Bate bola – Sergio Luiz

A foto é da seleção juvenil da LDVR (Liga de Desportos de Volta Redonda) em 1962 e pertence ao acervo do Carlos Vidal.

Em pé da esquerda para a direita: Nena, Joveir, Menu, Edson, Napoleão, Vidal, Paulinho DPI, Heleno, Jaú, Joaquinzinho (treinador) e Chicão (diretor). Agachados: Carlinhos, Baiano, Dito, Paulo Braga, Cecílio, Babá, Amigo e Sabará.

 

Voltaço vence a segunda seguida

Com gols de MV e Emerson Jr., o Volta Redonda venceu, por 2 a 1, o Botafogo, da Paraíba, no Almeidão, obtendo a sua segunda vitória seguida na série C do Brasileirão. Com o resultado, o Esquadrão de Aço assumiu a liderança provisória do grupo A, com seis pontos ganhos. Na próxima rodada, o Voltaço visita o Paysandu (PA), no sábado, 19, às 17 horas, no estádio da Curuzu.

 

Escalação
O técnico Neto Colucci tem algumas dúvidas para a escalar a equipe para a partida de amanhã. Isso devido às boas atuações de alguns jogadores que entraram durante a última partida. Assim, a provável equipe será: Vinícius Dias, Júlio Amorim (Marcinho), Grasson, Heitor e Luiz Paulo; Bruno Barra, Emerson Júnior e Naninho; MV, Rômulo Cabral e Natan.

Agenda
Veja os próximos jogos do Voltaço. Sábado, 19, contra o Paysandu, em Belém; dia 27, no Raulino, contra o Santa Cruz; dia 4 de julho, enfrenta o Ferroviário, no Ceará; 11 de julho, pega a Jacupiense (BA) no Raulino; dia 18, encara o Floresta (CE), no Raulino; e encerra o primeiro turno jogando contra a Tombense fora de casa. Só pedreira!

Insolúvel
Até o fechamento desta edição, a direção do Voltaço ainda não tinha renovado o contrato do goleiro Andrey. Caso de difícil solução. Para o lugar de Andrey, o Voltaço negocia com Neguetti, que fez um bom campeonato pela Portuguesa. Outro caso que está virando novela é do atacante João Carlos, que estava emprestado ao São Bernardo e que não quer voltar, pois diz que tem propostas para sair. Há quem diga que João Carlos não anda satisfeito com algumas coisas que estariam acontecendo nos bastidores. O que seria?

História
Quem conta essa é o meu amigo Zé Osmar, da Vila. O saudoso e querido Sebastião Tolentino era um desportista apaixonado pelo futebol e fazia de tudo pelo seu time, o Sete de Setembro, de Volta Redonda. Era presidente, técnico, roupeiro, massagista e gandula. Certa vez, nosso herói, que fazia turno na CSN, saiu da usina às 16 horas e foi direto para o Raulino, onde o Sete enfrentava o Guarani, de Gilson Carraro & Cia. Chegou quase no final da partida e viu que o placar apontava 1 a 1. Ficou empolgado, afinal empatar com o poderoso Guarani era um grande resultado. E com aquele seu jeito humilde, todo alegre, mandou que o garoto do picolé distribuísse tudo que tinha pra quem estivesse vendo o jogo. “É por minha conta, gritou”. Foi uma festa, até que um dos seus amigos lhe perguntou: “Tolentino, você está comemorando o quê?”.
A resposta veio logo: “Olha lá no placar, 1 a 1, sô!”. O amigo: “Mas Tolentino, é 11 a 1 para o Guarani, pô! O garoto é que não tinha outra placa com o número 1 para colocar no placar”, explicou. A decepção do nosso herói foi muito grande. O preju também. É mole?

Falecimento
O Voltaço perdeu um dos seus mais apaixo-nados torcedores: Paulo Pires Adalberto, 68 anos, que faleceu vítima da covid-19. PP era quem organizava as viagens para acompanhar o Volta Redonda nos jogos pelo Brasil à fora. Uma grande perda para todos, principalmente para o Conselho Deliberativo do clube, onde era atuante e nunca se omitiu. Lamentável!

Projeto
O programa ‘sócio-torcedor’ do Voltaço está sendo reformulado para ser relançado no final de junho. Os interessados podem acessar o site www.eusouvoltaco.com.br e se cadastrar. Além de entradas para o Raulino de Oliveira, quando isso for permitido, os torcedores terão outras vantagens, sorteios e promoções.

 

Bola fora
Para a tola discussão sobre a realização da Copa América. Resolveram esquecer a bola e levaram tudo para o campo da politicagem. Parece até que não temos coisas mais importantes para resolver lá no Supremo Tribunal Federal. É falta do que fazer…

Bola dentro
Para os jogadores e para o técnico Tite que arregaram e voltaram atrás na decisão de não jogar a Copa América. Sentiram que seria um tiro no pé, e que seriam chamados de mercenários se recusam vestir a amarelinha. Se não fosse a camisa da seleção, muitos que lá estão não seriam o que são hoje. Se fosse eu, não convocaria nenhum deles para a disputa da Copa América. Aprenderiam melhor a lição…

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