segunda-feira, maio 4, 2026
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Tarifa social

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Com a cidade quase às escuras e pressionado pelo Tribunal de Contas do Estado, sem contar que deve uma fortuna para a Light, que não o deixa nem inaugurar quatro creches novinhas – prejudicando mais de 300 famílias –, o prefeito Rodrigo Drable adiantou, de forma exclusiva ao aQui, que a prefeitura de Barra Mansa vai passar a cobrar uma taxa de iluminação pública – que ele considera uma ‘contribuição’ – a partir de janeiro de 2018. A tarifa social a ser criada baseia-se, diz Rodrigo, na busca de um critério socialmente justo “para que os que gastam menos paguem menos”, compara.
Rodrigo Drable diz ainda que a herança maldita deixada pelo governo Jonas Marins deixou a prefeitura de Barra Mansa em uma tremenda saia justa com a Light. “A prefeitura deve cerca de R$ 10 milhões à Light”, dispara. “Até o Judiciário quer saber quando pagaremos essa conta”, pontua, informando que a prefeitura conseguiu ligar a luz de pelo menos uma creche graças a uma medida judicial.

O prefeito de Barra Mansa vai além. Diz que os recursos oriundos da ‘contribuição’ serão usados para trocar toda a iluminação pública da cidade para lâmpadas de LED, que gastam menos e têm maior durabilidade, em até 18 meses. Depois disso, promete Drable, a tarifa extra pode baixar em até 50%, por conta da economia de energia elétrica e manutenção.

Confira a íntegra da entrevista feita por e-mail com o prefeito Rodrigo Drable:

aQui – Barra Mansa é uma das duas cidades do estado do Rio que ainda não cobram taxa de iluminação pública e o TCE estaria pressionando a prefeitura a passar a cobrar esta taxa. É uma sugestão ou recomendação?

Rodrigo Drable – Barra Mansa e Volta Redonda estão passando pela mesma situação: somos as únicas cidades da região que não têm a Contribuição de Iluminação Pública. O que o TCE fez foi nos notificar para que façamos a Contribuição de Energia dentro do prazo legal para que a cidade não seja penalizada, inclusive com a suspensão de repasses federais e estaduais. Não faz sentido desrespeitar o TCE, pois haveria penalização da cidade e do gestor.

 

aQui – Caso a prefeitura passe a cobrar a taxa, a partir de quando isso será feito? E de quanto será a tarifa? Será única? Explique.

Rodrigo – Qualquer novo tributo tem que respeitar o procedimento legal. Neste caso, só aconteceria em janeiro do próximo ano. Quanto aos valores, estão sendo estudados os menores valores aplicados no Estado, de maneira que seja cumprida a legislação federal e a notificação do TCE.

 

aQui – Quanto a prefeitura de Barra Mansa espera arrecadar e qual será a destinação desse valor?

Rodrigo – A contribuição é um recurso que só pode ser usado para pagar a iluminação pública e a manutenção dos equipamentos. O valor tem que corresponder à soma dessas duas despesas. Estamos buscando formas de garantir que, sendo feito, consigamos trocar todas as luminárias da cidade para LED em até 18 meses, o que nos dará uma grande economia, e com isso, em dois anos, a contribuição poderá ser reduzida em mais de 50%. Mas o benefício de termos uma cidade iluminada e segura permanecerá.

 

aQui – Quanto a prefeitura de Barra Mansa deve para a Light? E como espera quitar a dívida?

Rodrigo – A dívida vencida e que já está pacificada, ou seja, não cabe recurso, chega a quase R$ 6 milhões. Existem mais R$ 4 milhões que ainda são discutíveis. Hoje estamos pagando a conta em dia, mas não temos capacidade de pagar o atrasado, o que vem impedindo de ligar a luz em obras novas, como praças e creches. É um problema que será resolvido com a contribuição, pois o recurso que usamos para pagar a conta do mês será destinado para o parcelamento e quitação da dívida.

 

aQui – É verdade que a Light, por conta da dívida, não estaria atendendo aos pedidos da prefeitura para ligar a energia elétrica de quatro novas creches em Barra Mansa? O que poderá ser feito para agilizar o fornecimento a essas unidades?

