Bate-Bola Sergio Luiz

Varandão da saudade

Aí está o time de basquete do Clube dos Funcionários de 1951. A foto foi tirada na quadra do Clube Umuarama, em Volta Redonda e pertence ao acervo do Rubinho Acciarito

Em pé da esquerda para a direita: Luizinho, Eurico, Moub, Goulart, Zé Machado e Ávila. Agachados: Rubinho, Libiano, Geraldinho, Carlinhos e Canuto.

Quase no paraíso

A vitória sobre a Portuguesa, por 2 a 0, na noite de segunda, 3, com um gol de pênalti do artilheiro João Carlos e um golaço de Bruno Barra, colocou o Voltaço em uma posição privilegiada na tabela da Taça Guanabara. Adaptando a música “A dois passos do paraíso”, sucesso da Blitz, o Voltaço está assim mesmo, a um passo do paraíso. Ou seja, se empatar com o Boavista, hoje, sábado, 8, às 18 horas, no Estádio Elci Resende, em Bacaxá, o tricolor de aço será um dos semifinalistas do primeiro turno do campeonato carioca.
E é merecido, pois fez uma campanha impecável, com quatro vitórias e apenas uma derrota (1 a 0 para os reservas do Flamengo). Mesmo que perca, o Voltaço poderá se classificar se o Madureira não vencer o Flamengo (titulares) na partida de hoje, sábado, 8, no mesmo horário, no Maracanã. Portanto, o Volta Redonda está com a faca e o queijo na mão, e só depende dele mesmo para cortar e comer o seu naco. Quem viver verá!

Classificação
A classificação dos clubes que ainda pleiteiam uma vaga nas semifinais da Taça Guanabara é a seguinte: Grupo A – 1º – Boavista com 10 p.g, e saldo de 5 gols; em 2º, o Flamengo com 10, saldo de 3 gols; e em 3º, o Botafogo com 9 e saldo de 1 gol. No grupo B: 1º – Volta Redonda com 12 p.g., saldo de 7 gols; em 2º, o Fluminense com 12 p.g. e saldo de 7 gols; e em 3º, o Madureira com 10 pontos, de dois gols de saldo.

Presente
A VW Caminhões e Ônibus doou ao Voltaço um veículo, ano 2015, totalmente reformado e já adesivado com as cores do clube. Foi um presentão de aniversário pelos 44 anos de sua fundação, que será comemorado amanhã, dia 9. Vale lembrar que o primeiro ônibus do clube, foi uma conquista do ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Renato Soares, junto à diretoria da fábrica em Resende. Parabéns, Voltaço.

História
Essa foi o meu amigo e ex-vereador, José Ivo quem tirou da coluna do jornal Correio Brasiliense: dá conta que na década de 50, Genuíno, um centroavante que saiu do Madureira para jogar no Vasco, andava tendo seguidas distensões, o que levou o médico de São Januário a mandá-lo a um dentista, desconfiado que algum foco estivesse prejudicando a recuperação do nosso craque. No dentista, ao ser informado que seria obrigado a extrair alguns dentes, Genuíno não se fez de rogado: “É pra já, dotô! Não precisa nem de anestesia não”, disse. A seguir, meteu a mão na boca e, para surpresa do dentista, colocou em cima da mesa uma reluzente dentadura. É mole?

Agradecimento
Em nome da minha família agradeço as manifestações de pesar pelo falecimento de meu irmão Antônio de Pádua Pereira das Neves, ocorrido no último dia 4. Ele era apaixonado pelo Voltaço e sofreu o seu primeiro AVC, há alguns anos, quando assistia a um jogo do tricolor de aço, na arquibancada do Raulino de Oliveira. Há duas semanas sofreu outro e depois de um cateterismo e um enfarto, acabou não resistindo. Foram muitas mensagens recebidas de amigos e, em especial, do Conselho Deliberativo do Voltaço, através do presidente Murilo Pragana e da diretoria através do vice-presidente Flávio Horta Júnior. Aproveito para comunicar que a missa de sétimo dia será celebrada amanhã, domingo, 9, às 7h30min na Comunidade Menino Jesus, no Volta Grande. Vida que segue como Deus quiser.

Bola dentro
Para os 44 anos de alegrias e tristezas do Voltaço. Fundado em 9 de fevereiro de 1976, ao longo desses anos o tricolor pode até ter envergado, mas nunca quebrou. Nossa homenagem a todos aqueles que dedicaram parte de suas vidas para que o Volta Redonda pudesse comemorar mais um aniversário, o 44º. Que venham outros tantos. Parabéns.

Bola Fora
Para os jogadores e comissão técnica do Caxias-RS que, eliminado pelo Botafogo, agrediram o árbitro, reclamando de um pênalti não marcado. Devem receber uma bela punição. Tudo poderia ser evitado se os velhinhos da Internacional Board, que manipulam as regras do futebol, acabassem com a história de “mão junto ao corpo”, e “o toque de mão não foi intencional”, e definissem logo: se a bola bater na mão, marca a falta e ponto final. Da maneira como estão as coisas, nunca vão acabar as polêmicas.

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