quinta-feira, outubro 29, 2026
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Rodrigo Drable reúne mais de quatro mil apoiadores em caminhada por Barra Mansa

O candidato a deputado estadual Rodrigo Drable reuniu mais de quatro mil apoiadores em uma caminhada realizada no sábado, 19, em Barra Mansa. Mostrou que é um dos mais fortes candidatos à Alerj. A mobilização percorreu as principais ruas do Centro e do Ano Bom e contou com a participação do prefeito Luiz Furlani, do presidente da Câmara, Marquinho Pitombeira, dos vereadores Paulo Sandro, Everton Pesão, Klévis Farmacêutico e Pissula, além do ex-deputado estadual Ademir Melo, entre outras pessoas.
Durante o percurso, Rodrigo Drable destacou a participação dos apoiadores e afirmou que a mobilização demonstra a defesa por uma representação de Barra Mansa na Assembleia Legislativa. “Essa linda caminhada está mostrando o quanto nós queremos um deputado aqui da cidade. Eu agradeço ao nosso prefeito e a cada um que esteve com a gente aqui nessa caminhada. O estado do Rio de Janeiro vai ter um deputado para brigar de verdade por uma saúde de qualidade, por uma educação técnica para os nossos jovens. E agora Barra Mansa também terá o seu deputado. A gente segue aqui com muita animação até o último dia”, afirmou.
O prefeito Luiz Furlani, que veste a camisa de Drable todos os dias, reforçou o apoio à candidatura do ex-prefeito de Barra Mansa. Para ele, a eleição de um deputado estadual de Barra Mansa representa uma oportunidade de ampliar a representação política do município na Alerj. “Barra Mansa precisa de um deputado para chamar de seu. Quem vota em Rodrigo, vota no Furlani. O estadual do Furlani, de Barra Mansa e da nossa cidade é Rodrigo Drable, 77890”, declarou.
A caminhada integra a agenda de campanha de Rodrigo Drable, que vem percorrendo Barra Mansa e outras cidades do Sul Fluminense durante o período eleitoral, apresentando propostas e buscando ampliar o diálogo com eleitores e lideranças da região.
Foto: Felipe Vieira 

Entre o Voto e o Ego

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Por Melissa Artioli*

Em ano eleitoral, discutimos candidatos, partidos, governos e projetos para o país. Mas a política não revela apenas quem queremos no poder. Escolher em quem votar fala também sobre quem somos quando nossos interesses entram em jogo.

A campanha eleitoral de 2026 acontece em um cenário novo. Muito além da disputa por votos, a disputa pela atenção do eleitor está cada vez mais sofisticada. Inteligência artificial, conteúdos manipulados e deepfakes já exigiram regras específicas por parte da Justiça Eleitoral.

Nunca foi tão fácil alcançar milhões de pessoas e influenciar percepções. Medo, indignação e sensação de pertencimento podem ser ativados em segundos. As ferramentas tecnológicas são poderosas, mas é a intenção de quem as utiliza que pode vir a se tornar um problema.

Afinal, inteligência sem consciência não garante evolução. O conhecimento também pode apenas ampliar impulsos antigos, como egoísmo, vaidade, desejo de poder e dificuldade de enxergar além dos próprios interesses.

A política torna tudo isso visível. É por meio dela que vemos como reagimos quando valores, interesses e identidades entram em conflito, e até onde conseguimos reconhecer quem está fora do nosso “grupo”.

Um artigo publicado este ano na Nature Reviews Psychology ilustra essa tensão: cooperamos com facilidade entre indivíduos, mas essa disposição enfraquece quando a identidade de grupo entra em cena. Reciprocidade, empatia e segurança constroem pontes; da mesma forma, a lógica do “nós contra eles” ergue muros.

No debate político, esse mecanismo fica mais evidente. Quando a identidade do grupo pesa mais do que os fatos, deixamos de avaliar argumentos e passamos a defender posições. O erro dos nossos ganha justificativa, enquanto o mesmo erro, quando vem do outro lado, vira motivo de condenação.

Isso não nasce das ideologias de direita, esquerda ou centro. A política apenas revela, com mais nitidez, algo que já existe em todos nós.