Rodrigo – Assim que parcelar as contas e demonstrarmos a responsabilidade nos pagamentos, conseguiremos ligar a luz das creches. O problema foi que no governo passado (Jonas Marins) fizeram parcelamentos em duas ocasiões e não pagaram. Deixaram uma grande dívida que todos nós temos que pagar e, ainda pior, deixaram a cidade sem crédito para negociar.

aQui – O que pode ser feito para pressionar a Light a ligar a luz das creches?

Rodrigo – Conseguimos ligar a luz da creche do bairro Água Comprida através de medida judicial. Mas até o Judiciário quer saber quando pagaremos a conta.

 

aQui – O senhor vai instituir a taxa por decreto ou vai enviar um Projeto de Lei à Câmara? Vai propor audiências públicas para discutir a implantação da taxa?

Rodrigo – O TCE está me cobrando uma atitude para resolver o problema. Estamos fazendo os estudos para garantir que exista tarifa social, que os que gastam menos paguem menos, e que haja critério socialmente justo. Seguiremos o trâmite adequado por lei. O que não dá é pra tapar o sol com a peneira, e continuarmos no escuro.

Volta Redonda vai pelo mesmo caminho

Se os contribuintes de Barra Mansa já sabem que a taxa de iluminação deve passar a ser cobrada a partir de janeiro, os de Volta Redonda podem esperar que a deles também vai chegar: como o aQui já noticiou com exclusividade na edição 1061, o prefeito Samuca Silva confirmou que vai criar a taxa. “É uma recomendação obrigatória (do TCE) a criação da taxa, se não for cumprida o prefeito pode incorrer no crime de responsabilidade administrativa e renúncia fiscal”, disse Samuca em nota enviada ao jornal.
O prefeito de Volta Redonda anunciou também que a recomendação do TCE já foi enviada a todos os 21 parlamentares da cidade do aço. E, por ele, a taxa extra não deverá ultrapassar R$ 1. Mas, diferentemente de Barra Mansa, Samuca afirma que ainda não definiu como e onde o dinheiro será utilizado. Poderá, diz, ajudar a financiar a iluminação das ruas da cidade, próprios públicos e praças, entre outros.

 

Curtas

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Primavera dos Museus

Divulgação release

O Clube Foto Filatélico, cuja reintegração de posse foi autorizada pela Justiça em favor da CSN, ainda não voltou para as mãos de Benjamin Steinbruch. E não deve  voltar tão cedo. A explicação é simples: a decisão da juíza Raquel de Andrade Teixeira Cardoso, da 2ª Vara Cível da cidade do aço, não é definitiva, cabe recurso e o clube vai recorrer. Enquanto o processo não transita em julgado, a programação cultural do Foto segue normalmente. A partir das 18 horas de terça, 19, o Museu da Memória do Trabalhismo Brasileiro (MMTB) de Volta Redonda, que pouca gente sabe que existe e que funciona dentro do Foto Filatélico, será palco de uma série de atrações que prometem movimentar a cidade com uma jornada de cultura e entretenimento.

 

Uma delas é a abertura da 11ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que reúne mais de 900 museus de todo o país para oferecer ao público 2.500 atividades como palestras, oficinas, visitas mediadas, exibição de filmes, etc. Na ocasião, será anunciado o lançamento do I Catálogo Audiovisual de Trabalhadores da Cidade do Aço, uma campanha que vai receber, durante toda a primavera, vídeos com relatos de trabalhadores e moradores com histórias ligadas ao município que serão parte do acervo permanente do museu.

 

A programação artística e cultural conta ainda com apresentações musicais variadas, exibição de diferentes tipos de arte, performances teatrais, projeção de filmes e documentários sobre a CSN e a cidade além da exposição de fotografias e objetos históricos relativos à formação de Volta Redonda. Para se ter uma ideia, só o evento de abertura terá ritmos de percussão (do grupo “Meninos do Batuque”), sonoridade eletrônica (com o DJ Mameluco), música clássica (da Orquestra Semeando Música) e reggae (da “Banda Navegantes”).

