sexta-feira, maio 8, 2026
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“Troca da dívida”

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Um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre a organização do orçamento para 2018 mostra que apenas 15% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais deste início de ano, como IPTU, IPVA e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa mostra também que 17% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento para pagar os compromissos no início de 2018.

 

Quase um terço (32%) dos consumidores guardaram ao menos parte do 13º salário pensando em cobrir esses gastos, ao passo que 27% abriram mão de compras no Natal e nas festas de fim de ano e 21% passaram a fazer algum bico para acumular uma renda extra.

 

Para os especialistas do SPC Brasil, planejamento e disciplina são as palavras de ordem para quem quer começar 2018 de maneira saudável. “O ideal é que todos tenham entrado 2018 com a organização já traçada no final do ano passado. Mas para quem ainda não pensou nisso, ainda dá tempo e precisa correr. O primeiro passo é fazer um mapeamento pensando no futuro, mas sempre de olho no retrovisor, pois janeiro é um mês com muito acúmulo de gastos, como viagens do período de ferias e parcelas remanescentes do Natal”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

 

De acordo com um levantamento do SPC Brasil, na média, o brasileiro que parcelou suas compras natalinas vai terminar de pagar essas prestações somente entre os meses de abril e maio, o que sinaliza um orçamento comprometido por um período considerável do ano.

 

Os especialistas do SPC Brasil explicam que para se livrar de compromissos como IPTU e IPVA o mais cedo possível, o recomendado é sempre pagá-los à vista, geralmente com alguma reserva montada especificamente para esse tipo de gasto. Agora, se o consumidor for mais organizado e quiser avaliar se o desconto no pagamento único é vantajoso em vez do parcelamento, ele deve fazer um cálculo mais criterioso.

 

O primeiro passo é avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira. No caso do IPTU, que em média, nos principais municípios, pode ser parcelado em até nove meses, o pagamento à vista será vantajoso se o desconto for superior a 1,5%, considerando uma aplicação alternativa que renda 0,4% ao mês, como é o exemplo da poupança, que não cobra taxas de resgate. Como a média de desconto dado pelos municípios é de 10%, o pagamento à vista tende a ser vantajoso na maior parte dos casos e deve ser a prioridade do consumidor neste início de ano.

No caso do IPVA, que em média pode ser parcelado em até quatro vezes, para o pagamento ser realmente vantajoso, basta que o desconto supere os 0,5%.

Já quem não tem dinheiro guardado deve inevitavelmente pagar a prazo e iniciar um planejamento para quitar essas despesas em 2019 sem passar por sufoco, dica que vale para todos os consumidores. A sugestão da economista do SPC Brasil é que para os próximos anos, o consumidor faça uma programação automática ou vá separando todo mês um determinado valor para quitar os compromissos sazonais. “O ideal é deixar a quantia separada de seus rendimentos mensais, assim o consumidor não cai na tentação de gastar o dinheiro com outras finalidades. A mesma dica vale para quem tem dinheiro guardado para pagar os tributos à vista neste ano, mas tem receio de ceder à tentação de usar esse dinheiro para compras supérfluas. Para os que se enquadram nesse perfil, é melhor pagar de uma vez e se livrar de problemas futuros”, garante a economista Marcela Kawauti.

No azul

Para os consumidores que estão inadimplentes, o SPC Brasil recomenda que se faça uma negociação da dívida com o credor, contratando novas condições e formas de pagamento que melhor se encaixam no orçamento. Em determinados casos, o consumidor pode vender um bem ou fazer algum ‘bico’ para cobrir a dívida.

 

O educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ José Vignoli alerta que um novo financiamento para quitar débitos deve ser encarado como última opção. “Se o consumidor estiver inadimplente no cartão de crédito ou no cheque especial, a troca da dívida por outra com juros menores como o empréstimo pessoal ou consignado é uma opção que compensa, caso o inadimplente realmente não tenha dinheiro para quitar a pendência. Para isso, ele pode contrair um empréstimo pessoal ou consignado para quitar a dívida e, assim, evitar que ela se transforme em bola de neve”, explica Vignoli.

