sexta-feira, novembro 6, 2026
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O Sesc Barra Mansa está apresentando a primeira exposição individual de Mariana Paraizo

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Que leva o nome de ‘Construir o Aberto’. Com curadoria de Ana Carla Soler e Julia Baker, a mostra reúne cerca de 30 obras, entre esculturas, fotografias, gravuras e desenhos, numa reflexão sobre os limites entre a casa e a rua, entre o doméstico e o público.

O evento, gratuito, vai até o dia 4 de outubro e amplia o acesso à arte contemporânea no interior do estado do Rio de Janeiro, apresentando trabalhos que já circularam por importantes instituições culturais no Brasil e no exterior. Doutoranda e mestre em Linguagens Visuais, graduada em escultura pela UFRJ, Mariana Paraizo já expôs no Museu de Arte do Rio, no MAM Rio e seu trabalho artístico já circulou por países como Canadá, França, EUA, Haiti, Argentina, entre outros.

Para o Sesc Barra Mansa, a artista traz uma obra inédita: “Domo Dromo” (1,60m x 2m x 20cm), um conjunto de delicadas cúpulas de lustre de vidro apresentadas com rodas, na forma de carrinhos, numa referência aos limites entre os espaços interior e exterior urbanos

A 32ª edição do ‘Rio Cello’ vai acontecer em Volta Redonda nos dias 6 e 7 de agosto

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antes de seguir para o Rio de Janeiro, onde ocupará jardins, auditórios, igrejas e museus, no período de 8 a 16 de agosto. A abertura do festival será na quinta, 6, às 19h, na Sede do Projeto Maestro Nicolau Martins de Oliveira, com o ‘Cello Cinema’, projeto que une música e imagem, reunindo o duo Blas’n Chew (Blas Rivera, saxofone e piano, e David Chew, cello) e a soprano Juliana Franco, Michel Bessler (violino) e Bernardo Fantini (viola), além do cellista americano Dave Haughey. Já na sexta, 7, também às 19h, o festival muda para o Teatro Maestro Franklin de Carvalho Júnior, onde o Cello Cinema se une à Orquestra de Cordas de Volta Redonda e a solistas do ‘Rio Cello’ num só concerto.

A orquestra, um dos maiores projetos de música de cordas do mundo, reúne cerca de 4 mil alunos e é um dos grandes tesouros musicais da cidade fluminense. O grupo ainda reprisará sua apresentação no Rio de Janeiro, na Igreja da Candelária, no dia 12 de agosto, sob regência de Sarah Higino. Este ano, o festival vai celebrar duas marcas importantes: a estreia do ‘Cello Kids’, vertente dedicada às crianças, e os 20 anos do ‘Cello Dance’, segmento de dança do projeto, que ganha lugar central na programa-ção carioca, com apresentações de bailarinos que marcaram a história do festival. “Chegar aos 32 anos do ‘Rio Cello’ é a prova de que a música transforma, resiste e floresce onde é plantada.

Nesta edição, celebramos duas décadas do ‘Cello Dance’ e damos as boas-vindas ao ‘Cello Kids’, porque acreditamos que o futuro da música começa nos ouvidos e nas mãos das crianças. Nosso palco sempre foi a cidade, e nosso público, todas as pessoas”, afirma o violoncelista inglês David Chew, idealizador do festival e radicado no Brasil há mais de quatro décadas. O ‘Rio Cello’ é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e pela Secretaria Municipal de Cultura. O projeto também estará presente na Semana de Artes do Rio, de 16 a 20 de setembro.

O coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do H.FOA – Hospital da Fundação Oswaldo Aranha, Dr. Heitor Santos,

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Representou o Brasil durante o Congresso Anual da Society of Robotic Surgery (SRS) 2026, um dos mais importantes eventos internacionais dedicados à cirurgia robótica. Realizado em Hollywood/Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), o encontro reuniu especialistas, pesquisadores e líderes da área para discutir as principais inovações tecnológicas e científicas que estão transformando a prática cirúrgica em todo o mundo.

Durante o congresso, Dr. Heitor apresentou um caso complexo de reconstrução da parede abdominal realizado na rotina do H.FOA, compartilhando os resultados obtidos e demonstrando as vantagens da cirurgia robótica em comparação com outras técnicas atualmente disponíveis. “Momentos como este reforçam a importância da pesquisa, da troca de conhecimento e da colaboração internacional para que possamos oferecer tratamentos cada vez mais seguros, modernos e eficazes aos nossos pacientes”, avaliou

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