 

Outra atividade de destaque da Primavera dos Museus é a I Gincana Fotográfica de Volta Redonda, na qual os inscritos serão desafiados a produzir três fotos dentro de temas que envolvam o município. Na etapa seguinte, os concorrentes deverão postar, até sexta, 22, nove fotos por dia sobre assuntos variados. Para participar da gincana, as inscrições, gratuitas, podem ser feitas na fanpage do Museu até terça, 19. Os candidatos cujas fotografias receberem maior pontuação serão premiados com uma cesta cultural, que inclui ingressos de cinema, corridas de Kart, cortesia em Hotel Fazenda, jantar, entre outros. As imagens poderão ser feitas com celular ou máquina, conforme o assunto proposto. 

 

Além das variadas atividades oferecidas, o evento também vai tentar mobilizar a população para a conscientização sobre a importância da preservação da memória urbana no sentido de propor uma “resistência” do espaço cultural (Foto Filatélico) diante das investidas jurídicas da CSN. “Nós temos o pleno direito de usufruir dos clubes e espaços que foram construídos pelos nossos pais e trabalhadores desta cidade”, pontua a artista plástica Regina de Fátima Oliveira, conforme release enviado aos jornais.

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Fuscas – A noite de terça, 12, foi especial para os amantes de carros antigos em Volta Redonda. Isso porque aconteceu, embaixo da Biblioteca Municipal Raul de Leoni, na Vila, a exposição de cerca de 50 fuscas e derivados – como Kombi e Brasília. O evento foi realizado pelo VW Clube de Volta Redonda, com apoio da secretaria de Cultura.  

Amanhã, domingo, 17, no mesmo local, haverá uma exposição de Chevettes, a partir das 9 horas.

 

Da série perguntar… – Quando é que a secretaria de Cultura de Volta Redonda vai realizar o prometido torneio de carinhos de rolimãs? Se prometeu, tem que cumprir. 

 

Exposição – O banco Santander conseguiu ganhar até mais destaque do que a própria Lava Jato ao promover em Porto Alegre, com recursos públicos, a polêmica exposição “Queermuseu – cartografias da diferença na arte da brasileira”. A chiadeira dos que são contra o evento chegou ao plenário da Câmara de Volta Redonda, onde o vereador Paulo Conrado apresentou um requerimento verbal exigindo explicações do presidente do Santander. Este pode até nem dar bola para o ofício, mas mostra que o banco deu uma mancada por expor de forma agressiva símbolos religiosos cristãos e por abordar questões como ideologia de gênero e pedofilia. O pedido de Conrado foi aprovado por unanimidade.

 

Trânsito (I) – A secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana de Volta Redonda mudou a mão de um pequeno trecho da Rua Coroados, no Aterrado. “Grande parte da Rua Coroados segue em direção à Beira Rio, e um pequeno trecho, próximo ao número 36, tem sentido inverso. A ideia foi inverter esse trecho, tornando toda a via  sentido único. É uma inversão pequena, mas que vai dar três ou quatro possibilidades de caminhos aos motoristas além das que já existem hoje”, explicou Wellington, titular da pasta.

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Trânsito (II) – Outra boa ação da antiga Suser foi fiscalizar – e multar? -, na Rua 41, na Vila, os carros parados irregularmente, nos horários de entrada e saída de uma escola infantil localizada do outro lado da rua. Pena que, para fazer o serviço, os ocupantes do carro da GM tenham parado em local proibido, dando um péssimo exemplo aos que paravam em fila dupla na rua para pegar seus pimpolhos.

 

Déficit habitacional – Um plano para tentar reduzir o déficit habitacional em Volta Redonda foi discutido durante reunião realizada na terça, 12, no gabinete do vice-prefeito Maycon Abrantes, que contou com representantes da Defesa Civil, Furban, IPPU, Cohab e Smac. Conforme os dados, 95% das famílias voltarredondenses são de baixa renda, sendo que 7% vivem em situação de pobreza e 24% em extrema pobreza. Os outros 5% correspondem aos que possuem arrecadação superior a três salários mínimos.

