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Jari arranca promessa do governo de mandar dinheiro para obras da Rodovia do Contorno

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Jari Oliveira (PSB) foi a Brasília para, entre outras, encontrar uma solução para a Rodovia do Contorno, que, conforme decisão da Justiça, tem de ser mantida pelo governo Federal. E isso, em breve, poderá ocorrer. É que o parlamentar ouviu do diretor-geral do Dnit (Depar- tamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Fabrício Galvão, que o órgão, que era avesso a assumir a via, já contratou R$ 2,7 milhões em obras emergenciais para a Con- torno, que liga a BR-393 (Lúcio Meira) à BR-116 (Presidente Dutra).
“A manutenção da Rodovia do Contorno é uma luta antiga nos nossos mandatos no legislativo. Aproveitamos o encontro com o diretor do Dnit para registrar que, em apenas cinco anos de uso, a pavimentação está em péssimo estado, provocando muitos acidentes, inclusive com mortes. E saímos da reunião com uma grande notícia. O Dnit firmou um contrato emergencial com a LCM, empresa mineira de pavimentação, para fazer a manutenção nos pontos críticos do pavimento na rodovia”, contou Jari, adiantando que cobrou ainda a implantação do serviço de conservação da estrada, visando a roçada das margens e manutenção das sinalizações verticais e horizontais para a prevenção de acidentes. Não satisfeito, o político de Volta Redonda esteve com a assessora da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Camila Burgardt, e propôs que a Contorno seja incluída no atual contrato de concessão da BR-393 ou no próximo edital para nova concessão da BR-393. “A Rodovia do Contorno está no mapa das rodovias federais, inclusive com recente decisão judicial colocando-a sob responsabilidade do Dnit. A defi- nição da gestão da rodovia é importante não só para os moradores do entorno da estrada, mas de toda a região, pois a via retira os caminhões do centro da cidade, facilita o fluxo de veículos e garante mais segurança para motoristas e a população”, justificou.
Na ANTT, Jari também pediu intervenção no km 284 da Rodovia Lúcio Meira, na BR-393, no acesso ao Jardim Amália II, onde a sinalização é precária, o que vem ocasionando acidentes.

Saneamento
Ainda na segunda, 24, Jari esteve com o secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leonardo Picciani, para tratar de um dos principais desafios do setor, que é a universaliza- ção do saneamento, com meta de 99% da população com acesso à água e 90% com acesso a coleta e tratamento de esgotamento sanitário até 2033, segundo o Marco Legal do Saneamento. Uma coisa quase impossível de se realizar. “Como presidente da Comissão de Saneamento Ambiental da Alerj, também falei sobre os desafios do nosso estado, incluindo as questões levantadas na audiência pública que fizemos com a população e as concessionárias para discutir melhorias no serviço. Muito importante esse diálogo em diferentes instâncias para garantir políticas públicas que atendam de fato à população”, crê Jari.
As questões envolvendo a Educação também foram discutidas por Jari com a coordenadora-geral de Estratégia da Educação Básica, Tereza Farias, da secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, acerca do Novo Ensino Médio. “Queremos saber qual é a posição do ministério em relação ao Novo Ensino Médio para levar informa- ções atualizadas para a audiência pública sobre o tema, que vamos fazer (na quinta, 27) em Volta Redonda”, explicou.
Antes de retornar a Volta Redonda, Jari esperava se encontrar com o presidente do Brasil em exercício, Geraldo Alckmin, para levar a reivindicação dos servidores das Univer- sidades Estaduais do Rio , Uerj e Uenf, sobre a aprovação da lei que garante aos respectivos servidores auxílio-educação e auxílio- saúde; e também com o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França , para tratar da construção do Aeroporto do Vale do Aço, no Roma II, em Volta Redonda, que não levanta voo nem que a vaca tussa. Até nome já tem, mas pista que é bom, nada.

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