E é justamente aí que a consciência se torna incômoda. Não basta identificar o viés do outro, é preciso reconhecer o próprio. É fácil exigir ética quando a falta dela favorece o adversário, mas muito mais difícil sustentá-la quando o limite precisa ser imposto ao nosso lado.

Nesse ponto, a fraternidade sai da abstração e passa a ter peso político, não como ingenuidade ou apelo moral, mas como princípio de convivência entre pessoas que não pensam, não vivem e não desejam as mesmas coisas.

É essa diferença que a fraternidade exige reconhecer: individualidade é afirmar o próprio lugar no mundo sem apagar o espaço do outro, enquanto o individualismo faz dos próprios interesses a medida de tudo.

Viver em sociedade exige esse deslocamento entre compreender que a criança que não é minha também precisa de educação, que o idoso que não pertence à minha família merece dignidade, que o trabalhador que nunca conhecerei precisa de condições dignas para viver e que até quem pensa de forma oposta continua fazendo parte da mesma sociedade.

Fraternidade, portanto, não exige concordância, mas a capacidade de reconhecer que o destino do outro também atravessa o nosso.

Em uma eleição marcada pelo avanço da inteligência artificial, essa responsabilidade se torna ainda mais concreta, porque nenhuma regra será capaz de substituir por completo o discernimento individual. Antes de compartilhar, atacar ou reagir, cabe a cada um verificar, pensar, distinguir fato de opinião e, é claro, reconhecer quando está defendendo um princípio ou apenas protegendo a própria identidade.

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*Melissa Artioli é coach de Desenvolvimento Humano, palestrante, executiva com mais de 20 anos de experiência e empreendedora. É autora de “Solte, Entregue, Confie – Uma jornada para sua melhor versão”, publicado pela DVS Editora.

 

A prova digital na Justiça do Trabalho: O print de WhatsApp como o novo “cartão de ponto”

Lucas Vinicius Salomé*

O tradicional relógio de ponto de parede e a ficha de papel emoldurada na entrada da fábrica há muito deixaram de ser os únicos bastiões da jornada de trabalho. Na era da comunicação instantânea, o controle de horário migrou para a palma da mão e uma das provas mais frequentes e relevantes em Reclamações Trabalhistas não é mais a folha assinada ao final do mês, mas a captura de tela gravada no celular do colaborador. O aplicativo de mensagens, os e-mails enviados na madrugada, os metadados de acesso ao sistema corporativo e até os emojis trocados em grupos da equipe tornaram-se o novo “cartão de ponto” digital – um acervo probatório robusto que muitos empresários só percebem ao receber a citação judicial. 

A Justiça do Trabalho brasileira passa por uma transformação metodológica profunda no que tange à instrução probatória. Com o avanço das ferramentas de perícia digital e a consolidação de diretrizes de governança de dados, os tribunais têm conferido relevante valor probatório a prints de mensagens, áudios e registros de envio fora do horário contratual. A ilusão de que uma conversa no WhatsApp possui caráter estritamente informal ou “amigável” ruiu: quando uma liderança envia uma demanda às 22h ou no domingo de manhã, o carimbo de data e hora registrado no servidor, a depender do contexto e da efetiva prestação de serviço ou disponibilidade, pode evidenciar trabalho extraordinário (constitui prova cabal de tempo à disposição), regime de sobreaviso ou quebra da rotina de descanso.

O maior risco para a saúde financeira da empresa reside na assimetria de controle e na falta de governança sobre esses canais de comunicação. Na ausência de políticas claras e de ferramentas de auditabilidade, a empresa fica refém da narrativa digital construída unilateralmente. Um único histórico de conversas exportado pode afastar a força probatória dos cartões de ponto formais apresentados pela defesa quando houver elementos consistentes nesse sentido, expondo a organização a condenações por horas extras, adicionais noturnos e até indenizações por danos morais. O prejuízo, portanto, deixa de ser uma discussão pontual sobre minutos excedentes e passa a impactar diretamente o fluxo de caixa com passivos acumulados ao longo de anos.

