terça-feira, novembro 3, 2026
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Previbam

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O Fundo de Previdência Social de Barra Mansa (Previbam) reforça o alerta para aposentados e pensionistas sobre o prazo final do recadastramento obrigatório, que termina no próximo dia 31. A atualização dos dados é indispensável para a manutenção dos benefícios e deve ser realizada presencialmente ou, nos casos previstos em decreto, de forma remota.
O atendimento acontece na sede do órgão, à Rua Bernardino Inácio Silva, nº 37, Centro, de segunda a sexta, das 8 às 16h30min, sendo que o beneficiário deve apresentar documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência emitido nos últimos três meses, informação sobre estado civil e, quando houver, documentação dos dependentes. Importante: o recadastramento é obrigatório, inclusive para aqueles que já atualizaram seus dados anteriormente neste ano.
Beneficiários que residem ou estejam temporariamente em outro estado ou no exterior, bem como aqueles impossibilitados de comparecer presencialmente por motivos de saúde, podem solicitar o recadastramento remoto, conforme previsto em decreto. Nesses casos, o atendimento deve ser agendado pelo WhatsApp (24) 99857-0996.

Paralímpico (I)

Barra Mansa será uma das cidades-sede do Festival Paralímpico Brasileiro, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), no dia 19 de setembro, das 9 às 12 horas, na quadra do UBM, com oferta de 220 vagas gratuitas. As inscrições podem ser realizadas em https://forms.gle/o9T2eDATDFa9CSd1A


Paralímpico (II)

Cerca de 70 alunos das áreas de Saúde e Educação Física poderão atuar como voluntários no evento. As inscrições deverão ser realizadas em https://forms.gle/fuqmjnpeHdByuXJP7

Candidato de aço?

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Rodrigo Drable fala da CSN e do polo automotivo das Agulhas Negras, para cobrar posição do Estado sobre futuro da indústria regional e manutenção dos empregos

O ex-prefeito de Barra Mansa e atual candidato a deputado estadual Rodrigo Drable colocou o dedo em duas feridas que pouca gente parece estar interessada em cutucar. A primeira, talvez a mais difícil de cicatrizar, está em Volta Redonda e atende pelo nome de CSN. A outra está na região das Agulhas Negras, entre Porto Real e Itatiaia, onde funciona o segundo maior polo automotivo do país. Em comum, as duas têm a mesma pergunta: o que o Estado do Rio está fazendo para ‘curar’ essas feridas e, sem eufemismos, evitar a perda dos empregos que ainda sustentam boa parte da economia do Sul Fluminense?

Em entrevista a Júlio Esteves, do podcast ‘Tá no Palanque’, na segunda, 24, Drable fez essa pergunta em tom bastante reativo. Em pouco mais de 40 minutos de conversa, o candidato a uma cadeira na Alerj parecia cumprir um protocolo político-eleitoral impecável ao falar de saúde, educação, trabalho, renda e assistência social. Mas, entre esses assuntos, um chamou a atenção: a CSN e a dívida que a empresa tem com o Estado. “A CSN tem uma dívida bilionária com o Estado do Rio, e, como ela pode estar sendo negociada, é necessária (a manutenção da Usina Presidente Vargas, grifo nosso) para a manutenção do nosso modo de vida”, avaliou. 

Mencionar a CSN não foi acaso. Drable quis provocar seus adversários a olhar para os problemas da região, sem ignorar que a maior siderúrgica do país anunciou um programa de desinvestimento no início deste ano, com possíveis impactos na economia regional e na empregabilidade. No mesmo raciocínio, fez um alerta em relação ao setor automotivo de Porto Real, Resende e Itatiaia, diante do avanço dos veículos eletrificados e da chegada de novas tecnologias à indústria. “Eu vejo as fábricas chinesas indo para outros estados e outros estados investindo na qualificação de mão de obra para montagem de bateria, recuperação de bateria. O que o estado do Rio tem feito?”, indagou. 

