segunda-feira, maio 4, 2026
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O passageiro paga, o motorista sofre e o app lucra: quem ganha com isso?

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Guilherme Pianezzer*

Nos últimos meses, muita gente passou a sentir no bolso algo que antes era quase automático: chamar um carro por aplicativo ficou bem mais caro. A alta não é pequena – dados do IPCA apontam aumento de 56,08% em apenas um ano, chegando perto de 70%, em algumas capitais. Ao mesmo tempo, a presença desse tipo de serviço se expandiu pelo país: entre 2020 e 2024, o número de municípios com carros por aplicativo subiu de 878 para 1.465, um salto de 64,4%, de acordo com o IBGE. O paradoxo está posto: o serviço se populariza, mas encarece rapidamente. A teoria dos jogos ajuda a entender por quê.

No equilíbrio de Nash, cada agente toma a melhor decisão possível dado o comportamento dos outros – e, nesse ponto, ninguém tem incentivo para mudar o que está fazendo sozinho. É exatamente assim que o mercado de corridas por aplicativo parece estar funcionando hoje. De um lado, os motoristas enfrentam aumento de custos operacionais e buscam corridas mais vantajosas, preferindo horários e regiões de maior retorno. Do outro, as plataformas ajustam tarifas e reduzem subsídios para alcançar a “sustentabilidade financeira”, além de incorporar mecanismos como a tarifa dinâmica. Já os passageiros, sem alternativas equivalentes em tempo e conveniência, continuam demandando o serviço – ainda que com incômodo.

O resultado é um equilíbrio em que todos continuam jogando, mas nem sempre satisfeitos. Motoristas trabalham para obter renda compatível, passageiros pagam mais e as plataformas tentam equilibrar crescimento e rentabilidade. E mesmo que o cenário seja, no conjunto, socialmente pior (mais custo, mais estresse urbano, maior desigualdade de acesso), ninguém consegue mudar sua estratégia individualmente. Se o motorista aceitar preços menores, perde renda; se o passageiro insistir em pagar menos, não encontra corrida; se a plataforma reduzir a tarifa sem critério, arrisca desorganizar a oferta e usa a própria margem.

Só que o equilíbrio de Nash não é sinônimo de “melhor resultado”. Aí entra o conceito econômico “Ótimo de Pareto”: uma situação em que não é possível melhorar para alguém sem piorar para outro – e, idealmente, uma organização econômica que pode elevar o bem-estar geral. No caso das corridas de aplicativo, isso significaria buscar um arranjo em que o sistema entregue preço mais previsível ao usuário, renda estável ao motorista e viabilidade econômica às empresas, reduzindo o desperdício gerado pelos congestionamentos, escassez local de motoristas e oscilações extremas de tarifa.

Mas chegar mais perto desse ótimo exige algo que o mercado sozinho raramente entrega: coordenação e incentivos. Políticas públicas e regras claras podem atuar como “mecanismos do jogo”: integração com transportes público, zonas de embarque organizadas, transparência da tarifa dinâmica, incentivos à eficiência com rotas e horários otimizados, e modelos que reduzam a instabilidade de ganhos e preços. Em outras palavras, é preciso mudar o desenho do jogo – não apenas culpar os jogadores.

No fim, o aumento das tarifas não é apenas um “abuso de preço” nem um fenômeno isolado: é o sinal de que o sistema entrou num equilíbrio onde cada decisão individual faz sentido, mas o resultado coletivo piora. A pergunta que fica é: vamos aceitar esse equilíbrio como inevitável ou vamos redesenhar as regras para que todos consigam ganhar?
Guilherme Augusto Pianezzer é doutor em Métodos Numéricos pela UFPR, professor em Matemática Financeira e professor-tutor dos cursos de Exatas do Centro Universitário Internacional Uninter. É autor de mais de 10 livros nas áreas de matemática, estatística, economia e educação financeira. 