Diante dessa realidade, prevenir o passivo trabalhista digital exige a adoção de um protocolo rigoroso de compliance probatório e de conduta eletrônica. As organizações precisam entender que a tecnologia deve ser parametrizada juridicamente: o uso de agendamento de mensagens para o horário comercial, a vedação explícita de grupos de trabalho sem mediação e a criação de manuais de etiqueta corporativa digital não são meros entraves burocráticos, mas mecanismos vitais de proteção de marca e do fluxo de caixa. No ambiente corporativo atual, saber gerir a pegada digital das relações de trabalho é tão indispensável para a sobrevivência do negócio quanto a exatidão no recolhimento dos tributos.

*Lucas Vinicius Salomé é graduado e pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Mackenzie, possui também pós-graduação em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. É sócio fundador do escritório Raposo Soares e Salomé Advogados.

Motociclistas

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Liderando com folga todas as pesquisas de intenção de voto para o governo do Estado, o candidato Eduardo Paes (PSD) afirmou que vai ampliar, em todo o estado, as iniciativas voltadas aos motociclistas e ciclistas que trabalham por aplicativo. A proposta é levar para outros municípios medidas que já foram implementadas durante sua gestão na Prefeitura do Rio, como as bases de apoio e motofaixas. Tem mais.  Destacou a importância de trabalhar em parceria com os prefeitos para ampliar as iniciativas e anunciou também a isenção do IPVA para motos de até 180 cilindradas. “A cidade do Rio foi a única que criou bases de apoio e fez motofaixas. O meu compromisso é trabalhar com os diferentes prefeitos, com os diferentes municípios, para que tenhamos bases de apoio em todas as cidades do estado. E vou garantir a isenção do IPVA para motos de até 180 cilindradas”, ressaltou Paes, que estava acompanhado do candidato ao Senado Federal Pedro Paulo (PSD).

Visita

Quem estará em Volta Redonda neste sábado, 26, é a candidata a deputada federal Heloísa Helena (Rede), que cumprirá agenda de campanha ao lado do deputado estadual Jari Oliveira (PSB).

Vixe

Não convidem mais para o mesmo almoço, mesmo que na base do 0800, a secretária de Saúde de Volta Redonda, Márcia Cury, e o ex-vereador Hálison Vitorino. A relação entre eles anda péssima, e a comida pode azedar.   

Gratidão (I)

Na quarta, 24, Douglas Ruas passou pela região e promoveu um ato em Volta Redonda que contou com a presença dos prefeitos de Volta Redonda (Neto) e de Barra Mansa (Furlani). Nas redes, Neto justificou a presença. “Eu sou grato a ele por tudo o que fez por Volta Redonda. E gratidão não prescreve. Por isso, eu estou o ajudando e acredito na vitória dele”.

Gratidão (II)

Outro que anunciou apoio a Douglas Ruas foi o vereador Rodrigo Furtado, candidato a deputado federal pelo PL. “Ele fez e fará muito mais. É a melhor opção de voto”, disse Furtado, recebendo umas palavras do candidato ao governo do Estado: “O Furtado merece o seu voto, ele é aliado de primeira hora da família Bolsonaro”, disse Ruas. Ah, Ruas, Neto e Furtado acabaram almoçando juntos na casa do prefeito, no Jardim Amália. 

Buraco (I)

Uma propaganda eleitoral na internet do candidato ao governo do Estado Douglas Ruas anda irritando os volta-redondenses. É que, nela, aparece o prefeito Neto dizendo que na cidade não há buracos no asfalto e que isso seria resultado do trabalho de Douglas Ruas. A realidade, entretanto, é outra.

Buraco (II)

Tanto é outra que Neto criou uma força-tarefa, comandada por Jerônimo Telles, para ir às ruas cuidar do recapeamento asfáltico, seriamente prejudicado em vários bairros. A buraqueira é flagrante, só não vê quem não quer…   

Evangélica

Na quarta, 22, o ex-deputado Edson Albertassi (MDB) fez uma grande reunião com lideranças religiosas de Barra do Piraí. A surpresa ficou por conta da presença da prefeita Kátia Miki, que pediu votos para Albertassi.

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