No caso da CSN, Rodrigo provocou o Estado, justamente por entender que ele tem dois interesses simultâneos na venda de ativos: o primeiro é a dívida tributária da CSN. Em relatório da Procuradoria-Geral do Estado, com posição de setembro de 2024, a empresa aparece entre os maiores devedores da Dívida Ativa Estadual, com cerca de R$ 2,59 bilhões inscritos em 41 certidões diferentes. A maioria, de ICMS. O segundo interesse está no peso econômico da companhia: apesar da dívida, a UPV emprega milhares de trabalhadores direta e indiretamente e ajuda o estado do Rio a responder por 26,9% da produção nacional de aço bruto conforme dados do primeiro semestre de 2026.

Drable foi além. Disse que a CSN movimenta a economia de Volta Redonda e que, apesar de todos os problemas que gera (incluindo os ambientais), a empresa não pode ser ignorada. “O dinheiro que circula no Sul Fluminense vem do coração que pulsa em Volta Redonda. A gente tem que entender que a CSN não é algo desprezível que pode ser substituído (se fechar, grifo nosso)”, alertou. “A tendência é de que quem comprar a CSN só olhe para Minas, para explorar o minério, e não processá-lo aqui (em Volta Redonda). Se isso ocorrer, nós não teremos mais os empregos”, avaliou. “Não estou vendo ninguém debater isso”, cutucou. 

A preocupação de Drable faz sentido. Em fevereiro, Benjamin Steinbruch anunciou a venda do controle da CSN Cimentos, além de uma participação em ativos de infraestrutura. O objetivo é levantar entre R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões e reduzir o endividamento e alavancar o grupo. No início de agosto, a empresa confirmou que recebeu propostas vinculantes pela CSN Cimentos, mas a negociação ainda não foi concluída. A verdade é que ninguém sabe como o mercado regional vai se comportar com uma possível venda da cimenteira e como vão ficar os empregos e o plano de crescimento da UPV a partir da operação. A incerteza vem justamente porque a venda de ativos não mira uma nova rodada de investimentos, mas o pagamento de dívidas. 

No caso do polo automotivo, Drable também mexeu na ferida, mas dessa vez apresentou um dado impreciso no podcast com Júlio Esteves. Ele demonstrou preocupação pelo fato de o Brasil ter vendido, em julho, mais carros elétricos do que a combustão. A informação não está totalmente errada, mas apresenta uma falha importante. Os dados da Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE) mostram que, em julho, o segmento de veículos eletrificados alcançou 21,1% das vendas do mercado, considerado o maior percentual da série histórica. Ainda assim, os eletrificados não ultrapassaram o quinhão de vendas dos carros a combustão. 

Apesar do tom político, a preocupação de Drable não é inventada. É que, enquanto o segmento cresce e a indústria automotiva mundial acelera a transição para veículos híbridos e elétricos, o Estado do Rio precisa disputar investimentos e, principalmente, preparar mão de obra para um mercado que está mudando rapidamente. “Eu não vejo nenhum deputado debatendo isso. Eu estou falando do segundo maior gerador de empregos da região”, reforçou.

Para Drable, a questão não é saber se o carro a combustão vai desaparecer amanhã ou se a CSN vai trocar de dono. A discussão é outra: que papel o Estado do Rio pretende ocupar diante dessas mudanças. E isso não é sobre trocar o curativo, mas garantir que a ferida feche antes que sangre no colo da população.  