Cinco sinais de que você é um chato, mas ninguém te contou

Ser interessante em uma conversa depende menos do que se fala e muito mais de como se constrói o espaço para que o outro também exista

No cotidiano pessoal e profissional, alguns comportamentos relacionados à comunicação pouco percebidos ajudam a explicar por que algumas pessoas afastam as outras, esvaziam diálogos e acumulam silêncios constrangedores sem receber qualquer aviso direto. “Ser considerado chato raramente está ligado a uma boa intenção, mas à forma como a comunicação acontece na prática. Interrupções constantes, falas prolixas e ausência de escuta ativa comprometem a fluidez das conversas e enfraquecem as relações”, revela o especialista em comunicação intencional Cristian Magalhães.

A seguir, cinco sinais objetivos que ajudam a identificar esse padrão antes que ele se torne um problema recorrente:

1) Ignorar os marcadores de turn taking: as conversas têm ritmo, pausas e alternância natural de fala. Quando alguém interrompe, responde antes da frase terminar ou não percebe o momento de ouvir, a troca deixa de existir. O diálogo passa a funcionar como um monólogo disfarçado, situação comum em reuniões de trabalho ou encontros onde uma única pessoa ocupa todo o espaço.

2) Carga cognitiva desnecessária: excesso de detalhes, explicações longas ou desvios constantes do tema exigem esforço mental de quem escuta. A conversa se torna pesada e difícil de acompanhar, em vez de fluidez, o interlocutor precisa “trabalhar” para entender, o que gera cansaço e desengajamento.

3) Ausência de reciprocidade: falar apenas de si, não fazer perguntas ou não reagir ao que o outro compartilha rompe o equilíbrio da conversa. Sem troca, não há vínculo. A sensação para quem escuta é a de estar presente apenas como plateia, não como participante ativo.

4) Os sinais do ambiente: insistir em um assunto, piada ou opinião apesar de respostas curtas, olhares dispersos ou mudanças de postura demonstra falta de percepção social. Esses sinais indicam desinteresse ou saturação e ignorá-los aprofunda o distanciamento na interação.

5) Toda conversa vira disputa: corrigir constantemente, relativizar as experiências dos outros ou impor contrapontos desnecessários criam tensão. Quando cada fala vira uma tentativa de provar um ponto, a conversa perde leveza e se torna desgastante, afastando qualquer possibilidade de conexão genuína.

Sobre o especialista: Cristian Magalhães é especialista em comunicação intencional. Formado em Direito pela Universidade Federal de Lavras, possui especialização em mediação de conflitos judiciais, tendo atuado diretamente na causa dos direitos humanos por meio da APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) levando conhecimento sobre comunicação não violenta, relações familiares e preparação para entrevistas de emprego para pessoas privadas de liberdade. Palestrante em duas edições do TEDx, também é criador do maior perfil de comunicação intencional do país, com mais de 100 mil seguidores, e possui 8 milhões de visualizações em vídeos. @cristianmagalhaes

Agora é lei

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O ano começou com a publicação de várias normas aprovadas pelos deputados estaduais no ano passado e que já passaram a fazer parte da Constituição fluminense. Pra variar, umas são bem interessantes e outras, nem tanto. Vejam algumas delas: 

DISQUE-BARRICADA 

O Disque-Barricada será implementado no estado do Rio e vai ser destinado ao recebimento de denúncias sobre a existência de obstáculos, bloqueios, barricadas ou quaisquer estruturas colocadas irregularmente em vias públicas que comprometam a livre circulação de pessoas e veículos. É o que determina a Lei 11.105/26, do deputado Fábio Silva (União), sancionada pelo governador Cláudio Castro.

O canal de denúncias funcionará por meio de telefone, aplicativo, site, WhatsApp, além de outras plataformas digitais. O denunciante terá garantia de anonimato, sendo vedada a exigência de identificação para o registro das informações. O Poder Executivo regulamentará o funcionamento do Disque-Barricada, especialmente quanto ao fluxo de atendimento, forma de armazenamento das informações e integração com os órgãos estaduais de segurança pública.

Fábio Silva afirmou que o canal será totalmente público, sem ajuda da iniciativa privada, e a ideia é auxiliar o programa ‘Barricada Zero’, instituído pelo Governo do Estado. “Esta norma é para o morador de comunidade que não consegue ter acesso ao básico, como uma ambulância do Samu. As barricadas são pragas que se espalharam por todos os municípios fluminenses. Temos que combater esses bloqueios de forma frontal”, justificou.

