quinta-feira, maio 7, 2026
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Menos barulho

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Gabriel Távora

O Réveillon em Volta Redonda será bem diferente este ano. Ao contrário do que a população está acostumada, os shows e a tradicional queima de fogos não serão na famosa curva do rio na Voldac, mas na Vila, bem do alto do antigo Escritório Central da CSN, visível praticamente em toda a cidade do aço. O espetáculo começará às 20 horas de amanhã, domingo, 31, tendo como atrações a banda Amplexos e Mistureba, além do DJ Pedro Oliveira e a banda ‘Os Paralamas do Sucesso’, que ficará responsável pela contagem regressiva para a chegada de 2018.

De acordo com a Guarda Municipal, as ruas próximas à rede de lanchonete Mc Donald’s, que dão acesso à Rua 14, local onde ocorrerão os shows, serão interditadas na madrugada de hoje, 30, sábado. As ruas 23, 23A, 23B e 25A ficarão fechadas ao trânsito de veículos tanto pela Rua 16 quanto pela Rua 12. A feira livre de domingo irá ocorrer normalmente, porém em um espaço um pouco menor, do Pontual Shopping até a Drogaria Moderna. Todos os ônibus irão circular entre 00h20min e 5 horas, de hora em hora. Depois desse horário as linhas voltarão a circular em escala normal.

Com um público esperado de 20 mil pessoas, a prefeitura de Volta Redonda vai instalar banheiros químicos pelas ruas próximas ao evento e a segurança será reforçada pela Polícia Militar, Guarda Municipal e por uma empresa de segurança particular. Além disso, os organizadores vão transformar o Espaço Zélia Arbex em um posto médico, com duas ambulâncias, uma com UTI móvel à disposição. “Estamos promovendo uma festa para a família. Vamos começar o ano com uma festa realizada com muito cuidado e carinho para que todos possam se divertir”, disse o prefeito Samuca Silva.

O show pirotécnico acontecerá do alto do prédio do Escritório Central, e, para isso, a prefeitura investiu em fogos de artifício com 70% menos barulho do que os fogos normalmente utilizados. “Tivemos a preocupação de escolher fogos sem estampidos e priorizamos os fogos de luz, reduzindo com isso 70% dos efeitos sonoros”, disse a secretária de Cultura, Aline Ribeiro, que ressaltou também que o evento contará com uma estrutura de food trucks. A todos, um Feliz Ano Novo.

Sem medo

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Vinícius de Oliveira

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Aos amigos, o jovem Rodrigo Drable (PMDB) não esconde que, se pudesse voltar no tempo, não seria candidato a prefeito. Hoje, quase um ano depois de sua posse, ele é obrigado a conviver com problemas que nunca imaginou ter que enfrentar. Todos, é claro, relacionados à falta de recursos da PMBM. “Não sei como vai ser em 2018”, disse, em recente reunião com um grupo de políticos.

Pessoalmente, por exemplo, Rodrigo descobriu que tomar conta do seu próprio negócio – uma agência de automóveis, que está inativa desde que assumiu o cargo de prefeito de Barra Mansa – lhe dava mais retorno e liberdade do que ser o chefe do Executivo barramansense. “Vendendo dois carros por mês eu ganhava mais do que prefeito”, conta a poucas testemunhas o drama que vive.

Apesar de tudo – e da falta de tempo para curtir sua família –, Rodrigo conseguiu algumas façanhas. A principal foi pagar os salários, férias e gratificações, entre outras, que o governo Jonas Marins (PCdoB) lhe deixou de herança. “Herança maldita” dispara.   
Veja abaixo como foi o primeiro ano do governo Rodrigo Drable:

aQui: Em seu plano de governo, o senhor abordou questões delicadas, como a educação em tempo integral e a contratação de mais profissionais. O que ainda falta para resolver essas situações?
Rodrigo Drable: Nossas propostas para a educação estão em execução. Reabrimos escolas que haviam sido fechadas e conseguimos realizar reformas de outras, como a Escola Cajueiro, que havia sido fechada, e que tinha orçamento de construção de uma nova no valor de R$ 5 milhões. Fizemos esta obra e várias outras com nossos recursos e mão-de-obra própria. Iniciaremos 2018 com nove escolas em período integral, com cerca de 4.500 alunos recebendo ensino de matérias regulares e mais: espanhol, robótica, cursos das oficinas profissionalizantes, corte e costura, e vários outros.

