ou de foro pessoal.   

Alguns leitores não quiseram participar, alegando motivos de foro íntimo ou profissional. Mas vários aceitaram. Neto também. Leia abaixo o que eles perguntaram e as respostas dadas por Neto, a quem agradecemos por entender o espírito da reportagem, como democrata que é.

Marize Maria Martins, aposentada:
“Existe algum projeto de recuperação do córrego da Rua 41-C, com a limpeza, desassoreamento, revitalização e ações estruturais de conservação das margens, para evitar que, anualmente, os moradores sofram com as enchentes causadas pelas chuvas?”
Neto: “O Córrego foi desassoreado dentro do projeto ‘Limpa Rio’, que desenvolvemos junto com o Governo do Estado. A revitalização das margens está nos planos, sim, da mesma maneira que estamos fazendo no Jardim dos Inocentes. Vale ressaltar que os problemas das enchentes são muito graves, mas passam por mudanças climáticas e muito também pelo crescimento populacional. Não é de fácil solução, afeta todo o Brasil e é caro de resolver. Mas tudo que está ao nosso alcance está sendo feito para evitar que as enchentes aconteçam. Uma vez que as cheias cheguem, temos de trabalhar para minimizar os impactos à população. Podem ter certeza de que estamos trabalhando muito nisso.”

Rônel Mascarenhas e Silva, médico gastroenterologista:
“Prefeito, já estamos em tempo de pensar Volta Redonda sem a CSN?”
Neto: “Eu acho que não é hora de pensar Volta Redonda sem a CSN. É hora de pensar Volta Redonda com uma relação cada vez melhor com a CSN. Sempre digo que queremos uma empresa produzindo cada vez mais e poluindo cada vez menos. E temos visto que isso é possível.
A dependência econômica da cidade em relação à CSN, seja na geração de empregos ou na arrecadação de impostos, ainda é uma realidade. É verdade que hoje Volta Redonda está mais diversificada, tem novas atividades econômicas e mais alternativas do que tinha décadas atrás, mas simplesmente abrir mão da importância da CSN para o município não seria uma postura responsável de quem administra a cidade.
Isso não significa fechar os olhos para os problemas. Nunca deixaremos de cobrar investimentos ambientais, melhorias e o cumprimento da legislação. Sempre que for preciso, vamos dialogar, cobrar e, se necessário, defender os interesses da população nos órgãos competentes e na Justiça.
Agora, eu também percebo que a grande maioria da população quer uma convivência equilibrada entre a cidade e a empresa. Esse também é o meu entendimento. Buscar o diálogo será sempre a nossa primeira opção, sem abrir mão da firmeza quando os interesses de Volta Redonda precisarem ser defendidos.”

Sérgio Mamma, DJ, radialista e empresário:
“Mesmo tendo números muito satisfatórios em vários aspectos, como segurança, saúde e educação, Volta Redonda não figura entre as melhores cidades do ranking IPS 2026 de qualidade de vida em nosso estado. Você concorda com essa pesquisa?”
Neto: “Eu respeito toda pesquisa séria. Mas, para mim, a pesquisa mais importante continua sendo a opinião de quem mora em Volta Redonda. Eu faço uma pergunta simples: quantos moradores daqui trocariam Volta Redonda por algumas das cidades que aparecem à nossa frente nesse ranking? Eu sinceramente acho que a grande maioria tem orgulho de viver aqui e quer continuar vivendo aqui. Isso, para mim, diz muito sobre a qualidade de vida da nossa cidade.
Também é importante lembrar que existem outros levantamentos, igualmente sérios, que apontam Volta Redonda entre as cidades mais bem-avaliadas do estado e do Brasil. Recentemente fomos eleitos a terceira cidade mais sustentável do estado do Rio de Janeiro pelo Ranking Cidades Sustentáveis da Bright Cities. O Retornômetro, da Assertif, colocou Volta Redonda como a terceira cidade brasileira, entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, que melhor transforma os impostos pagos pela população em qualidade de vida. A Firjan classificou nossa gestão com nível de excelência na gestão fiscal. O Ranking de Competitividade dos Municípios, do CLP, nos coloca entre os melhores do estado, com destaque para educação, saneamento e outros indicadores. Além disso, somos reconhecidos pela transparência da gestão e temos resultados concretos na saúde, na segurança e na educação.
Então eu não diria que discordo dessa pesquisa específica. Eu apenas observo que há diversos outros estudos, utilizando metodologias diferentes, que mostram uma realidade muito positiva de Volta Redonda. No fim das contas, o nosso compromisso continua sendo o mesmo: trabalhar todos os dias para melhorar a vida das pessoas. E esse reconhecimento, vindo da população e de diversas instituições, mostra que estamos no caminho certo.”