Detalhe: O Poder Executivo poderá estabelecer parcerias com os municípios para a implementação do Disque-Barricada em âmbito municipal. O leitor aceita o desafio? Qual será o primeiro dos 92 municípios a lançar o seu Disque-Barricada? E-mail para [email protected]

DIREITO DOS ANIMAIS


O novo Código de Direito dos Animais já está em vigor no estado do Rio. Com mais de 70 artigos e 18 capítulos, a normativa atualiza e substitui o antigo código, que é de 2002. As novas determinações constam da Lei 11.096/26, aprovada pela Alerj e sancionada pelo Governo do Estado. A norma é de autoria dos deputados Luiz Paulo (PSD) e Carlos Minc (PSB), que abriram coautoria para todos os deputados que assim desejassem, tendo também assinado o texto o presidente em exercício da Alerj, Guilherme Delaroli (PL).

O código reconhece os animais como seres conscientes e sencientes, portanto passíveis de sofrimento e dotados de dignidade própria. De acordo com a medida, compete ao poder público e à coletividade zelar pelo bem-estar animal e combater a crueldade contra eles, em todas as suas formas, sejam atos comissivos ou omissivos. Luiz Paulo afirmou esperar que o texto aprovado no Rio de Janeiro seja seguido como exemplo em todo o país.
“Asseguro que é o código mais moderno do país, que será adotado por outras unidades da federação e, quiçá, pelo Congresso Nacional. Listamos mais de 45 formas de maus-tratos aos animais e punições a quem cometer qualquer uma delas”, afirmou o parlamentar. 

Maus-tratos a animais
A medida elenca 49 tipos de maus-tratos e abusos aos animais, entre eles, realizar tatuagem e a implantação de piercings, praticar a zoofilia, realizar a caudectomia (amputação do rabo), conchectomia (amputação das orelhas) ou qualquer outra intervenção cirúrgica em animais com fim estético, além de oferecer animais a título de brindes.

O código também proíbe a realização de lutas entre animais da mesma espécie ou de espécies diferentes, touradas, simulacros de touradas, vaquejadas e rinhas. Os animais também não poderão participar de competições ou qualquer tipo de esporte quando forem jovens demais, velhos, enfermos, feridos ou não tiverem condições físicas adequadas. Não será permitida a venda de animais vivos em logradouros públicos e nem promover feiras de filhotes sem que estejam devidamente imunizados com as vacinas tecnicamente recomendadas e apresentação dos documentos comprobatórios.

A norma proíbe ainda a utilização de fogos de artifício com estampidos em eventos públicos ou apoiados, incentivados e financiados pelo poder público. O barulho excessivo afeta a audição apurada de cães, gatos, aves e outros animais, levando a reações perigosas como tremores, desorientação, paradas cardíacas, lesões e comportamento agressivo. Esta determinação não vale para a utilização de fogos de vista, aqueles que produzem efeitos visuais sem estampido, assim como os similares que acarretam barulho com intensidade inferior a cento e vinte decibéis.

Já o deputado Carlos Minc destacou que o novo código é inovador, traz paradigmas para a defesa dos direitos dos animais e enfatiza a importância do respeito a todos os seres vivos. “Essa nova lei substitui um código que estava em vigor e que já era um grande avanço, mas ele tinha mais de 10 anos e estava na hora de atualizá-lo. Estudamos leis de outros estados e países e o novo código reconhece os animais como seres dotados de direitos”, afirmou.

Também assinam o texto como coautores diversos parlamentares, entre eles Célia Jordão (PL), Jari Oliveira (PSB) e Munir Neto (PSD), que são da região.

Animais domésticos

O código também proíbe o acorrentamento de animais domésticos e o alojamento dos mesmos somente em varandas ou espaços expostos às intempéries climáticas. O abandono de animais domésticos sujeitará o infrator à multa de mil a 1.500 UFIRs-RJ, aproximadamente R$ 4.960,00 e R$ 7.440,00. Os valores serão dobrados em caso de reincidência, observados os critérios de gravidade do fato e antecedentes sem prejuízo das sanções civis, penais e administrativas previstas na legislação aplicável.