 

Para ilustrar melhor o crescimento de uma dívida no cartão de crédito, o SPC Brasil fez uma simulação a partir de uma fatura inicial de R$ 1 mil. Caso opte pelo pagamento mínimo (15% da fatura), o consumidor poderá permanecer no rotativo por até trinta dias, período em que a taxa de juros é de 10% ao mês, de acordo com dados mais recentes divulgados pelo Banco Central. Após esse período, o banco é obrigado a oferecer um parcelamento da dívida, modalidade que cobra juros de 8,5% ao mês, em média.

 

Para quitar essa dívida, o consumidor terá de eliminar novos gastos no cartão e ainda desembolsar mensalmente a quantia de R$ 128, ao longo de 12 meses. Ao final de um ano, a dívida estará quitada, mas o valor total desembolsado pelo consumidor será de R$ 1.682, considerando parcelas e pagamento mínimo, o que equivale a mais de 60% além do valor inicial do débito em atraso (R$ 1 mil).

 

Por outro lado, caso o consumidor troque a dívida no cartão de crédito por outra de valor idêntico na modalidade de um empréstimo consignado, o resultado será mais favorável, pois os juros do consignado são bem mais baixos (2% ao mês em vez de 10% e 8,5% ao mês cobrados no rotativo e no parcelamento do cartão). Ao final de 12 meses, o consumidor terá gasto R$ 1.111 em vez de R$ 1.682 caso tivesse optado pelo parcelamento no cartão, o que representa uma economia de R$ 720 ou 43%.

 

“O consumidor só deve usar o cartão de crédito se ele tiver certeza de que terá dinheiro para fazer o pagamento integral da fatura. Renegociar a dívida é uma alternativa necessária em muitos casos, mas não pode se tornar algo recorrente. Por isso, a recomendação é só fazer dívida quando se tem consciência de que existem condições de serem pagas”, orienta Marcela Kawauti.

Vai vendo…

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Em outubro de 2018 os brasileiros irão às urnas mais uma vez a fim de escolher um novo representante para Presidente da República. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as características desejadas para o próximo presidente na opinião dos brasileiros e também a lista de prioridades para aquele que vencer a disputa. O levantamento mostra que para 47% dos brasileiros o combate à corrupção deve estar na lista de prioridades do novo governante – já 39% citaram o investimento na saúde e 33% o investimento na educação. Em seguida aparecem a segurança pública (32%) e a geração de empregos (29%).

 

Ao avaliar como deveria ser o próximo presidente, 70% desejam que seja alguém que realize projetos de melhorias para a população na saúde e educação e em obras de infraestrutura. Entre as principais características pessoais que são determinantes para que votem em um candidato estão a honestidade (50%), ser alguém que cumpre o que promete (35%) e que saiba abrir mão dos seus interesses particulares em benefício dos interesses da população (32%).

 

Já a maior parte dos entrevistados (63%) afirma que não votaria de forma alguma em um candidato envolvido em escândalos de corrupção e 34% jamais votariam em alguém distante da população e que não conhece os problemas do povo.

“Tudo vai continuar a mesma coisa”: 47% estão indiferentes em relação às eleições.

A pesquisa mostra que 47% dos brasileiros estão atualmente indiferentes com a eleição presidencial de 2018, por acreditarem que tudo continuará a mesma coisa. Outros 26% estão otimistas, acreditando que as coisas vão melhorar e 16% estão pessimistas.

 

Entre os que acreditam na melhora do país após as eleições, os principais motivos são a crença de que o próximo presidente poderá tirar o Brasil da crise (47%) e porque os políticos e empresário corruptos estão sendo presos (34%).

 

Entre os que acham que as coisas vão piorar depois das eleições, os principais motivos são considerar que o povo brasileiro não sabe votar nem cobrar de seus governantes a realização das promessas feitas (50%), porque os principais políticos e empresários envolvidos em corrupção não foram presos ou punidos (49%) e porque mesmo com as prisões e investigações já realizadas a corrupção não acabou (44%).

 

A nota média para a esperança de que o Brasil vai melhorar depois das eleições é de 5,6, em uma escala de 0 a 10.