aQui: Ainda sobre a Educação, o PCCS acabou sofrendo alterações e os pagamentos não foram realizados como o esperado. Que projeções para o ano que vem o senhor pode fazer a esse respeito?
Rodrigo: Apesar de termos diminuído o quadro funcional, e terem voltado às salas de aulas muitos professores que estavam afastados, a despesa aumentou em mais de R$ 30 milhões apenas com a folha. Um aumento de 27% nos pagamentos de salários demonstra o respeito que temos pela categoria. Após vários anos, as férias foram pagas em janeiro, e não houve nenhum atraso de pagamentos de salários, inclusive dos inativos. Entretanto, o PCCS como foi proposto pelo governo passado geraria um impacto na folha da Educação de mais de 100%, e por paridade, faria com que a prefeitura, em todos os setores, pagasse mais de R$ 450 milhões de salários por ano. Seria quase a totalidade do orçamento apenas para salários.

aQui: O senhor dizia que no governo anterior faltavam estratégias de gestão e programas que visassem à integração das secretarias. O senhor já conseguiu avançar neste ponto?
Rodrigo: Finalizamos inúmeros aluguéis e centralizamos vários serviços. A Susesp, por exemplo, tinha duas sedes, e fizemos economia de cerca de R$ 300 mil. Secretarias que funcionavam em prédios alugados agora estão instaladas na prefeitura e, ainda este ano, a secretaria de Saúde será instalada no quarto andar. Programas de fomento de emprego e renda estão sendo feitos através da harmonia de secretarias como a de Cultura e Desenvolvimento Econômico, e daí saem grandes projetos, como o de apoio ao Artesanato, onde nossas artesãs já têm até loja no Shopping Figorelle.

aQui: O senhor prometeu a criação de uma farmácia popular de manipulação, ampliação dos serviços do Hospital da Mulher e ainda dos serviços médicos de média e alta complexidade. Fale sobre o que fez e os desafios para a saúde em 2018.
Rodrigo: Reinauguramos a UTI Neonatal do Hospital da Mulher e tivemos os melhores índices dos últimos 10 anos, com redução de 60% do valor contratual. Nossa cardio-logia é a maior do estado, e nosso Hospital do Câncer está atendendo mais do que o SUS remunera. Além disso, a Santa Casa é credenciada como Hospital de Transplantes. A UPA do Centro reduziu o custo mensal de R$1.600.000,00 para R$850 mil e registrou aumento dos atendimentos de 150/dia para mais de 500/dia. Os postinhos de saúde voltaram a ter médicos e medicamentos. Vamos alcançar nosso objetivo de dar uma saúde de qualidade à população de Barra Mansa. Só estamos avançando porque agora se tem respeito ao dinheiro do povo. A meta para 2018 é inaugurarmos a Farmácia Popular de Manipulação e reabrirmos a UPA da Região Leste.

aQui: Na área social, uma de suas promessas que se destacou foi a criação de uma “Casa de Passagem” para abrigar tem-porariamente pessoas em situação de rua ou migrantes. Esse projeto saiu do papel?
Rodrigo: Sim. Reformula-mos a secretaria de Promoção Social, foram restabelecidos os serviços do Centro POP e, ao longo do ano, conseguimos devolver aos lares algumas dezenas de moradores em situação de rua. Tivemos dificuldades em encontrar um imóvel para fazer a Casa de Passagem, mas ultrapassamos essa barreira e em breve será inaugurada.

aQui: Com relação aos incentivos fiscais, o senhor já conseguiu viabilizar alguma lei para facilitar a vinda e permanência de empresas em Barra Mansa?
Rodrigo: O sonho de termos um Parque Industrial está cada vez mais próximo de se concretizar. Negociamos as dívidas deixadas para a aquisição da área da antiga Edimetal, estamos finalizando o RGI do imóvel e algumas empresas já estão em negociação para instalação. Além disso, tem sido uma prioridade o relacionamento entre a prefeitura e entidades sociais da cidade. Tenho me dedicado a estar pessoalmente nas reuniões nas entidades buscando a construção e caminhos em parceria.