Os estabelecimentos que comercializam animais, como pet shops, feiras ou criadores, terão que realizar a identificação eletrônica individual e definitiva implantada nesses animais, através de microchip, por profissional médico veterinário devidamente habilitado. Os municípios poderão instituir políticas públicas voltadas para o cadastramento dos animais domiciliados por meio da microchipagem.

Cães bravos, animais de rua e comunitários

Os cães bravos, como os da raça pitbull, somente poderão circular em logradouros públicos se conduzidos por pessoas maiores de 18 anos, através de guias com enforcador e com guia curta e focinheira, que permita a normal respiração e transpiração dos cães. Todo cão que agredir uma pessoa ou qualquer animal será imediatamente enviado para avaliação de um médico veterinário, a quem incumbirá elaborar laudo sobre a periculosidade do animal agressor às custas de seu proprietário.

Os gatos e cães de rua resgatados pelos órgãos públicos poderão ser recuperados pelos seus antigos donos em até sete dias. Caso ninguém solicite, os animais serão obrigatoriamente castrados e disponibilizados para adoção. O controle de natalidade de cães e gatos, nos termos da Lei Federal 13.426/17, constitui matéria de saúde pública e será realizado, preferencialmente, por esterilização cirúrgica ou por outros procedimentos eficazes e seguros reconhecidos pela autoridade sanitária competente. É vedado o extermínio de animais como forma de controle populacional, ressalvadas as hipóteses legais de eutanásia.

O código também tem capítulos específicos para o uso econômico dos animais. Segundo a norma, todo frigorífico, matadouro e abatedouro no Estado do Rio terá que usar métodos científicos e modernos de insensibilização. Estes animais devem gozar de bem-estar e satisfatórias condições fisiológicas e psicológicas, bem como de ausência de fome, sede, desnutrição, doenças, ferimentos, dor ou desconforto, medo e estresse.
A norma ainda proíbe a utilização de animais, de quaisquer espécies, em circos, atividades de malabarismo e espetáculos similares, ainda que sejam sem público presente com transmissão pela internet, aplicativos ou outros dispositivos eletrônicos. Também será proibido utilizar veículos de tração animal como carroças, charretes e outros meios de transporte similares, para fins de passeios turísticos comerciais.

“Férias, que nada!”

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EXCLUSIVO: Furlani está orientado a evitar sair às ruas até o mês de junho

Desde que passou por um procedimento médico no último dia 4 de dezembro de 2025, o prefeito Luiz Furlani tem andado ‘sumido’ das ruas de Barra Mansa. Até das redes sociais. Para muitos, inclusive, ele estaria curtindo um período de férias forçadas. Em entrevista exclusiva ao aQui na manhã de quinta, 29, ele negou. E esclareceu tudo. “Férias, que nada!”, disparou. “Estou cheio de restrições médicas”, acrescentou, garantindo que está tudo sob controle para quem, como ele, passou por um cateterismo e, em seguida, pela necessidade de fazer uma angioplastia com a colocação de dois ‘stents’. “Isso é normal”, garantiu. 

Segundo Furlani, de 46 anos, de acordo as orientações médicas, ele está seguindo uma dieta rígida e seu expediente à frente da Prefeitura de Barra Mansa está com ‘horário reduzido de trabalho’. “Estou fazendo fisioterapia, com exercício físico moderado todos os dias”, detalhou, informando que em fevereiro vai passar por uma nova avaliação. “Vou passar por mais uma bateria de exames. O que posso dizer é que essas restrições vão, provavelmente, até junho. Vai depender da evolução dos exames mês a mês”, reiterou, mostrando estar resignado com o seu quadro médico.

Furlani, por exemplo, informou que está proibido de encarar o sol quente do verão. “É por isso que, raramente, as pessoas estão me vendo nas ruas. Não é porque eu não quero, até porque eu quero. Eu gosto de estar nas ruas. É porque eu não posso ficar exposto ao sol, não posso pegar sol quente e essa restrição vai depender da evolução dos exames”, adiantou, acrescentando que a ordem é evitar o calor pelos próximos meses. “Tenho que ficar longe do sol por 90 dias, a contar de dezembro. Ou melhor, até maio, junho. O que eu tive foi muito grave”, disse, prometendo manter reduzida a presença em atividades externas. A última foi uma viagem ao Rio de Janeiro, onde se encontrou com o governador Cláudio Castro no anúncio da criação da 3ª Cia Independente da Polícia Militar em Barra Mansa. 