Somente 6% dos brasileiros esperam continuidade das atuais diretrizes do presidente

Ainda que um percentual expressivo dos entrevistados esteja indiferente a respeito do presidente da república a ser eleito em outubro, sete em cada dez entrevistados esperam que o novo governante faça uma grande mudança em relação ao que vem sendo feito (74%). Outros 20% desejam mudanças, mas também querem a manutenção de alguns programas e reformas e somente 6% esperam continuidade às diretrizes do atual presidente.

 

“Não há consenso total entre os brasileiros em relação às reformas estruturais em andamento no país, de acordo com a pesquisa”, afirma o superintendente do SPC Brasil, Flávio Borges. “Algumas são consideradas fundamentais e deveriam prosseguir, enquanto outras são tratadas com menos importância – sendo que, neste caso, boa parte dos entrevistados pensa que o melhor seria o presidente eleito em 2018 interrompê-las, ou então continuar com elas, desde que haja correções de rumo”.

Em relação às medidas e reformas que já estão em andamento

Reforma Trabalhista
– 47% a consideram pouco ou nada importante e 46% importante ou muito importante;
– 58% acreditam que o próximo presidente deve continuar com a reforma; mas 49% avaliam que a proposta precisa de ajustes;
– 31% acreditam que a reforma deve ser paralisada.

Reforma da Previdência
– 49% a consideram pouco ou nada importante e 45% importante ou muito importante;
– 58% acreditam que o próximo presidente eleito deve continuar com a reforma; mas 50% acreditam que a proposta precisa de ajustes;
– 31% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma.

Reforma Política
– 66% a consideram importante ou muito importante e 27% a consideram pouco ou nada importante;
– 73% acreditam que o próximo presidente eleito deve dar continuidade à reforma; mas 60% esperam que a proposta tenha ajustes;
– 11% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma.

Mudanças na Política Econômica
– 66% consideram as mudanças na política econômica importante ou muito importante e 25% consideram as mudanças pouco ou nada importante;
– 72% acreditam que as mudanças devem continuar, principalmente com grandes ajustes (59%);
– 12% acreditam que o próximo presidente deve paralisar as mudanças.

Metodologia
O SPC Brasil entrevistou 682 pessoas, entre 27 de novembro e 07 de dezembro de 2017, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

Bate bola – Sergio Luiz

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A foto é da seleção juvenil da LDVR (Liga de Desportos de Volta Redonda) em 1962 e pertence ao acervo do Carlos Vidal.

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Em pé da esquerda para a direita: Nena, Joveir, Menu, Edson, Napoleão, Vidal, Paulinho DPI, , Heleno, Jaú, Joaquinzinho (treinador) e Chicão (diretor). Agachados: Carlinhos, Baiano, Dito, Paulo Braga, Cecílio, Babá, Amigo e Sabará.

Ficou com pena?

Para ganhar do Voltaço por 2 a 0, na noite de quarta, 17, no Raulino de Oliveira, com público de apenas 4 mil pagantes, o Flamengo não precisou suar quase nada. Deixou até os titulares descansando na cidade maravilhosa e entrou em campo com a garotada do sub-20. Parecia que o tricolor de aço é que jogava com um time alternativo, tal a facilidade que o time de Carpegiani teve em campo. Foi triste ver os “experientes craques do Volta Redonda” correndo atrás dos juvenis do Mengão. 

 

Perder faz parte do futebol, é normal; mas que sirva de alerta para os dirigentes, comissão técnica e torcedores do Voltaço. O time terá que melhorar muito se quiser brigar por melhores posições na tabela do Carioca de 2018. E que seja rápido, pois o time de Volta Redonda terá dois fios desencapados pela frente. Amanhã, domingo, 21, em Moça Bonita, pega o Bangu, às 16h30min; e na quinta, 25, às 16h30min, joga contra o Nova Iguaçu, no Laranjão. São concorrentes diretos e por isso se tornam mais perigosos, sem falar que jogam em casa.