aQui: Nesse ano no Brasil aconteceram diversos embates entre a classe conservadora da população e as comunidades progressistas representadas pelos movimentos sociais. Em Barra Mansa não foi diferente. Quais são seus planos para LGBTs, movimento negro, mulheres e deficientes?
Rodrigo: As políticas de inclusão estão avançando. Barra Mansa foi a segunda cidade do Estado a se credenciar no Sinapir (Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial). Com isso, o município passa a ser prioridade na liberação de recursos para desenvolver políticas públicas direcionadas à igualdade racial. O Cemae (Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado) elevou a qualificação de seus profissionais e isso provocou aumento no número de atendimentos aos deficientes. No caso das mulheres, o mais importante foi estruturar a área da saúde, porque a mulher ficou desassistida nos últimos anos sem ter direito a fazer seus exames preventivos, atendimento clínico e obstétrico de qualidade. O governo está a cada dia buscando soluções para empoderar a mulher para trabalhar, dando a ela oportunidade de crescimento e desenvolvimento, já que boa parte delas é responsável por cuidar integralmente da casa e da família. Na Fundação Cultura e na secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos existem movimentos ligados à diversidade cultural e de combate à homofobia. Ainda apoiamos o Fórum de Saúde e Cidadania LGBT, realizado em setembro. Este ano estruturamos cada setor para que em 2018 possamos implementar ações concretas para melhorar as políticas públicas e os resultados para a população.   

aQui: Quais foram as suas realizações em 2017 e o que pretende promover em 2018?
Rodrigo: Pagamos mais de R$ 50 milhões em dívidas e salários dos servidores atrasados. Voltamos a funcionar a UPA, UTI Neonatal do Hospital da Mulher, reduzimos custos em vários serviços e setores, estamos com pagamentos dos salários em dia e negociamos dívidas importantes. Em 2017, concluímos e inauguramos várias obras, como as duas creches e em breve serão mais duas. Reabrimos escolas, inauguramos ginásios, praças, fizemos a maior feira de moda do interior do estado do Rio, em parceria com a Fecomércio, estamos recuperando a credibilidade da administração pública e, principalmente, a autoestima do nosso povo, que tanto sofreu nos últimos anos. Em 2018, vamos entregar importantes obras para a população, como a reforma do Palácio Barão de Guapy e integrá-lo ao Parque Centenário, a Praça da Matriz e inúmeros investimentos que o governo Federal está fazendo com a ajuda dos nossos deputados. Estamos avançando na retomada das obras do Pátio de Manobras e em uma nova perspectiva para a região central de Barra Mansa. A população deve esperar um governo ainda comprometido e buscando soluções econômicas para trazer Barra Mansa de volta à rota do desenvolvimento econômico e social.

Jacaré do Mal e do Bem

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Do mal

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André Correa, deputado estadual, eleito pela pequena cidade de Valença, merece o troféu do Jacaré do Mal, por dois motivos: quer acabar com a CSN e, por tabela, com Volta Redonda. Por ele, que não teve nem 400 votos dos eleitores voltarredondenses, a cidade do aço vai virar uma cidade fantasma.

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Celso Jacob – O deputado federal, ex-prefeito de Três Rios, ganhou notoriedade ao tentar entrar no presídio, onde cumpre pena, com queijo escondido na cueca. É demais.     

 

Ônibus elétrico – a ideia de oferecer transporte gratuito dos bairros para as áreas centrais de Volta Redonda, a fim de estimular a população a gastar nas lojas dos centros comerciais, pode até ser uma boa jogada política. Mas, na prática, não funcionou. Leva o Jacaré do Mal quem levou o prefeito Samuca a pagar tal mico desnecessário. O ônibus elétrico só serviu para passeios de poucos idosos e estudantes querendo usar o Wi-Fi gratuito. Que não saia mais da garagem de onde veio.  

 

CEF – A Caixa Econômica Federal deveria ser exemplo de um banco social. Deveria. Virou, nas mãos de políticos de Brasília, um banco de negócios ‘acima de qualquer suspeita’, como os denunciados na Lava Jato.

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Wellington Silva – Conseguiu uma proeza: fez com que muitos motoristas tivessem saudade do impopular Barenco, ex-presidente da Suser. Está até hoje atirando para todos os lados e em um ano não criou a pista seletiva para ônibus da Avenida Paulo de Frontin. A faixa da Vila, do tempo de Barenco, continua sem dizer para que foi criada.