Márcia Fernandes, gerente institucional do Instituto Dagaz:
“O senhor vai realmente se aposentar?”
Neto: “Aposentar da política, não. Tenho muita vontade de trabalhar, experiência e, principalmente, amor por Volta Redonda, para simplesmente vestir um pijama e ficar em casa. O que eu espero é que, ao fim deste mandato, a cidade tenha uma liderança preparada para dar continuidade a tudo o que construímos. Não podemos voltar ao tempo de hospitais fechados, servidores com salários atrasados, obras paradas, projetos de segurança abandonados e uma rede de assistência social enfraquecida. Se eu enxergar que Volta Redonda continuará bem-cuidada, vou ficar feliz em contribuir de outras formas, sem necessariamente disputar uma eleição. Acho que a nossa população amadureceu muito e sabe diferenciar quem tem compromisso com a cidade de quem aparece apenas com discursos e promessas.

Guto Haasis, empresário:
“Quais os projetos, na área de fomento econômico, o prefeito pensa para os próximos anos, visando o crescimento da economia local?”
Neto: “Desenvolvimento econômico não acontece por acaso. Primeiro, a cidade precisa oferecer segurança, infraestrutura, água, mobilidade e qualidade de vida. É isso que estamos fazendo. Ao mesmo tempo, temos um desafio importante: ampliar a oferta de áreas para novos empreendimentos. A prefeitura trabalha para viabilizar a aquisição da antiga área da Votorantim, que pode se transformar em um grande condomínio industrial, atraindo empresas e gerando empregos. Também percebemos que Volta Redonda voltou a despertar o interesse de grandes investidores. Os investimentos que vemos no Park Sul, no Sider Shopping e em diversos outros empreendimentos mostram que a iniciativa privada voltou a acreditar na nossa cidade. Esse é um caminho sem volta.”

Edmilson Alvarenga, empresário e presidente do SindiReal:
“Entre todas as obras, projetos e programas realizados ao longo da sua gestão, e aqueles que ainda pretende entregar até o fim do mandato, qual o senhor considera mais importante para a cidade? E por quê?”
Neto: É difícil escolher apenas uma, porque cada investimento atende a uma necessidade diferente da população. Mas, olhando para o futuro de Volta Redonda, a nova Estação de Tratamento de Água talvez seja o projeto mais estratégico, porque garante segurança hídrica para as próximas décadas e cria condições para a cidade continuar crescendo. Ao mesmo tempo, temos a ampliação dos hospitais São João Batista e Munir Rafful, que fortalecem a nossa saúde, e investimentos históricos na segurança pública, como o Batalhão de Ações com Cães, o Batalhão de Policiamento Ambiental, o futuro Regimento de Polícia Montada e o Grupamento de Policiamento Aéreo. O mais importante é saber que essas entregas fazem parte de um mesmo projeto: preparar Volta Redonda para os próximos 20 ou 30 anos.

Paulo Ramos de Oliveira, aposentado:
“É verdade que existe um programa de habitação popular aprovado para o município, com previsão de construir duas mil moradias? E quais serão os benefícios do projeto para a cidade e para a população?”
Neto: “É verdade. Estamos trabalhando para viabilizar a construção de pelo menos duas mil novas moradias populares em Volta Redonda. Esse é um dos maiores programas habitacionais da nossa história recente. O benefício mais importante é dar dignidade às famílias que sonham com a casa própria. Mas os reflexos vão muito além disso. A construção civil movimenta a economia, gera milhares de empregos diretos e indiretos, aquece o comércio e aumenta a circulação de renda na cidade. Além disso, esse projeto dialoga diretamente com o espírito da Campanha da Fraternidade deste ano, que nos convida a olhar com mais atenção para o direito à moradia e para a dignidade das famílias. Quando investimos em habitação, estamos investindo também em desenvolvimento econômico, inclusão social e qualidade de vida.”

 

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