‘Zero bala’

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Viação Elite recebe 10 novos ônibus e inicia renovação da frota

A renovação da frota da Viação Elite começou a sair do papel. Os primeiros 10 novos ônibus adquiridos após a habilitação da empresa no Novo PAC – Mobilidade Urbana, do Governo Federal, já chegaram a Volta Redonda e serão incorporados à operação das linhas intermunicipais atendidas pela companhia no Sul Fluminense.
Os veículos fazem parte de um investimento total da ordem de R$ 20 milhões, com a aquisição de 20 novos ônibus. Com a chegada dos primeiros veículos (ver foto), metade já começou a rodar. Para os passageiros, a novidade representa uma melhoria direta na qualidade do serviço, pois os veículos são modernos, confortáveis, seguros e acessíveis. Sem contar que oferecem maior confiabilidade na operação das linhas que diariamente transportam milhares de pessoas entre os municípios da região.
Os novos ônibus contam ainda com tecnologia Euro 6, uma das mais avançadas para controle de emissões em veículos pesados. Na prática, significa uma frota menos poluente e mais eficiente, reduzindo o impacto ambiental do transporte coletivo. “Quando conseguimos a habilitação, comemoramos, porque sabíamos o que ela poderia representar. Agora é uma satisfação ainda maior ver os ônibus chegando e saber que esse investimento vai ser percebido pelo passageiro no dia a dia, melhorando o serviço oferecido à população”, afirmou Lucas Arantes, presidente da Viação Elite.
A aquisição foi possível após a Viação Elite ser habilitada pelo Ministério das Cidades para participar do Novo PAC – Mobilidade Urbana, voltado à modernização do transporte coletivo brasileiro. “Transporte coletivo exige investimento permanente. Quando o poder público cria instrumentos que permitem às empresas renovar suas frotas, o resultado chega diretamente à população. Quem ganha é o trabalhador, o estudante, a pessoa que precisa chegar a uma consulta, ao comércio ou visitar sua família. Transporte público é isso: garantir que as pessoas possam chegar aos seus destinos e voltar para casa com segurança e dignidade”, destacou Lucas.

Compromisso com a região
Sediada em Volta Redonda, a Viação Elite opera linhas intermunicipais que atendem passageiros de diferentes cidades do Sul Fluminense. A chegada dos novos veículos integra um processo de recuperação e modernização da empresa após um período de grandes dificuldades enfrentadas pelo setor, especialmente a partir da pandemia do Covid.
Segundo Lucas, a renovação também é resultado do trabalho dos funcionários e da confiança dos passageiros que utilizam diariamente os serviços. “Passamos por momentos difíceis, preservamos nossa operação e agora estamos avançando. Ver esses ônibus novos chegando é uma conquista de todos que trabalham na Elite e, principalmente, dos nossos passageiros. Ainda temos muito a fazer, mas é uma demonstração concreta de que estamos no caminho da recuperação, investindo para oferecer um transporte cada vez melhor”, completou Lucas Arantes.

RESENDE: Cidade terá parque ‘Mundo dos Dinossauros – Terra dos Gigantes’

Novidade turística 

O prefeito Tande Vieira acaba de anunciar a chegada de um investimento que vai movimentar o cenário turístico, econômico, imaginário e criativo das Agulhas Negras e do Vale do Paraíba. Será a instalação do ‘Mundo dos Dinossauros – Terra dos Gigantes’, a ser construído próximo à Serrinha do Alambari, no início da serra de Visconde de Mauá. O parque tem previsão de ser entregue em, no mínimo, um ano e deve gerar cerca de 150 empregos diretos. 
O anúncio do lançamento do parque contou com a participação do prefeito Tande Vieira; do proprietário do parque, Júlio Alves; da diretora artística, Marlene Mattos; e do prefeito de Itatiaia, Kaio Márcio, além de outras autoridades locais. 
“Este é um anúncio que aguardamos há mais de um ano para dar à população. Estávamos em tramitação há bastante tempo e, agora, foi possível concluirmos essa primeira etapa. Ainda faltam algumas pendências burocráticas para, de fato, iniciarmos a instalação. Mas já estamos comemorando a chegada do Mundo dos Dinossauros, que vai movimentar diversos setores de Resende e região”, disse Tande. 

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