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Joselito Magalhães – Como presidente da Associação Comercial de Volta Redonda, nunca deveria ter ido para a secretaria de Desenvolvimento Econômico do governo Samuca. Poderia até ter indicado um ‘amarra-cachorro’, mas pelo cargo que ocupa na Aciap-VR, sua postura sempre será a de defender a classe e não o povo, que paga o seu salário.     

 

Fórum das Entidades Empresariais de Volta Redonda – O MEP da Burguesia, como foi apelidado nos bastidores do Palácio 17 de Julho, foi criado para dar pitacos no governo Samuca. O máximo que fez foi dar um pito em um vereador por apresentar um Projeto de Lei que não agradava aos empresários. Nem ao vice-prefeito Maycon Abrantes.

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Sérgio Cabral – Merece o troféu Jacaré do Mal por tudo que fez ou deixou de fazer no estado do Rio, em Brasília e, porque não, em Paris. A força-tarefa da Lava Jato já o denunciou 16 vezes. Foi condenado em quatro oportunidades e terá que cumprir pena de 84 anos. Não vai cumprir, é claro. 

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Maurinho – Dublê de político e empresário de família rica, o ex-presidente da Aciap-VR tentou manipular Samuca desde que este era candidato a prefeito. Ainda não saiu do Palácio 17 de Julho, mas seu ‘poder’ está fazendo água.    

 

Rodoviária da Ponte Alta – É a pior e mais feia coisa que existe em Volta Redonda. Já ganhou vários Jacarés ao longo dos últimos anos e ganha mais um, por um simples motivo: não merece existir, por não ter passageiros. A quantidade de pessoas que usam o terminal daria para encher uma Kombi dos anos 60. Segundo especialistas, pelo ‘terminal’ passam cerca de 180 a 200 ônibus por dia. Detalhe: não têm passageiros nem para encher 10 deles. Deveria ser destruída, dando lugar a alguma coisa mais útil para a população.

 

Do bem

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Samuca Silva – Embora tenha passado o ano como se candidato ainda fosse, o prefeito Samuca Silva merece o Jacaré do Bem por ter, com uma jogada de mestre, assumido duas unidades de Saúde que estavam falidas, entregues às baratas: o Hospital Santa Margarida e o Hospital São Camilo. Só isso já basta para lhe dar o título de ‘o melhor o ano de 2017’.

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Alfredo Peixoto – O atual secretário de Saúde de Volta Redonda teve a difícil missão de substituir a ‘poderosa’ Márcia Cury, queridinha de alguns grupos políticos. Fez tão bem que ela simplesmente sumiu do mapa. De quebra, Alfredo mostrou que, como veterinário de formação – e dos bons, pode desenvolver e melhorar a Saúde de Volta Redonda.

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Samuquinha – O irmão quase gêmeo de Samuca passou os 12 últimos meses trabalhando nos bastidores do Palácio 17 de Julho para ganhar o prêmio maior da atual gestão: assumir uma poderosa secretaria municipal e ser o candidato do prefeito em 2018. Tá quase lá. 

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Silvio Campos – Polêmico como todo sindicalista, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos fez das tripas coração ao brigar com a CSN e a MAN, entre outras, para defender a empregabilidade dos operários da região. E conseguiu, embora seus adversários não reconheçam.

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Mauricio Batista – o ex-vereador sempre foi um adversário do Palácio 17 de Julho ganhando a fama, por seus atos contra o ex-prefeito Neto, de ser um ‘homem-bomba’. Com Samuca no poder, Mauricio Batista mostrou ser um excelente negociador e o atual prefeito navega em mares…          

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Deley – Apesar das investidas de forasteiros, a cidade de Volta Redonda continua sendo bem representada pelo deputado federal Deley de Oliveira. Só em emendas, ele conseguiu emplacar R$ 2,4 milhões,  e outros R$ 2 milhões em emendas genéricas só para a cidade do aço. De quebra, continua a atazanar a vida de Benjamin Steinbruch, presidente da CSN. 

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Rodrigo Drable – Pegou uma prefeitura quebrada por conta da má administração do comunista Jonas Marins e pagou tudo o que encontrou em ordem. E ainda teve recursos para inaugurar escolas e creches.

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Park Sul – Depois de passar meses assustando a população, as obras do novo shopping de Volta Redonda, localizado na Rodovia dos Metalúrgicos, estão a todo vapor e o empreendimento deverá abrir as portas no segundo semestre do ano.  

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