Diante dos resultados, Maycon Abrantes ressaltou que é necessário trabalhar em conjunto para resolver os problemas. “É preciso construir um plano de ação para atender esta demanda, que é grande, e estamos longe de terminar. O importante é que estamos trabalhando com muita sintonia com todos os órgãos que estão ligados, diretamente ou não, a esta questão. Nosso principal olhar está sobre o déficit habitacional de interesse social, ou seja, destinado especificamente às famílias com renda de até três salários mínimos”, afirmou.

Chute na porta (parte II)

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Na edição passada, com o título ‘Chute na porta’, o aQui abordou a questão do suicídio, problema que é tido como um tabu na grande mídia. Era. No final de semana, por exemplo, vários veículos abordaram a questão aproveitando o gancho da campanha ‘Setembro Amarelo’, desencadeada em 10 de setembro – Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Nessa edição, o aQui apresenta a palavra de um especialista, o psicólogo Alexandre Braga. Para ele, “o sujeito que se suicida quer exterminar o sofrimento e não a vida”.

 

O suicídio é uma consequência extrema de questões não problematizadas. É desta maneira que o psicólogo Alexandre Braga, que atende pelo Zenklub – plataforma de vídeo-consultas com psicólogos –, começa a tratar o assunto, que para ele ainda é visto como um tabu. “É preciso deixar claro que não há como dividir as pessoas em dois blocos, um com potenciais suicidas e outros que não correm o risco. O sujeito que se suicida quer exterminar o sofrimento, e não a vida. Todos nós sofremos e, por isso, podemos optar por tirar a nossa própria vida em um momento em que nos vemos sem esperança”, explica o especialista.

 

De acordo com ele, nos tempos atuais as pessoas buscam o prazer imediato o tempo inteiro como uma saída para evitar sofrer ao invés de tentar compreender as suas dores. “Buscar um psicólogo é pagar para ouvir o que não queremos, entretanto, o que é necessário. O vazio que sentimos não é uma doença, é uma condição humana”, conta Braga. “Desmistificar a terapia é urgente porque cuidar da saúde mental é tão importante quanto a saúde física. Não sabemos quando e por que, mas é certo que sempre teremos algum sofrimento psíquico que nos obriga a olhar pra nós mesmos e evoluir a partir disso”.

 

Não tomar contato com o que nos faz sofrer é como uma represa que pode transbordar a qualquer momento. Quando isso acontece, o especialista conta que o fato de não termos intimidade com as nossas dores faz com que não nos reconheçamos e a dor se torne insuportável, maior que o próprio eu.

 

Para esclarecer, Alexandre usa da expressão “empurrou a sujeira para debaixo do tapete”. Para ele, essa é a melhor forma de entender o que acontece com a nossa saúde mental. “Vamos evitando o desprazer de conviver com as nossas angústias e um dia parece que alguém bateu o tapete e todos os nossos problemas vieram à tona. Por isso, muitas vezes as pessoas não conseguem dizer o que sentem. Tudo fica muito mais confuso. A faxina interna deve ser uma prática constante para evitar essas avalanches”.

 

O psicólogo revela alguns sinais que podem ser identificados pelas pessoas próximas, especialmente, pais e professores, já que a maioria dos casos é com os jovens com faixa etária entre 15 a 29 anos de idade – em 2014 foram registrados 2.898 casos de suicídio, dado divulgado pelo Mapa da Violência 2017, estudo publicado anualmente a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.

Isolamento

Apesar de ser um comportamento tipicamente adolescente, é bom ficar atento. Não poder conviver com o outro revela dificuldades em estar consigo mesmo.

Dificuldade
de expressar agressividade

 Pessoas que não reagem a diversas situações que deveriam provocar raiva ou mesmo tristeza podem ter dificuldades em externalizar os problemas, o que os torna muito mais difíceis de elaborar.

Excessiva adaptação

Pessoas que supostamente se adaptam facilmente a qualquer lugar, situação e pessoas podem ter dificuldades em tomar contato com o próprio desejo. Normalmente estas pessoas estão fechadas em seus próprios mundos e sentem muita dificuldade de entenderem o que querem e quem são.

