Volta Redonda vai sediar amanhã, domingo, 14, a partir das 14 horas, a 11º Parada do Orgulho LGBTQIA+, que terá como tema “Nada de nós, sem nós”. O evento é organizado pelo Coletivo Volta Redonda Sem Homofobia, que completa 15 anos de atuação na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da qualidade de vida da população LGBTQIA+. O evento conta com o patrocínio oficial do Programa Rio Sem LGBTIfobia, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, em cooperação técnica com a UERJ e o Grupo Arco-Íris, além do Centro Cultural da Fundação CSN.
A programação começa hoje, sábado, 13, às 19 horas, no Centro Cultural Fundação CSN, com a Disco Eleganza – Festa do Orgulho. A noite será marcada por brilho, empoderamento e música, com performances da Legendary Imperatriz Lua Brainer e da Legendary Mother Ciara Laffond, vindas diretamente do Rio de Janeiro. O Coletivo Najah, com Pk Lopes, promete movimentar o ballroom, enquanto os DJs Genestra e Harajuice comandam a pista com disco e house music. A entrada é gratuita.
Amanhã, domingo, a partir das 14 horas, o Beco do Arigó, na Vila, será palco da Parada, reunindo diversidade, juventude e resistência. As atrações incluem Chris Moraes, Genestra, Gustavo Castro, Henrix e Aliza. A festa Swave apresenta Harajuice e Mau Senna, que recebem Pk Lopes e Elektra. As drags Makaiylla e Tara Wells também se apresentam, entre outros nomes.
Durante toda a programação, o Centro de Cidadania LGBTI Médio Paraíba, equipamento do Programa Rio Sem LGBTIfobia, estará presente oferecendo orientações, distribuição de materiais informativos e kits de prevenção (camisinhas e lubrificantes), encaminhamento para testes rápidos e divulgação da campanha de será realizada ampliação da PrEP em parceria com movimentos sociais.
Para o ativista de direitos humanos, produtor cultural e fundador da Parada de Volta Redonda, Natã Teixeira de Amorim, o retorno às ruas representa uma conquista histórica: “Retornar com o evento para as ruas é uma grande conquista. O tema deste ano também reforça a necessidade de mais investimentos e políticas públicas para a população LGBTQIA+, sempre com nossa participação ativa nesses espaços de decisão. Nada de nós, sem nós. São dez anos coordenando a Parada de Volta Redonda, muitas emoções. A Parada é um espaço de cultura, resistência e luta; é a prova de que existimos e resistimos todos os dias”, pontuou Natã.