 

Apesar da ducha fria da noite quente de quarta, o torcedor precisa aguardar os dois próximos jogos para avaliar de verdade se o Volta Redonda não quis bater nos garotos do Flamengo – ficou com pena? – ou se vai apanhar mais e mais nos jogos seguintes quando for enfrentar os titulares dos times concorrentes. Quem viver verá.

 

Sobrecarregado

O estádio Raulino de Oliveira vai receber vários jogos de outros clubes. Assim é que no dia 28, domingo, às 19 horas, o Madureira enfrenta o Fluminense. Na segunda, 29, o Voltaço jogará com a Cabofriense, às 19h30min. No dia 4, domingo, será a vez do Nova Iguaçu encarar o Flamengo. Não sei se o gramado, atualmente impecável, resistirá a tantas peladas.

 

 

Público

Mais uma vez foi decepcionante a presença (ou ausência) dos torcedores no Raulino de Oliveira. No total, cinco mil pessoas assistiram Volta Redonda x Flamengo. Alguns poderão até dizer que o jogo ia passar na telinha e que o time rubro negro iria entrar em campo com um time alternativo. Sem contar que marcar jogo para o meio de semana e às 21h45min, com arquibancadas a R$ 40 e cadeiras a R$ 60, em cidade operária, é coisa de doido. O torcedor, além de estar duro, não é bobo. Triste fim do futebol carioca. No Mineirão, por exemplo, Cruzeiro e Tupi também estrearam na quarta, 17, pelo campeonato mineiro e arrastaram mais de 40 mil torcedores ao Mineirão.

 

Sub-20

A garotada do Voltaço foi eliminada da Copa Cidade de São Paulo ao perder do RB Brasil por 1 a 0.

 

Barra Mansa

A situação política do Barra Mansa continua na estaca zero cercada de mistérios da meia noite. Ninguém sabe, por exemplo, se o presidente do Conselho Deliberativo, Silvio Francisco, entrou ou não com uma ação para derrubar a liminar que deu condições para que o presidente eleito Andrinho pudesse disputar as eleições. Quer mais mistérios? O clube vai ou não vai disputar a terceira divisão? Vai ter dinheiro para pagar as taxas de inscrição no torneio? É dose!

 

Bola fora

Para Voltaço, Fluminense, Botafogo e Vasco que começaram mal a Taça Guanabara. Os dois primeiros perderam e o alvinegro empatou. Doses e porcas emoções pela frente. Lamentável!

 

História

Essa com o goleiro Mazaropi (Dadão, para os alemparaibanos) é muito interessante. Em 1964/65, jogávamos no time de garotos do Palmeirinhas, da Praça da Bandeira. Os jogos eram realizados num areal, que o Rio Paraíba deixava pós enchentes. Tinha até presidente (Nelsinho Mafra) e como técnico Antonio José (o Pilha). O Dadão (Mazaropi) jogava como quarto zagueiro, mas era grosso. Porém, após os jogos, à noite, ele passava mal. Não me lembro do quê. Certo dia, dona Néia, mãe dele, chamou todo o time e mandou essa: “O Geraldinho agora só vai jogar no gol. Porque na linha ele corre muito e de noite passa mal. Eu é que sei o que ele passa. Se ele jogar na linha, ele não vai mais”, ameaçou. Foi aí que surgiu o goleiro Mazaropi, que logo depois foi para o Vasco (em 1970). Lembro que, em 1976, Mazaropi pegou um pênalti cobrado pelo Tita dando ao Vasco o título de campeão da Taça Guanabara. No final da partida, ele pegou a bola, beijou-a e elevou-a ao céu, agradecendo a Deus e à sua mãe, que descobriu a sua verdadeira posição e que havia falecido. Mazaropi hoje é comentarista da Grêmio Rádio Umbro de Porto Alegre.

 

Bola dentro

Para a exibição do time de garotos do Flamengo, na vitória sobre o Voltaço por 2 a 0. A média de idade dos garotos não chegava aos 20 anos; a do Voltaço era de 28 anos. Prova que os dirigentes de qualquer time não precisam contratar “craques com validade vencida”. Ou melhor, que craque se faz em casa!

 

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