“Conforme falei, estarei com algumas restrições, como sol, calor e esforço físico. Vou estar mais no gabinete e menos nas ruas, mas isso não muda em nada o nosso compromisso de continuar cuidando da nossa amada Barra Mansa. Não é o local que determina os avanços, é o trabalho”, reiterou. “Glorifico a Deus por tudo o que tem feito em minha vida. A Ele, toda honra e toda glória. É bênção!”, finalizou, bem ao estilo que o tem consagrado. 

Furlani confirma pagamento de janeiro  

Na tarde de ontem, sexta, 30, em nota exclusiva repassada ao aQui, o prefeito Luiz Furlani confirmou o pagamento dos salários dos funcionários públicos de Barra Mansa. “Primeiro, quero deixar claro que a data limite para efetuar o pagamento da Prefeitura seria no dia 6 de fevereiro – 5º dia útil do mês. Mas hoje, sexta-feira, pagamos os salários da Prefeitura”, garantiu, para logo acrescentar que também pagou os benefícios de janeiro a 95% dos aposentados e pensionistas”.

Furlani foi além. Sobre a folha da previdência, o prefeito adiantou que apenas 139 pessoas ficaram sem receber. “Restam a pagar 139 pessoas que ganham na faixa acima de R$ 9 mil”, detalhou, mantendo otimismo em resolver logo a situação. “Se os repasses forem confirmados, tudo será quitado até o dia 5 de fevereiro”, disparou. “O déficit previdenciário é gigantesco, eu teria até como explicar, mas não vou terceirizar responsabilidades”, finalizou, certo de que a população entenderá a situação.

Barra Mansa terá pré-Carnaval

A Prefeitura de Barra Mansa acaba de divulgar as primeiras atrações do Carnaval 2026, que vai contemplar os tradicionais blocos carnavalescos da cidade, que irão ocupar ruas, bairros e o Centro com muita música, alegria e tradição. Uma das grandes novidades é a realização, pela primeira vez, de uma programação oficial de pré-Carnaval, que acontece nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, aquecendo os foliões para a festa principal.
A abertura oficial do Carnaval 2026 será no dia 13 de fevereiro, com desfiles de blocos tradicionais até o dia 17, garantindo uma programação diversificada e descentralizada.

PROGRAMAÇÃO:
Pré-Carnaval

– 06/02 – Bloco Abadátucada: concentração a partir das 18h, na Antiga Estação, no Centro, com dispersão por volta das 20h no mesmo local.

– 07/02 – Bloco Vem Que É Nois: concentração às 14h, na quadra do bairro Vila Orlandélia; saída às 17h30 e término às 19h30, na Avenida Orlando Brandão, Praça do Churrasco do Gil, no Ano Bom.

– 07/02 – Bloco Me Beija Direito: concentração às 16h, em frente ao Supermarket; saída às 17h e dispersão às 20h, na Antiga Estação.

– 08/02 – Bloco Fla Barra Mansa: concentração às 16h, na Rua José Martorano, ao lado da Loja Americanas, no Centro; saída às 18h30 e término às 20h, no mesmo local.

Carnaval
13/02 – Abertura Oficial
Bloco Mensageiros do Axé: concentração às 19h, na Rua José Martorano, ao lado da Loja Americanas; saída às 19h30, com encerramento na Estação.

Bloco Tradição Morro do Cruzeiro: concentração às 19h30, no Morro do Cruzeiro, com dispersão às 23h, atrás da Americanas.

14/02 – Bloco da Banda G: concentração às 16h, na Rua Nelson Rocha, no Cotiara; saída às 18h e término às 21h.

14 a 17/02 – Bloco do Boi: saída às 16h, da Rua 07 de Setembro, no bairro Roberto Silveira, com término às 20h, na Avenida Roosevelt Brasil, próximo à Antiga Estação.

15 e 17/02 – Arrastão da Vista Alegre: na Avenida Cristiano dos Reis Meireles, na Vista Alegre, com início às 14h e término às 20h.

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