Bullying

Quem é vítima de bullying e tem alguma fragilidade psíquica pode não suportar o isolamento, o medo, a raiva, entre outros sentimentos. Seria ainda mais complexo quando se trata de uma pessoa que não compreende que é vítima e passa a fantasiar que ela é que seria inadequada e que não vê esperança quanto à própria vida.

Pouca autoridade
dos pais

Os jovens precisam de limites e sentem-se abandonados inconscientemente quando os pais não exercem sua autoridade. O limite é uma forma de contenção e carinho, um contorno necessário para quem ainda está se desenvolvendo rumo à vida adulta.

Sobre o Zenklub

 A empresa brasileira foi criada em 2016, a partir da percepção do médico português e CEO da empresa, Rui Brandão, de que o sistema médico estava mais focado em curar doenças do que em promover cuidados em relação à saúde mental. Depois de uma experiência pessoal, ele largou uma promissora carreira médica nos Estados Unidos para batalhar pela causa do autoconhecimento, da necessidade de se falar em terapia sem que isso seja visto como algo negativo.

 

O sócio José Simões, após ter tido sua vida transformada ao fazer terapia pelo Zenklub, se tornou um investidor, e agora, é sócio da plataforma. Ex-diretor de produto da Dafiti, resolveu se juntar integralmente à equipe do Zenklub e propagar a importância do autoconhecimento.

 

O Zenklub tem atuação nacional com flexibilidade de horário e valores de sessões mais acessíveis, possibilitando ao interessado atendimentos personalizados, quando e onde a pessoa quiser. A empresa acaba de lançar a operação em Portugal também.

 

Pfizer e CVV lançam campanha de prevenção do suicídio 

Se por um lado as discussões relacionadas ao suicídio vêm ganhando mais espaço na sociedade, ainda é preciso avançar no entendimento dos aspectos médicos ligados ao problema. Mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais, segundo a Organização Mundial de Saúde. E os transtornos de humor, em especial a depressão, representam o diagnóstico mais frequente (36%). Também estão relacionados ao problema o alcoolismo (23%), esquizofrenia (14%) e transtornos de personalidade (10%).

“Muitos acreditam que o suicídio resulta de uma escolha livre, entre a vida e a morte. Na verdade, em quase 100% dos casos ele está associado à doença mental. A literatura médica indica que em apenas 3,2% das vítimas não se chegou a um diagnóstico. E esses transtornos mentais alteram a percepção da realidade e podem interferir no livre-arbítrio”, diz o psiquiatra José Alberto Del Porto, professor-titular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Para desmistificar o assunto, desde 2014 o Brasil participa da campanha mundial Setembro Amarelo, com foco no Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado no dia 10. Neste ano, considerando a relação do problema com os quadros depressivos, a Pfizer firmou uma parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV) para criar uma ação digital de conscientização. Por meio de um videocase criativo e vinculado ao universo do teatro, disseminado pela hashtag #naoehsotristeza, a ideia é desconstruir estereótipos associados à depressão, esclarecendo que se trata de uma doença complexa, com vários componentes biológicos e que deve ser tratada adequadamente.
“Considerando a relação entre transtornos mentais e suicídio, o diagnóstico precoce deve ser prioridade. E desmistificar o assunto, encorajando as pessoas na busca por auxílio médico, é uma contribuição para a sociedade” afirma o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia. “Estamos falando de doenças para as quais existe tratamento, o que significa que o suicídio, em grande parte, pode ser prevenido”.

Presidente do CVV, Robert Paris destaca a importância do suporte social aos pacientes com depressão. “O apoio e o estimulo à inclusão em grupos e vivências sociais que valorizem a pessoa são fundamentais”, diz. Reconhecido pelo Ministério da Saúde, o CVV presta um serviço gratuito de prevenção do suicídio. Os voluntários atendem todos que buscam apoio emocional, de forma sigilosa, seja em algum posto do CVV, por telefone (141) ou pelos canais da instituição na web.
Confira o vídeo: https://goo.gl/sFjuaq
FONTE Pfizer

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